{"categorias":[{"id":2,"nome":"Decretos","slug":"decretos","criado":"2021-09-21 15:19:15","alterado":"2026-05-27 09:04:06"},{"id":1,"nome":"Leis","slug":"leis","criado":"2021-09-21 15:19:15","alterado":"2026-05-27 09:04:16"},{"id":10,"nome":"Portarias","slug":"portarias","criado":"2024-05-14 12:10:49","alterado":"2026-05-27 09:03:23"},{"id":7,"nome":"Projetos de Decretos","slug":"projetos-de-decretos","criado":"2023-03-21 08:45:22","alterado":"2026-05-27 09:04:55"},{"id":6,"nome":"Projetos de Leis","slug":"projetos-de-leis","criado":"2023-03-17 14:46:15","alterado":"2026-05-27 09:03:39"},{"id":5,"nome":"Resolu\u00e7\u00f5es","slug":"resolucoes","criado":"2021-09-21 15:19:15","alterado":"2026-05-27 09:03:56"}],"categoria":null,"paginacao":{"atual":253,"proxima":254,"anterior":252,"total_registros":4224,"total_paginas":282},"itens":[{"id":447,"titulo":"Lei apara abrir cr\u00e9ditos adicionais","numero":"1026","categoria_id":1,"aprovada":"2002-11-28 00:00:00","slug":"lei-apara-abrir-cr-ditos-adicionais","descricao":"\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003ELEI N.\u00ba 1026\u003CBR\u003EDe 28 de Novembro de 2002.\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=right\u003E\u003CBR\u003E\u201cAutoriza o Poder Executivo a abrir\u003CBR\u003E\u0026nbsp;Cr\u00e9ditos Adicionais Suplementares\u003CBR\u003E\u0026nbsp;e d\u00e1 outras provid\u00eancias.\u201d\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;O PRESIDENTE DA C\u00c2MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA \u2013 SERGIPE.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Fa\u00e7o saber que a C\u00e2mara Municipal aprovou e o Sr. Prefeito sancionar\u00e1 a seguinte LEI:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 1\u00ba - Fica o Poder Executivo autorizado a abrir Cr\u00e9ditos Adicionais Suplementares at\u00e9 o limite de 30% (trinta por cento) da despesa fixada no vigente Or\u00e7amento, observadas as disposi\u00e7\u00f5es em contidas no art.43 da Lei Federal n.\u00ba 4320 de 17 de mar\u00e7o de 1964.\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 2\u00ba - Esta Lei entrar\u00e1 em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o, com efeito retroativo em 01 de novembro de 2002.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EArt. 3\u00ba - Revogadas \u00e0s disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, em 28 de novembro de 2002.\u003C\/P\u003E","criado":"2002-11-28 00:00:00","alterado":"2002-11-28 00:00:00"},{"id":446,"titulo":"Lei da compra de im\u00f3vel na Caja\u00edba","numero":"1024","categoria_id":1,"aprovada":"2002-06-28 00:00:00","slug":"lei-da-compra-de-im-vel-na-caja-ba","descricao":"\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003ELEI N.\u00ba 1024\u003CBR\u003EDe 28 de Novembro de 2002.\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=right\u003E\u003CBR\u003EAutoriza o Poder Executivo a\u003CBR\u003E\u0026nbsp;adquirir por compra im\u00f3vel de\u003CBR\u003E\u0026nbsp;terceiros e d\u00e1 outras provid\u00eancias.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;O PRESIDENTE DA C\u00c2MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA \u2013 SERGIPE.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Fa\u00e7o saber que a C\u00e2mara Municipal aprovou e o Sr. Prefeito sancionar\u00e1 a seguinte LEI:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 1\u00ba - Fica o Poder Executivo autorizado a adquirir por compra uma \u00e1rea de terra, situada no Povoado Caja\u00edba, medindo 596,76m\u00b2 (quinhentos e noventa e seis metros quadrados e setenta e seis cent\u00edmetros), desmembrado do terreno adquirido por compra a Josefa dos Santos Nascimento, sendo de propriedade de Ot\u00edlio Ant\u00f4nio dos Santos, neste munic\u00edpio, cuja escritura encontra-se transcrita sob o n.\u00ba 26.911, livro 3-N fls. 01 em 25.02.72 e sob o n.\u00ba 265.039.088.281 do t\u00edtulo de reconhecimento de documento Usucapi\u00e3o Especial.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 2\u00ba - O im\u00f3vel desapropriado destina-se \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de um pr\u00e9dio para que nele seja instalada uma Agroind\u00fastria para processamento e beneficiamento de batata-doce.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 3\u00ba - O Poder Executivo pagar\u00e1 pelo im\u00f3vel a quantia de R$ 3.000,00 (tr\u00eas mil reais), conforme laudo expedido pela Comiss\u00e3o Municipal de Avalia\u00e7\u00e3o, ficando o Munic\u00edpio, respons\u00e1vel pelas despesas relativas \u00e0 parte de escritura\u00e7\u00e3o e registro do documento h\u00e1bil de compra e venda do mesmo.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 4\u00ba - As despesas com a execu\u00e7\u00e3o do presente, correr\u00e3o por conta de dota\u00e7\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria 0701 \u2013 Secretaria de Infra-Estrutura e Planejamento; 15.451.0010.1.039 \u2013 aquisi\u00e7\u00e3o de Im\u00f3veis para obras p\u00fablicas.\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 5\u00ba - Esta Lei entrar\u00e1 em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o, revogadas \u00e0s disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, em 26 de novembro de 2002.\u003C\/P\u003E","criado":"2002-06-28 00:00:00","alterado":"2002-06-28 00:00:00"},{"id":445,"titulo":"Lei da LDO 02","numero":"1011","categoria_id":1,"aprovada":"2002-06-28 00:00:00","slug":"lei-da-ldo-02","descricao":"\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003ELEI N.\u00ba 1011\u003CBR\u003EDe 28 de Junho de 2002\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=right\u003E\u003CBR\u003E\u201cDisp\u00f5e sobre as diretrizes para\u003CBR\u003E\u0026nbsp;a elabora\u00e7\u00e3o da Lei Or\u00e7ament\u00e1ria\u003CBR\u003E\u0026nbsp;para o exerc\u00edcio de 2003 e d\u00e1\u003CBR\u003E\u0026nbsp;outras provid\u00eancias\u201d.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;O PRESIDENTE DA C\u00c2MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA \u2013 SERGIPE.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Fa\u00e7o saber que a C\u00e2mara Municipal aprovou e o Sr. Prefeito sancionar\u00e1 a seguinte Lei:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u003CSTRONG\u003EDISPOSI\u00c7\u00d5ES PRELIMINARES\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 1\u00ba - S\u00e3o estabelecidas, em cumprimento ao disposto no art. 165, \u00a7 2\u00ba, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, e, em conson\u00e2ncia com as normas estabelecidas na Constitui\u00e7\u00e3o Federal, Lei Org\u00e2nica Municipal e no art. 4\u00ba da Lei Complementar Federal n.\u00ba 101, de 04 de maio de 2000, as diretrizes gerais para elabora\u00e7\u00e3o da lei or\u00e7ament\u00e1ria do Munic\u00edpio para o exerc\u00edcio de 2003, compreendendo:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;I \u2013 as prioridades e metas da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica Municipal;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;II \u2013 a organiza\u00e7\u00e3o e estrutura dos or\u00e7amentos;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;III \u2013 as diretrizes para a elabora\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o da lei or\u00e7ament\u00e1ria anual e suas altera\u00e7\u00f5es;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;IV \u2013 as disposi\u00e7\u00f5es relativas \u00e0s despesas com pessoal e encargos sociais;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;V \u2013 as disposi\u00e7\u00f5es sobre altera\u00e7\u00f5es na legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria do Munic\u00edpio;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;VI \u2013 as disposi\u00e7\u00f5es finais.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003ECAP\u00cdTULO I\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003EDAS PRIORIDADES E METAS DA ADMINSTRA\u00c7\u00c3O MUNICIPAL\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 2\u00ba\u0026nbsp; - As prioridades e metas da administra\u00e7\u00e3o para o pr\u00f3ximo exerc\u00edcio s\u00e3o aquelas definidas no Plano Plurianual do Munic\u00edpio referente ao quadri\u00eanio 2002-2005, distribu\u00eddas entre os seguintes programas de governo:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003Ea)\u0026nbsp;atua\u00e7\u00e3o do poder legislativo;\u003CBR\u003Eb)\u0026nbsp;gest\u00e3o das a\u00e7\u00f5es administrativas do Munic\u00edpio;\u003CBR\u003Ec)\u0026nbsp;defesa do Munic\u00edpio;\u003CBR\u003Ed)\u0026nbsp;produ\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o de produtos agropecu\u00e1rios;\u003CBR\u003Ee)\u0026nbsp;gest\u00e3o do ensino p\u00fablico;\u003CBR\u003Ef)\u0026nbsp;incentivo a manifesta\u00e7\u00f5es culturais e art\u00edsticas;\u003CBR\u003Eg)\u0026nbsp;manuten\u00e7\u00e3o e desenvolvimento da educa\u00e7\u00e3o infantil;\u003CBR\u003Eh)\u0026nbsp;manuten\u00e7\u00e3o e desenvolvimento do ensino fundamental;\u003CBR\u003Ei)\u0026nbsp;incentivo ao desporto, lazer e turismo;\u003CBR\u003Ej)\u0026nbsp;obras e servi\u00e7os p\u00fablicos;\u003CBR\u003El)\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u0026nbsp; comunidade saud\u00e1vel.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 1\u00ba\u0026nbsp; Na defini\u00e7\u00e3o das prioridades e metas de que trata este artigo, foram observadas pela administra\u00e7\u00e3o as seguintes diretrizes estrat\u00e9gicas:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;I \u2013 promover a educa\u00e7\u00e3o ampliada para cidadania como base para o desenvolvimento local;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;II \u2013 garantir a melhoria de qualidade de vida da popula\u00e7\u00e3o e promover o desenvolvimento sustent\u00e1vel;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;III \u2013 promover a justi\u00e7a social e erradicar a mis\u00e9ria no Munic\u00edpio;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;IV \u2013 implementar pol\u00edticas de inclus\u00e3o social;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;V \u2013 desenvolver modelo de gest\u00e3o p\u00fablica eficiente e democr\u00e1tica;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;VI \u2013 promover a sa\u00fade preventiva e curativa para todos, buscando melhorar a qualidade de vida da popula\u00e7\u00e3o do Munic\u00edpio;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;VII \u2013 promover a\u00e7\u00f5es preventivas de seguran\u00e7a p\u00fablica e integrar aquelas patrocinadas pelas demais esferas de Governo;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;VIII \u2013 manter o equil\u00edbrio das finan\u00e7as p\u00fablicas;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 2\u00ba As prioridades e metas da administra\u00e7\u00e3o para o pr\u00f3ximo exerc\u00edcio, ter\u00e3o preced\u00eancia na aloca\u00e7\u00e3o de recursos na lei or\u00e7ament\u00e1ria, n\u00e3o se constituindo, todavia, em limite \u00e0 programa\u00e7\u00e3o das despesas.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 3\u00ba\u0026nbsp; Integra ainda a presente Lei:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;I \u2013 o Anexo de Metas Fiscais de que tratam os \u00a7\u00a71\u00ba e 2\u00ba, do art. 4\u00ba, da Lei Complementar Federal n.\u00ba\u0026nbsp; 101\/2000, estabelecido na forma do Anexo 1 desta Lei;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;II \u2013 o Anexo de Riscos Fiscais de que trata o \u00a7 3\u00ba, do art. 4\u00ba, da Lei Complementar Federal n.\u00ba 101\/2000, estabelecido na forma do Anexo 2 desta Lei;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=center\u003E\u003CBR\u003E\u003CSTRONG\u003ECAP\u00cdTULO II\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003EDA ORGANIZA\u00c7\u00c3O E ESTRUTURA DOS OR\u00c7AMENTOS\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 3\u00ba - Para efeito desta Lei, entende-se por:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;I \u2013 fun\u00e7\u00e3o, o maior n\u00edvel de agrega\u00e7\u00e3o das diversas \u00e1reas de despesa que competem ao setor p\u00fablico;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;II \u2013 subfun\u00e7\u00e3o, representa uma parti\u00e7\u00e3o da fun\u00e7\u00e3o, visando agregar determinado subconjunto de despesa ao setor p\u00fablico;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;III \u2013 programa, o instrumento de organiza\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o governamental visando a concretiza\u00e7\u00e3o dos objetivos pretendidos, sendo mensurado por indicadores estabelecidos no Plano Plurianual;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;IV \u2013 atividade, um instrumento de programa\u00e7\u00e3o para alcan\u00e7ar o objetivo de um programa, envolvendo um conjunto de opera\u00e7\u00f5es que se realizam de modo cont\u00ednuo e permanente, das quais resultam um produto necess\u00e1rio \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o de governo;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;V \u2013 projeto, um instrumento de programa\u00e7\u00e3o para alcan\u00e7ar o objetivo fr um programa, envolvendo um conjunto de opera\u00e7\u00f5es, limitadas no tempo, das quais resulta um produto que concorre para a expans\u00e3o ou aperfei\u00e7oamento da a\u00e7\u00e3o de governo;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;VI \u2013 opera\u00e7\u00e3o especial, as despesas que n\u00e3o contribuem para a manuten\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es de governo, das quais n\u00e3o resultam um produto, e n\u00e3o geram contrapresta\u00e7\u00e3o direta sob a forma de bens ou servi\u00e7os;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;VII \u2013 receita corrente l\u00edquida, representa o somat\u00f3rio das receitas tribut\u00e1rias, de contribui\u00e7\u00f5es, patrimoniais, industriais, agropecu\u00e1rias, de servi\u00e7os, de transfer\u00eancias correntes e outras receitas correntes, deduzidos a contribui\u00e7\u00e3o dos servidores para o custeio do seu sistema de previd\u00eancia e assist\u00eancia social e as receitas provenientes da compensa\u00e7\u00e3o financeira citada no \u00a7 9\u00ba do art. 201 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;VIII \u2013 despesa total com pessoal \u2013 somat\u00f3rio de gastos de cada Poder com os ativos, inativos e os pensionistas, relativos a mandatos eletivos, cargos, fun\u00e7\u00f5es ou empregos civis, militares e membros de Poder, com quaisquer esp\u00e9cies remunerat\u00f3rias, tais como vencimentos e vantagens, fixas e vari\u00e1veis, subs\u00eddios, proventos de aposentadoria, reformas e pens\u00f5es, inclusive adicionais, gratifica\u00e7\u00f5es, horas extras e vantagens pessoais de qualquer natureza, bem como encargos sociais e contribui\u00e7\u00f5es recolhidas pelo ente \u00e0s entidades de previd\u00eancia.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 4\u00ba - A lei or\u00e7ament\u00e1ria anual e seus anexos compreender\u00e3o o or\u00e7amento fiscal e de seguridade social, referente aos Poderes Legislativo e Executivo do Munic\u00edpio, seus fundos, \u00f3rg\u00e3os, autarquias e funda\u00e7\u00f5es institu\u00eddas pelo poder p\u00fablico;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 5\u00ba - Os or\u00e7amentos fiscal e da seguridade social discriminar\u00e3o a despesa por \u00f3rg\u00e3o, unidade or\u00e7ament\u00e1ria, fun\u00e7\u00e3o, subfun\u00e7\u00e3o, programa, projeto\/atividade\/opera\u00e7\u00e3o especial, categoria econ\u00f4mica, grupo de natureza da despesa, modalidade de aplica\u00e7\u00e3o, elemento de despesa e fonte de recursos.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 1\u00ba Na elabora\u00e7\u00e3o da lei or\u00e7ament\u00e1ria, para efeito de defini\u00e7\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os e unidades que integrar\u00e3o, ser\u00e1 observada a estrutura organizacional do Munic\u00edpio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 2\u00ba A classifica\u00e7\u00e3o da despesa por fun\u00e7\u00e3o, subfun\u00e7\u00e3o, programa e projeto\/atividade\/opera\u00e7\u00e3o especial, dever\u00e1 obedecer aos crit\u00e9rios estabelecidos na Portaria n.\u00ba 42,\u0026nbsp; de 14\/04\/1999, do Minist\u00e9rio de Or\u00e7amento e Gest\u00e3o, observadas altera\u00e7\u00f5es posteriores.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 3\u00ba Os programas de que trata o caput deste artigo, encontram-se j\u00e1 definidos no Plano Plurianual do Munic\u00edpio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 4\u00ba Na indica\u00e7\u00e3o da categoria econ\u00f4mica, grupo de natureza da despesa, modalidade de aplica\u00e7\u00e3o e do elemento de despesa, ser\u00e3o observadas as normas estabelecidas atrav\u00e9s da Portaria Interministerial n.\u00ba 163, de 04\/05\/2001, da Secretaria do Tesouro Nacional e Secretaria de Or\u00e7amento Federal observadas altera\u00e7\u00f5es posteriores.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 5\u00ba As fontes de recursos, que correspondem \u00e0s receitas previstas na lei or\u00e7ament\u00e1ria, ser\u00e1 apresentada com c\u00f3digo pr\u00f3prio e com especifica\u00e7\u00e3o que possibilite identific\u00e1-la conforme a origem da receita.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 6\u00ba - O projeto de lei or\u00e7ament\u00e1ria anual para o exerc\u00edcio de 2003, dever\u00e1 ser constitu\u00eddo de:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;I \u2013 mensagem;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;II \u2013 texto de Lei;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;III \u2013 demonstrativos, relat\u00f3rios e anexos estabelecidos pela legisla\u00e7\u00e3o\u0026nbsp; vigente, sobretudo a Lei Federal n.\u00ba 4.320\/64 e Lei Complementar n.\u00ba 101\/2000, relativos aos Or\u00e7amentos\u0026nbsp; Fiscal e da Seguridade social.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 7\u00ba - A receita municipal ser\u00e1 constitu\u00edda:\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;I \u2013 dos tributos de sua compet\u00eancia;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;II \u2013 das transfer\u00eancias constitucionais;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;III \u2013 das atividades econ\u00f4micas que por conveni\u00eancia o Munic\u00edpio venha executar;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;IV \u2013 dos conv\u00eanios firmados com \u00f3rg\u00e3os e entidades da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica Federal e Estadual, ou ainda com entidades e institui\u00e7\u00f5es privadas nacionais ou internacionais;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;V \u2013 da oriundas de servi\u00e7os executados pelo Munic\u00edpio; e, \u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;VI \u2013 de outras rendas\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 1\u00ba A discrimina\u00e7\u00e3o da receita na lei or\u00e7ament\u00e1ria ser\u00e1 efetuada de acordo com o estabelecido na Portaria n.\u00ba 180, de 21\/05\/2001, da Secretaria do Tesouro Nacional, observadas altera\u00e7\u00f5es posteriores.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 2\u00ba As receitas oriundas de fontes vinculadas n\u00e3o poder\u00e3o ter destina\u00e7\u00e3o diversa das referidas finalidades.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 8\u00ba - O Poder Legislativo encaminhar\u00e1 ao Poder Executivo, at\u00e9 o 31 de agosto de 2002, a sua respectiva\u0026nbsp; proposta or\u00e7ament\u00e1ria, para fins de consolida\u00e7\u00e3o ao Or\u00e7amento Geral do Munic\u00edpio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Par\u00e1grafo \u00danico \u2013 Na elabora\u00e7\u00e3o da sua proposta or\u00e7ament\u00e1ria, o Poder Legislativo dever\u00e1 observar os limites de gastos previstos\u0026nbsp; no art. 29-A da Constitui\u00e7\u00e3o Federal.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=center\u003E\u003CBR\u003E\u003CSTRONG\u003ECAP\u00cdTULO III\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003EDAS DIRETRIZES GERAIS PARA A ELABORA\u00c7\u00c3O E EXECU\u00c7\u00c3O DA LEI OR\u00c7AMENT\u00c1RIA ANUAL E SUAS ALTERA\u00c7\u00d5ES\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 9\u00ba - O Or\u00e7amento do Munic\u00edpio ser\u00e1 elaborado e executado visando garantir o equil\u00edbrio entre receitas e despesas e a manuten\u00e7\u00e3o da capacidade pr\u00f3pria de investimento.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 10 \u2013 No projeto de lei or\u00e7ament\u00e1ria anual, as receitas e as despesas ser\u00e3o or\u00e7adas a pre\u00e7os correntes, estimados para o exerc\u00edcio de 2003.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 11 \u2013 As diretrizes da receita para o ano de 2003 imp\u00f5em o cont\u00ednuo aperfei\u00e7oamento da administra\u00e7\u00e3o dos tributos municipais, com vistas ao incremento real das receitas pr\u00f3prias.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 12 \u2013 As previs\u00f5es de receita observar\u00e3o as normas t\u00e9cnicas e legais, considerar\u00e3o os efeitos das altera\u00e7\u00f5es na legisla\u00e7\u00e3o, da varia\u00e7\u00e3o do \u00edndice de pre\u00e7os, do crescimento econ\u00f4mico ou de qualquer outro fator relevante e ser\u00e3o acompanhadas de demonstrativo de sua evolu\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos tr\u00eas anos, da proje\u00e7\u00e3o para os dois seguintes \u00e0quele a que se referirem, e da metodologia de c\u00e1lculo e premissas utilizadas.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 13 \u2013 Os projetos de lei de concess\u00e3o ou amplia\u00e7\u00e3o de incentivo ou benef\u00edcio de natureza tribut\u00e1ria da qual decorra ren\u00fancia de receita, dever\u00e3o estar acompanhados de estimativa de impacto or\u00e7ament\u00e1rio-financeiro no exerc\u00edcio em que deva iniciar a sua vig\u00eancia e nos dois seguintes, e dever\u00e3o atender as disposi\u00e7\u00f5es contidas no art. 14, da Lei Complementar Federal n.\u00ba 101\/2000.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 14 \u2013 O Poder Executivo estabelecer\u00e1, at\u00e9 30 (trinta) dias ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o do or\u00e7amento, a programa\u00e7\u00e3o financeira e o cronograma de execu\u00e7\u00e3o mensal de desembolso, nos termos estabelecidos no art. 8\u00ba, caput, da Lei Complementar Federal n.\u00ba 10\/2000.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 15 \u2013 A lei or\u00e7ament\u00e1ria poder\u00e1 conter autoriza\u00e7\u00e3o para realiza\u00e7\u00e3o de opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito por antecipa\u00e7\u00e3o da receita or\u00e7ament\u00e1ria, observado o disposto do art. 38 , da Lei Complementar Federal 101\/2000.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 16 \u2013 O \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel pela assessoria jur\u00eddica ao Munic\u00edpio, encaminhar\u00e1 \u00e0 unidade respons\u00e1vel pela elabora\u00e7\u00e3o do projeto de lei or\u00e7ament\u00e1ria, at\u00e9 31 de julho de 2002, a rela\u00e7\u00e3o dos d\u00e9bitos constantes de precat\u00f3rios judici\u00e1rios a serem inclu\u00eddos na proposta or\u00e7ament\u00e1ria de 2003, conforme determina o artigo 100, \u00a7 1\u00ba, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, especificando:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003Ea)\u0026nbsp;n\u00famero do processo;\u003CBR\u003Eb)\u0026nbsp;n\u00famero do precat\u00f3rio;\u003CBR\u003Ec)\u0026nbsp;data da expedi\u00e7\u00e3o do precat\u00f3rio;\u003CBR\u003Ed)\u0026nbsp;nome do benefici\u00e1rio;\u003CBR\u003Ee)\u0026nbsp;valor do precat\u00f3rio a ser pago.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EPar\u00e1grafo \u00danico \u2013 As despesas com pagamento de precat\u00f3rios judici\u00e1rios correr\u00e3o \u00e0 conta de dota\u00e7\u00f5es consignadas com esta finalidade na lei or\u00e7ament\u00e1ria.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EArt. 17 \u2013 Na programa\u00e7\u00e3o da despesa, ser\u00e3o observadas restri\u00e7\u00f5es no sentido de que:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EI\u0026nbsp; - nenhuma despesa poder\u00e1 ser fixada sem que estejam definidas as respectivas fontes de recursos;\u003CBR\u003EII \u2013 n\u00e3o ser\u00e3o destinados recursos para atender despesas com pagamento, a qualquer t\u00edtulo, a servidor da administra\u00e7\u00e3o municipal direta ou indireta, por servi\u00e7os de consultoria ou assist\u00eancia t\u00e9cnica, inclusive custeados com recursos decorrentes de conv\u00eanios, acordos, ajustes ou instrumentos cong\u00eaneres, firmados com \u00f3rg\u00e3os ou entidades de direito p\u00fablico ou privado, nacionais ou internacionais;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EIII \u2013 n\u00e3o ser\u00e3o inclu\u00eddas despesas a t\u00edtulo de Investimentos \u2013 Regime de Execu\u00e7\u00e3o Especial, ressalvados ao casos de calamidade p\u00fablica formalmente reconhecidos, na forma do art. 167, \u00a7 3\u00ba, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EArt. 18 \u2013 A lei or\u00e7ament\u00e1ria n\u00e3o destinar\u00e1 recursos para atender a\u00e7\u00f5es que n\u00e3o sejam de compet\u00eancia exclusiva do Munic\u00edpio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u00a7 1\u00ba A veda\u00e7\u00e3o disposta no caput deste artigo n\u00e3o se aplica \u00e0s a\u00e7\u00f5es decorrentes dos processos de municipaliza\u00e7\u00e3o\u0026nbsp; dos encargos da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os nas \u00e1reas da sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, tr\u00e2nsito e assist\u00eancia social.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u00a7 2\u00ba O Munic\u00edpio poder\u00e1 firmar conv\u00eanios com o Estado visando a manuten\u00e7\u00e3o da Delegacia de Pol\u00edcia e a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de conserva\u00e7\u00e3o de estradas e rodovias atrav\u00e9s da utiliza\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas do DER\/SE \u2013 Departamento de Estradas e Rodagens.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EArt. 19 \u2013 Somente ser\u00e3o inclu\u00eddas, na lei or\u00e7ament\u00e1ria anual, dota\u00e7\u00f5es para o pagamento de juros, encargos e amortiza\u00e7\u00e3o das d\u00edvidas contratadas ou autorizada at\u00e9 a data do encaminhamento do projeto de lei do or\u00e7amento \u00e0 C\u00e2mara Municipal.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EArt. 20 \u2013 A lei or\u00e7ament\u00e1ria conter\u00e1 reserva de conting\u00eancia em montante equivalente a, no m\u00ednimo, 1 % (um por cento) da receita corrente l\u00edquida, sendo destinada ao atendimento:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003Ea)\u0026nbsp;de passivos contigentes;\u003CBR\u003Eb)\u0026nbsp;de outros riscos fiscais imprevistos;\u003CBR\u003Ec)\u0026nbsp;de outros eventos fiscais imprevistos.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EArt. 21 \u2013 \u00c9 vedada a inclus\u00e3o, na lei or\u00e7ament\u00e1ria e em seus cr\u00e9ditos adicionais, de dota\u00e7\u00f5es a t\u00edtulo de subven\u00e7\u00f5es sociais, ressalvadas aquelas destinadas a entidades privadas sem fins lucrativos, de atividades de natureza continuada, que atendam diretamente ao p\u00fablico , de forma gratuita, nas \u00e1reas de assist\u00eancia social, sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u00a7 1\u00ba Os recursos destinados a t\u00edtulo de subven\u00e7\u00f5es sociais, somente ser\u00e3o alocados nos \u00f3rg\u00e3os, entidades e fundos, que atuam nas \u00e1reas citadas no \u201ccaput\u201d deste artigo.\u003CBR\u003E\u00a7 2\u00ba Os repasses de recursos ser\u00e3o efetivados atrav\u00e9s de conv\u00eanios, conforme determina o art. 116, da Lei Federal n.\u00ba 8.666, de 21 de junho de 1993.\u003CBR\u003E\u00a7 3\u00ba Para a concess\u00e3o das subven\u00e7\u00f5es de que trata este artigo, \u00e9 necess\u00e1rio que a entidade a ser beneficiada seja reconhecida atrav\u00e9s de Lei Municipal, como de efetiva utilidade p\u00fablica.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EArt. 22 \u2013 A destina\u00e7\u00e3o de recursos para, direta ou indiretamente, cobrir necessidades de pessoas f\u00edsicas ou d\u00e9ficits de pessoas jur\u00eddicas, dever\u00e1 sujeitar-se as seguintes regras:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EI \u2013 ser autorizada por lei espec\u00edfica;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EII \u2013 estar prevista lei or\u00e7ament\u00e1ria anual em seus cr\u00e9ditos adicionais;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EIII \u2013 comprova\u00e7\u00e3o, por parte do benefici\u00e1rio, de que se acha em dia quanto ao pagamento de tributos, empr\u00e9stimos e financiamentos devidos ao ente transferidor, bem como quanto \u00e0 presta\u00e7\u00e3o de contas de recursos anteriormente dele recebidos e da n\u00e3o utiliza\u00e7\u00e3o dos recursos em finalidade diversa da pactuada.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EArt. 23 \u2013 conforme estabelecido no \u00a7 1\u00ba, do art. 12, da Lei Complementar Federal n.\u00ba 101\/2000, a C\u00e2mara de Vereadores\u0026nbsp; s\u00f3 poder\u00e1 reestimar a receita prevista na lei or\u00e7ament\u00e1ria, se comprovado erro ou omiss\u00e3o de ordem\u0026nbsp; t\u00e9cnica ou legal em sua estimativa.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EArt. 24 \u2013 Os cr\u00e9ditos adicionais ser\u00e3o abertos e apresentados com o detalhamento estabelecido na lei or\u00e7ament\u00e1ria e em conformidade com os arts. 40 a 46 da Lei Federal\u0026nbsp; n.\u00ba 4.320\/64.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EArt. 25 \u2013 Entende-se, para efeito do \u00a7 3\u00ba , do art. 16 da Lei Complementar n.\u00ba 101\/2000, como despesas irrelevantes, aquelas cujo valor n\u00e3o ultrapasse a 10% (dez por cento) da despesa total fixada na lei or\u00e7ament\u00e1ria.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EArt. 26 \u2013 Na Fixa\u00e7\u00e3o das despesas com a manuten\u00e7\u00e3o e desenvolvimento do ensino e com a\u00e7\u00f5es na \u00e1rea da sa\u00fade ser\u00e3o observados os limites estabelecidos na Constitui\u00e7\u00e3o Federal.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EArt. 27 \u2013 \u00c9 vedada a aplica\u00e7\u00e3o da receita derivada da aliena\u00e7\u00e3o de bens e direitos que integram o patrim\u00f4nio p\u00fablico para o financiamento de despesa corrente, nos termos que preceitua o art. 44, da Lei Complementar Federal n.\u00ba 101\/2000.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EArt. 28 \u2013 Se verificado, ao final de um bimestre, que a realiza\u00e7\u00e3o da receita poder\u00e1 n\u00e3o comportar o cumprimento das metas de resultado prim\u00e1rio ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais desta Lei, os Poderes promover\u00e3o, por ato pr\u00f3prio e nos montantes necess\u00e1rios, nos trinta dias subsequentes limita\u00e7\u00e3o de empenho e movimenta\u00e7\u00e3o financeira, e a despesa ser\u00e1 programada de acordo com as seguintes prioridades:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EI \u2013 custeio administrativo e operacional, inclusive pessoal e encargos sociais;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EII \u2013 pagamento de amortiza\u00e7\u00e3o e encargos da d\u00edvida;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u00a7 1\u00ba Somente ap\u00f3s atendidas as prioridades elencadas acima, poder\u00e3o ser programados recursos para atender novos investimentos.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u00a7 2\u00ba No caso de restabelecimento da receita prevista, ainda que parcial, a recomposi\u00e7\u00e3o das dota\u00e7\u00f5es cujos empenhos foram limitados dar-se-\u00e1 de forma proporcional \u00e0s redu\u00e7\u00f5es efetivadas, conforme estabelece o art. 9\u00ba, da Lei Complementar Federal n.\u00ba 101\/2000.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003ECAP\u00cdTULO IV\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003EDAS DISPOSI\u00c7\u00d5ES RELATIVAS \u00c0S DESPESAS COM PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 29 \u2013 No exerc\u00edcio financeiro de 2003, as despesas com pessoal dos Poderes Executivos e Legislativo observar\u00e3o as disposi\u00e7\u00f5es contidas nos arts. 18, 19 e 20, da Lei Complementar Federal n.\u00ba 101\/2000.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 30 \u2013 A concess\u00e3o de qualquer vantagem ou aumento de remunera\u00e7\u00e3o, a cria\u00e7\u00e3o de cargos, empregos e fun\u00e7\u00f5es ou altera\u00e7\u00e3o de estrutura de carreiras, bem como a admiss\u00e3o ou contrata\u00e7\u00e3o de pessoal, a qualquer t\u00edtulo, pelos Poderes Executivo e Legislativo, somente ser\u00e3o admitidos:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;I \u2013 se houver pr\u00e9via dota\u00e7\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria suficiente para atender \u00e0s proje\u00e7\u00f5es de despesas de pessoal e aos acr\u00e9scimos dela decorrentes;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;II \u2013 se observado os limites estabelecido na Lei Complementar Federal n.\u00ba 101\/2000. \u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Par\u00e1grafo \u00danico \u2013 Verificadas as condi\u00e7\u00f5es estabelecidas neste artigo, o Poder Executivo poder\u00e1, durante o exerc\u00edcio de 2003, realizar concurso p\u00fablico para o preenchimento de vagas existentes na estrutura de cargos do Munic\u00edpio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 31 \u2013 As contrata\u00e7\u00f5es de que trata o art. 37, IX, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, poder\u00e3o ser efetuadas desde que respeitadas as disposi\u00e7\u00f5es da legisla\u00e7\u00e3o municipal vigente.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003ECAP\u00cdTULO V\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003EDAS DISPOSI\u00c7\u00d5ES SOBRE ALTERA\u00c7\u00d5ES NA LEGISLA\u00c7\u00c3O TRIBUT\u00c1RIA\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 32 \u2013 O Poder Executivo, verificada a necessidade e conveni\u00eancia administrativa, poder\u00e1 enviar ao Poder Legislativo, antes do encerramento do atual exerc\u00edcio financeiro, projetos de lei dispondo sobre altera\u00e7\u00f5es na legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, especialmente quanto a:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;I \u2013 revis\u00e3o e atualiza\u00e7\u00e3o do C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Municipal;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;II \u2013 revis\u00e3o das isen\u00e7\u00f5es\u0026nbsp; de impostos, taxas, incentivos fiscais, e outras fontes de ren\u00fancia de receitas, aperfei\u00e7oando seus crit\u00e9rios;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;III \u2013 compatibiliza\u00e7\u00e3o dos valores das taxas aos custos efetivos dos servi\u00e7os prestados pelo Munic\u00edpio, de forma a assegurar sua efici\u00eancia;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;IV \u2013 atualiza\u00e7\u00e3o da planta Gen\u00e9rica de valores, ajustando-a aos movimentos do mercado imobili\u00e1rio;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;V \u2013 institui\u00e7\u00e3o de taxas para servi\u00e7os que o Munic\u00edpio, eventualmente, julgue de interesse da comunidade e de que necessite como fonte de custeio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 33 \u2013 Ocorrendo altera\u00e7\u00f5es na legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria posteriores ao encaminhamento da Proposta Or\u00e7ament\u00e1ria Anual \u00e0 C\u00e2mara Municipal que impliquem aumento de arrecada\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 estimativa de receita constante da referida Lei, os recursos adicionais ser\u00e3o objeto de Projeto de Lei para abertura de cr\u00e9dito adicional no decorrer do exerc\u00edcio financeiro de 2003.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=center\u003E\u003CBR\u003E\u003CSTRONG\u003ECAP\u00cdTULO VI\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003EDAS DISPOSI\u00c7\u00d5ES FINAIS\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 34 \u2013 S\u00e3o vedados quaisquer procedimentos pelos ordenadores de despesas que viabilizem a execu\u00e7\u00e3o de despesas sem comprovada e suficiente disponibilidade de dota\u00e7\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 35 \u2013 O projeto de lei or\u00e7ament\u00e1ria ser\u00e1 encaminhado ao Poder Legislativo nos prazos estabelecidos na Lei Org\u00e2nica do Munic\u00edpio e devolvido para san\u00e7\u00e3o at\u00e9 o encerramento da sess\u00e3o legislativa.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 36 \u2013 Caso o projeto de lei or\u00e7ament\u00e1ria de 2003 n\u00e3o seja sancionado at\u00e9 31 de dezembro de 2002, a programa\u00e7\u00e3o dele constante poder\u00e1 ser executada em cada m\u00eas, at\u00e9 o limite de 1\/12 (um doze avos) do total de cada dota\u00e7\u00e3o, na forma da proposta remetida \u00e0 C\u00e2mara Municipal, enquanto a respectiva lei n\u00e3o for sancionada.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 1\u00ba Considerar-se-\u00e1 antecipa\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito \u00e0 conta da lei or\u00e7ament\u00e1ria a utiliza\u00e7\u00e3o dos recursos autorizada neste artigo.\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 2\u00ba Eventuais saldos negativos, apurados em conseq\u00fc\u00eancia de emendas apresentadas ao projeto de lei na C\u00e2mara Municipal e do procedimento previsto neste artigo, ser\u00e3o ajustados ap\u00f3s a san\u00e7\u00e3o da lei or\u00e7ament\u00e1ria anual, atrav\u00e9s da abertura de cr\u00e9ditos adicionais.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 3\u00ba N\u00e3o se incluem no limite previsto no caput deste artigo, podendo ser movimentadas em sua totalidade, as dota\u00e7\u00f5es para atender despesas com:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;I \u2013 pessoal e encargos sociais;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;II \u2013 servi\u00e7o da d\u00edvida;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;III \u2013 pagamento de compromissos correntes nas \u00e1reas de sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o e assist\u00eancia social;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 37 \u2013 O projeto de lei or\u00e7ament\u00e1ria anual ser\u00e1 encaminhado \u00e0 C\u00e2mara Municipal, devidamente acompanhado do quadro de detalhamento de despesa \u2013 QDD, discriminando a despesa por elementos, conforme a unidade or\u00e7ament\u00e1ria e respectivas categorias de programa\u00e7\u00e3o.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 38 \u2013 As emendas ao Projeto de Lei Or\u00e7ament\u00e1ria, sem preju\u00edzo do disposto no art. 166, \u00a7 3\u00ba, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, n\u00e3o poder\u00e3o incidir sobre:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;I \u2013 dota\u00e7\u00f5es\u0026nbsp; vinculadas \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o e desenvolvimento do ensino;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;II \u2013 dota\u00e7\u00f5es vinculadas \u00e0 sa\u00fade;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;III \u2013 dota\u00e7\u00f5es destinadas ao FUNDEF\u0026nbsp; - Fundo de Manuten\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valoriza\u00e7\u00e3o do Magist\u00e9rio;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;IV \u2013 recursos destinados aos fundos especiais legalmente institu\u00eddos.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 39 \u2013 Os Cr\u00e9ditos especiais e extraordin\u00e1rios autorizados nos \u00faltimos 04 (quatro) meses do exerc\u00edcio financeiro de 2002, poder\u00e3o ser reabertos, no limite de seus saldos, os quais ser\u00e3o incorporados ao or\u00e7amento do exerc\u00edcio financeiro de 2003, conforme o disposto no \u00a7 2\u00ba, do art. 167, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 40 \u2013 Para efeito do disposto do art. 42 da Lei Complementar Federal n.\u00ba 101\/2000:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;I \u2013 considera-se contra\u00edda a obriga\u00e7\u00e3o no momento da formaliza\u00e7\u00e3o do contrato administrativo ou instrumento cong\u00eanere;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;II \u2013 no caso de despesas relativas a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os j\u00e1 existentes e destinados a manuten\u00e7\u00e3o da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, considera-se como compromissadas apenas as presta\u00e7\u00f5es cujo pagamento deve se verificar no exerc\u00edcio financeiro, observado o cronograma pactuado.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 41 \u2013 Fica o Poder Legislativo autorizado a proceder com a transposi\u00e7\u00e3o de dota\u00e7\u00f5es dentro dos limites do seu pr\u00f3prio or\u00e7amento.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 42 \u2013 O Poder Executivo dever\u00e1 incorporar no Or\u00e7amento Geral do Munic\u00edpio a proposta or\u00e7ament\u00e1ria\u0026nbsp; do Legislativo.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 43 \u2013 O projeto de lei or\u00e7ament\u00e1ria anual ser\u00e1 apresentado com a forma e o detalhamento descrito nesta Lei, aplicando-se no que couber as demais disposi\u00e7\u00f5es legais.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 44 \u2013 Esta Lei entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o, revogadas as disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, em 28 de junho de 2002.\u003CBR\u003E\u003C\/P\u003E","criado":"2002-06-28 00:00:00","alterado":"2002-06-28 00:00:00"},{"id":444,"titulo":"Lei sorbre o Computo de tempo de servi\u00e7o","numero":"1008","categoria_id":1,"aprovada":"2002-06-28 00:00:00","slug":"lei-sorbre-o-computo-de-tempo-de-servi-o","descricao":"\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003ELEI N.\u00ba 1008\u003CBR\u003EDe 28 de junho de 2002.\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=right\u003E\u003CBR\u003EDisp\u00f5e sobre o computo de\u0026nbsp; tempo\u003CBR\u003E\u0026nbsp;de servi\u00e7o na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica\u003CBR\u003E\u0026nbsp;para fins de est\u00e1gio probat\u00f3rio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;O PRESIDENTE DA C\u00c2MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA \u2013 SERGIPE.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Fa\u00e7o saber que a C\u00e2mara Municipal aprovou e o Sr. Prefeito sancionar\u00e1 a seguinte Lei:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 1\u00ba - Para efeito do est\u00e1gio probat\u00f3rio, computar-se-\u00e1 o tempo de servi\u00e7o p\u00fablico prestado em outro cargo da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica Federal, Estadual, Municipal, desde que atende aos seguintes requisitos:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;I \u2013 Tenha exercido por, no m\u00ednimo, 03 (tr\u00eas) anos ininterruptos;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;II \u2013 N\u00e3o tenha respondido a nenhum procedimento disciplinar previsto nos respectivos regimes jur\u00eddicos;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;III \u2013 Seja compat\u00edvel com o exerc\u00edcio do atual cargo efetivo.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 2\u00ba - Esta Lei entrar\u00e1 em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 3\u00ba - Revogam-se as disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, em 28 de junho de 2002.\u003C\/P\u003E","criado":"2002-06-28 00:00:00","alterado":"2002-06-28 00:00:00"},{"id":443,"titulo":"Lei que cria o Projeto Futuro","numero":"1009","categoria_id":1,"aprovada":"2002-06-28 00:00:00","slug":"lei-que-cria-o-projeto-futuro","descricao":"\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003ELEI N.\u00ba 1.009\u003CBR\u003EDe 28 de Junho de 2002.\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=right\u003E\u003CBR\u003ECria o \u00e2mbito do Munic\u00edpio de\u003CBR\u003E\u0026nbsp;Itabaiana, o \u201cPROJETO FUTURO\u201d,\u003CBR\u003E\u0026nbsp;com a finalidade de implementar\u003CBR\u003E\u0026nbsp;no Munic\u00edpio as a\u00e7\u00f5es preconizadas\u003CBR\u003E\u0026nbsp;da Agenda 21 Local.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;O PRESIDENTE DA C\u00c2MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA \u2013 SERGIPE.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Fa\u00e7o saber que a C\u00e2mara Municipal de Itabaiana aprovou e o Sr. Prefeito Municipal sancionar\u00e1 a seguinte Lei:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 1\u00ba - Fica criado, no \u00e2mbito do Munic\u00edpio de Itabaiana, o \u201cPROJETO FUTURO\u201d, com a finalidade de facilitar e integrar as a\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias ao planejamento s\u00f3cioecon\u00f4mico-ambiental participativo.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 2\u00ba - Para a execu\u00e7\u00e3o do \u201cPROJETO FUTURO\u201d, o Poder Executivo instituir\u00e1 a Comiss\u00e3o para An\u00e1lise e Acompanhamento do Projeto Futuro, a qual aprovar\u00e1 o seu pr\u00f3prio regimento interno.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 1\u00ba - A Comiss\u00e3o para An\u00e1lise e Acompanhamento do Projeto Futuro ser\u00e1 constitu\u00eddo por representantes do setor p\u00fablico, setor produtivo e terceiro setor.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 2\u00ba - As atividades dos componentes da Comiss\u00e3o para An\u00e1lise e Acompanhamento do Projeto Futuro ser\u00e3o exercidas a t\u00edtulo gratuito.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 3\u00ba - S\u00e3o atribui\u00e7\u00f5es da Comiss\u00e3o para An\u00e1lise e Acompanhamento do Projeto Futuro:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;I \u2013 propugnar pelos interesses do Munic\u00edpio e da mesorregi\u00e3o a que integra;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;II \u2013 propor grupos de trabalho tem\u00e1ticos para sugerir, planejar, executar e monitorar;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;III \u2013 harmonizar as v\u00e1rias pol\u00edticas p\u00fablicas e as inst\u00e2ncias democr\u00e1ticas do munic\u00edpio para convergirem para o foco da Agenda 21 Local;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;IV \u2013 sugerir a aloca\u00e7\u00e3o de recursos financeiros, humanos e materiais;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;V \u2013 fornecer subs\u00eddios a C\u00e2mara Municipal, ao Poder Executivo e a outros entes com atua\u00e7\u00e3o no munic\u00edpio na formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;VI \u2013 encaminhar relat\u00f3rios para as inst\u00e2ncias competentes e divulg\u00e1-los em eventos com a participa\u00e7\u00e3o da sociedade do munic\u00edpio;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;VII \u2013 informar ao Minist\u00e9rio P\u00fablico e ao Tribunal de Contas dos Munic\u00edpios sobre irregularidades porventura verificadas.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 3\u00ba - Os recursos necess\u00e1rios para o \u201cPROJETO FUTURO\u201d, bem como para o desenvolvimento dos trabalhos da Comiss\u00e3o para An\u00e1lise e Acompanhamento do Projeto Futuro, ser\u00e3o oriundos de doa\u00e7\u00f5es, repasses e dota\u00e7\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 4\u00ba - Esta Lei entrar\u00e1 em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 5\u00ba - Revogam-se as disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, em 28 de junho de 2002.\u003C\/P\u003E","criado":"2002-06-28 00:00:00","alterado":"2002-06-28 00:00:00"},{"id":442,"titulo":"Lei nome de bairro Marianga","numero":"1007","categoria_id":1,"aprovada":"2002-06-28 00:00:00","slug":"lei-nome-de-bairro-marianga","descricao":"\u003CP align=center\u003E\u0026nbsp;\u003CSTRONG\u003ELEI\u0026nbsp; N. \u00ba 1007\u003CBR\u003EDe 28 de junho de 2002.\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=right\u003EDisp\u00f5e sobre nome de\u003CBR\u003E\u0026nbsp;Bairro de nosso munic\u00edpio\u003CBR\u003E\u0026nbsp;e d\u00e1 outras provid\u00eancias.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;O PRESIDENTE DA C\u00c2MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA \u2013 SERGIPE.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Fa\u00e7o saber que a C\u00e2mara Municipal aprova e o Sr. Prefeito sanciona a seguinte LEI:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 1\u00ba - Fica reconhecido oficialmente como BAIRRO MARIANGA, a atual \u00e1rea do mesmo bairro com os seguintes limites: ao Norte com a Rinaldo Mota, ao Sul com a BR 235 at\u00e9 o final da Vila Ol\u00edmpica, a Leste com o Bairro da Torre no povoado Batula e a Oeste com a Av. Dr. Luiz Magalh\u00e3es.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 2\u00ba - Esta Lei entrar\u00e1 em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 3\u00ba - Revogam-se \u00e0s disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, em 06 de junho de 2002.\u003C\/P\u003E","criado":"2002-06-28 00:00:00","alterado":"2002-06-28 00:00:00"},{"id":441,"titulo":"Lei da Contribui\u00e7\u00e3o de Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica","numero":"1030","categoria_id":1,"aprovada":"2002-12-27 00:00:00","slug":"lei-da-contribui-o-de-ilumina-o-p-blica","descricao":"\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003ELEI N.\u00ba 1030\u003CBR\u003EDe 27 de Dezembro de 2002.\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=right\u003E\u003CBR\u003EInstitui a Contribui\u00e7\u00e3o de \u003CBR\u003EIlumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica - CIP \u003CBR\u003Ee d\u00e1 outras provid\u00eancias.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;O PRESIDENTE DA C\u00c2MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA \u2013 SERGIPE.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;O povo do Munic\u00edpio de ITABAIANA SERGIPE aprova e eu Prefeito sanciono e publico a seguinte LEI:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 1\u00ba - Fica criada a \u201cContribui\u00e7\u00e3o de Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica - CIP\u201d, destinada a atender as despesas de consumo de energia el\u00e9trica, administra\u00e7\u00e3o, opera\u00e7\u00e3o, manuten\u00e7\u00e3o, melhoramentos, amplia\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica prestados pela Prefeitura Municipal de Itabaiana\/Se, e que poder\u00e1 incidir sobre cada unidade imobili\u00e1ria.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 1\u00ba - A contribui\u00e7\u00e3o tem como fato gerador a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o de ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica em vias e logradouros p\u00fablicos, sob a responsabilidade da Prefeitura de Itabaiana\/Se.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 2\u00ba - Para efeito de lan\u00e7amento considerar-se-\u00e1 contribuinte toda pessoa f\u00edsica ou jur\u00eddica que tenha resid\u00eancia, domic\u00edlio, escrit\u00f3rio, casa comercial, f\u00e1brica ou similares em logradouros ou vias, cadastrado pela Prefeitura Municipal e\/ou servido por rede de energia el\u00e9trica da concession\u00e1ria local.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 3\u00ba - A contribui\u00e7\u00e3o incidir\u00e1 sobre as unidades imobili\u00e1rias localizadas:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003Ea)\u0026nbsp;Em ambos os lados das vias p\u00fablicas, mesmo que as lumin\u00e1rias estejam instaladas em apenas um dos lados;\u003CBR\u003Eb)\u0026nbsp;Em todo o per\u00edmetro das pra\u00e7as p\u00fablicas, independentes de distribui\u00e7\u00e3o das lumin\u00e1rias;\u003CBR\u003Ec)\u0026nbsp;Em todo o per\u00edmetro urbano e rural mesmo sem Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u00a7 4\u00ba - Ser\u00e1 respons\u00e1vel pelo pagamento da \u201cContribui\u00e7\u00e3o de Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica CIP\u201d\u0026nbsp; o titular respons\u00e1vel pelo uso da unidade imobili\u00e1ria ligado \u00e0 rede energia el\u00e9trica da concession\u00e1ria.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u00a7 5\u00ba - A arrecada\u00e7\u00e3o da Contribui\u00e7\u00e3o de Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica\u0026nbsp; para contribuintes n\u00e3o consumidores de energia el\u00e9trica, mas situados em logradouros servidos por ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica, ser\u00e1 feita diretamente pelo Munic\u00edpio.\u003CBR\u003E\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 2\u00ba - A Contribui\u00e7\u00e3o criada pela presente Lei ser\u00e1 devida pelos contribuintes usu\u00e1rios das unidades imobili\u00e1rias classificadas como residenciais, industriais, com\u00e9rcio, servi\u00e7os e outras atividades e servi\u00e7os p\u00fablicos.\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 1\u00ba - Ficam exclu\u00eddos do pagamento da contribui\u00e7\u00e3o institu\u00edda nesta Lei, as unidades consumidoras de energia nas quais sejam mantidas as atividades classificadas como Poderes P\u00fablicos Municipais e unidades pertencentes \u00e0 concession\u00e1ria local.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 3\u00ba -\u0026nbsp; Entende-se por Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica, aquela que esteja direta e regularmente ligada \u00e0 rede de distribui\u00e7\u00e3o da CONCESSION\u00c1RIA respons\u00e1vel pela distribui\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica\u0026nbsp; no Munic\u00edpio e sirva exclusivamente a via p\u00fablica ou qualquer logradouro p\u00fablico de livre acesso permanente.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 4\u00ba - O valor da contribui\u00e7\u00e3o de Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica ser\u00e1 cobrado em duod\u00e9cimos, sempre baseado em percentuais do m\u00f3dulo da tarifa\u0026nbsp; de Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica vigente estabelecida pela Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica \u2013 ANEEL, nos limite abaixo estabelecidos:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 1\u00ba - Esta Contribui\u00e7\u00e3o ser\u00e1 reajustada proporcionalmente cada vez que houver varia\u00e7\u00e3o na Tarifa de Fornecimento de energia el\u00e9trica para a classe de Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 5\u00ba - O produto da \u201cContribui\u00e7\u00e3o de Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica \u2013 CIP\u201d ora criada, constituir\u00e1 receita destinada ao pagamento priorit\u00e1rio das contas de consumo de energia el\u00e9trica da Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica, podendo os saldos porventura existentes serem aplicados na melhoria e amplia\u00e7\u00e3o do sistema da referida ilumina\u00e7\u00e3o.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 1\u00ba - A utiliza\u00e7\u00e3o da receita da Contribui\u00e7\u00e3o de Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica para pagamento dos consumos de energia el\u00e9trica de outras classes do Poder P\u00fablico Municipal, ser\u00e1 definida mediante celebra\u00e7\u00e3o de\u0026nbsp; Conv\u00eanio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u00a7 2\u00ba - Na hip\u00f3tese da renda obtida pela arrecada\u00e7\u00e3o da Contribui\u00e7\u00e3o de Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica ser superior ao valor da conta de fornecimento de energia el\u00e9trica para este servi\u00e7o, a diferen\u00e7a ser\u00e1 empregada pela Municipalidade exclusivamente nos disp\u00eandios decorrentes da amplia\u00e7\u00e3o P\u00fablica ou pagamento de d\u00e9bitos relativos \u00e0 Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 3\u00ba - Caso a renda obtida arrecada\u00e7\u00e3o da Contribui\u00e7\u00e3o de Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica seja inferior ao valor da conta de fornecimento de energia el\u00e9trica para esse servi\u00e7o, a Municipalidade\u0026nbsp; pagar\u00e1 o complemento da fatura apresentada pela concession\u00e1ria, mediante a utiliza\u00e7\u00e3o de recursos pr\u00f3prios.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 6\u00ba - A cobran\u00e7a da Contribui\u00e7\u00e3o de Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica ser\u00e1 feita pela Prefeitura Municipal por interm\u00e9dio da concession\u00e1ria atrav\u00e9s das contas mensais de fornecimento de energia el\u00e9trica.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u00a7 1\u00ba -\u0026nbsp; Para o disposto neste artigo, fica o Poder Executivo Municipal autorizado a celebrar conv\u00eanios com a empresa concession\u00e1ria local dos servi\u00e7os energia el\u00e9trica neste Munic\u00edpio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u00a7 2\u00ba - A concession\u00e1ria fica eximida de qualquer respons\u00e1vel , pelo n\u00e3o pagamento da Contribui\u00e7\u00e3o de Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica por parte do contribuinte.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EArt. 7\u00ba - Uma vez firmado o conv\u00eanio de que trata o artigo anterior, fica a concession\u00e1ria autorizada a empregar a receita de arrecada\u00e7\u00e3o da taxa de Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica no pagamento das despesas previstas nesta Lei.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EArt. 8\u00ba - Esta Lei entrar\u00e1 em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EArt. 9\u00ba - Revogam-se as disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003ECumpra-se, publique-se, registre-se.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, em 27 de dezembro de 2002.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=center\u003E\u003CBR\u003ELUCIANO BISPO DE LIMA\u003CBR\u003EPREFEITO MUNICIPAL\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=center\u003EJOSE ANTONIO MACEDO\u003CBR\u003ESECRET\u00c1RIO MUNICIPAL DE ADMINISTRA\u00c7\u00c3O GERAL E FINAN\u00c7AS\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=center\u003EJOS\u00c9 AILTON DOS SANTOS\u003CBR\u003EASSESSOR JUR\u00cdDICO\u003CBR\u003E\u003C\/P\u003E","criado":"2002-12-27 00:00:00","alterado":"2002-12-27 00:00:00"},{"id":440,"titulo":"Lei que extingue o regime pr\u00f3prio","numero":"1001","categoria_id":1,"aprovada":"2002-04-26 00:00:00","slug":"lei-que-extingue-o-regime-pr-prio","descricao":"\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003ELEI N.\u00ba 1001\/02\u003CBR\u003EDe 26 de abril de 2002.\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=right\u003E\u003CBR\u003EExtingue o Regime Pr\u00f3prio de\u003CBR\u003E\u0026nbsp;Previd\u00eancia Social do Munic\u00edpio\u003CBR\u003E\u0026nbsp;de Itabaiana e\u0026nbsp; d\u00e1 outras provid\u00eancias.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;O PRESIDENTE DA C\u00c2MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA \u2013 SERGIPE.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Fa\u00e7o saber que a C\u00e2mara Municipal aprovou e o Sr. Prefeito sanciona a seguinte LEI:\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 1\u00ba - Fica extinto, nos termos desta Lei, o Regime Pr\u00f3prio de Previd\u00eancia Social do Munic\u00edpio de Itabaiana de que trata o Art. 40 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 2\u00ba - O regime de previd\u00eancia dos servidores municipais passa a ser o Regime Geral de Previd\u00eancia Social \u2013 RGPS, administrado pelo Instituto Nacional de Seguro \u2013 INSS. \u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 3\u00ba - Ficam revogadas as disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio, especialmente o disposto na Lei n\u00ba 419\/73 concernente a mat\u00e9ria objeto desta Lei.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 4\u00ba - Esta Lei entrar\u00e1 em vigor, na data de sua publica\u00e7\u00e3o. \u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, em 26 de abril de 2002.\u003C\/P\u003E","criado":"2002-04-26 00:00:00","alterado":"2002-04-26 00:00:00"},{"id":439,"titulo":"Nome de Rua Clotilde Silveira","numero":"1005","categoria_id":1,"aprovada":"2002-05-24 00:00:00","slug":"nome-de-rua-clotilde-silveira","descricao":"\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003E\u0026nbsp;LEI\u0026nbsp; N.\u00ba 1005\/02\u003CBR\u003EDe 24 de maio de 2002.\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=right\u003E\u003CBR\u003EDisp\u00f5e sobre nome de Rua\u003CBR\u003E\u0026nbsp;de nosso munic\u00edpio e d\u00e1 outras\u003CBR\u003E\u0026nbsp;provid\u00eancias.\u003CBR\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;O PRESIDENTE DA C\u00c2MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA \u2013 SERGIPE.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Fa\u00e7o saber que a C\u00e2mara Municipal aprovou e o Sr. Prefeito sancionar\u00e1 a seguinte LEI:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 1\u00ba - A Rua projetada D, que fica centralizada no loteamento Porto Belo,\u0026nbsp; Bairro Porto, iniciando-se na estrada carroc\u00e1vel com todo o seu prolongamento, passar\u00e1 a denominar-se de Rua CLOTILDE\u0026nbsp; SILVEIRA.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 2\u00ba - Esta Lei entrar\u00e1 em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 3\u00ba - Revogam-se \u00e0s disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, em 24 de Maio de 2002.\u003CBR\u003E\u003C\/P\u003E","criado":"2002-05-24 00:00:00","alterado":"2002-05-24 00:00:00"},{"id":438,"titulo":"Lei da utiliza\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os p\u00fablicos","numero":"1015","categoria_id":1,"aprovada":"2002-07-23 00:00:00","slug":"lei-da-utiliza-o-dos-espa-os-p-blicos","descricao":"\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003ELEI N\u00ba 1015\u003CBR\u003EDe 23 de Julho de 2002.\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=right\u003EDisp\u00f5e sobre a concess\u00e3o ou\u003CBR\u003E\u0026nbsp;permiss\u00e3o para utiliza\u00e7\u00e3o dos\u003CBR\u003E\u0026nbsp;espa\u00e7os p\u00fablicos das pra\u00e7as e\u003CBR\u003E\u0026nbsp;logradouros para publicidade e\u003CBR\u003E\u0026nbsp;d\u00e1 outras provid\u00eancias.\u003CBR\u003E\u003CBR\u003E\u003CBR\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;O PRESIDENTE DA C\u00c2MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA \u2013 SERGIPE.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Fa\u00e7o saber que a C\u00e2mara Municipal aprovou e o Sr. Prefeito sanciona a seguinte LEI:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 1\u00ba - Os espa\u00e7os p\u00fablicos das pra\u00e7as e logradouros do munic\u00edpio de Itabaiana, poder\u00e3o ser utilizados para publicidades, mediante a celebra\u00e7\u00e3o de contrato de permiss\u00e3o ou concess\u00e3o, observados os seguintes requisitos:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;I \u2013 O contrato poder\u00e1 ser oneroso ou de parceria:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003Ea)\u0026nbsp;oneroso, quando o contratado retribui ao munic\u00edpio em esp\u00e9cie, por m2\u0026nbsp; utilizado.\u003CBR\u003Eb)\u0026nbsp;Parceria, quando o contratado ao inv\u00e9s de retribuir ao munic\u00edpio em esp\u00e9cie, assume a responsabilidade e encargos financeiros, para a manuten\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o do logradouro ou pra\u00e7a.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EII \u2013 O prazo do contrato n\u00e3o poder\u00e1 ser superior a cinco (05) anos.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EIII \u2013 No contrato oneroso, o pre\u00e7o dever\u00e1 ser fixado para o uso dos espa\u00e7os existentes na pra\u00e7a ou logradouro ou para espa\u00e7o devidamente individualizado.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EIV \u2013 A defini\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os reservados \u00e0 publicidade dever\u00e1 preceder de autoriza\u00e7\u00e3o da Secretaria de Obra ou do \u00d3rg\u00e3o de Administra\u00e7\u00e3o do meio ambiente, com vistas a evitar a polui\u00e7\u00e3o visual.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EV- No contrato oneroso o pagamento poder\u00e1 ser mensal ou trimestral.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EVI \u2013 Do total dos espa\u00e7os destinados \u00e0 publicidade, dez por cento(10%) dever\u00e3o ser reservados para a municipalidade.\u003CBR\u003E\u003CBR\u003EVII \u2013 O contrato dever\u00e1 obedecer a legisla\u00e7\u00e3o em vigor, em especial a Lei 8.883\/94, 9.032\/95 e demais altera\u00e7\u00f5es posteriores.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EVIII \u2013 O contrato de permiss\u00e3o ou concess\u00e3o poder\u00e1 ser celebrado com pessoa f\u00edsica ou jur\u00eddica, com prefer\u00eancia para as sediadas no munic\u00edpio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 2\u00ba - Esta Lei entrar\u00e1 em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o, revogada as disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, em 23 de Julho de 2002.\u003CBR\u003E\u003C\/P\u003E","criado":"2002-07-23 00:00:00","alterado":"2002-07-23 00:00:00"},{"id":437,"titulo":"Lei da subven\u00e7\u00e3o da AOI-Seletiva","numero":"1010","categoria_id":1,"aprovada":"2002-07-23 00:00:00","slug":"lei-da-subven-o-da-aoi-seletiva","descricao":"\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003ELEI N\u00ba 1010\u003CBR\u003EDe 23 de Julho de 2002.\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=right\u003E\u003CBR\u003EAutoriza o Poder Executivo a destinar\u003CBR\u003E\u0026nbsp;Subven\u00e7\u00e3o de R$ 25.000,00 \u00e0 Associa\u00e7\u00e3o\u003CBR\u003E\u0026nbsp;Ol\u00edmpica de Itabaiana e d\u00e1 outras provid\u00eancias.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;O PRESIDENTE DA C\u00c2MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA \u2013 SERGIPE.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Fa\u00e7o saber que a C\u00e2mara Municipal aprovou e o Sr. Prefeito sanciona a seguinte LEI:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 1\u00ba - Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a destinar a subven\u00e7\u00e3o no valor de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais) \u00e0 Associa\u00e7\u00e3o Ol\u00edmpica de Itabaiana deste Munic\u00edpio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 2\u00ba - A subven\u00e7\u00e3o de que trata o art. anterior ser\u00e1 paga em uma \u00fanica\u0026nbsp; parcela durante o m\u00eas de agosto do corrente ano.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 3\u00ba - Fica o Poder Executivo autorizado a abrir cr\u00e9dito adicional especial ao or\u00e7amento em vigor, no valor de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais) para\u0026nbsp; cobertura das despesas previstas.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 4\u00ba - Esta Lei entrar\u00e1 em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o, revogadas as disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, em 23 de julho de 2002.\u003CBR\u003E\u003C\/P\u003E","criado":"2002-07-23 00:00:00","alterado":"2002-07-23 00:00:00"},{"id":436,"titulo":"Lei da ado\u00e7\u00e3o de Pra\u00e7as e Canteiros","numero":"1012","categoria_id":1,"aprovada":"2002-07-23 00:00:00","slug":"lei-da-ado-o-de-pra-as-e-canteiros","descricao":"\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003ELEI N\u00ba 1012\u003CBR\u003EDe 23 de Julho de 2002.\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=right\u003EDisp\u00f5e sobre a ado\u00e7\u00e3o de pra\u00e7as\u003CBR\u003E\u0026nbsp;e canteiros centrais de avenidas,\u003CBR\u003E\u0026nbsp;jardins p\u00fablicos e bal\u00f5es rodovi\u00e1rios\u003CBR\u003E\u0026nbsp;por empresas privadas e d\u00e1 outras\u003CBR\u003E\u0026nbsp;provid\u00eancias.\u003CBR\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;O PRESIDENTE DA C\u00c2MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA \u2013 SERGIPE.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Fa\u00e7o saber que a C\u00e2mara Municipal aprovou e o Sr. Prefeito sanciona a seguinte LEI:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 1\u00ba - As pra\u00e7as, jardins p\u00fablicos, bal\u00f5es rodovi\u00e1rios e canteiros centrais de Avenidas do Munic\u00edpio de Itabaiana poder\u00e3o ser adotadas por entidades e empresas que se responsabilizarem pela manuten\u00e7\u00e3o das \u00e1reas adotadas.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 1\u00ba - As \u00e1rea j\u00e1 ornamentadas, quando da vig\u00eancia desta Lei, poder\u00e3o ser adotadas, assumindo o adotante a responsabilidade pela continuidade da respectiva manuten\u00e7\u00e3o.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 2\u00ba - As entidades e empresas localizadas nas comunidades das \u00e1reas dispon\u00edveis, ter\u00e3o prefer\u00eancia para a ado\u00e7\u00e3o prevista no cap\u00edtulo deste artigo.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;\u00a7 3\u00ba - Poder\u00e3o ser formados grupos por entidades como empresas, para as ado\u00e7\u00f5es previstas nesta lei.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 2\u00ba - As entidades e empresas adotantes ser\u00e1 facultado veicular publicidade, em placas padronizadas a serem especificadas pelo Executivo Municipal, atrav\u00e9s da Secretaria de Desenvolvimento Rural, nas expectativas \u00e1reas adotadas.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 3\u00ba - Nas pra\u00e7as que dispuserem de \u00e1reas suficientes, a crit\u00e9rio do Executivo Municipal atrav\u00e9s do \u00d3rg\u00e3o Competente instalam-se \u201cplay grounds\u201d, mantidos pelo adotante.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EArt. 4\u00ba - Compete ao Executivo Municipal, atrav\u00e9s de \u00d3rg\u00e3os espec\u00edficos.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003EI \u2013 Implantar as ado\u00e7\u00f5es\u0026nbsp; das \u00e1reas, na forma desta Lei;\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u003CBR\u003EII \u2013 Fiscalizar a implanta\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os pertinentes \u00e0 ado\u00e7\u00e3o;\u003CBR\u003EIII \u2013 Fornecer especifica\u00e7\u00f5es para a confec\u00e7\u00e3o das placas de publicidade;\u003CBR\u003EIV \u2013 Orientar os trabalhos de arboriza\u00e7\u00e3o e ajardinamento.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 5\u00ba - O Executivo Municipal regulamentar\u00e1 esta Lei, dentro de 30 (trinta) dias, a partir da sua publicidade.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 6\u00ba - Esta Lei entrar\u00e1 em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o, revogadas as disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, em 23 de Julho de 2002.\u003C\/P\u003E","criado":"2002-07-23 00:00:00","alterado":"2002-07-23 00:00:00"},{"id":435,"titulo":"Lei de A\u00e7\u00e3o Social","numero":"1022","categoria_id":1,"aprovada":"2002-10-22 00:00:00","slug":"lei-de-a-o-social","descricao":"\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003E\u0026nbsp;LEI N.\u00ba 1.022\u003CBR\u003EDe 22 de outubro de 2002.\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=right\u003E\u003CBR\u003EReconhece de Utilidade P\u00fablica o\u003CBR\u003E\u0026nbsp;Centro de A\u00e7\u00e3o Social Cat\u00f3lica de\u003CBR\u003E\u0026nbsp;Itabaiana e d\u00e1 outras provid\u00eancias.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;O PRESIDENTE DA C\u00c2MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA \u2013 SERGIPE.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Fa\u00e7o saber que a C\u00e2mara Municipal aprovou e o Sr. Prefeito sanciona a seguinte LEI:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 1\u00ba -\u0026nbsp; Fica reconhecido de Utilidade P\u00fablica o Centro de A\u00e7\u00e3o Social Cat\u00f3lica de Itabaiana, fundado em 19.03.1940, e d\u00e1 outras provid\u00eancias.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 2\u00ba - Esta Lei entrar\u00e1 em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 3\u00ba - Ficam revogadas as disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, em 22 de outubro de 2002.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=center\u003E\u003CBR\u003ELUCIANO BISPO DE LIMA\u003CBR\u003EPrefeito Municipal\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=center\u003EJOSE ANTONIO MACEDO\u003CBR\u003ESec. De Administra\u00e7\u00e3o e Finan\u00e7as\u003C\/P\u003E","criado":"2002-10-22 00:00:00","alterado":"2002-10-22 00:00:00"},{"id":434,"titulo":"Lei de Nome de Centro de Sa\u00fade","numero":"1014","categoria_id":1,"aprovada":"2002-08-20 00:00:00","slug":"lei-de-nome-de-centro-de-sa-de","descricao":"\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003E\u0026nbsp;LEI\u0026nbsp; N.\u00ba 1.014\u0026nbsp; \u003CBR\u003EDe 20 de agosto de 2002.\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=right\u003EDisp\u00f5e sobre nome de Centro\u003CBR\u003E\u0026nbsp;de Sa\u00fade do nosso munic\u00edpio\u003CBR\u003E\u0026nbsp;e d\u00e1 outras provid\u00eancias.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;O PRESIDENTE DA C\u00c2MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA \u2013 SERGIPE.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Fa\u00e7o saber que a C\u00e2mara Municipal aprovou e o Sr. Prefeito sanciona a seguinte LEI:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 1\u00ba - O Centro de Sa\u00fade Municipal, localizado na Av. Otoniel D\u00f3rea, passar\u00e1 a denominar-se de CENTRO DE SA\u00daDE MUNICIPAL \u201cDR. JOS\u00c9 SOUTO DINIZ\u201d.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 2\u00ba - Esta Lei entrar\u00e1 em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 3\u00ba - Revogando-se a Lei n.\u00ba 929, datada de 20.12.2000 . \u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, em 20 de agosto de 2002.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=center\u003E\u003CBR\u003ELUCIANO BISPO DE LIMA\u003CBR\u003EPREFEITO MUNICIPAL\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=center\u003EJOS\u00c9 ANTONIO MACEDO\u003CBR\u003ESec. De administra\u00e7\u00e3o e Finan\u00e7as \u003C\/P\u003E","criado":"2002-08-20 00:00:00","alterado":"2002-08-20 00:00:00"},{"id":433,"titulo":"Lei nome quadra de esporte","numero":"1021","categoria_id":1,"aprovada":"2002-10-15 00:00:00","slug":"lei-nome-quadra-de-esporte","descricao":"\u003CP align=center\u003E\u003CSTRONG\u003E\u0026nbsp;LEI N.\u00ba 1.021 \u003CBR\u003EDe 15 de outubro de 2002.\u003C\/STRONG\u003E\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=right\u003EDisp\u00f5e sobre nome de Quadra\u003CBR\u003E\u0026nbsp;de Esporte do nosso munic\u00edpio\u003CBR\u003E\u0026nbsp;e d\u00e1 outras provid\u00eancias.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u003CBR\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;O PRESIDENTE DA C\u00c2MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA \u2013 SERGIPE.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Fa\u00e7o saber que a C\u00e2mara Municipal aprovou e o Sr. Prefeito sanciona a seguinte LEI:\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 1\u00ba -\u0026nbsp; A Quadra de Esporte situada na Pra\u00e7a General Jo\u00e3o Pereira passar\u00e1 a denominar-se de QUADRA DE ESPORTE DANIEL JOS\u00c9 DE JESUS.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 2\u00ba - Esta Lei entrar\u00e1 em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Art. 3\u00ba - Revogam-se as disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP\u003E\u0026nbsp;\u0026nbsp;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, em 15 de outubro de 2002.\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=center\u003E\u003CBR\u003ELUCIANO BISPO DE LIMA\u003CBR\u003EPrefeito Municipal\u003C\/P\u003E\r\n\u003CP align=center\u003EJOSE ANTONIO MACEDO\u003CBR\u003ESec. De Administra\u00e7\u00e3o e Finan\u00e7as\u003CBR\u003E\u003C\/P\u003E","criado":"2002-10-15 00:00:00","alterado":"2002-10-15 00:00:00"}],"ano":null,"busca":null}