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<data><item><id>695</id><titulo>SISTEMA TRIBUT&#xC1;RIO MUNICIPAL</titulo><numero>988</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2001-12-20 00:00:00</aprovada><slug>sistema-tribut-rio-municipal</slug><descricao>&lt;p&gt;ESTADO DE SERGIPE&lt;br /&gt;C&amp;Acirc;MARA DE VEREADORES DE ITABAIANA&lt;br /&gt;ITABAIANA - SERGIPE &lt;br /&gt;LEI COMPLEMENTAR MUNICIPAL N&amp;deg; 988,&lt;br /&gt;de 20 de Dezembro de 2001.&lt;br /&gt;(Com modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es dadas pela Lei Complementar n&amp;ordm; 04 de 16 de dezembro de 2003)&lt;br /&gt;(transcri&amp;ccedil;&amp;atilde;o fiel do texto original, do arquivo de Leis da C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana, Estado de Sergipe).&lt;br /&gt;(PRESSIONE AS TECLAS Ctrl+f para encontrar uma palavra espec&amp;iacute;fica)&lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre o Sistema Tribut&amp;aacute;rio Municipal e as normas gerais de Direito Tribut&amp;aacute;rio, aplic&amp;aacute;veis ao Munic&amp;iacute;pio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana, aprovou e o Sr. Prefeito sancionou a seguinte Lei Complementar:&lt;br /&gt;DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O PRELIMINAR &lt;br /&gt;Art. 1&amp;deg; . Esta Lei disp&amp;otilde;e, com fundamento nos &amp;sect;&amp;sect; 3&amp;deg; e 4&amp;deg; do art. 34 dos Atos das Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Constitucionais Transit&amp;oacute;rias, nos &amp;sect;&amp;sect; 1&amp;deg; e 2&amp;deg;, bem como os incisos I, II e III, do Art. 145 e nos incisos I, II e III, &amp;sect; 1&amp;deg;, com os seus incisos I e II, &amp;sect;2&amp;deg;, com os seus incisos I e II e &amp;sect; 3&amp;deg;, com os seus incisos I e II, do Art. 156, da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Federativa do Brasil, sobre o Sistema Tribut&amp;aacute;rio Municipal, as normas gerais de direito tribut&amp;aacute;rio, aplic&amp;aacute;veis ao Munic&amp;iacute;pio, sem preju&amp;iacute;zo, com base no inciso I do art. 30 da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Federativa do Brasil, da Legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre Assuntos de interesse local, em observ&amp;acirc;ncia ao inciso II do Art. 30 da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Federativa do Brasil, e da suplementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal e Estadual, no que couber. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIVRO I &lt;br /&gt;SISTEMA TRIBUT&amp;Aacute;RIO MUNICIPAL &lt;br /&gt;T&amp;Iacute;TULO I &lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO I &lt;br /&gt;DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES GERAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2&amp;deg; - O Sistema Tribut&amp;aacute;rio Municipal &amp;eacute; regido: &lt;br /&gt;I - pela Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal; &lt;br /&gt;II - pelo C&amp;oacute;digo Tribut&amp;aacute;rio Nacional, institu&amp;iacute;do pela Lei Complementar federal n&amp;deg; 5.172, de 25 de outubro de 1966; &lt;br /&gt;III - pelas demais leis complementares federais, instituidoras de normas gerais de direito tribut&amp;aacute;rio, desde que, conforme prescreve o &amp;sect; 5&amp;deg; do art. 34 dos Atos das Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Constitucionais Transit&amp;oacute;rias, compat&amp;iacute;veis com o novo sistema tribut&amp;aacute;rio nacional; &lt;br /&gt;IV - pelas resolu&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Senado Federal; &lt;br /&gt;V - pelas leis ordin&amp;aacute;rias federais, pela Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Estadual e pelas leis complementares e ordin&amp;aacute;rias estaduais, nos limites das respectivas compet&amp;ecirc;ncias; &lt;br /&gt;Art&amp;deg; 3&amp;deg; - Tributo &amp;eacute; toda a presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o pecuni&amp;aacute;ria compuls&amp;oacute;ria, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que n&amp;atilde;o constitua san&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ato il&amp;iacute;cito, institu&amp;iacute;da em Lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. &lt;br /&gt;Art. 4&amp;deg; - A natureza jur&amp;iacute;dica espec&amp;iacute;fica do tributo &amp;eacute; determinada pelo fato gerador da respectiva obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sendo irrelevante para qualific&amp;aacute;-la: &lt;br /&gt;I - a denomina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e demais caracter&amp;iacute;sticas formais adotadas pela Lei; &lt;br /&gt;II - a destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal do produto da suas arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;Art. 5&amp;deg; - Os tributos s&amp;atilde;o IMPOSTOS, taxas e contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de melhoria decorrente de obras p&amp;uacute;blicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;T&amp;Iacute;TULO II &lt;br /&gt;COMPET&amp;Ecirc;NCIA TRIBUT&amp;Aacute;RIA &lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO I &lt;br /&gt;DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES GERAIS&lt;br /&gt;Art. 6&amp;deg; - O sistema tribut&amp;aacute;rio municipal &amp;eacute; composto por: &lt;br /&gt;I - IMPOSTOS: &lt;br /&gt;a) sobre a propriedade predial e territorial urbana; &lt;br /&gt;b) sobre a Transmiss&amp;atilde;o "inter vivos", a qualquer t&amp;iacute;tulo, por ato oneroso, de bens im&amp;oacute;veis, por natureza ou acess&amp;atilde;o f&amp;iacute;sica, e de direitos reais sobre im&amp;oacute;veis, exceto os de garantia, bem como cess&amp;atilde;o de direitos da suas aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;c) sobre servi&amp;ccedil;os de qualquer natureza, n&amp;atilde;o compreendidos no inciso II do art. 155, da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Federativa do Brasil, definidos em Lei complementar federal; &lt;br /&gt;II - taxas: &lt;br /&gt;a) em raz&amp;atilde;o do exerc&amp;iacute;cio do poder de pol&amp;iacute;cia: &lt;br /&gt;1 - de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de funcionamento; &lt;br /&gt;2 - de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sanit&amp;aacute;ria; &lt;br /&gt;3 - de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de an&amp;uacute;ncio; &lt;br /&gt;4 - de funcionamento de estabelecimento em hor&amp;aacute;rio extraordin&amp;aacute;rio; &lt;br /&gt;5 - de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de exerc&amp;iacute;cio de atividade ambulante, eventual e feirante; &lt;br /&gt;6 - de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de obra particular; &lt;br /&gt;7 - de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de perman&amp;ecirc;ncia no solo, em &amp;aacute;reas, em vias e em logradouros p&amp;uacute;blicos; &lt;br /&gt;8 - de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de passagem no subsolo e no sobre o solo, em &amp;aacute;reas, em vias e em logradouros p&amp;uacute;blicos. &lt;br /&gt;b) pela utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetiva ou potencial, de servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos espec&amp;iacute;ficos e divis&amp;iacute;veis, prestados ao contribuinte ou postos a sua disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o: &lt;br /&gt;1 - de servi&amp;ccedil;o de limpeza p&amp;uacute;blica; &lt;br /&gt;III - contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de melhoria, decorrente de obras p&amp;uacute;blicas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO II &lt;br /&gt;LIMITA&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES DO PODER DE TRIBUTAR&lt;br /&gt;Art. 7&amp;deg; - Sem preju&amp;iacute;zo de outras garantias asseguradas ao contribuinte &amp;eacute; vedado ao Munic&amp;iacute;pio: &lt;br /&gt;I - exigir ou aumentar tributo sem Lei que o estabele&amp;ccedil;a; &lt;br /&gt;II - instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o equivalente, proibida qualquer distin&amp;ccedil;&amp;atilde;o em raz&amp;atilde;o de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional ou fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o por eles exercida, independentemente da denomina&amp;ccedil;&amp;atilde;o jur&amp;iacute;dica dos rendimentos, t&amp;iacute;tulos ou direitos; &lt;br /&gt;III - cobrar tributos: &lt;br /&gt;a) em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a fatos geradores ocorridos antes da vig&amp;ecirc;ncia da Lei que os houver institu&amp;iacute;do o aumentado; no mesmo exerc&amp;iacute;cio financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou; &lt;br /&gt;IV - utilizar tributo com efeito de confisco; &lt;br /&gt;V - instituir IMPOSTOS sobre: &lt;br /&gt;a) patrim&amp;ocirc;nio ou servi&amp;ccedil;os, da Uni&amp;atilde;o e do Estado; &lt;br /&gt;b) templos de qualquer culto; &lt;br /&gt;c) patrim&amp;ocirc;nio ou servi&amp;ccedil;os dos partidos pol&amp;iacute;ticos, inclusive suas funda&amp;ccedil;&amp;otilde;es, das entidades sindicais dos trabalhadores, das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de assist&amp;ecirc;ncia social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei; &lt;br /&gt;d) livros, jornais e peri&amp;oacute;dicos. &lt;br /&gt;e) autarquias e funda&amp;ccedil;&amp;otilde;es institu&amp;iacute;das e mantidas pelo Poder P&amp;uacute;blico, no que se refere ao patrim&amp;ocirc;nio e aos servi&amp;ccedil;os, vinculados a sua finalidades essenciais ou &amp;agrave;s delas decorrentes. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;deg; - A veda&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o Munic&amp;iacute;pio instituir IMPOSTOS sobre patrim&amp;ocirc;nio ou servi&amp;ccedil;os, da Uni&amp;atilde;o e do Estado: &lt;br /&gt;I - n&amp;atilde;o se aplica ao patrim&amp;ocirc;nio e aos servi&amp;ccedil;os: &lt;br /&gt;a) relacionados com explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atividades econ&amp;ocirc;micas regidas pelas normas aplic&amp;aacute;veis a empreendimentos privados; em que haja contrapresta&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou pagamento de pre&amp;ccedil;os ou tarifas pelo usu&amp;aacute;rio; &lt;br /&gt;II - n&amp;atilde;o exonera o promitente comprador da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pagar imposto relativamente ao bem im&amp;oacute;vel; &lt;br /&gt;III - aplica-se, exclusivamente, aos servi&amp;ccedil;os pr&amp;oacute;prios da Uni&amp;atilde;o e do Estado, bem como aos inerentes aos seus objetivos, n&amp;atilde;o sendo extensiva ao patrim&amp;ocirc;nio e aos servi&amp;ccedil;os: &lt;br /&gt;a) de suas empresas p&amp;uacute;blicas; &lt;br /&gt;b) de suas sociedades de economia mista; &lt;br /&gt;c) de suas delegadas, autorizadas, permission&amp;aacute;rias e concess&amp;otilde;es de servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;deg; A veda&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o Munic&amp;iacute;pio instituir IMPOSTOS sobre templos de qualquer culto, compreende somente o patrim&amp;ocirc;nio e os servi&amp;ccedil;os relacionados com as suas finalidades essenciais. &lt;br /&gt;&amp;sect; 3&amp;deg; A veda&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o Munic&amp;iacute;pio instituir IMPOSTOS sobre patrim&amp;ocirc;nio ou servi&amp;ccedil;os dos partidos pol&amp;iacute;ticos, inclusive suas funda&amp;ccedil;&amp;otilde;es, das entidades sindicais dos trabalhadores, das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de assist&amp;ecirc;ncia social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da Lei: &lt;br /&gt;I - compreende somente o patrim&amp;ocirc;nio relacionado com as finalidades essenciais das entidades mencionadas; &lt;br /&gt;II - aplica-se, exclusivamente, aos servi&amp;ccedil;os relacionados com as finalidades essenciais das entidades mencionadas, bem como os, diretamente, relacionados com os objetivos das entidades mencionadas, previstos nos respectivos estatutos ou atos constitutivos; &lt;br /&gt;III - est&amp;aacute; subordinada &amp;agrave; observ&amp;acirc;ncia, por parte das entidades mencionadas, dos seguintes requisitos: &lt;br /&gt;a) n&amp;atilde;o distribu&amp;iacute;rem qualquer parcela de seu patrim&amp;ocirc;nio ou de suas rendas, a qualquer t&amp;iacute;tulo; &lt;br /&gt;b) aplicarem integralmente, no pa&amp;iacute;s, os seus recursos na manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus objetivos institucionais; manterem escritura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de suas receitas e despesas em Livros revestidos de formalidades capazes de assegurar a sua exatid&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;&amp;sect; 4&amp;deg; - Na falta de cumprimento do disposto nos incisos I, II e III, "a", "b" e "c" , do &amp;sect; 3&amp;deg; ou do &amp;sect; 6&amp;deg;, deste art. 7&amp;deg;, a autoridade competente pode suspender a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do benef&amp;iacute;cio. &lt;br /&gt;&amp;sect; 5&amp;deg; - A veda&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o Munic&amp;iacute;pio instituir IMPOSTOS sobre patrim&amp;ocirc;nio ou servi&amp;ccedil;os, das autarquias e das funda&amp;ccedil;&amp;otilde;es institu&amp;iacute;das e mantidas pelo Poder P&amp;uacute;blico: &lt;br /&gt;I - refere-se, apenas, ao patrim&amp;ocirc;nio e aos servi&amp;ccedil;os, vinculados as suas finalidades essenciais ou &amp;agrave;s delas decorrentes; &lt;br /&gt;II - n&amp;atilde;o se aplica ao patrim&amp;ocirc;nio e aos servi&amp;ccedil;os: &lt;br /&gt;a) relacionados com explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atividades econ&amp;ocirc;micas regidas pelas normas aplic&amp;aacute;veis a empreendimentos privados; &lt;br /&gt;b) em que haja contrapresta&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou pagamento de pre&amp;ccedil;os ou tarifas pelo usu&amp;aacute;rio; &lt;br /&gt;III - n&amp;atilde;o exonera o promitente comprador da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pagar imposto relativamente ao bem im&amp;oacute;vel. &lt;br /&gt;&amp;sect; 6&amp;deg; - A veda&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o Munic&amp;iacute;pio instituir IMPOSTOS sobre o patrim&amp;ocirc;nio ou os Servi&amp;ccedil;os das entidades mencionadas no inciso V deste art. 7&amp;deg;, n&amp;atilde;o exclui a tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por Lei, &amp;agrave;s entidades nele referidas, da condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de respons&amp;aacute;veis pelos tributos que lhes caiba reter na fonte, e n&amp;atilde;o as dispensam da pr&amp;aacute;tica de atos, previstas em Lei, assecurat&amp;oacute;rios do cumprimento de obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es tribut&amp;aacute;rias por terceiros. &lt;br /&gt;VI - estabelecer diferen&amp;ccedil;a tribut&amp;aacute;ria entre bens e servi&amp;ccedil;os, de qualquer natureza, em raz&amp;atilde;o de suas proced&amp;ecirc;ncia ou destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUT&amp;Aacute;RIO &lt;br /&gt;T&amp;Iacute;TULO III &lt;br /&gt;LEGISLA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O TRIBUT&amp;Aacute;RIA &lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO I &lt;br /&gt;NORMAS GERAIS&lt;br /&gt;Art. 8&amp;deg;. A legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria municipal compreende as Leis, os Decretos e as normas complementares que versem, no todo ou em parte, sobre tributos de compet&amp;ecirc;ncia municipal. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. S&amp;atilde;o normas complementares das Leis e Decretos: &lt;br /&gt;I - as Portarias, as instru&amp;ccedil;&amp;otilde;es, avisos, ordens de servi&amp;ccedil;o e outros atos normativos expedidos pelas autoridades administrativas; &lt;br /&gt;II - as decis&amp;otilde;es dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os componentes das inst&amp;acirc;ncias administrativas; &lt;br /&gt;III - as pr&amp;aacute;ticas reiteradamente observadas pelas autoridades administrativas; &lt;br /&gt;IV - os conv&amp;ecirc;nios que o Munic&amp;iacute;pio celebre com as entidades da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta ou indireta, da Uni&amp;atilde;o, Estado ou Munic&amp;iacute;pios. &lt;br /&gt;Art. 9&amp;deg; Somente a Lei pode estabelecer: &lt;br /&gt;I - a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a majora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o fato gerador, a base de c&amp;aacute;lculo e a al&amp;iacute;quota de tributos; &lt;br /&gt;II - a comina&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a dispensa ou a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de penalidades para as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou omiss&amp;otilde;es contr&amp;aacute;rias a seus dispositivos; &lt;br /&gt;III - as hip&amp;oacute;teses de exclus&amp;atilde;o, suspens&amp;atilde;o e extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios e fiscais. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; Constitui majora&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tributo a modifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de suas base de c&amp;aacute;lculo, que importe em torn&amp;aacute;-lo mais ou menos oneroso. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2.&amp;ordm; N&amp;atilde;o constitui majora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tributo a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o monet&amp;aacute;ria de suas base de c&amp;aacute;lculo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO II &lt;br /&gt;VIG&amp;Ecirc;NCIA&lt;br /&gt;Art. 10. Entram em vigor: &lt;br /&gt;I - na data de suas publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, as Portarias, as instru&amp;ccedil;&amp;otilde;es, avisos, ordens de servi&amp;ccedil;os e outros atos normativos expedidos pelas autoridades administrativas; &lt;br /&gt;II - 30 (trinta) dias ap&amp;oacute;s a data da suas publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, as decis&amp;otilde;es dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os componentes das inst&amp;acirc;ncias administrativas; &lt;br /&gt;III - na data neles prevista, os conv&amp;ecirc;nios que o Munic&amp;iacute;pio celebre com as entidades da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta ou indireta, da Uni&amp;atilde;o, Estado, ou Munic&amp;iacute;pios; &lt;br /&gt;IV - no primeiro dia do exerc&amp;iacute;cio seguinte &amp;agrave;quele em que ocorra a sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os dispositivos de Lei que: &lt;br /&gt;a) instituem, majorem ou definem novas hip&amp;oacute;teses de incid&amp;ecirc;ncia de tributos; &lt;br /&gt;b) extinguem ou reduzem isen&amp;ccedil;&amp;otilde;es, n&amp;atilde;o concedidas por prazo certo e nem em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de determinadas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, salvo se a Lei dispuser de maneira mais favor&amp;aacute;vel ao contribuinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO III &lt;br /&gt;APLICA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&lt;br /&gt;Art. II. A Legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria aplica-se imediatamente aos fatos geradores futuros e aos pendentes. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. Fatos geradores pendentes s&amp;atilde;o aqueles que se iniciaram, mas ainda n&amp;atilde;o se completaram pela inexist&amp;ecirc;ncia de todas as circunst&amp;acirc;ncias materiais necess&amp;aacute;rias e indispens&amp;aacute;veis &amp;agrave; produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seus efeitos ou desde que se n&amp;atilde;o tenham constitu&amp;iacute;do a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o jur&amp;iacute;dica em que eles assentam. &lt;br /&gt;Art. 12. A Lei aplica-se ao ato ou fato pret&amp;eacute;ritos: &lt;br /&gt;I - em qualquer caso, quando seja expressamente interpretativa, exclu&amp;iacute;da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de penalidade &amp;agrave; infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos dispositivos interpretados; &lt;br /&gt;II - tratando-se de ato n&amp;atilde;o definitivamente julgado: &lt;br /&gt;a) quando deixe de defini-lo como infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;b) quando deixe de trat&amp;aacute;-lo como contr&amp;aacute;rio a qualquer exig&amp;ecirc;ncia de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou omiss&amp;atilde;o, desde que n&amp;atilde;o tenha sido fraudulento e n&amp;atilde;o tenha implicado falta de pagamento de tributo; &lt;br /&gt;c) quando lhe comine penalidade menos severa que a prevista na Lei vigente ao tempo do tributo; &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. Lei interpretativa &amp;eacute; aquela que interpreta outra, no sentido de esclarecer e suprir as suas obscuridades e ambig&amp;uuml;idades, aclarando as suas d&amp;uacute;vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO IV &lt;br /&gt;INTERPRETA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&lt;br /&gt;Art. 13. Na aus&amp;ecirc;ncia de disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o expressa, a autoridade competente para aplicar a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria utilizar&amp;aacute; sucessivamente, na ordem indicada: &lt;br /&gt;I - a analogia; &lt;br /&gt;II - os princ&amp;iacute;pios gerais de direito tribut&amp;aacute;rio; &lt;br /&gt;III - os princ&amp;iacute;pios gerais de direito P&amp;uacute;blico; &lt;br /&gt;IV - a eq&amp;uuml;idade. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; O emprego da analogia n&amp;atilde;o poder&amp;aacute; resultar na exig&amp;ecirc;ncia de tributo n&amp;atilde;o previsto em lei. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; O emprego da eq&amp;uuml;idade n&amp;atilde;o poder&amp;aacute; resultar na dispensa do pagamento de tributo devido. &lt;br /&gt;Art. 14. Interpreta-se literalmente a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria que disponha sobre: &lt;br /&gt;I - suspens&amp;atilde;o ou exclus&amp;atilde;o do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio; &lt;br /&gt;II - outorga de isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;III - dispensa do cumprimento de obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es acess&amp;oacute;rias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;T&amp;Iacute;TULO IV &lt;br /&gt;OBRIGA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O TRIBUT&amp;Aacute;RIA &lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO I &lt;br /&gt;DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES GERAIS&lt;br /&gt;Art. 15. A obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria &amp;eacute; principal ou acess&amp;oacute;ria. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; A obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal surge com a ocorr&amp;ecirc;ncia do fato gerador, tem por objeto o pagamento de tributo ou penalidade pecuni&amp;aacute;ria e extingue-se juntamente com o cr&amp;eacute;dito dela decorrente. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; A obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o acess&amp;oacute;ria decorre da Legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria e tem por objeto as presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, positivas ou negativas, nela previstas no interesse da arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou da fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos tributos. &lt;br /&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; A obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o acess&amp;oacute;ria, pelo simples fato da suas inobserv&amp;acirc;ncia, converte-se em obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal relativamente &amp;agrave; penalidade pecuni&amp;aacute;ria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO II &lt;br /&gt;FATO GERADOR&lt;br /&gt;Art 16. Fato gerador da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal &amp;eacute; a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o definida em lei como necess&amp;aacute;ria e suficiente &amp;agrave; suas ocorr&amp;ecirc;ncia. &lt;br /&gt;Art. 17. Fato gerador da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o acess&amp;oacute;ria &amp;eacute; qualquer situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que, na forma da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o aplic&amp;aacute;vel, imp&amp;otilde;e a pr&amp;aacute;tica ou a absten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ato que n&amp;atilde;o configure obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal. &lt;br /&gt;Art. 18. Salvo disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Lei em contr&amp;aacute;rio, considera-se ocorrido o fato gerador e existente os seus efeitos: &lt;br /&gt;I - tratando-se de situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fato, desde o momento em que se verifiquem as circunst&amp;acirc;ncias materiais necess&amp;aacute;rias a que produza os efeitos que normalmente lhe s&amp;atilde;o pr&amp;oacute;prios; &lt;br /&gt;II - tratando-se de situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o jur&amp;iacute;dica, desde o momento em que esteja definitivamente constitu&amp;iacute;da, nos termos do direito aplic&amp;aacute;vel, sendo que os atos ou neg&amp;oacute;cios condicionais reputam-se perfeitos e acabados: &lt;br /&gt;a) sendo suspensiva a condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desde o momento de seu implemento; &lt;br /&gt;b) sendo resolut&amp;oacute;ria a condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desde o momento da pr&amp;aacute;tica do ato ou da celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do neg&amp;oacute;cio. &lt;br /&gt;Art. 19. A defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal do fato gerador &amp;eacute; interpretada abstraindo-se: &lt;br /&gt;I - da validade jur&amp;iacute;dica dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes, respons&amp;aacute;veis, ou terceiros, bem como da natureza do seu objeto ou dos seus efeitos; &lt;br /&gt;II - dos efeitos dos fatos efetivamente ocorridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO III &lt;br /&gt;SUJEITO ATIVO&lt;br /&gt;Art. 20. Sujeito ativo da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; a Prefeitura Municipal, pessoa jur&amp;iacute;dica de direito p&amp;uacute;blico titular da compet&amp;ecirc;ncia para exigir o seu cumprimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO IV &lt;br /&gt;SUJEITO PASSIVO &lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I &lt;br /&gt;Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Gerais&lt;br /&gt;Art. 21. Sujeito passivo da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal &amp;eacute; a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade pecuni&amp;aacute;ria. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. O sujeito passivo da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal diz-se: &lt;br /&gt;I - contribuinte, quando tenha rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o pessoal e direta com a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que constitua o respectivo fato gerador; &lt;br /&gt;II - respons&amp;aacute;vel, quando, sem revestir a condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contribuinte, suas obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o decorra de disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Lei. &lt;br /&gt;Art. 22. Sujeito passivo da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o acess&amp;oacute;ria &amp;eacute; a pessoa obrigada &amp;agrave;s presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es que constituam o seu objeto. &lt;br /&gt;Art 23. As conven&amp;ccedil;&amp;otilde;es particulares, relativas &amp;agrave; responsabilidade pelo pagamento de tributos, n&amp;atilde;o podem ser opostas &amp;agrave; Fazenda P&amp;uacute;blica Municipal, para modificar a defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal do sujeito passivo das obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es tribut&amp;aacute;rias correspondentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II &lt;br /&gt;Solidariedade&lt;br /&gt;Art. 24. S&amp;atilde;o solidariamente obrigadas: &lt;br /&gt;I - as pessoas que tenham interesse comum na situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que constitua o fato gerador da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal; &lt;br /&gt;II - as pessoas expressamente designadas por tel. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. A solidariedade n&amp;atilde;o comporta benef&amp;iacute;cio de ordem. &lt;br /&gt;Art. 25. S&amp;atilde;o os seguintes os efeitos da solidariedade: &lt;br /&gt;I - o pagamento efetuado por um dos obrigados aproveita aos demais; &lt;br /&gt;II - a isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou remiss&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito exonera todos os obrigados, salvo se outorgada pessoalmente a um deles, subsistindo, nesse caso, a solidariedade quanto aos demais pelo saldo; &lt;br /&gt;III - a interrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o da prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em favor ou contra um dos obrigados, favorece ou prejudica aos demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o III &lt;br /&gt;Capacidade Tribut&amp;aacute;ria&lt;br /&gt;Art. 26. A capacidade tribut&amp;aacute;ria passiva independe: &lt;br /&gt;I - da capacidade civil das pessoas naturais; &lt;br /&gt;II - de achar-se a pessoa natural sujeita a medidas que importem priva&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o do exerc&amp;iacute;cio de atividades civis, comerciais ou profissionais, ou da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta de seus bens ou neg&amp;oacute;cios; &lt;br /&gt;III - de estar a pessoa jur&amp;iacute;dica regularmente constitu&amp;iacute;da, configure uma unidade econ&amp;ocirc;mica ou profissional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o IV&lt;br /&gt;Domic&amp;iacute;lio Tribut&amp;aacute;rio &lt;br /&gt;Art. 27. Na falta de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelo contribuinte ou respons&amp;aacute;vel, de domic&amp;iacute;lio tribut&amp;aacute;rio, considera-se como tal: &lt;br /&gt;I - tratando-se de pessoa f&amp;iacute;sica, o lugar onde reside, e, n&amp;atilde;o sendo este conhecido, o lugar onde se encontre a sede habitual de suas atividades ou neg&amp;oacute;cios; &lt;br /&gt;II - tratando-se de pessoa jur&amp;iacute;dica de direito privado, local de qualquer de seus estabelecimentos; &lt;br /&gt;III - tratando de pessoa jur&amp;iacute;dica de direito P&amp;uacute;blico, o local da sede de qualquer de suas reparti&amp;ccedil;&amp;otilde;es administrativas; &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; Quando n&amp;atilde;o couber a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das regras fixadas em qualquer dos incisos deste Art., considerar-se-&amp;aacute; como domic&amp;iacute;lio tribut&amp;aacute;rio do contribuinte ou respons&amp;aacute;vel o lugar da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos bens ou da ocorr&amp;ecirc;ncia dos atos ou fatos que deram origem &amp;agrave; obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; A Autoridade Fiscal pode recusar o domic&amp;iacute;lio eleito, quando impossibilite ou dificulte a arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;Art. 28. O domic&amp;iacute;lio tribut&amp;aacute;rio ser&amp;aacute; consignado nas peti&amp;ccedil;&amp;otilde;es, guias e outros documentos que os obrigados dirijam ou devam apresentar &amp;agrave; Fazenda P&amp;uacute;blica Municipal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO V&lt;br /&gt;Responsabilidade Tribut&amp;aacute;ria&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I&lt;br /&gt;Disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o Geral&lt;br /&gt;Art. 29. A responsabilidade pelo cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal pode ser atribu&amp;iacute;da, de forma expressa, a terceira pessoa, vinculada ao fato gerador da respectiva obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, excluindo a responsabilidade do contribuinte ou atribuindo-a a este em car&amp;aacute;ter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II&lt;br /&gt;Responsabilidade dos Sucessores&lt;br /&gt;Art. 30. Os cr&amp;eacute;ditos Tribut&amp;aacute;rios relativos a IMPOSTOS cujo fato gerador seja a propriedade, o dom&amp;iacute;nio &amp;uacute;til ou a posse de bens im&amp;oacute;veis, e bem assim os relativos a taxas pela presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os referentes a tais bens, ou a contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de melhoria, sub-roga-se na pessoa dos respectivos adquirentes, salvo quando conste do t&amp;iacute;tulo a prova de suas quita&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. No caso de arremata&amp;ccedil;&amp;atilde;o em hasta p&amp;uacute;blica, a sub-roga&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorre sobre o respectivo pre&amp;ccedil;o. &lt;br /&gt;Art. 31. S&amp;atilde;o pessoalmente respons&amp;aacute;veis: &lt;br /&gt;I - o adquirente ou remitente, pelos tributos relativos aos bens adquiridos ou remidos; &lt;br /&gt;II - o sucessor a qualquer t&amp;iacute;tulo e o c&amp;ocirc;njuge meeiro, pelos tributos devidos pelo de cujus at&amp;eacute; a data da partilha ou adjudica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, limitada esta responsabilidade ao montante do quinh&amp;atilde;o, do legado ou da mea&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;III - o esp&amp;oacute;lio, pelos tributos devidos pelo de cujus at&amp;eacute; a data da abertura da sucess&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;Art. 32. A pessoa jur&amp;iacute;dica de direito privado que resultar de fus&amp;atilde;o, transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou incorpora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de outra ou em outra &amp;eacute; respons&amp;aacute;vel pelos tributos devidos at&amp;eacute; a data do ato pelas pessoas jur&amp;iacute;dicas de direito privado fusionadas, transformadas ou incorporadas. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. O disposto neste Art. Aplica-se aos casos de extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pessoas jur&amp;iacute;dicas de direito privado, quando a explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o da respectiva atividade seja continuada por qualquer s&amp;oacute;cio remanescente, ou seu esp&amp;oacute;lio, sob a mesma ou outra raz&amp;atilde;o social, ou sob firma individual. &lt;br /&gt;Art 33. A pessoa natural ou jur&amp;iacute;dica de direito privado que adquirir de outra, por qualquer t&amp;iacute;tulo, fundo de com&amp;eacute;rcio ou estabelecimento comercial, industrial ou profissional, e continuar a respectiva explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sob a mesma ou outra raz&amp;atilde;o social ou sob firma ou nome individual, responde pelos tributos, relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido, devidos at&amp;eacute; a data do ato: &lt;br /&gt;I - integralmente, se o alienante cessar a explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do com&amp;eacute;rcio, ind&amp;uacute;stria ou atividade; &lt;br /&gt;II - subsidiariamente com o alienante, se este prosseguir na explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou iniciar dentro de &amp;eacute; (seis) meses, a contar da data da aliena&amp;ccedil;&amp;atilde;o, nova atividade no mesmo ou em outro ramo de com&amp;eacute;rcio, ind&amp;uacute;stria ou profiss&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;III - as ind&amp;uacute;strias, pelo IMPOSTOS devidos de guarda e vigil&amp;acirc;ncia, conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o e limpeza, manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de m&amp;aacute;quinas e equipamentos em geral, e outros servi&amp;ccedil;os terceirizados constantes da lista de servi&amp;ccedil;os do C&amp;oacute;digo Tribut&amp;aacute;rio Municipal. &lt;br /&gt;IV - Os bancos e demais entidades financeiras, pelos IMPOSTOS devidos sobre os servi&amp;ccedil;os de guarda e vigil&amp;acirc;ncia, de conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o e limpeza e de transporte, coleta remessa ou entrega de valores; &lt;br /&gt;V - as empresas e entidades que explorem loterias e outros jogos, inclusive apostas, pelo imposto devido sobre as comiss&amp;otilde;es pagas aos seus agentes, revendedores ou concession&amp;aacute;rios; &lt;br /&gt;VI - as operadoras tur&amp;iacute;sticas, pelo imposto devido sobre as comiss&amp;otilde;es pagas a seus agentes e intermedi&amp;aacute;rios; &lt;br /&gt;VII - as ag&amp;ecirc;ncias de propaganda, pelo imposto devido pelos prestadores de servi&amp;ccedil;os de produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es e arte-finaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;VIII - as entidades da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos poderes do Munic&amp;iacute;pio, pelo imposto sobre Servi&amp;ccedil;os de Qualquer Natureza. &lt;br /&gt;&amp;sect; - 1&amp;ordm; A responsabilidade de que trata este artigo ser&amp;aacute; satisfeita mediante pagamento do imposto retido, calculado sobre o pre&amp;ccedil;o do servi&amp;ccedil;o prestado, aplicada al&amp;iacute;quota correspondente &amp;agrave; atividade exercida. &lt;br /&gt;&amp;sect; - 2&amp;ordm; A substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria prevista neste artigo n&amp;atilde;o exclui a responsabilidade supletiva do prestador de servi&amp;ccedil;o. &lt;br /&gt;&amp;sect; - 3&amp;ordm; A responsabilidade que trata esta Lei &amp;eacute; inerente a todas as pessoa referidas no "caput" deste artigo, ainda que alcan&amp;ccedil;adas por imunidade ou isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria. &lt;br /&gt;Art. 34 - N&amp;atilde;o ocorrer&amp;aacute; responsabilidade tribut&amp;aacute;ria quando o prestador de servi&amp;ccedil;o gozar de isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou imunidade tribut&amp;aacute;ria. &lt;br /&gt;Art. 35 - As hip&amp;oacute;teses de substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o previstas nesta Lei, s&amp;oacute; se aplicam quando as fontes pagadoras forem estabelecidas no Munic&amp;iacute;pio. &lt;br /&gt;Art. 36 - As hip&amp;oacute;teses de substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o previstas nesta Lei se aplicam a todos os servi&amp;ccedil;os prestados no Munic&amp;iacute;pio, sendo irrelevantes, para este fim, as denomina&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sede, filial, ag&amp;ecirc;ncia, escrit&amp;oacute;rio de representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sucursal, contrato, ou quaisquer outras que venham a ser utilizadas. &lt;br /&gt;&amp;sect; - 1&amp;ordm; - O imposto dever&amp;aacute; ser recolhido at&amp;eacute; o dia 10 (dez) do m&amp;ecirc;s seguinte ao de compet&amp;ecirc;ncia, ficando sujeito, a partir do dia seguinte ao da data &amp;agrave; incid&amp;ecirc;ncia de juros de mora de 1% (um por cento) ao m&amp;ecirc;s e multa de 10% (dez por cento). &lt;br /&gt;&amp;sect; - 2&amp;ordm; - A multa de mora incidir&amp;aacute; a partir do dia seguinte ao da data assinalada para o cumprimento da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o; os juros, a contar do in&amp;iacute;cio do m&amp;ecirc;s seguinte. &lt;br /&gt;&amp;sect; - 3&amp;ordm; - O pagamento do imposto ser&amp;aacute; efetuado atrav&amp;eacute;s de guia de recolhimento pr&amp;oacute;pria. &lt;br /&gt;Art. 37 - Os contribuintes alcan&amp;ccedil;ados pela reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do imposto manter&amp;atilde;o controle em separado das opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es sujeitas a esse regime, na seguinte conformidade: &lt;br /&gt;I - no livro de registro do ISSQN, essas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es dever&amp;atilde;o ser escrituradas em folha distinta daquela utilizada para o registro das demais presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de servi&amp;ccedil;o realizadas a cada quinzena; &lt;br /&gt;II - na nota fiscal do servi&amp;ccedil;o ou documento equivalente, dever&amp;aacute; ser destacado o valor do imposto retido na fonte. &lt;br /&gt;Art. 38 - Est&amp;atilde;o sujeitos a Inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Cadastro de Contribuintes da Divis&amp;atilde;o de Arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Secret&amp;aacute;ria Municipal de Finan&amp;ccedil;as, os subt&amp;iacute;tulos tribut&amp;aacute;rios referidos nesta Lei. &lt;br /&gt;&amp;sect; - 1&amp;ordm; - A inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; procedida no prazo de at&amp;eacute; 30 (trinta) dias, contados do registro dos atos constitutivos no &amp;oacute;rg&amp;atilde;o competente. &lt;br /&gt;&amp;sect; - 2&amp;ordm; - A fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o fazend&amp;aacute;ria poder&amp;aacute; promover, de of&amp;iacute;cio, inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o, altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es cadastrais ou cancelamento de inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sem preju&amp;iacute;zo da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das penalidades cab&amp;iacute;veis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o III&lt;br /&gt;Responsabilidade de Terceiros&lt;br /&gt;Art. 39. Nos casos de impossibilidade de exig&amp;ecirc;ncia do cumprimento da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal pelo contribuinte, respondem solidariamente com este nos atos em que intervierem ou pelas omiss&amp;otilde;es de que forem respons&amp;aacute;veis: &lt;br /&gt;I - os pais, pelos tributos devidos por seus filhos menores; &lt;br /&gt;II - os tutores e curadores, pelos tributos devidos por seus tutelados ou curatelados; &lt;br /&gt;III - os administradores de bens de terceiros, pelos tributos devidos por estes; &lt;br /&gt;IV - o inventariante, pelos tributos devidos pelo esp&amp;oacute;lio; &lt;br /&gt;V - o s&amp;iacute;ndico e o comiss&amp;aacute;rio, pelos tributos devidos pela massa falida ou pelo concordat&amp;aacute;rio; &lt;br /&gt;VI - os tabeli&amp;atilde;es, escriv&amp;otilde;es e demais serventu&amp;aacute;rios de of&amp;iacute;cio, pelos tributos devidos sobre os atos praticados por eles, ou perante eles, em raz&amp;atilde;o do seu of&amp;iacute;cio; &lt;br /&gt;VII - os s&amp;oacute;cios, no caso de liquida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sociedade de pessoas. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. O disposto neste Art. s&amp;oacute; se aplica, em mat&amp;eacute;ria de penalidades, &amp;agrave;s de car&amp;aacute;ter morat&amp;oacute;rio. &lt;br /&gt;Art. 40. S&amp;atilde;o pessoalmente respons&amp;aacute;veis pelos cr&amp;eacute;ditos correspondentes a obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es tribut&amp;aacute;rias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Lei, contrato social ou estatutos: &lt;br /&gt;I - pessoas referidas no Art. 39 desta Lei; &lt;br /&gt;II - as mandat&amp;aacute;rios, prepostos e empregados; &lt;br /&gt;III - as diretores, gerentes ou representantes de pessoas jur&amp;iacute;dicas de direito privado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o IV&lt;br /&gt;Responsabilidade Por Infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;br /&gt;Art. 41. A responsabilidade por infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria independe da inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do agente ou do respons&amp;aacute;vel e da efetividade, natureza e extens&amp;atilde;o dos efeitos do ato. &lt;br /&gt;Art. 42. A responsabilidade &amp;eacute; pessoal ao agente: &lt;br /&gt;I - quanto &amp;agrave;s infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es conceituadas por lei como crimes ou contraven&amp;ccedil;&amp;otilde;es, salvo quando praticadas no exerc&amp;iacute;cio regular de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mandato, fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cargo ou emprego, ou no cumprimento de ordem expressa emitida por quem de direito; &lt;br /&gt;II - quanto &amp;agrave;s infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es em cuja defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o o dolo espec&amp;iacute;fico do agente seja elementar; &lt;br /&gt;III - quanto &amp;agrave;s infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es que decorram direta e exclusivamente de dolo espec&amp;iacute;fico: &lt;br /&gt;a) das pessoas referidas nesta Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o, contra aquelas por quem respondem; &lt;br /&gt;b) dos mandat&amp;aacute;rios, prepostos ou empregados, contra seus mandantes, preponentes ou empregadores; &lt;br /&gt;c) dos diretores, gerentes ou representantes de pessoas jur&amp;iacute;dicas de direito privado, contra estas. &lt;br /&gt;Art. 43. A responsabilidade &amp;eacute; exclu&amp;iacute;da pela den&amp;uacute;ncia espont&amp;acirc;nea da infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, acompanhada, se for o caso, do pagamento do tributo devido e dos juros de mora, ou de dep&amp;oacute;sito da import&amp;acirc;ncia arbitrada pela autoridade administrativa, quando o montante do tributo dependa de apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. N&amp;atilde;o se considera espont&amp;acirc;neo a den&amp;uacute;ncia apresentada ap&amp;oacute;s o in&amp;iacute;cio de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, relacionados com a infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o V&lt;br /&gt;Reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Fonte&lt;br /&gt;Art. 44 - A fim de ordenar a cobran&amp;ccedil;a do ISSQN do Munic&amp;iacute;pio na fonte pagadora (Reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o na fonte), a empresa tomadora de servi&amp;ccedil;os, para efeito de recolhimento do Imposto sobre Servi&amp;ccedil;os de Qualquer Natureza - I.S.S.Q.N., respons&amp;aacute;vel pela reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do referido imposto, nos casos abaixo relacionados: &lt;br /&gt;Quando o prestador de servi&amp;ccedil;os n&amp;atilde;o comprovar a devida inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o no setor competente da Prefeitura; &lt;br /&gt;Quando n&amp;atilde;o houve a emiss&amp;atilde;o de Nota Fiscal, por parte do Prestador de Servi&amp;ccedil;o obrigado a emiti-la; &lt;br /&gt;e Quando o prestador de servi&amp;ccedil;o na &amp;aacute;rea de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o civil, tiver prestando servi&amp;ccedil;o neste Munic&amp;iacute;pio. &lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo 1&amp;ordm; - O descumprimento do disposto no "caput" deste artigo implica no recolhimento total do tributo, acrescido das penalidades previstas nesta Lei Complementar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VI&lt;br /&gt;Dedu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Material&lt;br /&gt;Art. 45 - Para efeito da dedu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do valor de materiais adquiridos de terceiros e utilizados em obras, e do valor das subempreitadas j&amp;aacute; tributado pelo imposto sobre servi&amp;ccedil;os -ISS, relativo &amp;agrave;s atividades dos itens 32 e 34 da lista de servi&amp;ccedil;os de ISS ser&amp;aacute; considerado, para efeito dedu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de material, o percentual de at&amp;eacute; 40% (quarenta por cento) do pre&amp;ccedil;o total do servi&amp;ccedil;o cobrado. &lt;br /&gt;Art. 46 - Excetua-se do disposto acima a firma de atividades de terraplanagem que, para ter considerada a dedu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos valores correspondentes aos materiais de terceiros e utilizados em obras de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o civil, ter&amp;aacute; que comprov&amp;aacute;-los atrav&amp;eacute;s das respectivas notas fiscais. &lt;br /&gt;Art. 47 - O livro de registro de Servi&amp;ccedil;os Prestados, adotado pela Secret&amp;aacute;ria Municipal de Finan&amp;ccedil;as, ser&amp;aacute; escriturado na coluna "N&amp;atilde;o Tribut&amp;aacute;vel" com os valores das opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es isentas do ISSQN ou dos valores de materiais adquiridos de terceiras utilizados para fins de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o civil, quando a dedu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a base de c&amp;aacute;lculo do ISS for superior a 40% do pre&amp;ccedil;o do servi&amp;ccedil;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO VI&lt;br /&gt;OBRIGA&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES ACESS&amp;Oacute;RIAS&lt;br /&gt;Art. 48. Os contribuintes, ou quaisquer respons&amp;aacute;veis por tributos s&amp;atilde;o obrigados a cumprir as determina&amp;ccedil;&amp;otilde;es destas leis, das leis subseq&amp;uuml;entes de mesma natureza, bem como dos atos nela previstos, estabelecidos com o fim de facilitar o lan&amp;ccedil;amento, a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a cobran&amp;ccedil;a dos tributos. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; Sem preju&amp;iacute;zo do que vier a ser estabelecido de maneira especial, os contribuintes respons&amp;aacute;veis por tributos est&amp;atilde;o obrigados: &lt;br /&gt;I - a apresentar declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es e guias e a escriturar em Livros pr&amp;oacute;prios os fatos geradores da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria, segundo as normas desta Lei e dos respectivos regulamentos; &lt;br /&gt;II - a conservar e apresentar ao fisco, quando solicitado, qualquer documento que, de algum modo se refira a opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que constituam fato gerador de obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es tribut&amp;aacute;rias ou que sirva como comprovante da veracidade dos dados consignados em guias e documentos fiscais; &lt;br /&gt;III - a prestar, sempre que solicitados pelas autoridades competentes, informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e esclarecimentos que, a ju&amp;iacute;zo do fisco se refiram a fatos geradores de obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es tribut&amp;aacute;rias; &lt;br /&gt;IV - de modo geral, a facilitar, por todos os meios a seu alcance, as tarefas de cadastramento, lan&amp;ccedil;amento, fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e cobran&amp;ccedil;a dos tributos devidos ao er&amp;aacute;rio municipal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO VII&lt;br /&gt;CONSTITUI&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DO CR&amp;Eacute;DITO TRIBUT&amp;Aacute;RIO&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I&lt;br /&gt;Lan&amp;ccedil;amento&lt;br /&gt;Art. 49. O Lan&amp;ccedil;amento &amp;eacute; o ato privativo da autoridade administrativa destinado a tomar exeq&amp;uuml;&amp;iacute;vel o cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio, mediante verifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ocorr&amp;ecirc;ncia da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria, o c&amp;aacute;lculo do montante do tributo devido, a identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do contribuinte, e, sendo o caso, a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de penalidade cab&amp;iacute;vel. &lt;br /&gt;Art. 50. O ato de lan&amp;ccedil;amento &amp;eacute; vinculado e obrigat&amp;oacute;rio, sob pena de responsabilidade funcional, ressalvadas as hip&amp;oacute;teses de exclus&amp;atilde;o ou suspens&amp;atilde;o do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio previstas nesta Lei. &lt;br /&gt;Art. 51. O lan&amp;ccedil;amento reporta-se a data em que haja surgido a obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria principal e rege-se pela lei ent&amp;atilde;o vigente, ainda que posteriormente modificada ou revogada. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. Aplica-se ao lan&amp;ccedil;amento a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o que, posteriormente ao nascimento da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o instituindo novos crit&amp;eacute;rios de apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da base de c&amp;aacute;lculo, haja estabelecido novos m&amp;eacute;todos de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ampliando os poderes de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o das autoridades administrativas, ou outorgando maiores garantias e privil&amp;eacute;gios &amp;agrave; Fazenda P&amp;uacute;blica Municipal, exceto, no &amp;uacute;ltimo caso, para atribuir responsabilidade tribut&amp;aacute;ria a terceiros. &lt;br /&gt;Art. 52. Os atos formais relativos aos lan&amp;ccedil;amentos dos tributos ficar&amp;atilde;o a cargo do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o fazend&amp;aacute;rio competente. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. A omiss&amp;atilde;o ou erro de lan&amp;ccedil;amento n&amp;atilde;o isenta o contribuinte do cumprimento da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o fiscal. &lt;br /&gt;Art. 53 O lan&amp;ccedil;amento efetuar-se-&amp;aacute; com base em dados constantes do Cadastro Fiscal e declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es apresentadas pelos contribuintes, nas formas e &amp;eacute;pocas estabelecidas nesta lei. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; As declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es dever&amp;atilde;o conter todos os elementos e dados necess&amp;aacute;rios ao conhecimento do fato gerador das obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es tribut&amp;aacute;rias e a verifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do montante do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio correspondente. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; O &amp;oacute;rg&amp;atilde;o fazend&amp;aacute;rio competente examinar&amp;aacute; as declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es para verificar a exatid&amp;atilde;o dos dados nelas consignados. &lt;br /&gt;Art. 54. Com o fim de obter elementos que lhe permita verificar a exatid&amp;atilde;o das declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es apresentadas pelos contribuintes e respons&amp;aacute;veis, e determinar, com precis&amp;atilde;o, a natureza e o montante dos respectivos cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios, o &amp;oacute;rg&amp;atilde;o fazend&amp;aacute;rio competente poder&amp;aacute;: &lt;br /&gt;I - exigir, a qualquer tempo, a exibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de livros fiscais e comprovantes dos atos e opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es que possam constituir fatos geradores de obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es tribut&amp;aacute;rias; &lt;br /&gt;II - fazer dilig&amp;ecirc;ncias, levantamentos e plant&amp;otilde;es nos locais ou estabelecimentos onde se exercerem as atividades sujeitas a obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es tribut&amp;aacute;rias ou servi&amp;ccedil;os que constituam mat&amp;eacute;ria impon&amp;iacute;vel; &lt;br /&gt;III - exigir informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es escritas ou verbais; &lt;br /&gt;IV - notificar, para comparecer &amp;agrave;s reparti&amp;ccedil;&amp;otilde;es da prefeitura, o contribuinte ou respons&amp;aacute;vel; &lt;br /&gt;V - requisitar o auxilio da for&amp;ccedil;a policial para levar a efeito as apreens&amp;otilde;es inspe&amp;ccedil;&amp;otilde;es e interdi&amp;ccedil;&amp;otilde;es fiscais. &lt;br /&gt;Art. 55. O lan&amp;ccedil;amento dos tributos e suas modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es ser&amp;atilde;o comunicados aos contribuintes, individual ou globalmente, a crit&amp;eacute;rio da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o: &lt;br /&gt;I - atrav&amp;eacute;s de notifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta, feita como aviso, para servir como guia de recolhimento; &lt;br /&gt;II - atrav&amp;eacute;s de edital publicado no &amp;oacute;rg&amp;atilde;o oficial; &lt;br /&gt;III - atrav&amp;eacute;s de edital afixado na Prefeitura. &lt;br /&gt;Art. 56. O lan&amp;ccedil;amento regularmente notificado ao sujeito passivo s&amp;oacute; pode ser alterado em virtude de: &lt;br /&gt;I - impugna&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sujeito passivo; &lt;br /&gt;II - recurso de of&amp;iacute;cio; &lt;br /&gt;III - iniciativa de oficio da autoridade administrativa, nos casos previsto nesta Lei.&lt;br /&gt;Art. 57. A modifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o introduzida, de of&amp;iacute;cio ou em conseq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia de decis&amp;atilde;o administrativa ou judicial, nos crit&amp;eacute;rios jur&amp;iacute;dicos adotados pela autoridade administrativa no exerc&amp;iacute;cio do lan&amp;ccedil;amento somente pode ser efetivada, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a um mesmo sujeito passivo, quanto a fato gerador ocorrido posteriormente &amp;agrave; sua introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II&lt;br /&gt;Modalidades do Lan&amp;ccedil;amento&lt;br /&gt;Art 58. O Lan&amp;ccedil;amento &amp;eacute; efetuado com base na declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sujeito passivo ou de terceiro, quando um ou outro, na forma da Legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria, presta &amp;agrave; autoridade administrativa informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre mat&amp;eacute;ria de fato, indispens&amp;aacute;veis &amp;agrave; sua efetiva&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;deg; A retifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o por iniciativa do pr&amp;oacute;prio declarante, quando vise a reduzir ou a excluir tributo, s&amp;oacute; &amp;eacute; admiss&amp;iacute;vel mediante comprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do erro em que se funde, e antes de notificado o lan&amp;ccedil;amento. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;deg; Os erros contidos na declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o e apur&amp;aacute;veis pelo seu exame ser&amp;atilde;o retificados de of&amp;iacute;cio pela autoridade administrativa a que competir a revis&amp;atilde;o daquela. &lt;br /&gt;Art. 59. Antes de extinto o direito da Fazenda P&amp;uacute;blica Municipal, o lan&amp;ccedil;amento, decorrente ou n&amp;atilde;o de arbitramento, poder&amp;aacute; ser efetuado ou revisto de of&amp;iacute;cio, quando: &lt;br /&gt;I - o contribuinte ou o respons&amp;aacute;vel n&amp;atilde;o houver prestado declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou a mesma apresentar-se inexata, por serem falsos ou err&amp;ocirc;neos os fatos consignados; &lt;br /&gt;II - tendo prestado declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o contribuinte ou o respons&amp;aacute;vel deixar de atender satisfatoriamente, no prazo e formas legais, pedido de esclarecimento formulado pela autoridade competente; &lt;br /&gt;III - por omiss&amp;atilde;o, erro, dolo, fraude ou simula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sujeito passivo ou de terceiros em beneficio daquele, tenha se baseado em dados cadastrais ou declarados que sejam falsos ou inexatos; &lt;br /&gt;IV - deva ser apreciado fato n&amp;atilde;o conhecido ou n&amp;atilde;o aprovado por ocasi&amp;atilde;o do lan&amp;ccedil;amento anterior; &lt;br /&gt;V - se comprovar que, no lan&amp;ccedil;amento anterior ocorreu dolo, fraude, simula&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou falta funcional da autoridade que o efetuou ou omiss&amp;atilde;o, pela mesma autoridade de ato ou formalidade essencial &lt;br /&gt;VI - se verificar a superveni&amp;ecirc;ncia de fatores ou provas irrecus&amp;aacute;veis incidentes sobre os elementos que constituem cada lan&amp;ccedil;amento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO VIII&lt;br /&gt;SUSPENS&amp;Atilde;O &lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I&lt;br /&gt;Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Gerais&lt;br /&gt;Art. 60. Suspendem a exigibilidade do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio: &lt;br /&gt;I - morat&amp;oacute;ria; &lt;br /&gt;II - o dep&amp;oacute;sito do seu montante integral ou penhora suficiente de bens &lt;br /&gt;III - as reclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es, os recursos e as consultas, nos termos dos dispositivos legais reguladores do processo Tribut&amp;aacute;rio fiscal; &lt;br /&gt;IV - a concess&amp;atilde;o de medida liminar em mandado de seguran&amp;ccedil;a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II&lt;br /&gt;Morat&amp;oacute;ria &lt;br /&gt;Art. 61. O Munic&amp;iacute;pio poder&amp;aacute; conceder morat&amp;oacute;ria, em car&amp;aacute;ter geral e individual, suspendendo a exigibilidade de cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios e fiscais, mediante despacho do Prefeito, desde que autorizada em Lei espec&amp;iacute;fica. &lt;br /&gt;Art. 62. A lei que conceder morat&amp;oacute;ria em car&amp;aacute;ter geral ou autorize sua concess&amp;atilde;o em car&amp;aacute;ter individual especificar&amp;aacute;, sem preju&amp;iacute;zo de outros requisitos &lt;br /&gt;I - o prazo de dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do favor; &lt;br /&gt;II - as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es da concess&amp;atilde;o do favor em car&amp;aacute;ter individuaL &lt;br /&gt;III - sendo caso: &lt;br /&gt;a) os cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios e fiscais a que se aplica; &lt;br /&gt;b) o n&amp;uacute;mero de presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e seus vencimentos, dentro do prazo a que se refere a inciso I, podendo atribuir a fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uns e de outros &amp;agrave; autoridade administrativa, para cada caso de concess&amp;atilde;o em car&amp;aacute;ter individual; &lt;br /&gt;c) as garantias que devem ser fornecidas pelo benefici&amp;aacute;rio no caso de concess&amp;atilde;o em car&amp;aacute;ter individual. &lt;br /&gt;Art. 63. A morat&amp;oacute;ria abrange, t&amp;atilde;o-somente, os cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios e fiscais constitu&amp;iacute;dos &amp;agrave; data da Lei ou do despacho que a conceder, ou cujo lan&amp;ccedil;amento j&amp;aacute; tenha sido iniciado &amp;agrave;quela data por ato regularmente notificado ao sujeito passivo. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. A morat&amp;oacute;ria n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; concedida nos casos de dolo, fraude ou simula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sujeito passivo ou de terceiros em beneficio daquele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO IX&lt;br /&gt;EXTIN&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I&lt;br /&gt;Modalidades&lt;br /&gt;Art. 64. Extinguem o cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio: &lt;br /&gt;I - a pagamento; &lt;br /&gt;II - a compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;III - a transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;IV -a remiss&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;V - a prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a decad&amp;ecirc;ncia; &lt;br /&gt;VI - a convers&amp;atilde;o de dep&amp;oacute;sito em renda; &lt;br /&gt;VII - a pagamento antecipado e a homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do lan&amp;ccedil;amento; &lt;br /&gt;VIII - a consigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o em pagamento; &lt;br /&gt;IX - a decis&amp;atilde;o administrativa irreform&amp;aacute;vel, assim entendida a definitiva na &amp;oacute;rbita administrativa, que n&amp;atilde;o mais possa ser objeto de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o anulat&amp;oacute;ria; &lt;br /&gt;X - a decis&amp;atilde;o judicial passada em julgado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II&lt;br /&gt;Cobran&amp;ccedil;a e do Recolhimento&lt;br /&gt;Art. 65. A cobran&amp;ccedil;a do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;ria e fiscal far-se-&amp;aacute;: &lt;br /&gt;I - para pagamento via cobran&amp;ccedil;a banc&amp;aacute;ria; &lt;br /&gt;II - por procedimento amig&amp;aacute;vel; &lt;br /&gt;III - mediante a&amp;ccedil;&amp;atilde;o executiva. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;deg; A cobran&amp;ccedil;a e o recolhimento do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal far-se-&amp;atilde;o pela forma e nos prazos fixados por ato do PODER EXECUTIVO. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; Recolhimento do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal poder&amp;aacute; ser feito atrav&amp;eacute;s de entidades p&amp;uacute;blicas ou privadas, devidamente autorizadas pelo Secret&amp;aacute;rio, respons&amp;aacute;vel pela &amp;aacute;rea fazend&amp;aacute;ria. &lt;br /&gt;Art. 66. O cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal n&amp;atilde;o quitado at&amp;eacute; a seu vencimento a sujeito &amp;agrave; incid&amp;ecirc;ncia de: &lt;br /&gt;I - juros de mora de 1% (um por cento) ao m&amp;ecirc;s ou fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, contados da data do vencimento; &lt;br /&gt;II - multa morat&amp;oacute;ria: &lt;br /&gt;a) em se tratando de recolhimento espont&amp;acirc;neo: &lt;br /&gt;a.1) de 5% (cinco por cento) do valor corrigido do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio, se recolhido dentro de 30 (trinta) dias contados da data do vencimento; &lt;br /&gt;a.2) de 10% (dez por cento) do valor corrigido do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio, se recolhido entre 31 (trinta e um) a 60 (sessenta) dias cantadas da data do vencimento; &lt;br /&gt;a.3) de 20% (vinte por cento) do valor corrigido do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio, se recolhido ap&amp;oacute;s 61 (sessenta e um) dias contadas da data do vencimento; &lt;br /&gt;III - corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o monet&amp;aacute;ria, calculada da data do vencimento do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;ria, at&amp;eacute; o efetivo pagamento, nos termos da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica. &lt;br /&gt;Art. 67. Os Documentos de Arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Receitas Municipais referentes a cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios e fiscais vencidos ter&amp;atilde;o validade de 5 (cinco) dias, contados a partir da data de sua emiss&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;Art. 68. O Documento de Arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Receitas Municipais, declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es e quaisquer outros documentos necess&amp;aacute;rios ao cumprimento do disposto nesta Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o, obedecer&amp;atilde;o aos modelos aprovados pelo secret&amp;aacute;rio, respons&amp;aacute;vel pela &amp;aacute;rea fazend&amp;aacute;ria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o III&lt;br /&gt;Parcelamento&lt;br /&gt;Art. 69. Poder&amp;aacute; ser parcelado, a requerimento do contribuinte, o cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal, vencido h&amp;aacute; mais de 06 (seis) meses, que: &lt;br /&gt;I - inscrito ou n&amp;atilde;o em D&amp;iacute;vida Ativa, ainda que ajuizada &amp;agrave; sua cobran&amp;ccedil;a, com ou sem tr&amp;acirc;nsito em julgado; &lt;br /&gt;II - tenha sido objeta de notifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou autua&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;III - denunciado espontaneamente pelo contribuinte. &lt;br /&gt;Art. 70. O parcelamento de cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal, quando ajuizado. dever&amp;aacute; ser precedido do pagamento das custas e honor&amp;aacute;rios advocat&amp;iacute;cios. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. Deferido o parcelamento, a Secret&amp;aacute;ria de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos autorizar&amp;aacute; a suspens&amp;atilde;o da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o fiscal, enquanto estiver sendo cumprido a parcelamento. &lt;br /&gt;Art. 71. Fica atribu&amp;iacute;da, ao Diretor respons&amp;aacute;vel pela &amp;aacute;rea fazend&amp;aacute;ria, a compet&amp;ecirc;ncia para despachar as pedidos de parcelamento. &lt;br /&gt;Art. 72. O parcelamento poder&amp;aacute; ser concedido, a crit&amp;eacute;rio da autoridade competente, em at&amp;eacute; 24 (vinte e quatro) parcelas mensais, dependendo do valor do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio, atualizadas segundo a varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Unidade Fiscal do Munic&amp;iacute;pio -UFMI, ou outro &amp;iacute;ndice que venha a substitu&amp;iacute;-la, obedecendo ao seguinte crit&amp;eacute;rio: &lt;br /&gt;I - At&amp;eacute; 05 (cinco) parcelas, com o acr&amp;eacute;scimo de 1% (um por cento) por parcela, calculados sobre o total do d&amp;eacute;bito; &lt;br /&gt;II - de 06 (seis) a 10 (dez) parcelas, com o acr&amp;eacute;scimo de 2% (dois por cento) por parcelas, calculados sobre o total do d&amp;eacute;bito; &lt;br /&gt;III - de II (onze) a 15 (quinze) parcelas, com o acr&amp;eacute;scimo de 3% (tr&amp;ecirc;s por cento) por parcelas, calculados sobre o total do d&amp;eacute;bito;&lt;br /&gt;IV - de 16 (dezesseis) a 24 (vinte e quatro) parcelas, com o acr&amp;eacute;scimo de 4% (quatro por cento) por parcelas, calculados sobre o total do d&amp;eacute;bito; &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. O valor m&amp;iacute;nimo de cada parcela ser&amp;aacute; equivalente a: &lt;br /&gt;I -50 (cinq&amp;uuml;enta) UFMI, em se tratando de contribuinte pessoa f&amp;iacute;sica; &lt;br /&gt;II -100 (cem) UFMI, em se tratando de contribuinte pessoa jur&amp;iacute;dica. &lt;br /&gt;Art. 73. A Quantidade de parcelas ser&amp;aacute; determinada conforme tabela anexa a esta Lei. &lt;br /&gt;Art. 74. A primeira parcela vencer&amp;aacute; 5 (cinco) dias ap&amp;oacute;s a concess&amp;atilde;o do parcelamento e as demais no mesmo dia dos meses subseq&amp;uuml;entes. &lt;br /&gt;Art. 75. Vencidas e n&amp;atilde;o quitadas, 3 (tr&amp;ecirc;s) parcelas consecutivas, perder&amp;aacute; o contribuinte os benef&amp;iacute;cios desta Lei, sendo procedida, no caso de cr&amp;eacute;dito n&amp;atilde;o inscrito em D&amp;iacute;vida Ativa, a inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o do remanescente para cobran&amp;ccedil;a judicial. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;deg; Em se tratando de cr&amp;eacute;dito j&amp;aacute; inscrito em D&amp;iacute;vida Ativa, preceder-se-&amp;aacute; a imediata cobran&amp;ccedil;a judicial do remanescente. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;deg; Em se tratando de cr&amp;eacute;dito cuja cobran&amp;ccedil;a esteja ajuizada e suspensa, dar-se-&amp;aacute; prosseguimento imediato &amp;agrave; a&amp;ccedil;&amp;atilde;o de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o fiscal. &lt;br /&gt;Art. 76. O pedido de parcelamento dever&amp;aacute; ser formulado pelo sujeito passivo da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria ou fiscal, ap&amp;oacute;s a assinatura do Termo de Reconhecimento de D&amp;iacute;vida. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. A simples confiss&amp;atilde;o da D&amp;iacute;vida, acompanhada do seu pedido de parcelamento, n&amp;atilde;o configura den&amp;uacute;ncia espont&amp;acirc;nea. &lt;br /&gt;Art. 77. Tratando-se de parcelamento de cr&amp;eacute;dito denunciado espontaneamente, referente a IMPOSTOS cuja forma de lan&amp;ccedil;amento seja por homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, esta dever&amp;aacute; ser promovida pelo &amp;oacute;rg&amp;atilde;o competente ap&amp;oacute;s a quita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &amp;uacute;ltima parcela. &lt;br /&gt;Art. 78. Executado os casos de autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o legislativa ou mandato judicial, &amp;eacute; vedado ao funcion&amp;aacute;rio p&amp;uacute;blico receber tributos com descontos ou dispensa de obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal ou acess&amp;oacute;ria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o IV&lt;br /&gt;Restitui&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou Pagamento Indevido&lt;br /&gt;Art. 79. O Contribuinte tem direito, independentemente de pr&amp;eacute;vio protesto, a restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o total ou parcial do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal, seja qual a modalidade de seu pagamento, nos seguintes casos: &lt;br /&gt;I - cobran&amp;ccedil;a ou pagamento espont&amp;acirc;neo de cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal ou maior que o devido em face desta Lei, ou de natureza ou circunst&amp;acirc;ncias materiais do fato gerador efetivamente ocorrido; &lt;br /&gt;II - erro na identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do contribuinte, na determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da al&amp;iacute;quota. aplic&amp;aacute;vel, no c&amp;aacute;lculo do montante do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal, ou na elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou confer&amp;ecirc;ncia de qualquer documento relativo ao pagamento, &lt;br /&gt;III - reforma, anula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revoga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou rescis&amp;atilde;o de decis&amp;atilde;o condenat&amp;oacute;ria. &lt;br /&gt;Art. 80. A restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o total ou parcial do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal d&amp;aacute; lugar a restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, na mesma. propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos juros de mora e das penalidades pecuni&amp;aacute;rias, salvo as referentes a infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es de car&amp;aacute;ter formal, que n&amp;atilde;o se devam reputar prejudicadas pela causa assecurat&amp;oacute;ria da restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. A restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o vence juros n&amp;atilde;o capitaliz&amp;aacute;veis, a partir do tr&amp;acirc;nsito em julgado da decis&amp;atilde;o definitiva que a determinar. &lt;br /&gt;Art. 81. O direito de pleitear a restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o extingue-se com o decurso do prazo de 5 (cinco) anos, contados: &lt;br /&gt;I - nas hip&amp;oacute;teses previstas nos itens I e II do Art. pr&amp;eacute;-anterior, da data do recolhimento indevido &lt;br /&gt;II - nas hip&amp;oacute;teses. previstas no item III do Art. pr&amp;eacute;-anterior, da data em que se tomar definitiva a decis&amp;atilde;o administrativa, ou passar em julgado a decis&amp;atilde;o judicial que tenha reformado, anulado, revogado ou rescindido a decis&amp;atilde;o condenat&amp;oacute;ria. &lt;br /&gt;Art. 82. Prescreve em 2 (dois) anos a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o anulat&amp;oacute;ria a decis&amp;atilde;o administrativa que denegar a restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. O prazo de prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; interrompido pelo in&amp;iacute;cio da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o judicial, recome&amp;ccedil;ando seu curso, por metade, a partir da data da intima&amp;ccedil;&amp;atilde;o validamente feita ao representante judicial da Fazenda P&amp;uacute;blica Municipal &lt;br /&gt;Art. 83. Quando se tratar de cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal indevidamente arrecadado, por motivo de erro cometido pelo fisco, ou pelo contribuinte, e apurado pela autoridade competente, a restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; feita do of&amp;iacute;cio, mediante determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Secret&amp;aacute;rio, respons&amp;aacute;vel pela &amp;aacute;rea fazend&amp;aacute;ria, em representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o formulada pelo &amp;oacute;rg&amp;atilde;o fazend&amp;aacute;rio e devidamente processada. &lt;br /&gt;Art. 84. A restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal, mediante requerimento do contribuinte ou apurada pelo &amp;oacute;rg&amp;atilde;o competente, ficar&amp;aacute; sujeita &amp;agrave; atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o monet&amp;aacute;ria, calculada a. partir da data do recolhimento indevido. &lt;br /&gt;Art. 85. O pedido de restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; indeferido se o requerente criar qualquer obst&amp;aacute;culo ao exame de sua escrita ou documentos, quando se torne necess&amp;aacute;rio a verifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da proced&amp;ecirc;ncia da medida, a ju&amp;iacute;zo da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;Art. 86. Atendendo &amp;agrave; natureza e ao montante do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio Fiscal a ser restitu&amp;iacute;do, poder&amp;aacute; o Secret&amp;aacute;rio, respons&amp;aacute;vel pela &amp;aacute;rea fazend&amp;aacute;ria, determinar que a restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o se processe atrav&amp;eacute;s da compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o V&lt;br /&gt;Compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da Transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;Art. 87. O Secret&amp;aacute;rio, respons&amp;aacute;vel pela &amp;aacute;rea fazend&amp;aacute;ria, poder&amp;aacute; &lt;br /&gt;I - autorizar a compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;ditos l&amp;iacute;quidos e certos, vencidos ou vincendos, do sujeito passivo contra a Fazenda P&amp;uacute;blica Municipal; &lt;br /&gt;II - propor a celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, entre o Munic&amp;iacute;pio e o sujeito passivo, mediante concess&amp;otilde;es m&amp;uacute;tuas, de transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a termina&amp;ccedil;&amp;atilde;o do lit&amp;iacute;gio e conseq&amp;uuml;ente extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios e fiscais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VI&lt;br /&gt;Remiss&amp;atilde;o&lt;br /&gt;Art. 88. O Prefeito Municipal, por despacho fundamentado, poder&amp;aacute;: &lt;br /&gt;I - conceder remiss&amp;atilde;o, total ou parcial, do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal, condicionada &amp;agrave; observ&amp;acirc;ncia de pelo menos um dos seguintes requisitos: &lt;br /&gt;a) comprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica do sujeito passivo n&amp;atilde;o permite a liquida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seu d&amp;eacute;bito; &lt;br /&gt;b) constata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de erro ou ignor&amp;acirc;ncia escus&amp;aacute;veis do sujeito passivo, quanto &amp;agrave; mat&amp;eacute;ria de fato; &lt;br /&gt;c) diminuta import&amp;acirc;ncia de cr&amp;eacute;dito Tribut&amp;aacute;rio e fiscal; &lt;br /&gt;d) considera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de eq&amp;uuml;idade, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com as caracter&amp;iacute;sticas pessoais ou materiais do caso; &lt;br /&gt;II - cancelar administrativamente, de of&amp;iacute;cio, o cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal, quando: &lt;br /&gt;a) estiver prescrito; &lt;br /&gt;b) inscrito em D&amp;iacute;vida ativa, for de at&amp;eacute; 100,00 (cem UFMl), tomando a cobran&amp;ccedil;a ou execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o antiecon&amp;ocirc;mica. &lt;br /&gt;Art. 89. A remiss&amp;atilde;o n&amp;atilde;o se aplica aos casos em que o sujeito passivo tenha agido com dolo, fraude ou simula&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VII&lt;br /&gt;Decad&amp;ecirc;ncia.&lt;br /&gt;Art. 90. O direito de a Fazenda P&amp;uacute;blica Municipal constituir o cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio extingue-se ap&amp;oacute;s 5 (cinco) anos contados: &lt;br /&gt;I - da data da ocorr&amp;ecirc;ncia do fato gerador, quando se tratar de lan&amp;ccedil;amento por homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o; salvo nos casos de dolo, fraude ou simula&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;II - do primeiro dia do exerc&amp;iacute;cio seguinte aquele em que o lan&amp;ccedil;amento poderia ter sido efetuado; &lt;br /&gt;III - da data em que se tomar definitiva a decis&amp;atilde;o que houver anulado, por v&amp;iacute;cio formal o lan&amp;ccedil;amento anteriormente efetuado. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. O direito a que se refere este Art. extingue-se definitivamente com o decurso do prazo nele previsto, contado da data em que tenha sido iniciada a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio pela Notifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ao sujeito passivo, de qualquer medida preparat&amp;oacute;ria indispens&amp;aacute;vel ao lan&amp;ccedil;amento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VIII&lt;br /&gt;Proscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;Art. 91. A a&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a cobran&amp;ccedil;a de cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal prescreve em 5 (cinco) anos, contados: &lt;br /&gt;I - da data da suas constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o definitiva; &lt;br /&gt;II - do t&amp;eacute;rmino do exerc&amp;iacute;cio dentro do qual aqueles se tomarem devidos, no caso de lan&amp;ccedil;amento direto &lt;br /&gt;Art. 92. Interrompe-se a prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o da D&amp;iacute;vida Fiscal: &lt;br /&gt;I - pela confiss&amp;atilde;o e parcelamento do d&amp;eacute;bito, por parte do devedor; &lt;br /&gt;II - pela concess&amp;atilde;o de prazos especiais para esse fim &lt;br /&gt;III - pela distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o executiva fiscal; &lt;br /&gt;IV - pela apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do documento comprobat&amp;oacute;rio da D&amp;iacute;vida, em ju&amp;iacute;zo de invent&amp;aacute;rio ou concurso de credores. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;deg; O prazo da prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o interrompido pela confiss&amp;atilde;o e parcelamento da D&amp;iacute;vida ativa fiscal recome&amp;ccedil;a a fluir no dia em que o devedor deixa de cumprir o acordo celebrado. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;deg; Enquanto n&amp;atilde;o for localizado a devedor ou encontra dos bens sobre os quais possa recair a penhora, n&amp;atilde;o correr&amp;aacute; o prazo de prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;Art. 93. A inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios e n&amp;atilde;o-tribut&amp;aacute;rios, na D&amp;iacute;vida Ativa da Fazenda P&amp;uacute;blica Municipal, suspender&amp;aacute; a prescri&amp;ccedil;&amp;atil</descricao><criado>2001-12-20 00:00:00</criado><alterado>2001-12-20 00:00:00</alterado></item><outros><item><id>4160</id><titulo>Portaria N&#xBA; 001/2023</titulo><numero>001/2023</numero><categoria_id>10</categoria_id><slug>portaria-no-001-2023</slug><descricao>&lt;p&gt;Nomeia membros da Comiss&amp;atilde;o Permanente de Licita&amp;ccedil;&amp;atilde;o - CPL, da C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana/SE.&lt;/p&gt;</descricao><criado>2026-04-22 12:10:46</criado><alterado>2026-04-22 13:13:48</alterado></item><item><id>4159</id><titulo>Projeto de Lei N&#xBA; 190/2025 - Disp&#xF5;e sobre o acompanhamento fonoaudiol&#xF3;gico para professores da rede municipal de ensino</titulo><numero>190/2025</numero><categoria_id>6</categoria_id><autores>17</autores><slug>projeto-de-lei-no-190-2025-dispoe-sobre-o-acompanhamento-fonoaudiologico-para-professores-da-rede-municipal-de-ensino</slug><criado>2026-03-03 15:30:52</criado><alterado>2026-03-03 15:30:52</alterado></item><item><id>4158</id><titulo>Projeto de Lei N&#xBA; 179/2025 - Disp&#xF5;e sobre o projeto de Lei " Institui a Semana Municipal de Conscientiza&#xE7;&#xE3;o sobre a Fonoaudiologia, a ser comemorada anualmente na semana do dia 9 de dezembro, com a&#xE7;&#xF5;es de informa&#xE7;&#xE3;o, preven&#xE7;&#xE3;o e valoriza&#xE7;&#xE3;o da profiss&#xE3;o d</titulo><numero>179/2025</numero><categoria_id>6</categoria_id><autores>17</autores><slug>projeto-de-lei-no-179-2025-dispoe-sobre-o-projeto-de-lei-institui-a-semana-municipal-de-conscientizacao-sobre-a-fonoaudiologia-a-ser-comemorada-anualmente-na-semana-do-dia-9-de-dezembro-com-acoes-de-informacao-prevencao-e-valorizacao-da-profissao-de-fonoa</slug><criado>2026-03-03 14:23:35</criado><alterado>2026-03-03 14:23:35</alterado></item></outros><arquivos/></data>
