<?xml version="1.0"?>
<data><categorias><item><id>2</id><nome>Decreto</nome><slug>decreto</slug><criado>2021-09-21 15:19:15</criado><alterado>2026-04-22 13:08:01</alterado></item><item><id>1</id><nome>Lei</nome><slug>lei</slug><criado>2021-09-21 15:19:15</criado><alterado>2026-04-22 13:08:09</alterado></item><item><id>10</id><nome>Portaria</nome><slug>portaria</slug><criado>2024-05-14 12:10:49</criado><alterado>2026-04-22 13:07:36</alterado></item><item><id>7</id><nome>Projeto de Decreto</nome><slug>projeto-de-decreto</slug><criado>2023-03-21 08:45:22</criado><alterado>2024-08-16 11:08:15</alterado></item><item><id>6</id><nome>Projeto de Lei</nome><slug>projeto-de-lei</slug><criado>2023-03-17 14:46:15</criado><alterado>2024-08-16 11:08:58</alterado></item><item><id>5</id><nome>Resolu&#xE7;&#xE3;o</nome><slug>resolucao</slug><criado>2021-09-21 15:19:15</criado><alterado>2026-04-22 13:07:52</alterado></item></categorias><categoria/><paginacao><atual>228</atual><proxima>229</proxima><anterior>227</anterior><total_registros>4097</total_registros><total_paginas>274</total_paginas></paginacao><itens><item><id>695</id><titulo>SISTEMA TRIBUT&#xC1;RIO MUNICIPAL</titulo><numero>988</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2001-12-20 00:00:00</aprovada><slug>sistema-tribut-rio-municipal</slug><descricao>&lt;p&gt;ESTADO DE SERGIPE&lt;br /&gt;C&amp;Acirc;MARA DE VEREADORES DE ITABAIANA&lt;br /&gt;ITABAIANA - SERGIPE &lt;br /&gt;LEI COMPLEMENTAR MUNICIPAL N&amp;deg; 988,&lt;br /&gt;de 20 de Dezembro de 2001.&lt;br /&gt;(Com modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es dadas pela Lei Complementar n&amp;ordm; 04 de 16 de dezembro de 2003)&lt;br /&gt;(transcri&amp;ccedil;&amp;atilde;o fiel do texto original, do arquivo de Leis da C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana, Estado de Sergipe).&lt;br /&gt;(PRESSIONE AS TECLAS Ctrl+f para encontrar uma palavra espec&amp;iacute;fica)&lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre o Sistema Tribut&amp;aacute;rio Municipal e as normas gerais de Direito Tribut&amp;aacute;rio, aplic&amp;aacute;veis ao Munic&amp;iacute;pio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana, aprovou e o Sr. Prefeito sancionou a seguinte Lei Complementar:&lt;br /&gt;DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O PRELIMINAR &lt;br /&gt;Art. 1&amp;deg; . Esta Lei disp&amp;otilde;e, com fundamento nos &amp;sect;&amp;sect; 3&amp;deg; e 4&amp;deg; do art. 34 dos Atos das Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Constitucionais Transit&amp;oacute;rias, nos &amp;sect;&amp;sect; 1&amp;deg; e 2&amp;deg;, bem como os incisos I, II e III, do Art. 145 e nos incisos I, II e III, &amp;sect; 1&amp;deg;, com os seus incisos I e II, &amp;sect;2&amp;deg;, com os seus incisos I e II e &amp;sect; 3&amp;deg;, com os seus incisos I e II, do Art. 156, da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Federativa do Brasil, sobre o Sistema Tribut&amp;aacute;rio Municipal, as normas gerais de direito tribut&amp;aacute;rio, aplic&amp;aacute;veis ao Munic&amp;iacute;pio, sem preju&amp;iacute;zo, com base no inciso I do art. 30 da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Federativa do Brasil, da Legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre Assuntos de interesse local, em observ&amp;acirc;ncia ao inciso II do Art. 30 da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Federativa do Brasil, e da suplementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal e Estadual, no que couber. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIVRO I &lt;br /&gt;SISTEMA TRIBUT&amp;Aacute;RIO MUNICIPAL &lt;br /&gt;T&amp;Iacute;TULO I &lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO I &lt;br /&gt;DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES GERAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2&amp;deg; - O Sistema Tribut&amp;aacute;rio Municipal &amp;eacute; regido: &lt;br /&gt;I - pela Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal; &lt;br /&gt;II - pelo C&amp;oacute;digo Tribut&amp;aacute;rio Nacional, institu&amp;iacute;do pela Lei Complementar federal n&amp;deg; 5.172, de 25 de outubro de 1966; &lt;br /&gt;III - pelas demais leis complementares federais, instituidoras de normas gerais de direito tribut&amp;aacute;rio, desde que, conforme prescreve o &amp;sect; 5&amp;deg; do art. 34 dos Atos das Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Constitucionais Transit&amp;oacute;rias, compat&amp;iacute;veis com o novo sistema tribut&amp;aacute;rio nacional; &lt;br /&gt;IV - pelas resolu&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Senado Federal; &lt;br /&gt;V - pelas leis ordin&amp;aacute;rias federais, pela Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Estadual e pelas leis complementares e ordin&amp;aacute;rias estaduais, nos limites das respectivas compet&amp;ecirc;ncias; &lt;br /&gt;Art&amp;deg; 3&amp;deg; - Tributo &amp;eacute; toda a presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o pecuni&amp;aacute;ria compuls&amp;oacute;ria, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que n&amp;atilde;o constitua san&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ato il&amp;iacute;cito, institu&amp;iacute;da em Lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. &lt;br /&gt;Art. 4&amp;deg; - A natureza jur&amp;iacute;dica espec&amp;iacute;fica do tributo &amp;eacute; determinada pelo fato gerador da respectiva obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sendo irrelevante para qualific&amp;aacute;-la: &lt;br /&gt;I - a denomina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e demais caracter&amp;iacute;sticas formais adotadas pela Lei; &lt;br /&gt;II - a destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal do produto da suas arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;Art. 5&amp;deg; - Os tributos s&amp;atilde;o IMPOSTOS, taxas e contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de melhoria decorrente de obras p&amp;uacute;blicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;T&amp;Iacute;TULO II &lt;br /&gt;COMPET&amp;Ecirc;NCIA TRIBUT&amp;Aacute;RIA &lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO I &lt;br /&gt;DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES GERAIS&lt;br /&gt;Art. 6&amp;deg; - O sistema tribut&amp;aacute;rio municipal &amp;eacute; composto por: &lt;br /&gt;I - IMPOSTOS: &lt;br /&gt;a) sobre a propriedade predial e territorial urbana; &lt;br /&gt;b) sobre a Transmiss&amp;atilde;o "inter vivos", a qualquer t&amp;iacute;tulo, por ato oneroso, de bens im&amp;oacute;veis, por natureza ou acess&amp;atilde;o f&amp;iacute;sica, e de direitos reais sobre im&amp;oacute;veis, exceto os de garantia, bem como cess&amp;atilde;o de direitos da suas aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;c) sobre servi&amp;ccedil;os de qualquer natureza, n&amp;atilde;o compreendidos no inciso II do art. 155, da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Federativa do Brasil, definidos em Lei complementar federal; &lt;br /&gt;II - taxas: &lt;br /&gt;a) em raz&amp;atilde;o do exerc&amp;iacute;cio do poder de pol&amp;iacute;cia: &lt;br /&gt;1 - de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de funcionamento; &lt;br /&gt;2 - de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sanit&amp;aacute;ria; &lt;br /&gt;3 - de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de an&amp;uacute;ncio; &lt;br /&gt;4 - de funcionamento de estabelecimento em hor&amp;aacute;rio extraordin&amp;aacute;rio; &lt;br /&gt;5 - de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de exerc&amp;iacute;cio de atividade ambulante, eventual e feirante; &lt;br /&gt;6 - de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de obra particular; &lt;br /&gt;7 - de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de perman&amp;ecirc;ncia no solo, em &amp;aacute;reas, em vias e em logradouros p&amp;uacute;blicos; &lt;br /&gt;8 - de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de passagem no subsolo e no sobre o solo, em &amp;aacute;reas, em vias e em logradouros p&amp;uacute;blicos. &lt;br /&gt;b) pela utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetiva ou potencial, de servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos espec&amp;iacute;ficos e divis&amp;iacute;veis, prestados ao contribuinte ou postos a sua disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o: &lt;br /&gt;1 - de servi&amp;ccedil;o de limpeza p&amp;uacute;blica; &lt;br /&gt;III - contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de melhoria, decorrente de obras p&amp;uacute;blicas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO II &lt;br /&gt;LIMITA&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES DO PODER DE TRIBUTAR&lt;br /&gt;Art. 7&amp;deg; - Sem preju&amp;iacute;zo de outras garantias asseguradas ao contribuinte &amp;eacute; vedado ao Munic&amp;iacute;pio: &lt;br /&gt;I - exigir ou aumentar tributo sem Lei que o estabele&amp;ccedil;a; &lt;br /&gt;II - instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o equivalente, proibida qualquer distin&amp;ccedil;&amp;atilde;o em raz&amp;atilde;o de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional ou fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o por eles exercida, independentemente da denomina&amp;ccedil;&amp;atilde;o jur&amp;iacute;dica dos rendimentos, t&amp;iacute;tulos ou direitos; &lt;br /&gt;III - cobrar tributos: &lt;br /&gt;a) em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a fatos geradores ocorridos antes da vig&amp;ecirc;ncia da Lei que os houver institu&amp;iacute;do o aumentado; no mesmo exerc&amp;iacute;cio financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou; &lt;br /&gt;IV - utilizar tributo com efeito de confisco; &lt;br /&gt;V - instituir IMPOSTOS sobre: &lt;br /&gt;a) patrim&amp;ocirc;nio ou servi&amp;ccedil;os, da Uni&amp;atilde;o e do Estado; &lt;br /&gt;b) templos de qualquer culto; &lt;br /&gt;c) patrim&amp;ocirc;nio ou servi&amp;ccedil;os dos partidos pol&amp;iacute;ticos, inclusive suas funda&amp;ccedil;&amp;otilde;es, das entidades sindicais dos trabalhadores, das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de assist&amp;ecirc;ncia social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei; &lt;br /&gt;d) livros, jornais e peri&amp;oacute;dicos. &lt;br /&gt;e) autarquias e funda&amp;ccedil;&amp;otilde;es institu&amp;iacute;das e mantidas pelo Poder P&amp;uacute;blico, no que se refere ao patrim&amp;ocirc;nio e aos servi&amp;ccedil;os, vinculados a sua finalidades essenciais ou &amp;agrave;s delas decorrentes. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;deg; - A veda&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o Munic&amp;iacute;pio instituir IMPOSTOS sobre patrim&amp;ocirc;nio ou servi&amp;ccedil;os, da Uni&amp;atilde;o e do Estado: &lt;br /&gt;I - n&amp;atilde;o se aplica ao patrim&amp;ocirc;nio e aos servi&amp;ccedil;os: &lt;br /&gt;a) relacionados com explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atividades econ&amp;ocirc;micas regidas pelas normas aplic&amp;aacute;veis a empreendimentos privados; em que haja contrapresta&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou pagamento de pre&amp;ccedil;os ou tarifas pelo usu&amp;aacute;rio; &lt;br /&gt;II - n&amp;atilde;o exonera o promitente comprador da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pagar imposto relativamente ao bem im&amp;oacute;vel; &lt;br /&gt;III - aplica-se, exclusivamente, aos servi&amp;ccedil;os pr&amp;oacute;prios da Uni&amp;atilde;o e do Estado, bem como aos inerentes aos seus objetivos, n&amp;atilde;o sendo extensiva ao patrim&amp;ocirc;nio e aos servi&amp;ccedil;os: &lt;br /&gt;a) de suas empresas p&amp;uacute;blicas; &lt;br /&gt;b) de suas sociedades de economia mista; &lt;br /&gt;c) de suas delegadas, autorizadas, permission&amp;aacute;rias e concess&amp;otilde;es de servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;deg; A veda&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o Munic&amp;iacute;pio instituir IMPOSTOS sobre templos de qualquer culto, compreende somente o patrim&amp;ocirc;nio e os servi&amp;ccedil;os relacionados com as suas finalidades essenciais. &lt;br /&gt;&amp;sect; 3&amp;deg; A veda&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o Munic&amp;iacute;pio instituir IMPOSTOS sobre patrim&amp;ocirc;nio ou servi&amp;ccedil;os dos partidos pol&amp;iacute;ticos, inclusive suas funda&amp;ccedil;&amp;otilde;es, das entidades sindicais dos trabalhadores, das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de assist&amp;ecirc;ncia social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da Lei: &lt;br /&gt;I - compreende somente o patrim&amp;ocirc;nio relacionado com as finalidades essenciais das entidades mencionadas; &lt;br /&gt;II - aplica-se, exclusivamente, aos servi&amp;ccedil;os relacionados com as finalidades essenciais das entidades mencionadas, bem como os, diretamente, relacionados com os objetivos das entidades mencionadas, previstos nos respectivos estatutos ou atos constitutivos; &lt;br /&gt;III - est&amp;aacute; subordinada &amp;agrave; observ&amp;acirc;ncia, por parte das entidades mencionadas, dos seguintes requisitos: &lt;br /&gt;a) n&amp;atilde;o distribu&amp;iacute;rem qualquer parcela de seu patrim&amp;ocirc;nio ou de suas rendas, a qualquer t&amp;iacute;tulo; &lt;br /&gt;b) aplicarem integralmente, no pa&amp;iacute;s, os seus recursos na manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus objetivos institucionais; manterem escritura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de suas receitas e despesas em Livros revestidos de formalidades capazes de assegurar a sua exatid&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;&amp;sect; 4&amp;deg; - Na falta de cumprimento do disposto nos incisos I, II e III, "a", "b" e "c" , do &amp;sect; 3&amp;deg; ou do &amp;sect; 6&amp;deg;, deste art. 7&amp;deg;, a autoridade competente pode suspender a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do benef&amp;iacute;cio. &lt;br /&gt;&amp;sect; 5&amp;deg; - A veda&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o Munic&amp;iacute;pio instituir IMPOSTOS sobre patrim&amp;ocirc;nio ou servi&amp;ccedil;os, das autarquias e das funda&amp;ccedil;&amp;otilde;es institu&amp;iacute;das e mantidas pelo Poder P&amp;uacute;blico: &lt;br /&gt;I - refere-se, apenas, ao patrim&amp;ocirc;nio e aos servi&amp;ccedil;os, vinculados as suas finalidades essenciais ou &amp;agrave;s delas decorrentes; &lt;br /&gt;II - n&amp;atilde;o se aplica ao patrim&amp;ocirc;nio e aos servi&amp;ccedil;os: &lt;br /&gt;a) relacionados com explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atividades econ&amp;ocirc;micas regidas pelas normas aplic&amp;aacute;veis a empreendimentos privados; &lt;br /&gt;b) em que haja contrapresta&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou pagamento de pre&amp;ccedil;os ou tarifas pelo usu&amp;aacute;rio; &lt;br /&gt;III - n&amp;atilde;o exonera o promitente comprador da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pagar imposto relativamente ao bem im&amp;oacute;vel. &lt;br /&gt;&amp;sect; 6&amp;deg; - A veda&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o Munic&amp;iacute;pio instituir IMPOSTOS sobre o patrim&amp;ocirc;nio ou os Servi&amp;ccedil;os das entidades mencionadas no inciso V deste art. 7&amp;deg;, n&amp;atilde;o exclui a tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por Lei, &amp;agrave;s entidades nele referidas, da condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de respons&amp;aacute;veis pelos tributos que lhes caiba reter na fonte, e n&amp;atilde;o as dispensam da pr&amp;aacute;tica de atos, previstas em Lei, assecurat&amp;oacute;rios do cumprimento de obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es tribut&amp;aacute;rias por terceiros. &lt;br /&gt;VI - estabelecer diferen&amp;ccedil;a tribut&amp;aacute;ria entre bens e servi&amp;ccedil;os, de qualquer natureza, em raz&amp;atilde;o de suas proced&amp;ecirc;ncia ou destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUT&amp;Aacute;RIO &lt;br /&gt;T&amp;Iacute;TULO III &lt;br /&gt;LEGISLA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O TRIBUT&amp;Aacute;RIA &lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO I &lt;br /&gt;NORMAS GERAIS&lt;br /&gt;Art. 8&amp;deg;. A legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria municipal compreende as Leis, os Decretos e as normas complementares que versem, no todo ou em parte, sobre tributos de compet&amp;ecirc;ncia municipal. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. S&amp;atilde;o normas complementares das Leis e Decretos: &lt;br /&gt;I - as Portarias, as instru&amp;ccedil;&amp;otilde;es, avisos, ordens de servi&amp;ccedil;o e outros atos normativos expedidos pelas autoridades administrativas; &lt;br /&gt;II - as decis&amp;otilde;es dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os componentes das inst&amp;acirc;ncias administrativas; &lt;br /&gt;III - as pr&amp;aacute;ticas reiteradamente observadas pelas autoridades administrativas; &lt;br /&gt;IV - os conv&amp;ecirc;nios que o Munic&amp;iacute;pio celebre com as entidades da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta ou indireta, da Uni&amp;atilde;o, Estado ou Munic&amp;iacute;pios. &lt;br /&gt;Art. 9&amp;deg; Somente a Lei pode estabelecer: &lt;br /&gt;I - a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a majora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o fato gerador, a base de c&amp;aacute;lculo e a al&amp;iacute;quota de tributos; &lt;br /&gt;II - a comina&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a dispensa ou a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de penalidades para as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou omiss&amp;otilde;es contr&amp;aacute;rias a seus dispositivos; &lt;br /&gt;III - as hip&amp;oacute;teses de exclus&amp;atilde;o, suspens&amp;atilde;o e extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios e fiscais. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; Constitui majora&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tributo a modifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de suas base de c&amp;aacute;lculo, que importe em torn&amp;aacute;-lo mais ou menos oneroso. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2.&amp;ordm; N&amp;atilde;o constitui majora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tributo a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o monet&amp;aacute;ria de suas base de c&amp;aacute;lculo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO II &lt;br /&gt;VIG&amp;Ecirc;NCIA&lt;br /&gt;Art. 10. Entram em vigor: &lt;br /&gt;I - na data de suas publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, as Portarias, as instru&amp;ccedil;&amp;otilde;es, avisos, ordens de servi&amp;ccedil;os e outros atos normativos expedidos pelas autoridades administrativas; &lt;br /&gt;II - 30 (trinta) dias ap&amp;oacute;s a data da suas publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, as decis&amp;otilde;es dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os componentes das inst&amp;acirc;ncias administrativas; &lt;br /&gt;III - na data neles prevista, os conv&amp;ecirc;nios que o Munic&amp;iacute;pio celebre com as entidades da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta ou indireta, da Uni&amp;atilde;o, Estado, ou Munic&amp;iacute;pios; &lt;br /&gt;IV - no primeiro dia do exerc&amp;iacute;cio seguinte &amp;agrave;quele em que ocorra a sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os dispositivos de Lei que: &lt;br /&gt;a) instituem, majorem ou definem novas hip&amp;oacute;teses de incid&amp;ecirc;ncia de tributos; &lt;br /&gt;b) extinguem ou reduzem isen&amp;ccedil;&amp;otilde;es, n&amp;atilde;o concedidas por prazo certo e nem em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de determinadas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, salvo se a Lei dispuser de maneira mais favor&amp;aacute;vel ao contribuinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO III &lt;br /&gt;APLICA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&lt;br /&gt;Art. II. A Legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria aplica-se imediatamente aos fatos geradores futuros e aos pendentes. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. Fatos geradores pendentes s&amp;atilde;o aqueles que se iniciaram, mas ainda n&amp;atilde;o se completaram pela inexist&amp;ecirc;ncia de todas as circunst&amp;acirc;ncias materiais necess&amp;aacute;rias e indispens&amp;aacute;veis &amp;agrave; produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seus efeitos ou desde que se n&amp;atilde;o tenham constitu&amp;iacute;do a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o jur&amp;iacute;dica em que eles assentam. &lt;br /&gt;Art. 12. A Lei aplica-se ao ato ou fato pret&amp;eacute;ritos: &lt;br /&gt;I - em qualquer caso, quando seja expressamente interpretativa, exclu&amp;iacute;da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de penalidade &amp;agrave; infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos dispositivos interpretados; &lt;br /&gt;II - tratando-se de ato n&amp;atilde;o definitivamente julgado: &lt;br /&gt;a) quando deixe de defini-lo como infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;b) quando deixe de trat&amp;aacute;-lo como contr&amp;aacute;rio a qualquer exig&amp;ecirc;ncia de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou omiss&amp;atilde;o, desde que n&amp;atilde;o tenha sido fraudulento e n&amp;atilde;o tenha implicado falta de pagamento de tributo; &lt;br /&gt;c) quando lhe comine penalidade menos severa que a prevista na Lei vigente ao tempo do tributo; &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. Lei interpretativa &amp;eacute; aquela que interpreta outra, no sentido de esclarecer e suprir as suas obscuridades e ambig&amp;uuml;idades, aclarando as suas d&amp;uacute;vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO IV &lt;br /&gt;INTERPRETA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&lt;br /&gt;Art. 13. Na aus&amp;ecirc;ncia de disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o expressa, a autoridade competente para aplicar a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria utilizar&amp;aacute; sucessivamente, na ordem indicada: &lt;br /&gt;I - a analogia; &lt;br /&gt;II - os princ&amp;iacute;pios gerais de direito tribut&amp;aacute;rio; &lt;br /&gt;III - os princ&amp;iacute;pios gerais de direito P&amp;uacute;blico; &lt;br /&gt;IV - a eq&amp;uuml;idade. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; O emprego da analogia n&amp;atilde;o poder&amp;aacute; resultar na exig&amp;ecirc;ncia de tributo n&amp;atilde;o previsto em lei. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; O emprego da eq&amp;uuml;idade n&amp;atilde;o poder&amp;aacute; resultar na dispensa do pagamento de tributo devido. &lt;br /&gt;Art. 14. Interpreta-se literalmente a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria que disponha sobre: &lt;br /&gt;I - suspens&amp;atilde;o ou exclus&amp;atilde;o do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio; &lt;br /&gt;II - outorga de isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;III - dispensa do cumprimento de obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es acess&amp;oacute;rias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;T&amp;Iacute;TULO IV &lt;br /&gt;OBRIGA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O TRIBUT&amp;Aacute;RIA &lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO I &lt;br /&gt;DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES GERAIS&lt;br /&gt;Art. 15. A obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria &amp;eacute; principal ou acess&amp;oacute;ria. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; A obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal surge com a ocorr&amp;ecirc;ncia do fato gerador, tem por objeto o pagamento de tributo ou penalidade pecuni&amp;aacute;ria e extingue-se juntamente com o cr&amp;eacute;dito dela decorrente. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; A obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o acess&amp;oacute;ria decorre da Legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria e tem por objeto as presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, positivas ou negativas, nela previstas no interesse da arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou da fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos tributos. &lt;br /&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; A obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o acess&amp;oacute;ria, pelo simples fato da suas inobserv&amp;acirc;ncia, converte-se em obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal relativamente &amp;agrave; penalidade pecuni&amp;aacute;ria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO II &lt;br /&gt;FATO GERADOR&lt;br /&gt;Art 16. Fato gerador da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal &amp;eacute; a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o definida em lei como necess&amp;aacute;ria e suficiente &amp;agrave; suas ocorr&amp;ecirc;ncia. &lt;br /&gt;Art. 17. Fato gerador da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o acess&amp;oacute;ria &amp;eacute; qualquer situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que, na forma da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o aplic&amp;aacute;vel, imp&amp;otilde;e a pr&amp;aacute;tica ou a absten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ato que n&amp;atilde;o configure obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal. &lt;br /&gt;Art. 18. Salvo disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Lei em contr&amp;aacute;rio, considera-se ocorrido o fato gerador e existente os seus efeitos: &lt;br /&gt;I - tratando-se de situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fato, desde o momento em que se verifiquem as circunst&amp;acirc;ncias materiais necess&amp;aacute;rias a que produza os efeitos que normalmente lhe s&amp;atilde;o pr&amp;oacute;prios; &lt;br /&gt;II - tratando-se de situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o jur&amp;iacute;dica, desde o momento em que esteja definitivamente constitu&amp;iacute;da, nos termos do direito aplic&amp;aacute;vel, sendo que os atos ou neg&amp;oacute;cios condicionais reputam-se perfeitos e acabados: &lt;br /&gt;a) sendo suspensiva a condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desde o momento de seu implemento; &lt;br /&gt;b) sendo resolut&amp;oacute;ria a condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desde o momento da pr&amp;aacute;tica do ato ou da celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do neg&amp;oacute;cio. &lt;br /&gt;Art. 19. A defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal do fato gerador &amp;eacute; interpretada abstraindo-se: &lt;br /&gt;I - da validade jur&amp;iacute;dica dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes, respons&amp;aacute;veis, ou terceiros, bem como da natureza do seu objeto ou dos seus efeitos; &lt;br /&gt;II - dos efeitos dos fatos efetivamente ocorridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO III &lt;br /&gt;SUJEITO ATIVO&lt;br /&gt;Art. 20. Sujeito ativo da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; a Prefeitura Municipal, pessoa jur&amp;iacute;dica de direito p&amp;uacute;blico titular da compet&amp;ecirc;ncia para exigir o seu cumprimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO IV &lt;br /&gt;SUJEITO PASSIVO &lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I &lt;br /&gt;Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Gerais&lt;br /&gt;Art. 21. Sujeito passivo da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal &amp;eacute; a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade pecuni&amp;aacute;ria. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. O sujeito passivo da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal diz-se: &lt;br /&gt;I - contribuinte, quando tenha rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o pessoal e direta com a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que constitua o respectivo fato gerador; &lt;br /&gt;II - respons&amp;aacute;vel, quando, sem revestir a condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contribuinte, suas obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o decorra de disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Lei. &lt;br /&gt;Art. 22. Sujeito passivo da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o acess&amp;oacute;ria &amp;eacute; a pessoa obrigada &amp;agrave;s presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es que constituam o seu objeto. &lt;br /&gt;Art 23. As conven&amp;ccedil;&amp;otilde;es particulares, relativas &amp;agrave; responsabilidade pelo pagamento de tributos, n&amp;atilde;o podem ser opostas &amp;agrave; Fazenda P&amp;uacute;blica Municipal, para modificar a defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal do sujeito passivo das obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es tribut&amp;aacute;rias correspondentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II &lt;br /&gt;Solidariedade&lt;br /&gt;Art. 24. S&amp;atilde;o solidariamente obrigadas: &lt;br /&gt;I - as pessoas que tenham interesse comum na situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que constitua o fato gerador da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal; &lt;br /&gt;II - as pessoas expressamente designadas por tel. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. A solidariedade n&amp;atilde;o comporta benef&amp;iacute;cio de ordem. &lt;br /&gt;Art. 25. S&amp;atilde;o os seguintes os efeitos da solidariedade: &lt;br /&gt;I - o pagamento efetuado por um dos obrigados aproveita aos demais; &lt;br /&gt;II - a isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou remiss&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito exonera todos os obrigados, salvo se outorgada pessoalmente a um deles, subsistindo, nesse caso, a solidariedade quanto aos demais pelo saldo; &lt;br /&gt;III - a interrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o da prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em favor ou contra um dos obrigados, favorece ou prejudica aos demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o III &lt;br /&gt;Capacidade Tribut&amp;aacute;ria&lt;br /&gt;Art. 26. A capacidade tribut&amp;aacute;ria passiva independe: &lt;br /&gt;I - da capacidade civil das pessoas naturais; &lt;br /&gt;II - de achar-se a pessoa natural sujeita a medidas que importem priva&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o do exerc&amp;iacute;cio de atividades civis, comerciais ou profissionais, ou da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta de seus bens ou neg&amp;oacute;cios; &lt;br /&gt;III - de estar a pessoa jur&amp;iacute;dica regularmente constitu&amp;iacute;da, configure uma unidade econ&amp;ocirc;mica ou profissional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o IV&lt;br /&gt;Domic&amp;iacute;lio Tribut&amp;aacute;rio &lt;br /&gt;Art. 27. Na falta de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelo contribuinte ou respons&amp;aacute;vel, de domic&amp;iacute;lio tribut&amp;aacute;rio, considera-se como tal: &lt;br /&gt;I - tratando-se de pessoa f&amp;iacute;sica, o lugar onde reside, e, n&amp;atilde;o sendo este conhecido, o lugar onde se encontre a sede habitual de suas atividades ou neg&amp;oacute;cios; &lt;br /&gt;II - tratando-se de pessoa jur&amp;iacute;dica de direito privado, local de qualquer de seus estabelecimentos; &lt;br /&gt;III - tratando de pessoa jur&amp;iacute;dica de direito P&amp;uacute;blico, o local da sede de qualquer de suas reparti&amp;ccedil;&amp;otilde;es administrativas; &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; Quando n&amp;atilde;o couber a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das regras fixadas em qualquer dos incisos deste Art., considerar-se-&amp;aacute; como domic&amp;iacute;lio tribut&amp;aacute;rio do contribuinte ou respons&amp;aacute;vel o lugar da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos bens ou da ocorr&amp;ecirc;ncia dos atos ou fatos que deram origem &amp;agrave; obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; A Autoridade Fiscal pode recusar o domic&amp;iacute;lio eleito, quando impossibilite ou dificulte a arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;Art. 28. O domic&amp;iacute;lio tribut&amp;aacute;rio ser&amp;aacute; consignado nas peti&amp;ccedil;&amp;otilde;es, guias e outros documentos que os obrigados dirijam ou devam apresentar &amp;agrave; Fazenda P&amp;uacute;blica Municipal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO V&lt;br /&gt;Responsabilidade Tribut&amp;aacute;ria&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I&lt;br /&gt;Disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o Geral&lt;br /&gt;Art. 29. A responsabilidade pelo cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal pode ser atribu&amp;iacute;da, de forma expressa, a terceira pessoa, vinculada ao fato gerador da respectiva obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, excluindo a responsabilidade do contribuinte ou atribuindo-a a este em car&amp;aacute;ter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II&lt;br /&gt;Responsabilidade dos Sucessores&lt;br /&gt;Art. 30. Os cr&amp;eacute;ditos Tribut&amp;aacute;rios relativos a IMPOSTOS cujo fato gerador seja a propriedade, o dom&amp;iacute;nio &amp;uacute;til ou a posse de bens im&amp;oacute;veis, e bem assim os relativos a taxas pela presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os referentes a tais bens, ou a contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de melhoria, sub-roga-se na pessoa dos respectivos adquirentes, salvo quando conste do t&amp;iacute;tulo a prova de suas quita&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. No caso de arremata&amp;ccedil;&amp;atilde;o em hasta p&amp;uacute;blica, a sub-roga&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorre sobre o respectivo pre&amp;ccedil;o. &lt;br /&gt;Art. 31. S&amp;atilde;o pessoalmente respons&amp;aacute;veis: &lt;br /&gt;I - o adquirente ou remitente, pelos tributos relativos aos bens adquiridos ou remidos; &lt;br /&gt;II - o sucessor a qualquer t&amp;iacute;tulo e o c&amp;ocirc;njuge meeiro, pelos tributos devidos pelo de cujus at&amp;eacute; a data da partilha ou adjudica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, limitada esta responsabilidade ao montante do quinh&amp;atilde;o, do legado ou da mea&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;III - o esp&amp;oacute;lio, pelos tributos devidos pelo de cujus at&amp;eacute; a data da abertura da sucess&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;Art. 32. A pessoa jur&amp;iacute;dica de direito privado que resultar de fus&amp;atilde;o, transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou incorpora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de outra ou em outra &amp;eacute; respons&amp;aacute;vel pelos tributos devidos at&amp;eacute; a data do ato pelas pessoas jur&amp;iacute;dicas de direito privado fusionadas, transformadas ou incorporadas. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. O disposto neste Art. Aplica-se aos casos de extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pessoas jur&amp;iacute;dicas de direito privado, quando a explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o da respectiva atividade seja continuada por qualquer s&amp;oacute;cio remanescente, ou seu esp&amp;oacute;lio, sob a mesma ou outra raz&amp;atilde;o social, ou sob firma individual. &lt;br /&gt;Art 33. A pessoa natural ou jur&amp;iacute;dica de direito privado que adquirir de outra, por qualquer t&amp;iacute;tulo, fundo de com&amp;eacute;rcio ou estabelecimento comercial, industrial ou profissional, e continuar a respectiva explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sob a mesma ou outra raz&amp;atilde;o social ou sob firma ou nome individual, responde pelos tributos, relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido, devidos at&amp;eacute; a data do ato: &lt;br /&gt;I - integralmente, se o alienante cessar a explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do com&amp;eacute;rcio, ind&amp;uacute;stria ou atividade; &lt;br /&gt;II - subsidiariamente com o alienante, se este prosseguir na explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou iniciar dentro de &amp;eacute; (seis) meses, a contar da data da aliena&amp;ccedil;&amp;atilde;o, nova atividade no mesmo ou em outro ramo de com&amp;eacute;rcio, ind&amp;uacute;stria ou profiss&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;III - as ind&amp;uacute;strias, pelo IMPOSTOS devidos de guarda e vigil&amp;acirc;ncia, conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o e limpeza, manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de m&amp;aacute;quinas e equipamentos em geral, e outros servi&amp;ccedil;os terceirizados constantes da lista de servi&amp;ccedil;os do C&amp;oacute;digo Tribut&amp;aacute;rio Municipal. &lt;br /&gt;IV - Os bancos e demais entidades financeiras, pelos IMPOSTOS devidos sobre os servi&amp;ccedil;os de guarda e vigil&amp;acirc;ncia, de conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o e limpeza e de transporte, coleta remessa ou entrega de valores; &lt;br /&gt;V - as empresas e entidades que explorem loterias e outros jogos, inclusive apostas, pelo imposto devido sobre as comiss&amp;otilde;es pagas aos seus agentes, revendedores ou concession&amp;aacute;rios; &lt;br /&gt;VI - as operadoras tur&amp;iacute;sticas, pelo imposto devido sobre as comiss&amp;otilde;es pagas a seus agentes e intermedi&amp;aacute;rios; &lt;br /&gt;VII - as ag&amp;ecirc;ncias de propaganda, pelo imposto devido pelos prestadores de servi&amp;ccedil;os de produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es e arte-finaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;VIII - as entidades da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos poderes do Munic&amp;iacute;pio, pelo imposto sobre Servi&amp;ccedil;os de Qualquer Natureza. &lt;br /&gt;&amp;sect; - 1&amp;ordm; A responsabilidade de que trata este artigo ser&amp;aacute; satisfeita mediante pagamento do imposto retido, calculado sobre o pre&amp;ccedil;o do servi&amp;ccedil;o prestado, aplicada al&amp;iacute;quota correspondente &amp;agrave; atividade exercida. &lt;br /&gt;&amp;sect; - 2&amp;ordm; A substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria prevista neste artigo n&amp;atilde;o exclui a responsabilidade supletiva do prestador de servi&amp;ccedil;o. &lt;br /&gt;&amp;sect; - 3&amp;ordm; A responsabilidade que trata esta Lei &amp;eacute; inerente a todas as pessoa referidas no "caput" deste artigo, ainda que alcan&amp;ccedil;adas por imunidade ou isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria. &lt;br /&gt;Art. 34 - N&amp;atilde;o ocorrer&amp;aacute; responsabilidade tribut&amp;aacute;ria quando o prestador de servi&amp;ccedil;o gozar de isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou imunidade tribut&amp;aacute;ria. &lt;br /&gt;Art. 35 - As hip&amp;oacute;teses de substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o previstas nesta Lei, s&amp;oacute; se aplicam quando as fontes pagadoras forem estabelecidas no Munic&amp;iacute;pio. &lt;br /&gt;Art. 36 - As hip&amp;oacute;teses de substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o previstas nesta Lei se aplicam a todos os servi&amp;ccedil;os prestados no Munic&amp;iacute;pio, sendo irrelevantes, para este fim, as denomina&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sede, filial, ag&amp;ecirc;ncia, escrit&amp;oacute;rio de representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sucursal, contrato, ou quaisquer outras que venham a ser utilizadas. &lt;br /&gt;&amp;sect; - 1&amp;ordm; - O imposto dever&amp;aacute; ser recolhido at&amp;eacute; o dia 10 (dez) do m&amp;ecirc;s seguinte ao de compet&amp;ecirc;ncia, ficando sujeito, a partir do dia seguinte ao da data &amp;agrave; incid&amp;ecirc;ncia de juros de mora de 1% (um por cento) ao m&amp;ecirc;s e multa de 10% (dez por cento). &lt;br /&gt;&amp;sect; - 2&amp;ordm; - A multa de mora incidir&amp;aacute; a partir do dia seguinte ao da data assinalada para o cumprimento da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o; os juros, a contar do in&amp;iacute;cio do m&amp;ecirc;s seguinte. &lt;br /&gt;&amp;sect; - 3&amp;ordm; - O pagamento do imposto ser&amp;aacute; efetuado atrav&amp;eacute;s de guia de recolhimento pr&amp;oacute;pria. &lt;br /&gt;Art. 37 - Os contribuintes alcan&amp;ccedil;ados pela reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do imposto manter&amp;atilde;o controle em separado das opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es sujeitas a esse regime, na seguinte conformidade: &lt;br /&gt;I - no livro de registro do ISSQN, essas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es dever&amp;atilde;o ser escrituradas em folha distinta daquela utilizada para o registro das demais presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de servi&amp;ccedil;o realizadas a cada quinzena; &lt;br /&gt;II - na nota fiscal do servi&amp;ccedil;o ou documento equivalente, dever&amp;aacute; ser destacado o valor do imposto retido na fonte. &lt;br /&gt;Art. 38 - Est&amp;atilde;o sujeitos a Inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Cadastro de Contribuintes da Divis&amp;atilde;o de Arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Secret&amp;aacute;ria Municipal de Finan&amp;ccedil;as, os subt&amp;iacute;tulos tribut&amp;aacute;rios referidos nesta Lei. &lt;br /&gt;&amp;sect; - 1&amp;ordm; - A inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; procedida no prazo de at&amp;eacute; 30 (trinta) dias, contados do registro dos atos constitutivos no &amp;oacute;rg&amp;atilde;o competente. &lt;br /&gt;&amp;sect; - 2&amp;ordm; - A fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o fazend&amp;aacute;ria poder&amp;aacute; promover, de of&amp;iacute;cio, inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o, altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es cadastrais ou cancelamento de inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sem preju&amp;iacute;zo da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das penalidades cab&amp;iacute;veis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o III&lt;br /&gt;Responsabilidade de Terceiros&lt;br /&gt;Art. 39. Nos casos de impossibilidade de exig&amp;ecirc;ncia do cumprimento da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal pelo contribuinte, respondem solidariamente com este nos atos em que intervierem ou pelas omiss&amp;otilde;es de que forem respons&amp;aacute;veis: &lt;br /&gt;I - os pais, pelos tributos devidos por seus filhos menores; &lt;br /&gt;II - os tutores e curadores, pelos tributos devidos por seus tutelados ou curatelados; &lt;br /&gt;III - os administradores de bens de terceiros, pelos tributos devidos por estes; &lt;br /&gt;IV - o inventariante, pelos tributos devidos pelo esp&amp;oacute;lio; &lt;br /&gt;V - o s&amp;iacute;ndico e o comiss&amp;aacute;rio, pelos tributos devidos pela massa falida ou pelo concordat&amp;aacute;rio; &lt;br /&gt;VI - os tabeli&amp;atilde;es, escriv&amp;otilde;es e demais serventu&amp;aacute;rios de of&amp;iacute;cio, pelos tributos devidos sobre os atos praticados por eles, ou perante eles, em raz&amp;atilde;o do seu of&amp;iacute;cio; &lt;br /&gt;VII - os s&amp;oacute;cios, no caso de liquida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sociedade de pessoas. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. O disposto neste Art. s&amp;oacute; se aplica, em mat&amp;eacute;ria de penalidades, &amp;agrave;s de car&amp;aacute;ter morat&amp;oacute;rio. &lt;br /&gt;Art. 40. S&amp;atilde;o pessoalmente respons&amp;aacute;veis pelos cr&amp;eacute;ditos correspondentes a obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es tribut&amp;aacute;rias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Lei, contrato social ou estatutos: &lt;br /&gt;I - pessoas referidas no Art. 39 desta Lei; &lt;br /&gt;II - as mandat&amp;aacute;rios, prepostos e empregados; &lt;br /&gt;III - as diretores, gerentes ou representantes de pessoas jur&amp;iacute;dicas de direito privado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o IV&lt;br /&gt;Responsabilidade Por Infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;br /&gt;Art. 41. A responsabilidade por infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria independe da inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do agente ou do respons&amp;aacute;vel e da efetividade, natureza e extens&amp;atilde;o dos efeitos do ato. &lt;br /&gt;Art. 42. A responsabilidade &amp;eacute; pessoal ao agente: &lt;br /&gt;I - quanto &amp;agrave;s infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es conceituadas por lei como crimes ou contraven&amp;ccedil;&amp;otilde;es, salvo quando praticadas no exerc&amp;iacute;cio regular de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mandato, fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cargo ou emprego, ou no cumprimento de ordem expressa emitida por quem de direito; &lt;br /&gt;II - quanto &amp;agrave;s infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es em cuja defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o o dolo espec&amp;iacute;fico do agente seja elementar; &lt;br /&gt;III - quanto &amp;agrave;s infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es que decorram direta e exclusivamente de dolo espec&amp;iacute;fico: &lt;br /&gt;a) das pessoas referidas nesta Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o, contra aquelas por quem respondem; &lt;br /&gt;b) dos mandat&amp;aacute;rios, prepostos ou empregados, contra seus mandantes, preponentes ou empregadores; &lt;br /&gt;c) dos diretores, gerentes ou representantes de pessoas jur&amp;iacute;dicas de direito privado, contra estas. &lt;br /&gt;Art. 43. A responsabilidade &amp;eacute; exclu&amp;iacute;da pela den&amp;uacute;ncia espont&amp;acirc;nea da infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, acompanhada, se for o caso, do pagamento do tributo devido e dos juros de mora, ou de dep&amp;oacute;sito da import&amp;acirc;ncia arbitrada pela autoridade administrativa, quando o montante do tributo dependa de apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. N&amp;atilde;o se considera espont&amp;acirc;neo a den&amp;uacute;ncia apresentada ap&amp;oacute;s o in&amp;iacute;cio de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, relacionados com a infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o V&lt;br /&gt;Reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Fonte&lt;br /&gt;Art. 44 - A fim de ordenar a cobran&amp;ccedil;a do ISSQN do Munic&amp;iacute;pio na fonte pagadora (Reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o na fonte), a empresa tomadora de servi&amp;ccedil;os, para efeito de recolhimento do Imposto sobre Servi&amp;ccedil;os de Qualquer Natureza - I.S.S.Q.N., respons&amp;aacute;vel pela reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do referido imposto, nos casos abaixo relacionados: &lt;br /&gt;Quando o prestador de servi&amp;ccedil;os n&amp;atilde;o comprovar a devida inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o no setor competente da Prefeitura; &lt;br /&gt;Quando n&amp;atilde;o houve a emiss&amp;atilde;o de Nota Fiscal, por parte do Prestador de Servi&amp;ccedil;o obrigado a emiti-la; &lt;br /&gt;e Quando o prestador de servi&amp;ccedil;o na &amp;aacute;rea de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o civil, tiver prestando servi&amp;ccedil;o neste Munic&amp;iacute;pio. &lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo 1&amp;ordm; - O descumprimento do disposto no "caput" deste artigo implica no recolhimento total do tributo, acrescido das penalidades previstas nesta Lei Complementar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VI&lt;br /&gt;Dedu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Material&lt;br /&gt;Art. 45 - Para efeito da dedu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do valor de materiais adquiridos de terceiros e utilizados em obras, e do valor das subempreitadas j&amp;aacute; tributado pelo imposto sobre servi&amp;ccedil;os -ISS, relativo &amp;agrave;s atividades dos itens 32 e 34 da lista de servi&amp;ccedil;os de ISS ser&amp;aacute; considerado, para efeito dedu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de material, o percentual de at&amp;eacute; 40% (quarenta por cento) do pre&amp;ccedil;o total do servi&amp;ccedil;o cobrado. &lt;br /&gt;Art. 46 - Excetua-se do disposto acima a firma de atividades de terraplanagem que, para ter considerada a dedu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos valores correspondentes aos materiais de terceiros e utilizados em obras de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o civil, ter&amp;aacute; que comprov&amp;aacute;-los atrav&amp;eacute;s das respectivas notas fiscais. &lt;br /&gt;Art. 47 - O livro de registro de Servi&amp;ccedil;os Prestados, adotado pela Secret&amp;aacute;ria Municipal de Finan&amp;ccedil;as, ser&amp;aacute; escriturado na coluna "N&amp;atilde;o Tribut&amp;aacute;vel" com os valores das opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es isentas do ISSQN ou dos valores de materiais adquiridos de terceiras utilizados para fins de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o civil, quando a dedu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a base de c&amp;aacute;lculo do ISS for superior a 40% do pre&amp;ccedil;o do servi&amp;ccedil;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO VI&lt;br /&gt;OBRIGA&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES ACESS&amp;Oacute;RIAS&lt;br /&gt;Art. 48. Os contribuintes, ou quaisquer respons&amp;aacute;veis por tributos s&amp;atilde;o obrigados a cumprir as determina&amp;ccedil;&amp;otilde;es destas leis, das leis subseq&amp;uuml;entes de mesma natureza, bem como dos atos nela previstos, estabelecidos com o fim de facilitar o lan&amp;ccedil;amento, a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a cobran&amp;ccedil;a dos tributos. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; Sem preju&amp;iacute;zo do que vier a ser estabelecido de maneira especial, os contribuintes respons&amp;aacute;veis por tributos est&amp;atilde;o obrigados: &lt;br /&gt;I - a apresentar declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es e guias e a escriturar em Livros pr&amp;oacute;prios os fatos geradores da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria, segundo as normas desta Lei e dos respectivos regulamentos; &lt;br /&gt;II - a conservar e apresentar ao fisco, quando solicitado, qualquer documento que, de algum modo se refira a opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que constituam fato gerador de obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es tribut&amp;aacute;rias ou que sirva como comprovante da veracidade dos dados consignados em guias e documentos fiscais; &lt;br /&gt;III - a prestar, sempre que solicitados pelas autoridades competentes, informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e esclarecimentos que, a ju&amp;iacute;zo do fisco se refiram a fatos geradores de obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es tribut&amp;aacute;rias; &lt;br /&gt;IV - de modo geral, a facilitar, por todos os meios a seu alcance, as tarefas de cadastramento, lan&amp;ccedil;amento, fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e cobran&amp;ccedil;a dos tributos devidos ao er&amp;aacute;rio municipal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO VII&lt;br /&gt;CONSTITUI&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DO CR&amp;Eacute;DITO TRIBUT&amp;Aacute;RIO&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I&lt;br /&gt;Lan&amp;ccedil;amento&lt;br /&gt;Art. 49. O Lan&amp;ccedil;amento &amp;eacute; o ato privativo da autoridade administrativa destinado a tomar exeq&amp;uuml;&amp;iacute;vel o cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio, mediante verifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ocorr&amp;ecirc;ncia da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria, o c&amp;aacute;lculo do montante do tributo devido, a identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do contribuinte, e, sendo o caso, a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de penalidade cab&amp;iacute;vel. &lt;br /&gt;Art. 50. O ato de lan&amp;ccedil;amento &amp;eacute; vinculado e obrigat&amp;oacute;rio, sob pena de responsabilidade funcional, ressalvadas as hip&amp;oacute;teses de exclus&amp;atilde;o ou suspens&amp;atilde;o do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio previstas nesta Lei. &lt;br /&gt;Art. 51. O lan&amp;ccedil;amento reporta-se a data em que haja surgido a obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria principal e rege-se pela lei ent&amp;atilde;o vigente, ainda que posteriormente modificada ou revogada. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. Aplica-se ao lan&amp;ccedil;amento a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o que, posteriormente ao nascimento da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o instituindo novos crit&amp;eacute;rios de apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da base de c&amp;aacute;lculo, haja estabelecido novos m&amp;eacute;todos de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ampliando os poderes de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o das autoridades administrativas, ou outorgando maiores garantias e privil&amp;eacute;gios &amp;agrave; Fazenda P&amp;uacute;blica Municipal, exceto, no &amp;uacute;ltimo caso, para atribuir responsabilidade tribut&amp;aacute;ria a terceiros. &lt;br /&gt;Art. 52. Os atos formais relativos aos lan&amp;ccedil;amentos dos tributos ficar&amp;atilde;o a cargo do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o fazend&amp;aacute;rio competente. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. A omiss&amp;atilde;o ou erro de lan&amp;ccedil;amento n&amp;atilde;o isenta o contribuinte do cumprimento da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o fiscal. &lt;br /&gt;Art. 53 O lan&amp;ccedil;amento efetuar-se-&amp;aacute; com base em dados constantes do Cadastro Fiscal e declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es apresentadas pelos contribuintes, nas formas e &amp;eacute;pocas estabelecidas nesta lei. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; As declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es dever&amp;atilde;o conter todos os elementos e dados necess&amp;aacute;rios ao conhecimento do fato gerador das obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es tribut&amp;aacute;rias e a verifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do montante do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio correspondente. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; O &amp;oacute;rg&amp;atilde;o fazend&amp;aacute;rio competente examinar&amp;aacute; as declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es para verificar a exatid&amp;atilde;o dos dados nelas consignados. &lt;br /&gt;Art. 54. Com o fim de obter elementos que lhe permita verificar a exatid&amp;atilde;o das declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es apresentadas pelos contribuintes e respons&amp;aacute;veis, e determinar, com precis&amp;atilde;o, a natureza e o montante dos respectivos cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios, o &amp;oacute;rg&amp;atilde;o fazend&amp;aacute;rio competente poder&amp;aacute;: &lt;br /&gt;I - exigir, a qualquer tempo, a exibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de livros fiscais e comprovantes dos atos e opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es que possam constituir fatos geradores de obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es tribut&amp;aacute;rias; &lt;br /&gt;II - fazer dilig&amp;ecirc;ncias, levantamentos e plant&amp;otilde;es nos locais ou estabelecimentos onde se exercerem as atividades sujeitas a obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es tribut&amp;aacute;rias ou servi&amp;ccedil;os que constituam mat&amp;eacute;ria impon&amp;iacute;vel; &lt;br /&gt;III - exigir informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es escritas ou verbais; &lt;br /&gt;IV - notificar, para comparecer &amp;agrave;s reparti&amp;ccedil;&amp;otilde;es da prefeitura, o contribuinte ou respons&amp;aacute;vel; &lt;br /&gt;V - requisitar o auxilio da for&amp;ccedil;a policial para levar a efeito as apreens&amp;otilde;es inspe&amp;ccedil;&amp;otilde;es e interdi&amp;ccedil;&amp;otilde;es fiscais. &lt;br /&gt;Art. 55. O lan&amp;ccedil;amento dos tributos e suas modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es ser&amp;atilde;o comunicados aos contribuintes, individual ou globalmente, a crit&amp;eacute;rio da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o: &lt;br /&gt;I - atrav&amp;eacute;s de notifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta, feita como aviso, para servir como guia de recolhimento; &lt;br /&gt;II - atrav&amp;eacute;s de edital publicado no &amp;oacute;rg&amp;atilde;o oficial; &lt;br /&gt;III - atrav&amp;eacute;s de edital afixado na Prefeitura. &lt;br /&gt;Art. 56. O lan&amp;ccedil;amento regularmente notificado ao sujeito passivo s&amp;oacute; pode ser alterado em virtude de: &lt;br /&gt;I - impugna&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sujeito passivo; &lt;br /&gt;II - recurso de of&amp;iacute;cio; &lt;br /&gt;III - iniciativa de oficio da autoridade administrativa, nos casos previsto nesta Lei.&lt;br /&gt;Art. 57. A modifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o introduzida, de of&amp;iacute;cio ou em conseq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia de decis&amp;atilde;o administrativa ou judicial, nos crit&amp;eacute;rios jur&amp;iacute;dicos adotados pela autoridade administrativa no exerc&amp;iacute;cio do lan&amp;ccedil;amento somente pode ser efetivada, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a um mesmo sujeito passivo, quanto a fato gerador ocorrido posteriormente &amp;agrave; sua introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II&lt;br /&gt;Modalidades do Lan&amp;ccedil;amento&lt;br /&gt;Art 58. O Lan&amp;ccedil;amento &amp;eacute; efetuado com base na declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sujeito passivo ou de terceiro, quando um ou outro, na forma da Legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria, presta &amp;agrave; autoridade administrativa informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre mat&amp;eacute;ria de fato, indispens&amp;aacute;veis &amp;agrave; sua efetiva&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;deg; A retifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o por iniciativa do pr&amp;oacute;prio declarante, quando vise a reduzir ou a excluir tributo, s&amp;oacute; &amp;eacute; admiss&amp;iacute;vel mediante comprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do erro em que se funde, e antes de notificado o lan&amp;ccedil;amento. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;deg; Os erros contidos na declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o e apur&amp;aacute;veis pelo seu exame ser&amp;atilde;o retificados de of&amp;iacute;cio pela autoridade administrativa a que competir a revis&amp;atilde;o daquela. &lt;br /&gt;Art. 59. Antes de extinto o direito da Fazenda P&amp;uacute;blica Municipal, o lan&amp;ccedil;amento, decorrente ou n&amp;atilde;o de arbitramento, poder&amp;aacute; ser efetuado ou revisto de of&amp;iacute;cio, quando: &lt;br /&gt;I - o contribuinte ou o respons&amp;aacute;vel n&amp;atilde;o houver prestado declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou a mesma apresentar-se inexata, por serem falsos ou err&amp;ocirc;neos os fatos consignados; &lt;br /&gt;II - tendo prestado declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o contribuinte ou o respons&amp;aacute;vel deixar de atender satisfatoriamente, no prazo e formas legais, pedido de esclarecimento formulado pela autoridade competente; &lt;br /&gt;III - por omiss&amp;atilde;o, erro, dolo, fraude ou simula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sujeito passivo ou de terceiros em beneficio daquele, tenha se baseado em dados cadastrais ou declarados que sejam falsos ou inexatos; &lt;br /&gt;IV - deva ser apreciado fato n&amp;atilde;o conhecido ou n&amp;atilde;o aprovado por ocasi&amp;atilde;o do lan&amp;ccedil;amento anterior; &lt;br /&gt;V - se comprovar que, no lan&amp;ccedil;amento anterior ocorreu dolo, fraude, simula&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou falta funcional da autoridade que o efetuou ou omiss&amp;atilde;o, pela mesma autoridade de ato ou formalidade essencial &lt;br /&gt;VI - se verificar a superveni&amp;ecirc;ncia de fatores ou provas irrecus&amp;aacute;veis incidentes sobre os elementos que constituem cada lan&amp;ccedil;amento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO VIII&lt;br /&gt;SUSPENS&amp;Atilde;O &lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I&lt;br /&gt;Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Gerais&lt;br /&gt;Art. 60. Suspendem a exigibilidade do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio: &lt;br /&gt;I - morat&amp;oacute;ria; &lt;br /&gt;II - o dep&amp;oacute;sito do seu montante integral ou penhora suficiente de bens &lt;br /&gt;III - as reclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es, os recursos e as consultas, nos termos dos dispositivos legais reguladores do processo Tribut&amp;aacute;rio fiscal; &lt;br /&gt;IV - a concess&amp;atilde;o de medida liminar em mandado de seguran&amp;ccedil;a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II&lt;br /&gt;Morat&amp;oacute;ria &lt;br /&gt;Art. 61. O Munic&amp;iacute;pio poder&amp;aacute; conceder morat&amp;oacute;ria, em car&amp;aacute;ter geral e individual, suspendendo a exigibilidade de cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios e fiscais, mediante despacho do Prefeito, desde que autorizada em Lei espec&amp;iacute;fica. &lt;br /&gt;Art. 62. A lei que conceder morat&amp;oacute;ria em car&amp;aacute;ter geral ou autorize sua concess&amp;atilde;o em car&amp;aacute;ter individual especificar&amp;aacute;, sem preju&amp;iacute;zo de outros requisitos &lt;br /&gt;I - o prazo de dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do favor; &lt;br /&gt;II - as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es da concess&amp;atilde;o do favor em car&amp;aacute;ter individuaL &lt;br /&gt;III - sendo caso: &lt;br /&gt;a) os cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios e fiscais a que se aplica; &lt;br /&gt;b) o n&amp;uacute;mero de presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e seus vencimentos, dentro do prazo a que se refere a inciso I, podendo atribuir a fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uns e de outros &amp;agrave; autoridade administrativa, para cada caso de concess&amp;atilde;o em car&amp;aacute;ter individual; &lt;br /&gt;c) as garantias que devem ser fornecidas pelo benefici&amp;aacute;rio no caso de concess&amp;atilde;o em car&amp;aacute;ter individual. &lt;br /&gt;Art. 63. A morat&amp;oacute;ria abrange, t&amp;atilde;o-somente, os cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios e fiscais constitu&amp;iacute;dos &amp;agrave; data da Lei ou do despacho que a conceder, ou cujo lan&amp;ccedil;amento j&amp;aacute; tenha sido iniciado &amp;agrave;quela data por ato regularmente notificado ao sujeito passivo. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. A morat&amp;oacute;ria n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; concedida nos casos de dolo, fraude ou simula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sujeito passivo ou de terceiros em beneficio daquele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO IX&lt;br /&gt;EXTIN&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I&lt;br /&gt;Modalidades&lt;br /&gt;Art. 64. Extinguem o cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio: &lt;br /&gt;I - a pagamento; &lt;br /&gt;II - a compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;III - a transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;IV -a remiss&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;V - a prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a decad&amp;ecirc;ncia; &lt;br /&gt;VI - a convers&amp;atilde;o de dep&amp;oacute;sito em renda; &lt;br /&gt;VII - a pagamento antecipado e a homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do lan&amp;ccedil;amento; &lt;br /&gt;VIII - a consigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o em pagamento; &lt;br /&gt;IX - a decis&amp;atilde;o administrativa irreform&amp;aacute;vel, assim entendida a definitiva na &amp;oacute;rbita administrativa, que n&amp;atilde;o mais possa ser objeto de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o anulat&amp;oacute;ria; &lt;br /&gt;X - a decis&amp;atilde;o judicial passada em julgado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II&lt;br /&gt;Cobran&amp;ccedil;a e do Recolhimento&lt;br /&gt;Art. 65. A cobran&amp;ccedil;a do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;ria e fiscal far-se-&amp;aacute;: &lt;br /&gt;I - para pagamento via cobran&amp;ccedil;a banc&amp;aacute;ria; &lt;br /&gt;II - por procedimento amig&amp;aacute;vel; &lt;br /&gt;III - mediante a&amp;ccedil;&amp;atilde;o executiva. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;deg; A cobran&amp;ccedil;a e o recolhimento do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal far-se-&amp;atilde;o pela forma e nos prazos fixados por ato do PODER EXECUTIVO. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; Recolhimento do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal poder&amp;aacute; ser feito atrav&amp;eacute;s de entidades p&amp;uacute;blicas ou privadas, devidamente autorizadas pelo Secret&amp;aacute;rio, respons&amp;aacute;vel pela &amp;aacute;rea fazend&amp;aacute;ria. &lt;br /&gt;Art. 66. O cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal n&amp;atilde;o quitado at&amp;eacute; a seu vencimento a sujeito &amp;agrave; incid&amp;ecirc;ncia de: &lt;br /&gt;I - juros de mora de 1% (um por cento) ao m&amp;ecirc;s ou fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, contados da data do vencimento; &lt;br /&gt;II - multa morat&amp;oacute;ria: &lt;br /&gt;a) em se tratando de recolhimento espont&amp;acirc;neo: &lt;br /&gt;a.1) de 5% (cinco por cento) do valor corrigido do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio, se recolhido dentro de 30 (trinta) dias contados da data do vencimento; &lt;br /&gt;a.2) de 10% (dez por cento) do valor corrigido do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio, se recolhido entre 31 (trinta e um) a 60 (sessenta) dias cantadas da data do vencimento; &lt;br /&gt;a.3) de 20% (vinte por cento) do valor corrigido do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio, se recolhido ap&amp;oacute;s 61 (sessenta e um) dias contadas da data do vencimento; &lt;br /&gt;III - corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o monet&amp;aacute;ria, calculada da data do vencimento do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;ria, at&amp;eacute; o efetivo pagamento, nos termos da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica. &lt;br /&gt;Art. 67. Os Documentos de Arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Receitas Municipais referentes a cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios e fiscais vencidos ter&amp;atilde;o validade de 5 (cinco) dias, contados a partir da data de sua emiss&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;Art. 68. O Documento de Arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Receitas Municipais, declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es e quaisquer outros documentos necess&amp;aacute;rios ao cumprimento do disposto nesta Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o, obedecer&amp;atilde;o aos modelos aprovados pelo secret&amp;aacute;rio, respons&amp;aacute;vel pela &amp;aacute;rea fazend&amp;aacute;ria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o III&lt;br /&gt;Parcelamento&lt;br /&gt;Art. 69. Poder&amp;aacute; ser parcelado, a requerimento do contribuinte, o cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal, vencido h&amp;aacute; mais de 06 (seis) meses, que: &lt;br /&gt;I - inscrito ou n&amp;atilde;o em D&amp;iacute;vida Ativa, ainda que ajuizada &amp;agrave; sua cobran&amp;ccedil;a, com ou sem tr&amp;acirc;nsito em julgado; &lt;br /&gt;II - tenha sido objeta de notifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou autua&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;III - denunciado espontaneamente pelo contribuinte. &lt;br /&gt;Art. 70. O parcelamento de cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal, quando ajuizado. dever&amp;aacute; ser precedido do pagamento das custas e honor&amp;aacute;rios advocat&amp;iacute;cios. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. Deferido o parcelamento, a Secret&amp;aacute;ria de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos autorizar&amp;aacute; a suspens&amp;atilde;o da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o fiscal, enquanto estiver sendo cumprido a parcelamento. &lt;br /&gt;Art. 71. Fica atribu&amp;iacute;da, ao Diretor respons&amp;aacute;vel pela &amp;aacute;rea fazend&amp;aacute;ria, a compet&amp;ecirc;ncia para despachar as pedidos de parcelamento. &lt;br /&gt;Art. 72. O parcelamento poder&amp;aacute; ser concedido, a crit&amp;eacute;rio da autoridade competente, em at&amp;eacute; 24 (vinte e quatro) parcelas mensais, dependendo do valor do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio, atualizadas segundo a varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Unidade Fiscal do Munic&amp;iacute;pio -UFMI, ou outro &amp;iacute;ndice que venha a substitu&amp;iacute;-la, obedecendo ao seguinte crit&amp;eacute;rio: &lt;br /&gt;I - At&amp;eacute; 05 (cinco) parcelas, com o acr&amp;eacute;scimo de 1% (um por cento) por parcela, calculados sobre o total do d&amp;eacute;bito; &lt;br /&gt;II - de 06 (seis) a 10 (dez) parcelas, com o acr&amp;eacute;scimo de 2% (dois por cento) por parcelas, calculados sobre o total do d&amp;eacute;bito; &lt;br /&gt;III - de II (onze) a 15 (quinze) parcelas, com o acr&amp;eacute;scimo de 3% (tr&amp;ecirc;s por cento) por parcelas, calculados sobre o total do d&amp;eacute;bito;&lt;br /&gt;IV - de 16 (dezesseis) a 24 (vinte e quatro) parcelas, com o acr&amp;eacute;scimo de 4% (quatro por cento) por parcelas, calculados sobre o total do d&amp;eacute;bito; &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. O valor m&amp;iacute;nimo de cada parcela ser&amp;aacute; equivalente a: &lt;br /&gt;I -50 (cinq&amp;uuml;enta) UFMI, em se tratando de contribuinte pessoa f&amp;iacute;sica; &lt;br /&gt;II -100 (cem) UFMI, em se tratando de contribuinte pessoa jur&amp;iacute;dica. &lt;br /&gt;Art. 73. A Quantidade de parcelas ser&amp;aacute; determinada conforme tabela anexa a esta Lei. &lt;br /&gt;Art. 74. A primeira parcela vencer&amp;aacute; 5 (cinco) dias ap&amp;oacute;s a concess&amp;atilde;o do parcelamento e as demais no mesmo dia dos meses subseq&amp;uuml;entes. &lt;br /&gt;Art. 75. Vencidas e n&amp;atilde;o quitadas, 3 (tr&amp;ecirc;s) parcelas consecutivas, perder&amp;aacute; o contribuinte os benef&amp;iacute;cios desta Lei, sendo procedida, no caso de cr&amp;eacute;dito n&amp;atilde;o inscrito em D&amp;iacute;vida Ativa, a inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o do remanescente para cobran&amp;ccedil;a judicial. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;deg; Em se tratando de cr&amp;eacute;dito j&amp;aacute; inscrito em D&amp;iacute;vida Ativa, preceder-se-&amp;aacute; a imediata cobran&amp;ccedil;a judicial do remanescente. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;deg; Em se tratando de cr&amp;eacute;dito cuja cobran&amp;ccedil;a esteja ajuizada e suspensa, dar-se-&amp;aacute; prosseguimento imediato &amp;agrave; a&amp;ccedil;&amp;atilde;o de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o fiscal. &lt;br /&gt;Art. 76. O pedido de parcelamento dever&amp;aacute; ser formulado pelo sujeito passivo da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria ou fiscal, ap&amp;oacute;s a assinatura do Termo de Reconhecimento de D&amp;iacute;vida. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. A simples confiss&amp;atilde;o da D&amp;iacute;vida, acompanhada do seu pedido de parcelamento, n&amp;atilde;o configura den&amp;uacute;ncia espont&amp;acirc;nea. &lt;br /&gt;Art. 77. Tratando-se de parcelamento de cr&amp;eacute;dito denunciado espontaneamente, referente a IMPOSTOS cuja forma de lan&amp;ccedil;amento seja por homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, esta dever&amp;aacute; ser promovida pelo &amp;oacute;rg&amp;atilde;o competente ap&amp;oacute;s a quita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &amp;uacute;ltima parcela. &lt;br /&gt;Art. 78. Executado os casos de autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o legislativa ou mandato judicial, &amp;eacute; vedado ao funcion&amp;aacute;rio p&amp;uacute;blico receber tributos com descontos ou dispensa de obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal ou acess&amp;oacute;ria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o IV&lt;br /&gt;Restitui&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou Pagamento Indevido&lt;br /&gt;Art. 79. O Contribuinte tem direito, independentemente de pr&amp;eacute;vio protesto, a restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o total ou parcial do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal, seja qual a modalidade de seu pagamento, nos seguintes casos: &lt;br /&gt;I - cobran&amp;ccedil;a ou pagamento espont&amp;acirc;neo de cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal ou maior que o devido em face desta Lei, ou de natureza ou circunst&amp;acirc;ncias materiais do fato gerador efetivamente ocorrido; &lt;br /&gt;II - erro na identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do contribuinte, na determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da al&amp;iacute;quota. aplic&amp;aacute;vel, no c&amp;aacute;lculo do montante do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal, ou na elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou confer&amp;ecirc;ncia de qualquer documento relativo ao pagamento, &lt;br /&gt;III - reforma, anula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revoga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou rescis&amp;atilde;o de decis&amp;atilde;o condenat&amp;oacute;ria. &lt;br /&gt;Art. 80. A restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o total ou parcial do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal d&amp;aacute; lugar a restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, na mesma. propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos juros de mora e das penalidades pecuni&amp;aacute;rias, salvo as referentes a infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es de car&amp;aacute;ter formal, que n&amp;atilde;o se devam reputar prejudicadas pela causa assecurat&amp;oacute;ria da restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. A restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o vence juros n&amp;atilde;o capitaliz&amp;aacute;veis, a partir do tr&amp;acirc;nsito em julgado da decis&amp;atilde;o definitiva que a determinar. &lt;br /&gt;Art. 81. O direito de pleitear a restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o extingue-se com o decurso do prazo de 5 (cinco) anos, contados: &lt;br /&gt;I - nas hip&amp;oacute;teses previstas nos itens I e II do Art. pr&amp;eacute;-anterior, da data do recolhimento indevido &lt;br /&gt;II - nas hip&amp;oacute;teses. previstas no item III do Art. pr&amp;eacute;-anterior, da data em que se tomar definitiva a decis&amp;atilde;o administrativa, ou passar em julgado a decis&amp;atilde;o judicial que tenha reformado, anulado, revogado ou rescindido a decis&amp;atilde;o condenat&amp;oacute;ria. &lt;br /&gt;Art. 82. Prescreve em 2 (dois) anos a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o anulat&amp;oacute;ria a decis&amp;atilde;o administrativa que denegar a restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. O prazo de prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; interrompido pelo in&amp;iacute;cio da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o judicial, recome&amp;ccedil;ando seu curso, por metade, a partir da data da intima&amp;ccedil;&amp;atilde;o validamente feita ao representante judicial da Fazenda P&amp;uacute;blica Municipal &lt;br /&gt;Art. 83. Quando se tratar de cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal indevidamente arrecadado, por motivo de erro cometido pelo fisco, ou pelo contribuinte, e apurado pela autoridade competente, a restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; feita do of&amp;iacute;cio, mediante determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Secret&amp;aacute;rio, respons&amp;aacute;vel pela &amp;aacute;rea fazend&amp;aacute;ria, em representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o formulada pelo &amp;oacute;rg&amp;atilde;o fazend&amp;aacute;rio e devidamente processada. &lt;br /&gt;Art. 84. A restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal, mediante requerimento do contribuinte ou apurada pelo &amp;oacute;rg&amp;atilde;o competente, ficar&amp;aacute; sujeita &amp;agrave; atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o monet&amp;aacute;ria, calculada a. partir da data do recolhimento indevido. &lt;br /&gt;Art. 85. O pedido de restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; indeferido se o requerente criar qualquer obst&amp;aacute;culo ao exame de sua escrita ou documentos, quando se torne necess&amp;aacute;rio a verifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da proced&amp;ecirc;ncia da medida, a ju&amp;iacute;zo da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;Art. 86. Atendendo &amp;agrave; natureza e ao montante do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio Fiscal a ser restitu&amp;iacute;do, poder&amp;aacute; o Secret&amp;aacute;rio, respons&amp;aacute;vel pela &amp;aacute;rea fazend&amp;aacute;ria, determinar que a restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o se processe atrav&amp;eacute;s da compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o V&lt;br /&gt;Compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da Transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;Art. 87. O Secret&amp;aacute;rio, respons&amp;aacute;vel pela &amp;aacute;rea fazend&amp;aacute;ria, poder&amp;aacute; &lt;br /&gt;I - autorizar a compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;ditos l&amp;iacute;quidos e certos, vencidos ou vincendos, do sujeito passivo contra a Fazenda P&amp;uacute;blica Municipal; &lt;br /&gt;II - propor a celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, entre o Munic&amp;iacute;pio e o sujeito passivo, mediante concess&amp;otilde;es m&amp;uacute;tuas, de transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a termina&amp;ccedil;&amp;atilde;o do lit&amp;iacute;gio e conseq&amp;uuml;ente extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios e fiscais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VI&lt;br /&gt;Remiss&amp;atilde;o&lt;br /&gt;Art. 88. O Prefeito Municipal, por despacho fundamentado, poder&amp;aacute;: &lt;br /&gt;I - conceder remiss&amp;atilde;o, total ou parcial, do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal, condicionada &amp;agrave; observ&amp;acirc;ncia de pelo menos um dos seguintes requisitos: &lt;br /&gt;a) comprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica do sujeito passivo n&amp;atilde;o permite a liquida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seu d&amp;eacute;bito; &lt;br /&gt;b) constata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de erro ou ignor&amp;acirc;ncia escus&amp;aacute;veis do sujeito passivo, quanto &amp;agrave; mat&amp;eacute;ria de fato; &lt;br /&gt;c) diminuta import&amp;acirc;ncia de cr&amp;eacute;dito Tribut&amp;aacute;rio e fiscal; &lt;br /&gt;d) considera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de eq&amp;uuml;idade, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com as caracter&amp;iacute;sticas pessoais ou materiais do caso; &lt;br /&gt;II - cancelar administrativamente, de of&amp;iacute;cio, o cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal, quando: &lt;br /&gt;a) estiver prescrito; &lt;br /&gt;b) inscrito em D&amp;iacute;vida ativa, for de at&amp;eacute; 100,00 (cem UFMl), tomando a cobran&amp;ccedil;a ou execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o antiecon&amp;ocirc;mica. &lt;br /&gt;Art. 89. A remiss&amp;atilde;o n&amp;atilde;o se aplica aos casos em que o sujeito passivo tenha agido com dolo, fraude ou simula&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VII&lt;br /&gt;Decad&amp;ecirc;ncia.&lt;br /&gt;Art. 90. O direito de a Fazenda P&amp;uacute;blica Municipal constituir o cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio extingue-se ap&amp;oacute;s 5 (cinco) anos contados: &lt;br /&gt;I - da data da ocorr&amp;ecirc;ncia do fato gerador, quando se tratar de lan&amp;ccedil;amento por homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o; salvo nos casos de dolo, fraude ou simula&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;II - do primeiro dia do exerc&amp;iacute;cio seguinte aquele em que o lan&amp;ccedil;amento poderia ter sido efetuado; &lt;br /&gt;III - da data em que se tomar definitiva a decis&amp;atilde;o que houver anulado, por v&amp;iacute;cio formal o lan&amp;ccedil;amento anteriormente efetuado. &lt;br /&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO. O direito a que se refere este Art. extingue-se definitivamente com o decurso do prazo nele previsto, contado da data em que tenha sido iniciada a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio pela Notifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ao sujeito passivo, de qualquer medida preparat&amp;oacute;ria indispens&amp;aacute;vel ao lan&amp;ccedil;amento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VIII&lt;br /&gt;Proscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;Art. 91. A a&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a cobran&amp;ccedil;a de cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio e fiscal prescreve em 5 (cinco) anos, contados: &lt;br /&gt;I - da data da suas constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o definitiva; &lt;br /&gt;II - do t&amp;eacute;rmino do exerc&amp;iacute;cio dentro do qual aqueles se tomarem devidos, no caso de lan&amp;ccedil;amento direto &lt;br /&gt;Art. 92. Interrompe-se a prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o da D&amp;iacute;vida Fiscal: &lt;br /&gt;I - pela confiss&amp;atilde;o e parcelamento do d&amp;eacute;bito, por parte do devedor; &lt;br /&gt;II - pela concess&amp;atilde;o de prazos especiais para esse fim &lt;br /&gt;III - pela distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o executiva fiscal; &lt;br /&gt;IV - pela apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do documento comprobat&amp;oacute;rio da D&amp;iacute;vida, em ju&amp;iacute;zo de invent&amp;aacute;rio ou concurso de credores. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;deg; O prazo da prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o interrompido pela confiss&amp;atilde;o e parcelamento da D&amp;iacute;vida ativa fiscal recome&amp;ccedil;a a fluir no dia em que o devedor deixa de cumprir o acordo celebrado. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;deg; Enquanto n&amp;atilde;o for localizado a devedor ou encontra dos bens sobre os quais possa recair a penhora, n&amp;atilde;o correr&amp;aacute; o prazo de prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;Art. 93. A inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios e n&amp;atilde;o-tribut&amp;aacute;rios, na D&amp;iacute;vida Ativa da Fazenda P&amp;uacute;blica Municipal, suspender&amp;aacute; a prescri&amp;ccedil;&amp;atil</descricao><criado>2001-12-20 00:00:00</criado><alterado>2001-12-20 00:00:00</alterado></item><item><id>694</id><titulo>Altera dispositivos da Lei 852/97 de 30 de outubro de 1997 e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias:</titulo><numero>856</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>1997-11-15 00:00:00</aprovada><slug>altera-dispositivos-da-lei-852-97-de-30-de-outubro-de-1997-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA/ SERGIPE, no uso de suas atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es legais, Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:&#13;
&lt;p&gt;ART. 1&amp;ordm; - A Lei n&amp;ordm; 852/97, passa a vigorar com a seguinte reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;Iacute;TULO I&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Gerais&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Todos os assuntos relacionados com as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de ser&amp;atilde;o regidos pelas disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es contidas nesta Lei, nas normas t&amp;eacute;cnicas especiais, portarias e resolu&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a serem determinadas pela Secretaria Municipal de Sa&amp;uacute;de, respeitadas, no que couber a Legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal, Estadual vigente e a Lei Org&amp;acirc;nica Municipal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - &amp;Eacute; reconhecido o direito do indiv&amp;iacute;duo, como sujeito das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e servi&amp;ccedil;os em sa&amp;uacute;de de:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I. Ter garantido e respeitado o sigilo sobre os dados pessoais revelados.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II. Obter informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e esclarecimentos adequados a respeito das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de prestados, sobre situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es atinentes &amp;agrave; sa&amp;uacute;de coletiva e, quando for o caso, sobre se estado de sa&amp;uacute;de, a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do quadro nosol&amp;oacute;gico e poss&amp;iacute;veis alternativas de tratamento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III. Decidir livremente sobre a aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou recusa &amp;agrave; assist&amp;ecirc;ncia oferecida pelo servi&amp;ccedil;o de sa&amp;uacute;de e pela sociedade, salvo em caso que caracterizem riscos &amp;agrave; sa&amp;uacute;de da coletividade.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;ordm; - O Munic&amp;iacute;pio possuir&amp;aacute; AUDITORIA, incumbida de detectar e tecer den&amp;uacute;ncias e reclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es referente &amp;agrave;s a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de, encaminhado-as aos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os competente para provid&amp;ecirc;ncias necess&amp;aacute;rias com vistas &amp;agrave; solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos problemas detectados.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;ordm; - Constitui dever do Munic&amp;iacute;pio consolidar o direito de cidadania, configurando sa&amp;uacute;de como processo social que determina &amp;agrave;s pessoas e &amp;agrave; coletividade condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de bem - estar f&amp;iacute;sico e mental.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;ordm; - Os recursos financeiros do SUS ser&amp;atilde;o depositados em conta especial, movimentada pela Secretaria Municipal de Sa&amp;uacute;de sob fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho Municipal de Sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - A gest&amp;atilde;o financeira se far&amp;aacute; por meio do Fundo Municipal de Sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Taxas, multas, emolumentos e pre&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos arrecadados em &amp;acirc;mbito do SUS ser&amp;atilde;o repassados pelo Munic&amp;iacute;pio ao Fundo Municipal de Sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 6&amp;ordm; - O Gestor Municipal de Sa&amp;uacute;de observar&amp;aacute; no planejamento e na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos servi&amp;ccedil;os, as diretrizes da pol&amp;iacute;tica nacional e estadual de sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 7&amp;ordm; - Ser&amp;aacute; garantida a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o popular na gest&amp;atilde;o do Sistema Municipal de Sa&amp;uacute;de em &amp;acirc;mbito Municipal, atrav&amp;eacute;s do Conselho Municipal de Sa&amp;uacute;de e das Confer&amp;ecirc;ncias Municipais de Sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 8&amp;ordm; - Sujeitam-se a esta Legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o os estabelecimentos de servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de e de interesse &amp;agrave; sa&amp;uacute;de, sejam de car&amp;aacute;ter privado, p&amp;uacute;blico ou filantr&amp;oacute;pico, assim como outros locais que ofere&amp;ccedil;am riscos &amp;agrave; sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO I&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Das Compet&amp;ecirc;ncias e Atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 9&amp;ordm; - O Munic&amp;iacute;pio poder&amp;aacute;, atrav&amp;eacute;s de seus &amp;oacute;rg&amp;atilde;os competentes, utilizar-se da rede de servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos como campo de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o ensino, a pesquisa e o treinamento em sa&amp;uacute;de p&amp;uacute;blica.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 10&amp;ordm;- Sem preju&amp;iacute;zo de outras atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e as conferidas pelos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os oficiais, compete &amp;agrave; Secretaria Municipal de Sa&amp;uacute;de:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I. Promover por todos os meios o planejamento, educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, controle e execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de vigil&amp;acirc;ncia e fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sanit&amp;aacute;ria, em todo territ&amp;oacute;rio do Munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II. Planejar e organizar os servi&amp;ccedil;os de aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e vigil&amp;acirc;ncia &amp;agrave; sa&amp;uacute;de individual e coletiva, tendo como base o perfil epidemiol&amp;oacute;gico do Munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III. Prestar assist&amp;ecirc;ncia individual e coletiva &amp;agrave; popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por meio de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o, promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o e recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sa&amp;uacute;de, garantindo acesso igualit&amp;aacute;rio e universal em todos os n&amp;iacute;veis de complexidade.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV. Celebrar conv&amp;ecirc;nios com institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de car&amp;aacute;ter p&amp;uacute;blico, filantr&amp;oacute;pico e privado, visando ao melhor cumprimento desta Lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V. Celebrar cons&amp;oacute;rcios intermunicipais, visando &amp;agrave; integralidade e &amp;agrave;s melhorias na qualidade dos servi&amp;ccedil;os prestados, assim como o controle de produtos de interesse da sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VI. Garantir a adequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos recursos humanos dispon&amp;iacute;veis no setor sa&amp;uacute;de &amp;agrave;s necessidades especificas da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e servi&amp;ccedil;os a serem prestados.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VII. Promover a capacita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos recursos humanos existentes no SUS, visando a aumentar a efici&amp;ecirc;ncia dos servi&amp;ccedil;os no setor de sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VIII. Promover, orientar e coordenar estudos de interesse da sa&amp;uacute;de p&amp;uacute;blica.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IX. Fiscalizar, controlar e avaliar os procedimentos, equipamentos e tecnologias utilizados no SUS.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;X. Prestar assist&amp;ecirc;ncia farmac&amp;ecirc;utica aos usu&amp;aacute;rios do SUS, garantindo maior acessibilidade aos medicamentos e componentes farmac&amp;ecirc;uticos b&amp;aacute;sicos, atrav&amp;eacute;s da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, controle, fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos mesmos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XI. Na contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de pelo SUS, considerar padr&amp;otilde;es de qualidade dos equipamentos, produtos e procedimentos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XII. Exercer o poder de pol&amp;iacute;cia sanit&amp;aacute;ria do Munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - O poder de pol&amp;iacute;cia sanit&amp;aacute;ria do Munic&amp;iacute;pio tem como finalidade promover e fazer cumprir normas para o melhor exerc&amp;iacute;cio das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de vigil&amp;acirc;ncia e fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sanit&amp;aacute;ria, epidemiol&amp;oacute;gica, controle de zoonoses e a sa&amp;uacute;de do trabalhador, visando ao beneficio da coletiva e do pr&amp;oacute;prio Munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO II&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Das Defini&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art.11&amp;ordm; - Para os efeitos desta Lei, considera-se: 01 - Alimento: Toda subst&amp;acirc;ncia ou mistura de subst&amp;acirc;ncias no estado s&amp;oacute;lido, l&amp;iacute;quido, pastoso ou qualquer forma adequada, destinada a fornecer ao organismo humano ao elementos normais &amp;agrave; sua forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e desenvolvimento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;02 - Alimento "in natura". Todo alimento de origem vegetal ou animal para cujo consumo imediato se exijam, apenas a remo&amp;ccedil;&amp;atilde;o da parte n&amp;atilde;o comest&amp;iacute;vel e os tratamentos indicados para a sua perfeita higieniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;03 - An&amp;aacute;lise: Exame de parte de um todo, com o objetivo de conhecer sua natureza, suas propor&amp;ccedil;&amp;otilde;es, suas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es e suas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;04 - An&amp;aacute;lise de controle - Aquela que &amp;eacute; efetuada ap&amp;oacute;s o registro do produto, quando da sua entrega ao consumo, e que servir&amp;aacute; para comprovar a sua conformidade com o respectivo padr&amp;atilde;o de identidade e qualidade, ou com as normas t&amp;eacute;cnicas especiais, ou ainda com o relat&amp;oacute;rio e o modelo do r&amp;oacute;tulo anexado ao requerimento que deu origem ao registro.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;05 - An&amp;aacute;lise fiscal: A efetuada sobre o produto colhido pela autoridade fiscalizadora competente e que servir&amp;aacute; para verificar a sua conformidade com os dispositivos desta Lei e de suas normas t&amp;eacute;cnicas especiais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;06 - An&amp;aacute;lise de rotina: A efetuada sobre o alimento coletado pela autoridade sanit&amp;aacute;ria competente, sem que se atribua suspeita &amp;agrave; sus qualidade, que servir&amp;aacute; para avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e acompanhamento da qualidade dos produtos, de acordo com os padr&amp;otilde;es legais vigentes.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;07 - Animais Sinantr&amp;oacute;picos: S&amp;atilde;o animais que convivem com o homem em sua morada ou arredores e que lhe trazem inc&amp;ocirc;modos ou preju&amp;iacute;zos e riscos &amp;agrave; sa&amp;uacute;de p&amp;uacute;blica.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;08 - Aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o: Ato de consentimento da autoridade competente em solicita&amp;ccedil;&amp;otilde;es do requerente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;09 - Autoridade Sanit&amp;aacute;ria Competente: O funcion&amp;aacute;rio legalmente credenciado pela Secretaria municipal de Sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;10 - Autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o: Ato privado da Secretaria Municipal de Sa&amp;uacute;de incumbido da vigil&amp;acirc;ncia sanit&amp;aacute;ria dos produtos e servi&amp;ccedil;o de que trata esta Lei e que poder&amp;aacute; ser usada em situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es especiais e tempor&amp;aacute;rias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;11 - Assist&amp;ecirc;ncia Farmac&amp;ecirc;utica: Conjunto de atividades de pesquisa, produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, controle, distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, armazenamento, dispensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e outras relacionadas a f&amp;aacute;rmaco, insumos, medicamentos e correlatos destinados a promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o, prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o, manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sa&amp;uacute;de individual e coletiva.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;12 - Crit&amp;eacute;rio da Autoridade Competente: Parecer baseado em par&amp;acirc;metros estabelecidos nesta Lei, na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o vigente ou normas t&amp;eacute;cnicas especiais reconhecidas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;13 - Emerg&amp;ecirc;ncia: A constata&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;eacute;dica de condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de agravo &amp;agrave; sa&amp;uacute;de que impliquem em riscos eminente &amp;agrave; vida ou em sofrimento intenso, exigido, portanto, tratamento m&amp;eacute;dico imediato.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;14 - Estabelecimentos de servi&amp;ccedil;os de interesse &amp;agrave; sa&amp;uacute;de: Os estabelecimentos que industrializem, fabriquem, beneficiem, comercializem, armazenem e/ou distribuam alimentos, mat&amp;eacute;rias-primas alimentares, medicamentos, drogas e correlatos, produtos biol&amp;oacute;gico, perfumes e cosm&amp;eacute;ticas, saneantes domissanit&amp;aacute;rios e cong&amp;ecirc;neres, estabelecimentos destinados a desratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desinsetiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desinfesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e imuniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ambientes domiciliares ou p&amp;uacute;blicos, estabelecimentos de hospedagem, creches, asilos, orfanatos, escolas e pr&amp;eacute;-escolas, academias de nata&amp;ccedil;&amp;atilde;o, gin&amp;aacute;stica e similares, estabelecimentos de lazer e divers&amp;otilde;es, parques de exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, circos, institutos de beleza, barbearias, saunas e cong&amp;ecirc;neres, terminais rodovi&amp;aacute;rios, garagens de &amp;ocirc;nibus, outros, locais que, devido &amp;agrave;s suas especialidades, possam criar ambiente insalubre e/ou favor&amp;aacute;vel &amp;agrave; prolifera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de animais sinantr&amp;oacute;picos, tais como borracharias, oficinas, dep&amp;oacute;sitos de sucatas, entre outros.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;15 - Estabelecimentos de servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de: Estabelecimento hospitalares de qualquer natureza servi&amp;ccedil;os m&amp;eacute;dicos, cl&amp;iacute;nicas, ambulat&amp;oacute;rios, consult&amp;oacute;rios, ou estabelecimentos de psicoterapia, psican&amp;aacute;lise, fisioterapia, ortopedia, laborat&amp;oacute;rio de an&amp;aacute;lises m&amp;eacute;dicas e de pesquisa clinicas, banco de sangue, est&amp;acirc;ncia de tratamento, repouso, laborat&amp;oacute;rio ou oficina de &amp;oacute;ticas de aparelho ou material ortop&amp;eacute;dico para uso m&amp;eacute;dico, servi&amp;ccedil;os odontol&amp;oacute;gicos, cl&amp;iacute;nicas odontol&amp;oacute;gicas, laborat&amp;oacute;rio ou oficina de pr&amp;oacute;tese dent&amp;aacute;ria, oficinas de aparelhos ou materiais para uso odontol&amp;oacute;gico, cl&amp;iacute;nicas radiol&amp;oacute;gicas e outras locais que exer&amp;ccedil;am atividades que visem a prevenir ou curar doen&amp;ccedil;as.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;16 - Fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o: Atividade de poder de pol&amp;iacute;cia desempenhada pelo poder p&amp;uacute;blico, atrav&amp;eacute;s das autoridades sanit&amp;aacute;rias em ambientes, inclu&amp;iacute;do o de trabalho; subst&amp;acirc;ncia de produtos; procedimentos e t&amp;eacute;cnicas, sujeito a esta Lei, com o objetivo de cumprir ou fazer cumprir as determina&amp;ccedil;&amp;otilde;es estabelecidas na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o em vigor.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;17 - Maquinismo: Conjunto das pe&amp;ccedil;as de uma m&amp;aacute;quina; mecanismo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;18 - Monitoramento: &amp;Eacute; o acompanhamento e a verifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o cont&amp;iacute;nua de que o processamento ou as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos pontos cr&amp;iacute;ticos de controle est&amp;atilde;o sendo adequadamente realizados.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;19 - Notifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Compuls&amp;oacute;ria: &amp;Eacute; a comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o oficial, por qualquer meio, &amp;agrave; autoridade sanit&amp;aacute;ria competente, dos casos suspeitos ou confirmados, das doen&amp;ccedil;as classificadas de acordo com o Regulamento Sanit&amp;aacute;rio Internacional; de rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o elaborada pelo Minist&amp;eacute;rio da sa&amp;uacute;de e aquelas enumeradas em normas t&amp;eacute;cnicas especiais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;20 - &amp;Oacute;rg&amp;atilde;os Competentes: &amp;Oacute;rg&amp;atilde;os t&amp;eacute;cnicos oficiais espec&amp;iacute;ficos para a atividade.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;21 - Produtos de Interesse da Sa&amp;uacute;de: S&amp;atilde;o produtos de interesse da sa&amp;uacute;de os alimentos, g&amp;ecirc;nero aliment&amp;iacute;cios, produtos de higiene, diet&amp;eacute;ticos, seus correlatos, saneantes domissanit&amp;aacute;rios, seus insumos e embalagens, bem como os demais produtos que interessem a sa&amp;uacute;de, utens&amp;iacute;lios e equipamentos com os quais entrem em contato.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;22 - Urg&amp;ecirc;ncias: Ocorr&amp;ecirc;ncia imprevista de agravo &amp;agrave; sa&amp;uacute;de, com ou sem risco potencial de vida, cujo portador necessite de assist&amp;ecirc;ncia m&amp;eacute;dica imediata.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;23 - Zoonoses: Entende-se por zoonoses agravos ou doen&amp;ccedil;as infecciosas que s&amp;atilde;o transmiss&amp;iacute;veis ao homem pelos animais, vertebrados ou n&amp;atilde;o, e as que s&amp;atilde;o comuns aos homens e animais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;24 - Outras defini&amp;ccedil;&amp;otilde;es contidas em legisla&amp;ccedil;&amp;otilde;es especificas e normas t&amp;eacute;cnicas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;Iacute;TULO II&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Da Aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; sa&amp;uacute;de&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 12&amp;ordm; - A Secretaria de sa&amp;uacute;de possuir&amp;aacute; unidades de servi&amp;ccedil;os b&amp;aacute;sicos de sa&amp;uacute;de inter-relacionadas com as unidades de maior complexidade, para onde poder&amp;atilde;o encaminhar, sob garantia de atendimento, a clientela que necessitar de cuidados especializados.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 13&amp;ordm; - A Secretaria Municipal de sa&amp;uacute;de far&amp;aacute; um controle e a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da qualidade dos servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de prestados no &amp;acirc;mbito do Munic&amp;iacute;pio, por entidades p&amp;uacute;blicas, filantr&amp;oacute;picas e privadas conveniadas com o Sistema &amp;Uacute;nico de Sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 14&amp;ordm; - As ambul&amp;acirc;ncias p&amp;uacute;blicas e os ve&amp;iacute;culos utilizados para o transporte de pacientes por prestadores de servi&amp;ccedil;o de sa&amp;uacute;de ser&amp;atilde;o mantidos sempre em boas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es higi&amp;ecirc;nicas e desinfetados, de modo a impedir de agentes pat&amp;oacute;genos e parasit&amp;aacute;rios, de acordo com a autoridade sanit&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 15&amp;ordm; - Os estabelecimentos de prontos-socorros dever&amp;atilde;o ser estruturados para prestar atendimento as urg&amp;ecirc;ncias e emerg&amp;ecirc;ncias, devendo garantir todas as manobras de sustenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da vida e dar continuidade &amp;agrave; assist&amp;ecirc;ncia no local ou em outra unidade referenciada.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 16&amp;ordm; - Ser&amp;atilde;o adotadas medidas de aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial &amp;agrave; crian&amp;ccedil;a, ao idoso, aos portadores de defici&amp;ecirc;ncia e aos acometidos de transtorno mental.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - No tocante &amp;agrave; sa&amp;uacute;de mental, ser&amp;atilde;o adotados procedimentos terap&amp;ecirc;uticos que visem a reinser&amp;ccedil;&amp;atilde;o do paciente na sociedade e na fam&amp;iacute;lia, dando-se prefer&amp;ecirc;ncia &amp;agrave;s a&amp;ccedil;&amp;otilde;es extra- hospitalares.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - A interna&amp;ccedil;&amp;atilde;o psiqui&amp;aacute;trica ser&amp;aacute; utilizada como ultimo recurso terap&amp;ecirc;utico e objetivar&amp;aacute;, sempre, a mais breve recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do paciente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;Iacute;TULO III&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Da Vigil&amp;acirc;ncia Epidemiol&amp;oacute;gica&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 17&amp;ordm; - A Vigil&amp;acirc;ncia Epidemiol&amp;oacute;gica acompanhar&amp;aacute; as doen&amp;ccedil;as &amp;agrave; sa&amp;uacute;de, assim como a detec&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o conhecimento de seus fatores determinantes, atrav&amp;eacute;s da sistematiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pesquisa, inqu&amp;eacute;ritos, investiga&amp;ccedil;&amp;otilde;es e levantamentos necess&amp;aacute;rios &amp;agrave; elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de planos e a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, visando ao seu controle e/ou erradica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 18&amp;ordm; - S&amp;atilde;o considerados como de notifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o compuls&amp;oacute;ria, no &amp;acirc;mbito do Munic&amp;iacute;pio, casos ou &amp;oacute;bitos suspeitos ou confirmados das doen&amp;ccedil;as classificadas de acordo com o Regulamento Sanit&amp;aacute;rio Internacional, de rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o elaborada pelo Minist&amp;eacute;rio da Sa&amp;uacute;de e aquelas enumeradas em Normas T&amp;eacute;cnicas Especiais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO - A rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o das doen&amp;ccedil;as caracterizadas como de notifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o compuls&amp;oacute;ria poder&amp;atilde;o ser modificadas mediante normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o posterior, de acordo com a epidemiologia das mesmas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art.19&amp;ordm; - S&amp;atilde;o obrigados &amp;agrave; notifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de casos de doen&amp;ccedil;as transmiss&amp;iacute;veis &amp;agrave; Secretaria Municipal de Sa&amp;uacute;de os m&amp;eacute;dicos e demais profissionais de sa&amp;uacute;de no exerc&amp;iacute;cio da profiss&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - Os respons&amp;aacute;veis por escolas, creches ou quaisquer outras habilita&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas p&amp;uacute;blicas ou privadas, ao tomarem conhecimento ou suspeitarem de casos de doen&amp;ccedil;as transmiss&amp;iacute;veis, comunicar&amp;atilde;o o fato &amp;agrave; autoridade competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Os m&amp;eacute;dicos veterin&amp;aacute;rios, no exerc&amp;iacute;cio de sua profiss&amp;atilde;o, notificar&amp;atilde;o os casos identificados de zoonoses.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 20&amp;ordm; - Os cart&amp;oacute;rios de registro civil ficam obrigados a remeter ao SUS, nos prazos por ele determinados, c&amp;oacute;pias da declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es de &amp;oacute;bitos ocorridos no Munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 21&amp;ordm; - Na ocorr&amp;ecirc;ncia de casos de doen&amp;ccedil;as transmiss&amp;iacute;veis e agravos &amp;agrave; sa&amp;uacute;de, caber&amp;aacute; &amp;agrave; autoridade sanit&amp;aacute;ria, quando julgar pertinente, procede &amp;agrave; investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o epidemiol&amp;oacute;gica, &amp;agrave; defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o das medidas de controle a adotar e a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es que lhe couberem.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - A autoridade sanit&amp;aacute;ria dever&amp;aacute; realizar investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e inqu&amp;eacute;ritos junto a grupos populacionais, sempre que julgar necess&amp;aacute;rio ao controle e/ou erradica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de doen&amp;ccedil;as e agravos &amp;agrave; sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - No controle de epidemia e zoonoses, a autoridade sanit&amp;aacute;ria poder&amp;aacute;, considerados os procedimentos t&amp;eacute;cnicos pertinentes, exigir a elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de focos, reservat&amp;oacute;rios e animais que, identificados como fonte de infec&amp;ccedil;&amp;atilde;o, contribuam para a prolifera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e disper&amp;ccedil;&amp;atilde;o de agentes etiol&amp;oacute;gicos e vetores.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; - A autoridade sanit&amp;aacute;ria, sempre que julgar necess&amp;aacute;rio, exigir&amp;aacute; exames cl&amp;iacute;nicos e/ou laboratoriais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;Iacute;TULO IV&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Da Vigil&amp;acirc;ncia Sanit&amp;aacute;ria&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 22&amp;ordm; - O Munic&amp;iacute;pio atrav&amp;eacute;s da Secretaria de Sa&amp;uacute;de e em articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os demais &amp;oacute;rg&amp;atilde;os oficiais de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, exercer&amp;aacute; a vigil&amp;acirc;ncia sanit&amp;aacute;ria de produtos, locais, equipamentos, estabelecimentos e/ou prestadores de servi&amp;ccedil;os que direto e indiretamente, possam interferir nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sa&amp;uacute;de coletiva ou individual.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO - No desempenho das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es previstas neste artigo ser&amp;atilde;o empregados m&amp;eacute;todos cient&amp;iacute;ficos e tecnol&amp;oacute;gicos adequados &amp;agrave;s normas e padr&amp;otilde;es vigentes, visando a maior efic&amp;aacute;cia no controle e fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sanit&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 23&amp;ordm; - A Vigil&amp;acirc;ncia Sanit&amp;aacute;ria atuar&amp;aacute; nos estabelecimentos de servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de e de interesse da sa&amp;uacute;de, no sentido de fiscalizar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es ambientais, a efici&amp;ecirc;ncia dos m&amp;eacute;todos tecnol&amp;oacute;gicas adotados e a qualidade de servi&amp;ccedil;os e produtos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO - Para o exerc&amp;iacute;cio da vigil&amp;acirc;ncia e fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, poder&amp;aacute; a autoridade competente. I. Adotar normas e padr&amp;otilde;es sanit&amp;aacute;rios definidos em legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o pertinente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II. Estabelecer normas t&amp;eacute;cnicas especiais referentes &amp;agrave;s quest&amp;otilde;es sanit&amp;aacute;rias relativas a estes estabelecimentos e/ou servi&amp;ccedil;os, de interesse peculiar do Munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 24&amp;ordm; - A Vigil&amp;acirc;ncia Sanit&amp;aacute;ria dever&amp;aacute; trabalhar em conson&amp;acirc;ncia com os servi&amp;ccedil;os de vigil&amp;acirc;ncia epidemiol&amp;oacute;gica, de controle de zoonoses, de sa&amp;uacute;de do trabalhador e aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; sa&amp;uacute;de, com os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambiental, na busca de uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o coordenada, objetiva e eficaz no controle dos agravos &amp;agrave; sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 25&amp;ordm; - A Vigil&amp;acirc;ncia Sanit&amp;aacute;ria trabalhar&amp;aacute; de forma complementar &amp;agrave; fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de posturas municipais, no que diz respeito &amp;agrave; cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de animais em zona urbana, atrav&amp;eacute;s da realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e laudos t&amp;eacute;cnicos referentes a riscos e agravos &amp;agrave; sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 26&amp;ordm; - &amp;Eacute; expressamente proibida a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de su&amp;iacute;nos na zona urbana do Munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 27&amp;ordm; - A cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o das demais esp&amp;eacute;cies de animais dom&amp;eacute;sticos em zona urbana ser&amp;aacute; permitida desde que, por seu n&amp;uacute;mero, esp&amp;eacute;cie e instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es, n&amp;atilde;o constituam focos de insalubridade, incomodo ou risco &amp;agrave; sa&amp;uacute;de p&amp;uacute;blica, a crit&amp;eacute;rio da autoridade competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 28&amp;ordm; - Todo animal encontrado em via p&amp;uacute;blica desacompanhado de seu dono &amp;eacute; considerado vadio e pass&amp;iacute;vel de captura por parte da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Municipal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;1&amp;ordm; - A captura, manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, resgate, doa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e sacrif&amp;iacute;cio dos animais vadios ser&amp;atilde;o objeto de regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o por Decreto do Poder Executivo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;2&amp;ordm; - O Munic&amp;iacute;pio n&amp;atilde;o responde por indeniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualquer esp&amp;eacute;cie, no caso de dano ou &amp;oacute;bito do animal vadio apreendido.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;Iacute;TULO V&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Da Sa&amp;uacute;de do Trabalhador&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art.29&amp;ordm; - O servi&amp;ccedil;o de sa&amp;uacute;de do trabalhador atuar&amp;aacute; em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao processo produtivo e na vigil&amp;acirc;ncia dos ambientes de trabalho visando &amp;agrave; preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de riscos e agravos &amp;agrave; sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - A vigil&amp;acirc;ncia &amp;agrave; sa&amp;uacute;de do trabalhador ser&amp;aacute; exercida por t&amp;eacute;cnicos habilitados e autorizados pela Secretaria Municipal de Sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art.30&amp;ordm; - A vigil&amp;acirc;ncia &amp;agrave; sa&amp;uacute;de do trabalhador dar-se-&amp;aacute; atrav&amp;eacute;s da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e controle do ambiente e das instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais, industriais, agroindustriais e de prestadores de servi&amp;ccedil;os de car&amp;aacute;ter p&amp;uacute;blico, privado, filantr&amp;oacute;pico ou misto, com fins de garantir:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I. Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es sanit&amp;aacute;rias dos locais de trabalho.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II. Os maquinismos, os aparelhos e os instrumentos de trabalho, assim como os dispositivos de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o individual e coletiva.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III. Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sa&amp;uacute;de do trabalhador.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV. Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos trabalhadores, entidades sindicais e empresas sobre os riscos de acidente e de doen&amp;ccedil;as do trabalho, bem como sobre os resultados de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambiental e dos exames de sa&amp;uacute;de, respeitados os princ&amp;iacute;pios &amp;eacute;ticos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V. A Assist&amp;ecirc;ncia ao trabalhador v&amp;iacute;tima de acidente de trabalho ou portador de doen&amp;ccedil;a do trabalho, visando &amp;agrave; sua recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e habilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - A vigil&amp;acirc;ncia &amp;agrave; sa&amp;uacute;de do trabalhador abrange produtos, servi&amp;ccedil;os, procedimentos, m&amp;eacute;todos e t&amp;eacute;cnicas dos ambientes de trabalho.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 31&amp;ordm; - Os Profissionais e os estabelecimentos de servi&amp;ccedil;o de sa&amp;uacute;de que prestarem assist&amp;ecirc;ncia a casos de acidentes e/ou doen&amp;ccedil;as do trabalho estar&amp;atilde;o obrigados a notifica-los &amp;agrave; Secretaria Municipal de Sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 32&amp;ordm; - &amp;Eacute; assegurado aos sindicatos o acompanhamento das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;otilde;es e controle executadas pelo &amp;oacute;rg&amp;atilde;o Municipal relativas &amp;agrave; sa&amp;uacute;de do trabalhador.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 33&amp;ordm; - S&amp;atilde;o obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es do empregador, al&amp;eacute;m daquelas estabelecidas na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o em vigor:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I. Permitir e facilitar o acesso das autoridades sanit&amp;aacute;rias aos locais de trabalho, a qualquer hora dia e hor&amp;aacute;rio, fornecendo as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e dados solicitados.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II. Em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de risco grave e iminente no local de trabalho, paralisar as atividades, garantindo todos os direitos dos trabalhadores.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III. Notificar &amp;agrave; Secretaria Municipal de Sa&amp;uacute;de sobre os casos de doen&amp;ccedil;a profissional, doen&amp;ccedil;a do trabalho e acidentes de trabalho.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - A administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica, direta ou indireta, observar&amp;aacute;, na contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os e obras, o respeito e a observ&amp;acirc;ncias &amp;agrave;s normas relativas &amp;agrave; sa&amp;uacute;de e &amp;agrave; seguran&amp;ccedil;a dos trabalhadores.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 34&amp;ordm; - &amp;Eacute; proibida a exig&amp;ecirc;ncia, nos exames pr&amp;eacute;-admissionais, daqueles que visem a dificultar o acesso ao mercado de trabalho ou que expressem preconceitos de qualquer natureza.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 35&amp;ordm; - A autoridade sanit&amp;aacute;ria poder&amp;aacute; exigir o afastamento tempor&amp;aacute;rio dos trabalhadores das atividades exercidas, quando julgar necess&amp;aacute;rio ao controle de doen&amp;ccedil;as.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 36&amp;ordm; - As a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de vigil&amp;acirc;ncia e fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sa&amp;uacute;de do trabalhador ser&amp;atilde;o pautadas na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o e nas normas t&amp;eacute;cnicas existentes, al&amp;eacute;m das constantes neste C&amp;oacute;digo e na sua regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;Iacute;TULO VI&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Da Fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art.37&amp;ordm; - A vigil&amp;acirc;ncia sanit&amp;aacute;ria fiscalizar&amp;aacute; todos os estabelecimentos de servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de, de servi&amp;ccedil;os de interesse da sa&amp;uacute;de, os ambientes de trabalho e outros ambientes que ofere&amp;ccedil;am riscos &amp;agrave; sa&amp;uacute;de no Munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - Sem preju&amp;iacute;zo da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o das autoridades sanit&amp;aacute;rias federais e estaduais e em conson&amp;acirc;ncia com a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o pertinente, a autoridade sanit&amp;aacute;ria Municipal ter&amp;aacute; livre acesso a qualquer estabelecimento e ambientes citados neste artigo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 38&amp;ordm; - Todos os estabelecimentos de servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de e de servi&amp;ccedil;os de interesse da sa&amp;uacute;de dever&amp;atilde;o possuir Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio e Caderneta Sanit&amp;aacute;ria autenticada.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;1&amp;ordm; - Nos estabelecimentos de maior complexidade poder&amp;atilde;o ser adotados instrumentos pr&amp;oacute;prios de registro das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, al&amp;eacute;m dos citados neste artigo, a fim de se garantir a efetividade e a qualidade das mesmas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;2&amp;ordm; - Para a libera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio ser&amp;aacute; considerado o cumprimento das normas legais vigentes, avaliados os aspectos relativos &amp;agrave;s instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es, equipamentos e procedimentos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;3&amp;ordm; - Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio &amp;eacute; renov&amp;aacute;vel anualmente, devendo o seu requerimento ser protocolado at&amp;eacute; a data de seu vencimento, contando-se o prazo a partir de sua expedi&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;4&amp;ordm; - Constar&amp;atilde;o da Caderneta Sanit&amp;aacute;ria todas as infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es cometidas por aqueles sujeitos &amp;agrave;s normas desta Lei e outras observa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de interesse da autoridade sanit&amp;aacute;ria competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;5&amp;ordm; - Os projetos de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e reforma dos estabelecimentos de que trata este artigo, considerando suas especificidades, dever&amp;atilde;o ser aprovados pela Secretaria Municipal de sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;6&amp;ordm; - Ser&amp;aacute; obrigat&amp;oacute;ria a afixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em local vis&amp;iacute;vel no estabelecimento, de cartazes e informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es necess&amp;aacute;rias ao consumidor sobre os servi&amp;ccedil;os prestados.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I. O Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio dever&amp;aacute; estar exposto em local vis&amp;iacute;vel dentro do estabelecimento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II. O Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio e a Caderneta Sanit&amp;aacute;ria dever&amp;atilde;o ser apresentados sempre que exigidos pela autoridade competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO I&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Dos Estabelecimentos de Servi&amp;ccedil;os de Sa&amp;uacute;de&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 39&amp;ordm; - Os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os e entidades p&amp;uacute;blicas e as entidades do setor privado, participantes ou n&amp;atilde;o do SUS, est&amp;atilde;o obrigados a fornecer informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; Secretaria Municipal de Sa&amp;uacute;de, na forma por ele solicitada, para fins de planejamento, de controle e avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, e de elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estat&amp;iacute;sticas de sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 40&amp;ordm; - Os estabelecimentos dever&amp;atilde;o possuir condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es adequadas para o exerc&amp;iacute;cio das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sa&amp;uacute;de, adotando medidas de seguran&amp;ccedil;a que garantam a prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o individual e coletiva, evitando riscos aos trabalhadores, pacientes, clientes e circunstantes.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 41&amp;ordm; - Os estabelecimentos que executam procedimentos em regime de interna&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou procedimentos invasivos de alta complexidade em regime ambulatorial implantar&amp;atilde;o comiss&amp;otilde;es e servi&amp;ccedil;os de controle de infec&amp;ccedil;&amp;atilde;o hospitalar, conforme legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o vigente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art.42&amp;ordm; - Todos os estabelecimentos de que trata este cap&amp;iacute;tulo estar&amp;atilde;o sujeitos &amp;agrave;s a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e controle dos procedimentos, tecnologias e equipamentos adotados.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO II&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Dos Estabelecimentos de Servi&amp;ccedil;os de Interesse &amp;agrave; Sa&amp;uacute;de&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 43&amp;ordm; - Todos os estabelecimentos de que trata este cap&amp;iacute;tulo dever&amp;atilde;o atender ao disposto neste artigo sem preju&amp;iacute;zo das exig&amp;ecirc;ncias j&amp;aacute; especificadas em artigos anteriores.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I. Ser&amp;atilde;o mantidos em perfeitas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de higiene e limpeza, organizados de modo a n&amp;atilde;o possibilitar a exist&amp;ecirc;ncia de focos de insalubridade em seu ambiente interno e externo e dever&amp;atilde;o ser objeto de desratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desinsetiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e pintura peri&amp;oacute;dicas, de acordo com autoridade sanit&amp;aacute;ria competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II. Dever&amp;atilde;o possuir instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es sanit&amp;aacute;rias dotadas de paredes impermeabilizadas, &amp;aacute;gua corrente, vasos sanit&amp;aacute;rios, pia e sab&amp;atilde;o, toalhas, papel higi&amp;ecirc;nico e lixeiras e as instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es ser&amp;atilde;o separadas por sexo, em n&amp;uacute;mero suficiente ao conjunto de trabalhadores.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III. As &amp;aacute;reas destinadas ao armazenamento, acondicionamento e dep&amp;oacute;sito de produtos, mat&amp;eacute;rias - primas e materiais dever&amp;atilde;o ser adequadas ao volume de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e/ou comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do estabelecimento, a crit&amp;eacute;rio da autoridade sanit&amp;aacute;ria competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV. Tais &amp;aacute;reas possuir&amp;atilde;o luminosidade e ventila&amp;ccedil;&amp;atilde;o suficientes &amp;agrave; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da qualidade do ambiente e produtos, mat&amp;eacute;rias-primas e materiais armazenados.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V. Os produtos, mat&amp;eacute;rias-primas e materiais armazenados ou depositados dever&amp;atilde;o ser dispostos mantendo distanciamento de piso e parede, de modo a permitir a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ar e a investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e controle sobre roedores e animais sinantr&amp;oacute;picos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VI. Os alimentos, produtos e mat&amp;eacute;rias-primas perec&amp;iacute;veis e, ainda, aqueles que por caracter&amp;iacute;sticas especificas estejam sujeitos a maiores altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es em decorr&amp;ecirc;ncia da forma de acondicionamento dever&amp;atilde;o ser armazenados em adequadas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de temperatura, luminosidade, aera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e umidade, de acordo com especifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es do produto e/ou orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da autoridade sanit&amp;aacute;ria competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VII. Os trabalhadores dever&amp;atilde;o se apresentar em boas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de higiene e sa&amp;uacute;de, portando o vestu&amp;aacute;rio adequados aos trabalhos realizados, de acordo com a autoridade sanit&amp;aacute;ria competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PAR&amp;Aacute;GRAFO &amp;Uacute;NICO - &amp;Eacute; vedado ao vendedor e manipulador de alimentos o manuseio com dinheiro.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VIII. S&amp;atilde;o proibidas as comercia1iza&amp;ccedil;&amp;otilde;es e/ou guarda de produtos n&amp;atilde;o compat&amp;iacute;veis com a atividade dos mesmos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IX. A venda de saneantes, desinfetantes e similares nestes estabelecimentos fica condicionada &amp;agrave; exist&amp;ecirc;ncia de local separado para estes produtos, aprovado pela autoridade sanit&amp;aacute;ria competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;X. Os locais destinados &amp;agrave; manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, beneficiamento e industrializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de produtos de interesse da sa&amp;uacute;de dever&amp;atilde;o possuir, a crit&amp;eacute;rio da autoridade sanit&amp;aacute;ria competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;a) piso de material resistente e compat&amp;iacute;vel com a atividade exercida;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;b) paredes revestidas com material imperme&amp;aacute;vel e em cor clara adequada;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;c) dispositivos que impossibilitem o acesso de insetos, roedores e vetores;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;d) equipamentos e maquin&amp;aacute;rios suficientes e compat&amp;iacute;veis com as atividades de funcionamento e higiene.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 44&amp;ordm; - S&amp;atilde;o proibidas a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de animais vivos nos estabelecimentos que comercializem alimentos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 45&amp;ordm; - A venda de animais vivos para o consumo fica restrita a estabelecimentos destinados a esse fim.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - &amp;Eacute; proibido o abate de animais nos estabelecimentos de que trata este artigo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 46&amp;ordm; - Todos os estabelecimentos produtores dever&amp;atilde;o possuir e apresentar &amp;agrave; autoridade sanit&amp;aacute;ria competente normas de boas pr&amp;aacute;ticas de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de controle da qualidade dos produtos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 47&amp;ordm; - Os estabelecimentos de hospedagem (hot&amp;eacute;is, mot&amp;eacute;is, pens&amp;otilde;es e correlatos) dever&amp;atilde;o manter roupas de cama e banho desinfetadas e/ou esterilizadas, atrav&amp;eacute;s da utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de produtos e m&amp;eacute;todos aprovados pela autoridade competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 48&amp;ordm; - Os mot&amp;eacute;is manter&amp;atilde;o &amp;agrave; disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos usu&amp;aacute;rios preservativos e material informativo destinados &amp;agrave; preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de doen&amp;ccedil;as sexualmente transmiss&amp;iacute;veis.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - A Secretaria Municipal de Sa&amp;uacute;de avaliar&amp;aacute; e aprovar&amp;aacute; o conte&amp;uacute;do das informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es veiculadas pelos materiais informativos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 49&amp;ordm; - Os institutos de beleza, barbearias, sal&amp;atilde;o e cong&amp;ecirc;neres dever&amp;atilde;o manter todo o instrumental perfurocortante e utens&amp;iacute;lios, assim como a rouparia de cama e banho que entrem em contato direto com os usu&amp;aacute;rios e trabalhadores, desinfetados e/ou esterilizados, atrav&amp;eacute;s de m&amp;eacute;todos aprovados pela autoridade sanit&amp;aacute;ria competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 50&amp;ordm; - As casas de divers&amp;atilde;o, cinemas, clubes recreativos e cong&amp;ecirc;neres ter&amp;atilde;o aera&amp;ccedil;&amp;atilde;o natural e/ou artificial, suficiente &amp;agrave; sua capacidade m&amp;aacute;xima de lota&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 51&amp;ordm; - As academias de nata&amp;ccedil;&amp;atilde;o, gin&amp;aacute;stica e estabelecimentos similares dever&amp;atilde;o manter, como respons&amp;aacute;veis t&amp;eacute;cnicos, profissionais registrados em conselhos de classe ou institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es afins.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 52&amp;ordm; - As creches, os lact&amp;aacute;rios, asilos, escolinhas e similares s&amp;oacute; poder&amp;atilde;o abrigar pessoas em n&amp;uacute;mero adequado &amp;agrave;s suas instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es, de acordo com a autoridade sanit&amp;aacute;ria competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 53&amp;ordm; - As piscinas de uso coletivo ou destinadas ao ensino e treinamento de pr&amp;aacute;ticas esportivas ser&amp;atilde;o mantidas em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es higi&amp;ecirc;nico- sanit&amp;aacute;rias satisfat&amp;oacute;rias e suas &amp;aacute;guas dentro de padr&amp;otilde;es f&amp;iacute;sico- qu&amp;iacute;micos adotados pelo servi&amp;ccedil;o de vigil&amp;acirc;ncia sanit&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - As instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es ser&amp;atilde;o separadas por sexo e em n&amp;uacute;mero suficiente ao conjunto dos usu&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 54&amp;ordm; - Quando solicitado, os terminais ferrovi&amp;aacute;rios e rodovi&amp;aacute;rios, aeroportos e empresas de turismo informar&amp;atilde;o &amp;agrave; Secretaria Municipal de Sa&amp;uacute;de sobre a chegada de ve&amp;iacute;culos oriundos de &amp;aacute;reas end&amp;ecirc;micas e/ou de &amp;aacute;reas onde estejam ocorrendo surtos de doen&amp;ccedil;as infecto-contagiosas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - As vigil&amp;acirc;ncias sanit&amp;aacute;ria e epidemiol&amp;oacute;gica tomar&amp;atilde;o as medidas necess&amp;aacute;rias no sentido de prevenir transmiss&amp;otilde;es de doen&amp;ccedil;as.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Cabem &amp;agrave;s vigil&amp;acirc;ncias sanit&amp;aacute;ria e epidemiol&amp;oacute;gica as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre os procedimentos a serem seguidos para o controle das doen&amp;ccedil;as infecto-contagiosas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 55&amp;ordm; - Os restaurantes, bares e similares, dever&amp;atilde;o possuir instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es sanit&amp;aacute;rias em n&amp;uacute;mero suficiente ao de usu&amp;aacute;rios, al&amp;eacute;m daquelas aos trabalhadores, j&amp;aacute; mencionadas anteriormente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 56&amp;ordm; - As empresas de beneficiamento de produtos de origem animal dever&amp;atilde;o seguir as normas t&amp;eacute;cnicas estabelecidas pela autoridade sanit&amp;aacute;ria competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 57&amp;ordm; - As empresas de desratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desinsetiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e imuniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ambientes privados ou p&amp;uacute;blicos dever&amp;atilde;o manter respons&amp;aacute;vel t&amp;eacute;cnico, de acordo com norma vigente, observando ainda estas normas:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I. Utilizar produtos registrados e aprovados pelos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os competentes, sendo sua aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o condicionada &amp;agrave;s especifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es do mesmo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II. Proceder &amp;agrave; manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o final de embalagens de acordo com a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o vigente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III. Fornecer aos trabalhadores equipamentos de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o adequados aos produtos utilizados, de acordo com o respons&amp;aacute;vel t&amp;eacute;cnico e a autoridade sanit&amp;aacute;ria competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV. Possuir chuveiros para acesso de manipuladores e aplicativos de produtos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V. Possuir lavanderias para higieniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos equipamentos de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o individual.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VI. Registrar em livro pr&amp;oacute;prio e fornecer ao usu&amp;aacute;rio do servi&amp;ccedil;o, no ato da realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mesmo, material informativo sobre produtos utilizados em que conste: nome, composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o toxicol&amp;oacute;gica dos produtos, natureza do servi&amp;ccedil;o, quantidade empregada por &amp;aacute;rea e instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o quanto a poss&amp;iacute;veis intoxica&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 58&amp;ordm; - O com&amp;eacute;rcio ambulante de interesse da sa&amp;uacute;de obedecer&amp;aacute; &amp;agrave;s normas desta Lei no que couber e sua autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para funcionamento dar-se-&amp;aacute; ap&amp;oacute;s a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da autoridade sanit&amp;aacute;ria competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO III&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Dos Produtos de Interesse da Sa&amp;uacute;de&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 59&amp;ordm; - Todo o produto destinado ao campo humano comercializado e/ou produzido no Munic&amp;iacute;pio, estar&amp;aacute; sujeito &amp;agrave; fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sanit&amp;aacute;ria municipal, respeitando os termos desta Lei e a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o federal e estadual vigentes.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 60&amp;ordm; - Todos os produtos industrializados em embalagens pr&amp;oacute;prias dever&amp;atilde;o possuir registro, rotulagem, padr&amp;atilde;o de identidade e qualidade de acordo com as normas vigentes dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os competentes.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 61&amp;ordm; - Os alimentos produzidos e comercializados no &amp;acirc;mbito do Munic&amp;iacute;pio obedecer&amp;atilde;o a padr&amp;otilde;es de qualidade determinados pela autoridade sanit&amp;aacute;ria municipal atrav&amp;eacute;s de normas t&amp;eacute;cnicas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 62&amp;ordm; - &amp;Eacute; proibido qualquer procedimento de manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, beneficiamento ou fabrico de produtos que ocorram para adultera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, falsifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, fraude ou perda de qualidade dos produtos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 63&amp;ordm; - A fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sanit&amp;aacute;ria municipal dever&amp;aacute; realizar an&amp;aacute;lises de rotina dos produtos cujo fabrico, beneficiamento ou industrializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o estejam sob sua inspe&amp;ccedil;&amp;atilde;o e daqueles expostos &amp;agrave; venda, no sentido de verificar sua conformidade com os padr&amp;otilde;es de qualidade vigentes.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - As an&amp;aacute;lises fiscais e de controle obedecer&amp;atilde;o &amp;agrave;s normas federais vigentes.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 64&amp;ordm; - Os alimentos destinados ao consumo, tenham ou n&amp;atilde;o sofrido coc&amp;ccedil;&amp;atilde;o, dever&amp;atilde;o ser expostos em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que possibilitem sua adequada prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o e conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o conforme crit&amp;eacute;rio da autoridade sanit&amp;aacute;ria competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 65&amp;ordm; - O transporte de produtos e subprodutos dever&amp;aacute; ser adequado, preservando a integridade e qualidade dos mesmos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - Os ve&amp;iacute;culos dever&amp;atilde;o atender &amp;agrave;s condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es t&amp;eacute;cnicas espec&amp;iacute;ficas necess&amp;aacute;rias &amp;agrave; seguran&amp;ccedil;a da coletividade e a conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tipo de produto transportado.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;Iacute;TULO VII&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Do Meio Ambiente e Saneamento&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 66&amp;ordm; - A Secretaria Municipal de Sa&amp;uacute;de participar&amp;aacute; da formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pol&amp;iacute;tica de saneamento e meio ambiente e da execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, no que lhe couber, no &amp;acirc;mbito do Munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art.67&amp;ordm; - A Secretaria Municipal de Sa&amp;uacute;de participar&amp;aacute; da aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de projetos de loteamento e de parcelamento do solo, visando a garantir as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es sanit&amp;aacute;rias necess&amp;aacute;rias para a prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sa&amp;uacute;de coletiva.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - Fica proibido o loteamento em &amp;aacute;reas de preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambiental, em &amp;aacute;reas aterradas com material nocivo &amp;agrave; sa&amp;uacute;de e em &amp;aacute;reas onde a polui&amp;ccedil;&amp;atilde;o atinja n&amp;iacute;veis inaceit&amp;aacute;veis, de acordo com as normas vigentes.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Os mananciais dever&amp;atilde;o ser protegidos, assegurando a qualidade das fontes de capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;aacute;gua.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art.68&amp;ordm; - O &amp;oacute;rg&amp;atilde;o credenciado para o abastecimento de &amp;aacute;gua fornecer&amp;aacute; &amp;agrave; Secretaria Municipal de Sa&amp;uacute;de relat&amp;oacute;rios mensais do controle de qualidade de &amp;aacute;gua, que dever&amp;atilde;o ser avaliados segundo as normas vigentes.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 69&amp;ordm; - Sempre que o &amp;oacute;rg&amp;atilde;o competente da sa&amp;uacute;de p&amp;uacute;blica municipal detectar a exist&amp;ecirc;ncia de anormalidade ou falha no sistema de &amp;aacute;gua e esgoto que represente risco &amp;agrave; sa&amp;uacute;de, comunicar&amp;aacute; o fato aos respons&amp;aacute;veis para imediatas medidas corretivas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art.70&amp;ordm; - &amp;Eacute; obrigat&amp;oacute;ria a liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de toda constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o considerada habit&amp;aacute;vel &amp;agrave; rede p&amp;uacute;blica de abastecimento de &amp;aacute;gua e &amp;agrave; rede coletora de esgoto sempre que estas existirem.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - A liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; de responsabilidade do propriet&amp;aacute;rio do im&amp;oacute;vel, cabendo ao &amp;oacute;rg&amp;atilde;o respons&amp;aacute;vel pelas redes de &amp;aacute;gua e esgoto sua execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ao usu&amp;aacute;rio a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das insta1a&amp;ccedil;&amp;otilde;es em bom estado de conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o e funcionamento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Nos casos em que n&amp;atilde;o existirem as redes, o servi&amp;ccedil;o de vigil&amp;acirc;ncia sanit&amp;aacute;ria, em conjunto com os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os competentes, orientar&amp;aacute; os propriet&amp;aacute;rios quanto &amp;agrave;s medidas a serem adotadas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 71&amp;ordm; - Toda liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o clandestina de esgoto dom&amp;eacute;stico ou de outra proced&amp;ecirc;ncia feita &amp;agrave; galeria de &amp;aacute;guas pluviais dever&amp;aacute; ser desconectada desta e ligada &amp;agrave; rede publica coletora.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art.72&amp;ordm; - &amp;Eacute; de responsabilidade do poder p&amp;uacute;blico a coleta, o transporte e a destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o final dos res&amp;iacute;duos s&amp;oacute;lidos em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que n&amp;atilde;o representem riscos ao meio ambiente e a sa&amp;uacute;de individual ou coletiva.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - Os res&amp;iacute;duos de estabelecimentos de servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de ter&amp;atilde;o coleta separada dos res&amp;iacute;duos domiciliares e, com destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o final adequada, de modo a n&amp;atilde;o apresentar riscos de prolifera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de agentes pat&amp;oacute;genos e de contamina&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambiental.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 73&amp;ordm; - &amp;Eacute; de responsabilidade dos estabelecimentos produtores o transporte e a destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o final dos res&amp;iacute;duos industriais, que dever&amp;atilde;o ser realizados de forma adequada, que n&amp;atilde;o represente riscos ao meio ambiente e &amp;agrave; sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art.74&amp;ordm; - A utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de materiais oriundos de esgoto sanit&amp;aacute;rio em atividades agr&amp;iacute;colas obedecer&amp;aacute; &amp;agrave;s especifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es e normas do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 75&amp;ordm; - As habita&amp;ccedil;&amp;otilde;es, os terrenos n&amp;atilde;o edificados e as constru&amp;ccedil;&amp;otilde;es em geral dever&amp;atilde;o ser mantidos em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que n&amp;atilde;o propiciem a prolifera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de insetos, roedores, vetores e demais animais que representem risco &amp;agrave; sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;Iacute;TULO VIII&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Das Infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es Sanit&amp;aacute;rias e Penalidades&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 76&amp;ordm; - Considera-se infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, para os fins desta Lei e de suas normas t&amp;eacute;cnicas especiais a desobedi&amp;ecirc;ncia ou a inobserv&amp;acirc;ncia ao disposto nas normas legais regulamentares e outras que, por qualquer forma, se destinem &amp;agrave; promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o, preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o e recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 77&amp;ordm; - Responde pela infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o quem, por a&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou omiss&amp;atilde;o, lhe deu causa ou concorreu para sua pr&amp;aacute;tica ou dela se beneficiou.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 78&amp;ordm; - Exclui a imputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o a causa decorrente de for&amp;ccedil;a maior ou proveniente de eventos naturais ou circunstanciais imprevis&amp;iacute;veis, que venha determinar avaria, deteriora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de produtos ou bens de interesse da sa&amp;uacute;de p&amp;uacute;blica.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 79&amp;ordm; - As infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es de natureza sanit&amp;aacute;ria ser&amp;atilde;o punidas administrativamente com uma ou mais penalidades seguintes, sem preju&amp;iacute;zo das san&amp;ccedil;&amp;otilde;es penais e civis cab&amp;iacute;veis:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I. Advert&amp;ecirc;ncia por escrito;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II. Pena educativa;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III. Multa no valor de 50 (Cinq&amp;uuml;enta) at&amp;eacute; 5.000 (Cinco Mil) UFIR;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV. Apreens&amp;atilde;o de produtos e/ou animais;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V. Inutiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de produtos;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VI. Suspens&amp;atilde;o de vendas e/ou fabrica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de produtos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VII. Proposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cancelamento de registro de produtos ou cancelamento de registro de produtos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VIII. Interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o parcial ou total do estabelecimento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IX. Cancelamento de autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para funcionamento da empresa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;X. Cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio do estabelecimento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - A pena educativa consiste em: a) divulgar a infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com o objetivo de esclarecer o p&amp;uacute;blico consumidor ou a clientela do estabelecimento acerca das medidas adotadas em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ato ou fato de natureza sanit&amp;aacute;ria;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;b) reciclagem de dirigentes, t&amp;eacute;cnicos ou empregados do estabelecimento infrator; c) veicula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, para a clientela, de mensagens educativas expedidas pela Secretaria Municipal de Sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;2&amp;ordm; - A gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o da multa ser&amp;aacute; definida em resolu&amp;ccedil;&amp;otilde;es, portarias ou normas t&amp;eacute;cnicas especiais, baixadas pelo Secret&amp;aacute;rio Municipal de Sa&amp;uacute;de, em conson&amp;acirc;ncia com a gravidade da infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;sect;3&amp;ordm; - No caso de reincid&amp;ecirc;ncia de infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o prevista nesta Lei, as penalidades de car&amp;aacute;ter pecuni&amp;aacute;rio ser&amp;atilde;o aplicadas em dobro, e assim sucessivamente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 80&amp;ordm; - S&amp;atilde;o infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es sanit&amp;aacute;rias:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I. constituir, instalar ou fazer funcionar, em qualquer parte do Munic&amp;iacute;pio, laborat&amp;oacute;rios de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de medicamentos, drogas, insumos, cosm&amp;eacute;ticos, produtos de higiene, diet&amp;eacute;ticos, correlatos, ou quaisquer outros estabelecimentos que fabriquem alimentos, aditivos para alimentos, bebidas, embalagens, saneantes e demais produtos que interessem &amp;agrave; sa&amp;uacute;de p&amp;uacute;blica, sem registro, licen&amp;ccedil;a e autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o sanit&amp;aacute;rio competente ou contrariando as normas legais pertinentes.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio e/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II. Construir, instalar ou fazer funcionar estabelecimento de servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de ou organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es afins, que se dediquem &amp;agrave; prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o e recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sa&amp;uacute;de, sem licen&amp;ccedil;a do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o sanit&amp;aacute;rio competente ou contrariando as normas legais e regulamentos pertinentes.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio e/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III. Instalar, estabelecimento de servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de ou explorar atividades comerciais, industriais ou filantr&amp;oacute;picas, com a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de agentes que exer&amp;ccedil;am profiss&amp;otilde;es ou ocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es t&amp;eacute;cnicas e auxiliares relacionadas com a sa&amp;uacute;de, sem licen&amp;ccedil;a do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o sanit&amp;aacute;rio competente ou contrariando o disposto nas demais normas legais e regulamentos pertinentes.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio e/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV. Instalar ou fazer funcionar estabelecimentos do servi&amp;ccedil;o de interesse da sa&amp;uacute;de sem licen&amp;ccedil;a do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o sanit&amp;aacute;rio competente ou contrariando normas legais e regulamentares pertinentes.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio e/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V. Extrair, produzir, fabricar, transformar, preparar, manipular, purificar, fracionar, embalar ou reembalar, importar, exportar, armazenar, expedir, transportar, comprar, vender, ceder ou usar alimentos, produtos aliment&amp;iacute;cios, medicamentos, drogas, insumos farmac&amp;ecirc;uticos, produtos diet&amp;eacute;ticos, de higiene, cosm&amp;eacute;ticos, correlatos, embalagens, saneantes, utens&amp;iacute;lios e aparelhos que interessem &amp;agrave; sa&amp;uacute;de p&amp;uacute;blica ou individual sem registro, licen&amp;ccedil;a ou autoriza&amp;ccedil;&amp;otilde;es do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o sanit&amp;aacute;rio competente ou contrariando o disposto na 1egisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o sanit&amp;aacute;ria pertinente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, apreens&amp;atilde;o e inutiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cancelamento do registro e/ou multa e cancelamento Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VI. Fazer propaganda de produtos e servi&amp;ccedil;os sob vigil&amp;acirc;ncia sanit&amp;aacute;ria, contrariando a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o sanit&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, proibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da propaganda, suspens&amp;atilde;o de venda e/ou multa de cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VII. Deixar, aquele que tiver o dever legal de faz&amp;ecirc;-lo, de notificar doen&amp;ccedil;a transmiss&amp;iacute;vel e agravos ao homem, de acordo com o que disponham as normas legais ou regulamentares vigentes.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa e/ou multa e cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VIII. Impedir ou dificultar a ap1ica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de medidas sanit&amp;aacute;rias relativas &amp;agrave;s doen&amp;ccedil;as transmiss&amp;iacute;veis e ao sacrif&amp;iacute;cio de animais dom&amp;eacute;sticos considerados nocivos pelas autoridades sanit&amp;aacute;rias competentes&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa e/ou multa e cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IX. Reter atestado de vacina&amp;ccedil;&amp;atilde;o obrigat&amp;oacute;ria, deixar de executar, dificultar ou opor-se &amp;agrave; execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de medidas sanit&amp;aacute;rias que visem &amp;agrave; preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o das doen&amp;ccedil;as transmiss&amp;iacute;veis e sua dissemina&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;agrave; preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio e/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;X. Opor-se &amp;agrave; exig&amp;ecirc;ncia de provas imunol&amp;oacute;gicas ou a sua execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelas autoridades sanit&amp;aacute;rias competentes.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa e/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XI. Obstar ou dificultar a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o fiscalizadora das autoridades sanit&amp;aacute;rias competentes no exerc&amp;iacute;cio de suas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa e/ou multa e cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XII. Desobedecer desrespeitar ou desacatar a autoridade sanit&amp;aacute;ria competente no exerc&amp;iacute;cio de suas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XIII. Prescrever receitu&amp;aacute;rio, prontu&amp;aacute;rio e assemelhados de natureza m&amp;eacute;dica, odontol&amp;oacute;gica ou veterin&amp;aacute;ria em desacordo com a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o e as normas vigentes.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa e/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XIV. Aviar receita em desacordo com prescri&amp;ccedil;&amp;otilde;es m&amp;eacute;dicas, odontol&amp;oacute;gicas e veterin&amp;aacute;rias ou com determina&amp;ccedil;&amp;otilde;es expressas de Lei e normas regulamentares.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, multa e/ou cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XV. Fornecer, vender ou praticar atos de com&amp;eacute;rcio em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a medicamentos, drogas e correlatos cuja venda e uso dependam de prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;eacute;dica, sem observ&amp;acirc;ncia dessa exig&amp;ecirc;ncia e contrariando as normas legais e regulamentares.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio e/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XVI. Comercializar sangue e seus derivados, placentas, &amp;oacute;rg&amp;atilde;os, gl&amp;acirc;ndulas ou horm&amp;ocirc;nios, bem como quaisquer substancias ou partes do corpo humano, ou utiliz&amp;aacute;-los contrariando as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es legais regulamentares.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio e/ou multa. XVII. XVIII. Rotular alimentos e produtos aliment&amp;iacute;cios ou bebidas, bem como medicamentos, drogas, insumos farmac&amp;ecirc;uticos, produtos diet&amp;eacute;ticos, de higiene, cosm&amp;eacute;ticos, perfumes, correlatos, saneantes, de corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;eacute;tica e quaisquer outros, contrariando as normas legais e regulamentares.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, apreens&amp;atilde;o e inutiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio e/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XIX. Alterar o processo de fabrica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de produtos sujeitos a controle sanit&amp;aacute;rio, modificar os seus componentes b&amp;aacute;sicos, nome e demais elementos objetos do registro, sem a necess&amp;aacute;ria autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o sanit&amp;aacute;rio competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, apreens&amp;atilde;o e inutiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio e/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XX. Reaproveitar vasilhames de saneantes, seus cong&amp;ecirc;neres de outros capazes de ser nocivos &amp;agrave; sa&amp;uacute;de, no envasilhamento de alimentos, bebidas, refrigerantes, produtos diet&amp;eacute;ticos, medicamentos, drogas, produtos de higiene, cosm&amp;eacute;ticos e perfumes.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, apreens&amp;atilde;o e inutiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e cancelamento do registro, Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio do e/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XXI. Expor &amp;agrave; venda ou entregar ao consumo produtos de interesse da sa&amp;uacute;de cujo o prazo de validade tenha expirado, ou apor-lhe novas datas, ap&amp;oacute;s expirado o prazo, sem a autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, apreens&amp;atilde;o e inutiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e cancelamento do registro do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio e/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XXII. Industrializar produtos de interesse sanit&amp;aacute;rio sem a assist&amp;ecirc;ncia de respons&amp;aacute;vel t&amp;eacute;cnico, conforme determina&amp;ccedil;&amp;atilde; de normas especificas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, apreens&amp;atilde;o e inutiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio e/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XXIII. Comercializar produtos que exijam cuidados especiais de conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o, prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, expedi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou transporte, sem observ&amp;acirc;ncia das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es necess&amp;aacute;rias a sua preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, apreens&amp;atilde;o e inuti1iza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e cancelamento do registros, do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio e/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XXIV. Aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por empresas de desratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desinsetiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desinfesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e imuniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ambientes, de produtos e/ou m&amp;eacute;todos contrariando as indica&amp;ccedil;&amp;otilde;es e normas t&amp;eacute;cnicas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio e/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XXV. Fornecer produtos e servi&amp;ccedil;os potencialmente nocivos ou perigosos a sa&amp;uacute;de ou seguran&amp;ccedil;a do individuo, meio ambiente ou da coletividade, sem informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o adequada a respeito de sua nocividade ou periculosidade.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio c/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XXVI. Extrair, produzir, fabricar, transformar, preparar, manipular, purificar, fracionar, embalar ou reembalar, transportar ou utilizar produto ou res&amp;iacute;duo perigoso, t&amp;oacute;xico, explosivo, inflam&amp;aacute;vel, corrosivo, emissor de radia&amp;ccedil;&amp;otilde;es ionizantes, entre outros, contrariando a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o em vigor.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, apreens&amp;atilde;o, inutiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do produto, suspens&amp;atilde;o de venda do produto, cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio, interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do estabelecimento e/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XXVII. Manter condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trabalho que ofere&amp;ccedil;a risco para a sa&amp;uacute;de do trabalhador.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do estabelecimento, cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio e/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XXVIII. Fabricar, operar ou comercializar m&amp;aacute;quina ou equipamentos em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que ofere&amp;ccedil;am risco &amp;agrave; sa&amp;uacute;de do trabalhador.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, suspens&amp;atilde;o da venda do produto, interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do equipamento e/ou do estabelecimento e/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XXIX. Descumprimento de normas legais e regulamentares, medidas, formalidades e outras exig&amp;ecirc;ncias sanit&amp;aacute;rias pelas empresas de transporte, seus agentes e consignat&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e/ou multa e cancelamento de Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XXX. Inobserv&amp;acirc;ncia das exig&amp;ecirc;ncias sanit&amp;aacute;rias relativas a im&amp;oacute;veis, pelos seus propriet&amp;aacute;rios, ou por quem detenha legalmente sua posse.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e/ou multa e cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XXXI. Manter condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, nos im&amp;oacute;veis e estabelecimentos comerciais e industriais que contribuam para a prolifera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de roedores, vetores e animais sinantr&amp;oacute;picos que ofere&amp;ccedil;am risco &amp;agrave; sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e/ou multa e cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XXXII. Proceder ao transporte e &amp;agrave; destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o final de res&amp;iacute;duos de forma inadequada, que ofere&amp;ccedil;a riscos &amp;agrave; sa&amp;uacute;de e/ou meio ambiente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cancelamento do Alvar&amp;aacute; Sanit&amp;aacute;rio e/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XXXIII. Manter animal dom&amp;eacute;stico no estabelecimento, colocando em risco a sanidade dos produtos de interesse da sa&amp;uacute;de ou comprometendo a higiene e limpeza do local.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, apreens&amp;atilde;o e/ou inutiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do produto, apreens&amp;atilde;o do animal, suspens&amp;atilde;o de venda do produto, interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do produto, cancelamento do Alvar&amp;aacute; sanit&amp;aacute;rio. interdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do estabelecimento e/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XXXIV. Manter cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de su&amp;iacute;nos na zona urbana do munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PENA: Advert&amp;ecirc;ncia, pena educativa, apreens&amp;atilde;o do animal e/ou multa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XXXV. Exercer profiss&amp;otilde;es e ocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es relacionadas com a sa&amp;uacute;de sem a necess&amp;aacute;ria habilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o leg</descricao><criado>1997-11-15 00:00:00</criado><alterado>1997-11-15 00:00:00</alterado></item><item><id>693</id><titulo>Cria o Conselho Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>829</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>1997-04-24 00:00:00</aprovada><slug>cria-o-conselho-municipal-de-educa-o-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA - SERGIPE.&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e Eu sanciono a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cap&amp;iacute;tulo I&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Dos Objetivos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica criado o Conselho Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o - CME, &amp;oacute;rg&amp;atilde;o deliberativo, consultivo, fiscalizador de car&amp;aacute;ter permanente de &amp;acirc;mbito Municipal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Respeitadas as compet&amp;ecirc;ncias exclusiva do Legislativo Municipal, compete ao Conselho Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I. Definir as prioridades da pol&amp;iacute;tica de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II. Estabelecer as Diretrizes a serem cumpridas quando da elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Plano Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III. Aprovar a pol&amp;iacute;tica Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV. Atuar na forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estrat&amp;eacute;gia e controle da execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pol&amp;iacute;tica de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V. Propor e acompanhar crit&amp;eacute;rios para programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e bem como avaliar o alcance dos objetivos propostos na pol&amp;iacute;tica de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VI. Acompanhar, avaliar e fiscalizar os servi&amp;ccedil;os da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, prestados a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o por entidades p&amp;uacute;blicas e privadas nos Munic&amp;iacute;pios;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VII. Definir crit&amp;eacute;rios de qualidade para o funcionamento dos servi&amp;ccedil;os de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blicos e privados no &amp;acirc;mbito Municipal;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VIII. Definir crit&amp;eacute;rios para a celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contratos ou conv&amp;ecirc;nios entre o Setor P&amp;uacute;blico e as entidades privadas que prestam servi&amp;ccedil;os de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no &amp;acirc;mbito Municipal;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IX. Apreciar previamente os contratos e conv&amp;ecirc;nios referidos ao inciso anterior;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;X. Elaborar e aprovar o seu Regimento Interno;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XI. Zelar pela efetiva&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema descentralizado e participativo da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, obedecendo tamb&amp;eacute;m ao que disp&amp;otilde;e a Lei n&amp;ordm; 8.913 de 12 de julho de 1994;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XII. Convocar ordinariamente a cada dois anos, ou extraordinariamente por maioria absoluta de seus membros. A Confer&amp;ecirc;ncia Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que ter&amp;aacute; a atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de avaliar a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Munic&amp;iacute;pio e propor diretrizes para o aperfei&amp;ccedil;oamento do sistema;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XIII. Acompanhar e avaliar a gest&amp;atilde;o dos recursos, bem como os ganhos sociais e desempenho de programas e projetos aprovados.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cap&amp;iacute;tulo II&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Da Estrutura e do Funcionamento&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Da Composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;ordm; - O Conselho Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; guardado uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de proporcionalidade entre o conjunto de representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos prestadores dos servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos, privados e filantr&amp;oacute;picos e dos representantes dos usu&amp;aacute;rios da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no &amp;acirc;mbito Municipal, cuja representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; composta:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I. 50% (Cinq&amp;uuml;enta por Cento) dos prestadores de servi&amp;ccedil;os na &amp;aacute;rea da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, tais como:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;a) um representante da Secretaria Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Cultura;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;b) um representante da Diretoria Regional de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o - DR'3;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;c) um representante da Escola Agr&amp;iacute;cola de Itabaiana,&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;d) um representante das Escolas Particulares;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;e) um representante da Categoria dos Professores Municipais;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;f) um representante do SEMAE;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II. 50% (Cinq&amp;uuml;enta por Cento) dos usu&amp;aacute;rios da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, tais como:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;a) um representante das Associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es Comunit&amp;aacute;rias;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;b) um representante do ROTARY CLUB de Itabaiana;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;c) um representante da Par&amp;oacute;quia de Santo Antonio e Almas de Itabaiana&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;d) um representante dos Estudantes do Munic&amp;iacute;pio;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;e) um representante das Igrejas Evang&amp;eacute;licas;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;f) um representante do Clube de Diretores Lojistas de Itabaiana.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - Cada Titular do Conselho Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ter&amp;aacute; um suplente oriundo da mesma categoria representativa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - O Secret&amp;aacute;rio Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; membro nato do CME e seu Presidente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; - O Secret&amp;aacute;rio do Conselho Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e seu suplente ser&amp;aacute; eleito pelos seus pares na primeira reuni&amp;atilde;o do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o colegiado, podendo ser candidato qualquer um dos seus membros.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;ordm; - Os membros efetivos e suplentes do Conselho Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ser&amp;atilde;o nomeados pelo Prefeito Municipal, mediante indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I. da autoridade Estadual ou Federal correspondente, quando &amp;agrave;s respectivas representa&amp;ccedil;&amp;otilde;es;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II. do &amp;uacute;nico representante legal das entidades dos demais casos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - Os representantes do Governo Municipal ser&amp;atilde;o de livre escolha do Prefeito.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;ordm; - A atividade dos membros do Conselho Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, reger-se-&amp;aacute; pelas disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es seguintes:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I. O exerc&amp;iacute;cio da fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Conselheiro &amp;eacute; considerado servi&amp;ccedil;o p&amp;uacute;blico relevante, e n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; remunerado;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II. Os Conselheiros ser&amp;atilde;o exclu&amp;iacute;dos do Conselho Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e substitu&amp;iacute;dos pelos respectivos suplentes em caso de faltas injustificadas a tr&amp;ecirc;s reuni&amp;otilde;es consecutivas ou cinco intercaladas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III. O mandato dos Conselheiros e respectivos suplentes ser&amp;atilde;o de 02 (dois) anos, permitida a recondu&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - As transfer&amp;ecirc;ncias de recursos para organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es governamentais de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o se processar&amp;atilde;o mediante conv&amp;ecirc;nios, acordos, contratos, ajustes, obedecendo a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o vigente sobre a mat&amp;eacute;ria e de conformidade com os programas e projetos aprovados pelo Conselho Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 6&amp;ordm; - As contas e os relat&amp;oacute;rios do gestor do Fundo Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ser&amp;atilde;o submetidos &amp;agrave; aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mensalmente, de forma sint&amp;eacute;tica e trimestralmente de forma anal&amp;iacute;tica.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 7&amp;ordm; - As resolu&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Conselho Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, bem como os temas tratados em plen&amp;aacute;rio ser&amp;atilde;o objetos de ampla e sistem&amp;aacute;tica divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 8&amp;ordm; - O Conselho Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o elaborar&amp;aacute; seu Regimento Interno no prazo m&amp;aacute;ximo de 60 (Sessenta) dias ap&amp;oacute;s a promulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 9&amp;ordm; - Fica o Prefeito Municipal autorizado abrir Cr&amp;eacute;dito Especial no valor de R$ 3.000,00 (Tr&amp;ecirc;s Mil Reais), para promover as despesas com a instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 10&amp;ordm; - Esta Lei entrar&amp;aacute; em vigor na data se sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, em 24 de abril de 1997.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Luciano Bispo de Lima&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;PREFEITO MUNICIPAL&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Jos&amp;eacute; Nivaldo dos Santos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SEC. MUN. DE ADMINISTRA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Edezu&amp;iacute;ta Ara&amp;uacute;jo Noronha&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SEC. MUN. DE EDUCA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&lt;/p&gt;&#13;
&lt;/p&gt;</descricao><criado>1997-04-24 00:00:00</criado><alterado>1997-04-24 00:00:00</alterado></item><item><id>692</id><titulo>Lei de Utilidade P&#xFA;blica Parque dos Falc&#xF5;es</titulo><numero>1212</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2006-11-09 00:00:00</aprovada><slug>lei-de-utilidade-p-blica-parque-dos-falc-es</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Reconhece de Utilidade P&#xFA;blica Municipal e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita sancionar&#xE1; a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - Fica reconhecida de Utilidade P&#xFA;blica Municipal a ASSOCIA&#xC7;&#xC3;O CRIADOURO CONSERVACIONISTA DA FAUNA SILVESTRE NATIVA &#x2013; PARQUE DOS FAL&#xC7;&#xD5;ES, fundada em 05 de janeiro de 2004.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - Esta Lei entrar&#xE1; em vigor na data de sua publica&#xE7;&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - Ficam revogadas as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete de Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 09 de novembro de 2006.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2006-11-09 00:00:00</criado><alterado>2006-11-09 00:00:00</alterado></item><item><id>691</id><titulo>Lei nome de travessa Ant&#xF4;nio Jos&#xE9; da Costa Filho</titulo><numero>1221</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-03-08 00:00:00</aprovada><slug>lei-nome-de-travessa-ant-nio-jos-da-costa-filho</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Disp&#xF5;e sobre nome de Travessa do nosso munic&#xED;pio e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita Municipal de Itabaiana sanciona a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - A Travessa projetada localizada no Loteamento Miguel Tavares, tendo o seu in&#xED;cio na Travessa Miguel Tavares da Costa, entre as quadras C e D. Passar&#xE1; a denominar &#x2013; se de TRAVESSA ANTONIO JOSE DA COSTA FILHO.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - Esta Lei entrar&#xE1; em vigor na data de sua publica&#xE7;&#xE3;o&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - Ficam revogadas as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 08 de mar&#xE7;o de 2007.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2007-03-08 00:00:00</criado><alterado>2007-03-08 00:00:00</alterado></item><item><id>690</id><titulo>Lei nome de Travessa Miguel Tavares da Costa</titulo><numero>1219</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-03-08 00:00:00</aprovada><slug>lei-nome-de-travessa-miguel-tavares-da-costa</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Disp&#xF5;e sobre nome de Travessa do nosso munic&#xED;pio e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita Municipal de Itabaiana sanciona a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - A Travessa projetada localizada no Loteamento Miguel Tavares, a mesma tem o seu in&#xED;cio na Rua Monsenhor Constantino entre as quadras B, C, D. Passar&#xE1; a denominar &#x2013; se de TRAVESSA MIGUEL TAVARES DA COSTA.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - Esta Lei entrar&#xE1; em vigor na data de sua publica&#xE7;&#xE3;o&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - Ficam revogadas as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 08 de mar&#xE7;o de 2007.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2007-03-08 00:00:00</criado><alterado>2007-03-08 00:00:00</alterado></item><item><id>689</id><titulo>Lei nome de Travessa Jo&#xE3;o Tavares da Costa</titulo><numero>1220</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-03-08 00:00:00</aprovada><slug>lei-nome-de-travessa-jo-o-tavares-da-costa</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Disp&#xF5;e sobre nome de Travessa do nosso munic&#xED;pio e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita Municipal de Itabaiana sanciona a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - A Travessa projetada localizada no Loteamento Miguel Tavares, paralela a Travessa Ant&#xF4;nio Jos&#xE9; da Costa Filho, entre as quadras B, D e E. Passar&#xE1; a denominar &#x2013; se de TRAVESSA JO&#xC3;O TAVARES DA COSTA.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - Esta Lei entrar&#xE1; em vigor na data de sua publica&#xE7;&#xE3;o&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - Ficam revogadas as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 08 de mar&#xE7;o de 2007.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2007-03-08 00:00:00</criado><alterado>2007-03-08 00:00:00</alterado></item><item><id>688</id><titulo>Lei sobre o uso, ocupa&#xE7;&#xE3;o e parcelamento do solo do Munic&#xED;pio</titulo><numero>1269</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-12-13 00:00:00</aprovada><slug>lei-sobre-o-uso-ocupa-o-e-parcelamento-do-solo-do-munic-pio</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Disp&#xF5;e sobre o uso, ocupa&#xE7;&#xE3;o e parcelamento do solo do Munic&#xED;pio de Itabaiana e adota outras provid&#xEA;ncias.&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita Municipal de Itabaiana sanciona a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;T&#xCD;TULO I &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;DAS DISPOSI&#xC7;&#xD5;ES PRELIMINARES&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;CAP&#xCD;TULO I&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;DOS OBJETIVOS&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA;.&amp;nbsp; Esta Lei tem por objetivo dispor sobre a regula&#xE7;&#xE3;o do uso, ocupa&#xE7;&#xE3;o e parcelamento do solo do Munic&#xED;pio de Itabaiana, visando os seguintes objetivos:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; ordenar as fun&#xE7;&#xF5;es urbanas atrav&#xE9;s da utiliza&#xE7;&#xE3;o racional do territ&#xF3;rio, do sistema vi&#xE1;rio e de transporte, da implanta&#xE7;&#xE3;o e do funcionamento das atividades industriais, comerciais, residenciais, de servi&#xE7;os e dos usos p&#xFA;blicos, valorizando, preservando e protegendo o patrim&#xF4;nio cultural e os recursos naturais;&lt;BR&gt;II &#x2013; atender &#xE0; fun&#xE7;&#xE3;o social e ambiental da propriedade;&lt;BR&gt;III &#x2013; compatibilizar a densidade das atividades urbanas com as condi&#xE7;&#xF5;es naturais,bem como a infra-estrutura&amp;nbsp; instalada e projetada, inclusive sistema vi&#xE1;rio e transportes, evitando sobrecarga ou ociosidade;&lt;BR&gt;IV &#x2013; compatibilizar o uso do solo &#xE0; fun&#xE7;&#xE3;o da via, assegurando seguran&#xE7;a, fluidez, circula&#xE7;&#xE3;o, conforto e as restri&#xE7;&#xF5;es f&#xED;sico-operacionais da mesma;&lt;BR&gt;V- incentivar o processo de ocupa&#xE7;&#xE3;o do solo em &#xE1;reas com concentra&#xE7;&#xE3;o e com tend&#xEA;ncia &#xE0; concentra&#xE7;&#xE3;o de atividades, &#xE0; medida que houver amplia&#xE7;&#xE3;o da capacidade da infra &#x2013;estrutura, preservando-se a qualidade de vida da coletividade.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA;. Nenhum tipo de licen&#xE7;a, alvar&#xE1; ou concess&#xE3;o que tenha liga&#xE7;&#xE3;o com o uso e a ocupa&#xE7;&#xE3;o do solo, p&#xFA;blico ou privado, ser&#xE1; expedido sem a verifica&#xE7;&#xE3;o pr&#xE9;via dos padr&#xF5;es estabelecidos nesta lei.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;CAP&#xCD;TULO II&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;DAS DEFINI&#xC7;&#xD5;ES&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA;. Para efeito de aplica&#xE7;&#xE3;o da legisla&#xE7;&#xE3;o urban&#xED;stica do Munic&#xED;pio de Itabaiana, s&#xE3;o adotadas as seguintes defini&#xE7;&#xF5;es:&lt;BR&gt;VI &#x2013; fruticultura;&lt;BR&gt;VII &#x2013; apicultura;&lt;BR&gt;VIII &#x2013; camping;&lt;BR&gt;X &#x2013; horto florestal;&lt;BR&gt;XII &#x2013; esportes n&#xE1;uticos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 19. Na Faixa para Ocupa&#xE7;&#xE3;o Restrita da &#xC1;rea de Prote&#xE7;&#xE3;o do A&#xE7;ude da Marcela, correspondente a 100 (cem) metros a partir da &#xC1;rea Marginal, s&#xF3; ser&#xE1; permitida a ocupa&#xE7;&#xE3;o por parques verdes.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 20. Na Faixa reservada para Lazer e Turismo do A&#xE7;ude da Marcela, ser&#xE3;o permitidos usos voltados para o lazer e o turismo, desde que respeitados os indicadores urban&#xED;sticos constantes no Anexo IX.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Se&#xE7;&#xE3;o III &#x2013; Da &#xC1;rea Especial de Prote&#xE7;&#xE3;o Paisag&#xED;stica&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 21. A &#xC1;rea Especial de Prote&#xE7;&#xE3;o Paisag&#xED;stica &#x2013; AEPP deve garantir, em virtude da sua localiza&#xE7;&#xE3;o estrat&#xE9;gica, a vis&#xE3;o panor&#xE2;mica da Serra de Itabaiana e a aprecia&#xE7;&#xE3;o das belezas paisag&#xED;sticas que dela fazem parte, permitindo a contempla&#xE7;&#xE3;o cont&#xED;nua, a integra&#xE7;&#xE3;o entre o ambiente natural e constru&#xED;do e a preserva&#xE7;&#xE3;o da paisagem.&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xFA;nico. Na AEPP, n&#xE3;o ser&#xE3;o permitidas edifica&#xE7;&#xF5;es com mais de dois pavimentos que venham constituir barreiras, impedindo a vis&#xE3;o panor&#xE2;mica da Serra de Itabaiana, ou quaisquer elementos que possam comprometer a caracteriza&#xE7;&#xE3;o do conjunto paisag&#xED;stico natural.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Se&#xE7;&#xE3;o IV &#x2013; Da &#xC1;rea Especial de Interesse Cultural&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 22. A &#xC1;rea Especial de Interesse Cultural &#x2013; AEIC busca estabelecer um r&#xED;gido controle sobre as a&#xE7;&#xF5;es de interven&#xE7;&#xE3;o p&#xFA;blica ou privada, de modo a preservar a paisagem urbana atual que ainda guarda elementos caracter&#xED;sticos do processo de funda&#xE7;&#xE3;o e crescimento da cidade, a fim de implementar uma cultura de preserva&#xE7;&#xE3;o da hist&#xF3;ria municipal, na qual os interesses culturais coletivos prevale&#xE7;am sobre os anseios individuais.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA; - A delimita&#xE7;&#xE3;o da &#xC1;rea Especial de Interesse Cultural est&#xE1; localizada no bairro Centro, e seus limites est&#xE3;o dispostos no Anexo III e VIII desta lei.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA; - A &#xC1;rea de Interesse Cultural deve:&lt;BR&gt;a)Estimular a implementa&#xE7;&#xE3;o de uma pol&#xED;tica de preserva&#xE7;&#xE3;o arquitet&#xF4;nica, incluindo processo de tombamento de bens declarados de interesse cultural, atrav&#xE9;s de lei espec&#xED;fica;&lt;BR&gt;b)Impedir interven&#xE7;&#xF5;es de iniciativa p&#xFA;blica ou privada que venham descaracterizar conjunto da paisagem urbana e arquitet&#xF4;nica;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xDA;nico. S&#xE3;o considerados Projetos Especiais os empreendimentos p&#xFA;blicos ou privados que por sua natureza ou porte demandem an&#xE1;lise espec&#xED;fica quanto a sua implanta&#xE7;&#xE3;o no territ&#xF3;rio do Munic&#xED;pio. Podem ser:&lt;BR&gt;a)&amp;nbsp;P&#xF3;los Gerados de Tr&#xE1;fego &#x2013; PGT, que s&#xE3;o as edifica&#xE7;&#xF5;es onde se desenvolvem atividades de grande n&#xFA;mero de viagens, e cuja implanta&#xE7;&#xE3;o provoque impacto no tocante &#xE0; satura&#xE7;&#xE3;o da capacidade vi&#xE1;ria do entorno, na circula&#xE7;&#xE3;o circunvizinha, na acessibilidade &#xE0; &#xE1;rea, na qualidade ambiental, na seguran&#xE7;a de ve&#xED;culos e na capacidade da infra-estrutura existente;&lt;BR&gt;b)&amp;nbsp;Equipamentos de Impacto que s&#xE3;o empreendimentos p&#xFA;blicos ou privados que possam vir a representar uma sobrecarga na capacidade da infra-estrutura urbana ou ainda que possam vir a provocar danos ao meio ambiente natural ou constru&#xED;do;&lt;BR&gt;c)&amp;nbsp;Torres de telefonia e redes de transmiss&#xE3;o de energia el&#xE9;trica.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 30. As atividades industriais que, por sua natureza poluidora, s&#xE3;o classificadas como Inadequadas ao Meio Urbano, podem ser implantadas somente nas &#xC1;reas Especiais de Interesse Industrial, desde que sejam realizados controles de emiss&#xE3;o de ru&#xED;dos, vibra&#xE7;&#xF5;es, res&#xED;duos e radia&#xE7;&#xF5;es, al&#xE9;m do tratamento de efluentes, sendo obrigat&#xF3;rio o Estudo de Impacto Ambiental &#x2013; EIA.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 31. As atividades industriais classificadas Nocivas ao Meio Urbano, ser&#xE3;o consideradas Projetos Especiais e s&#xF3; poder&#xE3;o ser implantadas no Distrito Industrial ou em &#xE1;reas fora do per&#xED;metro urbano, com indicadores urban&#xED;sticos espec&#xED;ficos com vistas &#xE0; preserva&#xE7;&#xE3;o ambiental, a serem definidas pelo Poder Municipal e avaliadas pelo Conselho da Cidade.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA;. S&#xE3;o consideradas Atividades Industriais Nocivas ao Meio Urbano aquelas que produzam ou armazenem material explosivo ou inflam&#xE1;vel, ou causem perigosas radia&#xE7;&#xF5;es ou emana&#xE7;&#xF5;es, a exemplo de usinas sider&#xFA;rgicas e similares, refinarias de combust&#xED;veis, ind&#xFA;strias qu&#xED;micas, dep&#xF3;sitos ou f&#xE1;bricas de gases, combust&#xED;veis ou explosivos e matadouro.&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA;. As &#xE1;reas para as atividades industriais referidas no caput do artigo dever&#xE3;o:&lt;BR&gt;a)&amp;nbsp;situar-se em &#xE1;reas com elevada capacidade de assimila&#xE7;&#xE3;o de efluentes;&lt;BR&gt;b)&amp;nbsp;localizar-se em &#xE1;reas que favore&#xE7;am a instala&#xE7;&#xE3;o de infra-estrutura e servi&#xE7;os b&#xE1;sicos necess&#xE1;rios ao seu funcionamento e seguran&#xE7;a;&lt;BR&gt;c)&amp;nbsp;manter, em seu contorno, an&#xE9;is verdes de isolamento&amp;nbsp; capazes de proteger as zonas circunvizinhas contra poss&#xED;veis efeitos residuais e acidentes.&lt;BR&gt;&#xA7; 3&#xBA;. Ser&#xE3;o exigidos Estudo de Impacto Ambiental &#x2013; EIA e Relat&#xF3;rio de Impacto Ambiental &#x2013; RIMA para todas as ind&#xFA;strias classificadas como Nocivas ao Meio Urbano.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;T&#xCD;TULO IV&lt;BR&gt;DO SISTEMA VI&#xC1;RIO&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;CAP&#xCD;TULO I&lt;BR&gt;DAS DIRETRIZES GERAIS&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 61. A regula&#xE7;&#xE3;o do Sistema Vi&#xE1;rio do Munic&#xED;pio de Itabaiana visa:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; induzir o desenvolvimento pleno do munic&#xED;pio, atrav&#xE9;s de uma compatibiliza&#xE7;&#xE3;o coerente entre circula&#xE7;&#xE3;o e zoneamento de uso e ocupa&#xE7;&#xE3;o do solo, face &#xE0; forte rela&#xE7;&#xE3;o existente entre. o ordenamento do sistema vi&#xE1;rio e o estabelecimento das condi&#xE7;&#xF5;es adequadas ao desenvolvimento das diversas atividades no meio urbano;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; adaptar a malha vi&#xE1;ria existente &#xE0;s melhorias das condi&#xE7;&#xF5;es de&amp;nbsp; circula&#xE7;&#xE3;o;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;III &#x2013; hierarquizar as vias urbanas, bem como implementar solu&#xE7;&#xF5;es visando maior fluidez no tr&#xE1;fego de modo a assegurar seguran&#xE7;a e conforto;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;IV &#x2013; eliminar pontos cr&#xED;ticos de circula&#xE7;&#xE3;o, principalmente em locais de maiores ocorr&#xEA;ncias de acidentes;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;V &#x2013; adequar os locais de concentra&#xE7;&#xE3;o, acesso e circula&#xE7;&#xE3;o p&#xFA;blica &#xE0;s pessoas portadoras de defici&#xEA;ncias.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA;. O sistema de circula&#xE7;&#xE3;o e de transportes de Itabaiana ser&#xE1; objeto de plano espec&#xED;fico, de acordo com as diretrizes estabelecidas nesta lei, abrangendo circula&#xE7;&#xE3;o vi&#xE1;ria, transportes coletivos, de carga e passageiros e circula&#xE7;&#xE3;o de pedestres.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA;. Os projetos de m&#xE9;dio e grande porte que envolvam constru&#xE7;&#xE3;o de novos eixos vi&#xE1;rios, pontes, duplica&#xE7;&#xE3;o de vias ou de reestrutura&#xE7;&#xE3;o vi&#xE1;ria, dever&#xE3;o elaborar estudos e relat&#xF3;rios de impacto ambiental.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;CAP&#xCD;TULO II&lt;BR&gt;DA HIERARQUIZA&#xC7;&#xC3;O DAS VIAS&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 62. O sistema vi&#xE1;rio de Itabaiana ser&#xE1; disciplinado pela hierarquiza&#xE7;&#xE3;o das vias, regulamentadas por ato do Executivo Municipal e enquadradas obedecendo as seguintes categorias:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; Na se&#xE7;&#xE3;o normal da via arterial o passeio deve ser aumentado de 3.50m para 5.00m.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; Na se&#xE7;&#xE3;o reduzida da via arterial o passeio deve ser aumentado de 3.00m para 4.00m.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;III &#x2013; Na se&#xE7;&#xE3;o normal da via coletora o passeio deve ser aumentado de 2.00m para 3.50m.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 75. SUPRIMIDO.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 13 de dezembro de 2007.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2007-12-13 00:00:00</criado><alterado>2007-12-13 00:00:00</alterado></item><item><id>687</id><titulo>Institui a Pol&#xED;tica Municipal de Meio Ambiente e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1267/2007</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-12-13 00:00:00</aprovada><slug>institui-a-politica-municipal-de-meio-ambiente-e-da-outras-providencias</slug><tags>meio ambiente,pol&#xED;tica ambiental,licen&#xE7;as</tags><criado>2007-12-13 00:00:00</criado><alterado>2021-06-04 10:33:00</alterado></item><item><id>686</id><titulo>Lei sobre o c&#xF3;digo de obras</titulo><numero>1268</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-12-13 00:00:00</aprovada><slug>lei-sobre-o-c-digo-de-obras</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Disp&#xF5;e sobre o C&#xF3;digo de Obras, Edifica&#xE7;&#xF5;es e Posturas do Munic&#xED;pio de Itabaiana e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita Municipal de Itabaiana sanciona a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;T&#xCD;TULO I &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;DAS DISPOSI&#xC7;&#xD5;ES PRELIMINARES&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - Esta lei disciplina os procedimentos administrativos e as normas espec&#xED;ficas para elabora&#xE7;&#xE3;o, licenciamento e execu&#xE7;&#xE3;o de projetos de obras e instala&#xE7;&#xF5;es no munic&#xED;pio de Itabaiana, incluindo reformas, uso e manuten&#xE7;&#xE3;o de edifica&#xE7;&#xF5;es em seus aspectos t&#xE9;cnicos, estruturais e funcionais, bem como estabelece medidas de pol&#xED;cia administrativa de compet&#xEA;ncia do Munic&#xED;pio, no que diz respeito &#xE0; ordem p&#xFA;blica, higiene, instala&#xE7;&#xE3;o e funcionamento de equipamentos e atividades quando do uso dos espa&#xE7;os p&#xFA;blicos e privados, sem preju&#xED;zo do disposto na Lei Org&#xE2;nica Municipal, no Plano Diretor Participativo e nas Legisla&#xE7;&#xF5;es Estadual e Federal pertinentes.&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xDA;nico. Os projetos e edifica&#xE7;&#xF5;es localizados em &#xE1;reas especiais previstas na Se&#xE7;&#xE3;o IV, Cap&#xED;tulo III do Plano Diretor Participativo Municipal dever&#xE3;o ser regidos por legisla&#xE7;&#xE3;o espec&#xED;fica.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA;. Para efeito deste c&#xF3;digo s&#xE3;o adotadas as seguintes defini&#xE7;&#xF5;es:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; Acesso coberto: cobertura destinada &#xE0; prote&#xE7;&#xE3;o da(s) entrada(s) da edifica&#xE7;&#xE3;o;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; Acr&#xE9;scimo ou amplia&#xE7;&#xE3;o &#x2013; aumento da &#xE1;rea da edifica&#xE7;&#xE3;o existente;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;III &#x2013; Afastamento ou recuo: dist&#xE2;ncia entre o plano da fachada e o alinhamento;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;IV &#x2013; Alicerce: elemento construtivo respons&#xE1;vel pela transfer&#xEA;ncia das cargas da edifica&#xE7;&#xE3;o ao solo;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;V &#x2013; Alinhamento : linha divis&#xF3;ria entre o lote e o logradouro p&#xFA;blico; edifica&#xE7;&#xF5;es, certificado por profissional habilitado, quando do inicio do uso ou atividade na respectiva edifica&#xE7;&#xE3;o.&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA;. O atestado referido no &#xA7; anterior dever&#xE1; ser apresentado a cada per&#xED;odo de cinco anos ou quando houver altera&#xE7;&#xF5;es nas instala&#xE7;&#xF5;es ou elementos estruturais.&lt;BR&gt;&#xA7; 3&#xBA;. Aplicam-se as mesmas regras dos par&#xE1;grafos 1&#xBA; e 2&#xBA; aos pr&#xE9;dios p&#xFA;blicos, pontes e monumentos de toda a abrang&#xEA;ncia do limite do munic&#xED;pio, independente de esfera municipal, estadual e federal.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;CAP&#xCD;TULO III &#x2013; DO RESPONS&#xC1;VEL T&#xC9;CNICO&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 12. O respons&#xE1;vel t&#xE9;cnico pela obra assume perante o Munic&#xED;pio e terceiros a execu&#xE7;&#xE3;o de todas as condi&#xE7;&#xF5;es previstas no projeto de arquitetura e projetos de instala&#xE7;&#xF5;es aprovados de acordo com este C&#xF3;digo e demais normas t&#xE9;cnicas pertinentes.&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA;. A responsabilidade t&#xE9;cnica do(s) autor(es) do(s) projeto(s) e da obra tem inicio, respectivamente, a partir da data do protocolamento do pedido de licen&#xE7;a para constru&#xE7;&#xE3;o e do inicio da execu&#xE7;&#xE3;o do projeto. &lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA;. Durante a execu&#xE7;&#xE3;o da obra, ocorrendo modifica&#xE7;&#xF5;es que alterem a concep&#xE7;&#xE3;o do projeto e estejam em desacordo com a legisla&#xE7;&#xE3;o vigente, &#xE9; obriga&#xE7;&#xE3;o do(s) autor(es) comunicar por escrito &#xE0; Prefeitura a isen&#xE7;&#xE3;o de sua responsabilidade t&#xE9;cnica em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s modifica&#xE7;&#xF5;es inseridas irregularmente.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 13. O respons&#xE1;vel t&#xE9;cnico, ao afastar-se da responsabilidade da obra, dever&#xE1; entregar &#xE0; Prefeitura, no prazo de 07 (sete) dias &#xFA;teis, documento que ateste o desvinculo para com os servi&#xE7;os contratados e as raz&#xF5;es que justificam o afastamento.&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xFA;nico. Havendo comum acordo entre o propriet&#xE1;rio e os dois respons&#xE1;veis t&#xE9;cnicos, o que se afasta da responsabilidade pela obra e aquele que assume, poder&#xE3;o fazer uma s&#xF3; comunica&#xE7;&#xE3;o que contenha a assinatura de ambos e do propriet&#xE1;rio, ficando estabelecido o mesmo prazo descrito caput deste artigo e no &#xA7; 2&#xBA; do art. 11&#xBA;.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 14. &#xC9; obriga&#xE7;&#xE3;o do respons&#xE1;vel t&#xE9;cnico a coloca&#xE7;&#xE3;o da placa da obra em posi&#xE7;&#xE3;o e dimens&#xF5;es vis&#xED;veis, enquanto perdurarem as obras, contendo, no m&#xED;nimo as seguintes informa&#xE7;&#xF5;es:&lt;BR&gt;I &#x2013; Endere&#xE7;o completo da obra;&lt;BR&gt;II &#x2013; Nome do propriet&#xE1;rio;&lt;BR&gt;III &#x2013; Nome(s) do(s) respons&#xE1;vel(eis) t&#xE9;cnico(s) pelo(s) projeto(s) e pela constru&#xE7;&#xE3;o, categoria profissional e n&#xFA;mero da respectiva carteira;&lt;BR&gt;IV &#x2013; Finalidade da obra;&lt;BR&gt;V &#x2013; N&#xBA; do Alvar&#xE1; ou da Licen&#xE7;a.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xFA;nico &#x2013; A execu&#xE7;&#xE3;o dos servi&#xE7;os de limpeza p&#xFA;blica de compet&#xEA;ncia do munic&#xED;pio ser&#xE1; realizada pelo quadro funcional. Em casos de extrema necessidade para realiza&#xE7;&#xE3;o dos servi&#xE7;os poder&#xE1; ser contemplado por terceiros, observadas as prescri&#xE7;&#xF5;es legais pr&#xF3;prias.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; SUPRIMIDO &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 201. N&#xE3;o sendo atendida a intima&#xE7;&#xE3;o para demoli&#xE7;&#xE3;o, em qualquer caso descrito nesta se&#xE7;&#xE3;o, esta poder&#xE1; ser efetuada pelo &#xF3;rg&#xE3;o competente do Munic&#xED;pio, correndo por conta do propriet&#xE1;rio as despesas dela decorrentes.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;T&#xCD;TULO XVII&lt;BR&gt;DAS DISPOSI&#xC7;&#xD5;ES FINAIS E TRANSIT&#xD3;RIAS&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 202. O Poder Executivo expedir&#xE1; os atos administrativos que se fizerem necess&#xE1;rios &#xE1; fiel observ&#xE2;ncia das disposi&#xE7;&#xF5;es deste C&#xF3;digo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xFA;nico. Atos administrativos s&#xE3;o jur&#xED;dicos atrav&#xE9;s dos quais a administra&#xE7;&#xE3;o p&#xFA;blica desempenha a sua fun&#xE7;&#xE3;o executiva.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 203. Esta Lei entrar&#xE1; em vigor 30 (trinta) dias ap&#xF3;s sua publica&#xE7;&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 204. Ficam revogadas as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 13 de dezembro de 2007.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2007-12-13 00:00:00</criado><alterado>2007-12-13 00:00:00</alterado></item><item><id>685</id><titulo>Lei sobre a sinaliza&#xE7;&#xE3;o de carro&#xE7;as</titulo><numero>1266</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-12-13 00:00:00</aprovada><slug>lei-sobre-a-sinaliza-o-de-carro-as</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Disp&#xF5;e sobre a sinaliza&#xE7;&#xE3;o de ve&#xED;culos de tra&#xE7;&#xE3;o animal (carro&#xE7;as) e reboque para ve&#xED;culos automotores e das outras provid&#xEA;ncias.&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita sancionar&#xE1; a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - Fica terminantemente obrigado todo e qualquer fabricante de ve&#xED;culos de tra&#xE7;&#xE3;o animal (carro&#xE7;as) e reboques para ve&#xED;culos automotores a sinalizar com faixas, tintas ou placas refletivas conforme projeto em anexo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - As faixas e placas refletivas s&#xE3;o as mesmas aprovadas pelo DENATRAN, usadas nos p&#xE1;ra-choques e carrocerias de caminh&#xF5;es.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - A sinaliza&#xE7;&#xE3;o ser&#xE1; tamb&#xE9;m obrigat&#xF3;ria quando houver reformas dos produtos citados no caput deste projeto e obedecer&#xE1; as seguintes exig&#xEA;ncias: &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; Rodas e eixos pintados com tintas refletivas;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; Adicionamento ao eixo de uma tarja de ferro para aplica&#xE7;&#xE3;o de faixa refletiva com 10 cm de largura, com a mesma metragem do eixo;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;III &#x2013; Adicionamento de uma tarja de madeira nos lados das carrocerias para aplica&#xE7;&#xE3;o de placas adesivas. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Das Infra&#xE7;&#xF5;es e Penalidades&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 4&#xBA; - S&#xE3;o infratores fabricantes e ou propriet&#xE1;rios dos aludidos produtos que descumprirem a Lei;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 5&#xBA; - Atribuir-se-&#xE1; multa de 217 UFM cada infra&#xE7;&#xE3;o cometida pelo fabricante.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 6&#xBA; - Os fabricantes que pela 3&#xAA; vez reincidir ter&#xE1; cassado o alvar&#xE1; de funcionamento da f&#xE1;brica;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xDA;nico &#x2013; A reabertura do estabelecimento est&#xE1; condicionada ao pagamento de 651 UFM;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 7&#xBA; - O infrator propriet&#xE1;rio de ve&#xED;culos de tra&#xE7;&#xE3;o animal (carro&#xE7;as) e de reboques para ve&#xED;culos automotores, ser&#xE1; aplicada multa de equivalente a 20 UFM por cada infra&#xE7;&#xE3;o cometida. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 8&#xBA; - O infrator propriet&#xE1;rio mencionado no anterior que pela 3&#xAA; vez&amp;nbsp; reincidir&amp;nbsp; ser&#xE1; suspenso os servi&#xE7;os pelo munic&#xED;pio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xDA;nico &#x2013; s&#xF3; haver&#xE1; o retorno dos mesmos aos servi&#xE7;os quando efetuarem o pagamento de 60 UFM.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 9&#xBA; - O infrator propriet&#xE1;rio de ve&#xED;culos de tra&#xE7;&#xE3;o animal, e reboques de ve&#xED;culos automotores, ter&#xE1; o prazo de 12 meses para adaptar-se &#xE0; nova Lei.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 10 - O munic&#xED;pio fiscalizar&#xE1; atrav&#xE9;s do setor competente os fabricantes e propriet&#xE1;rios que deixarem de cumprir a presente Lei.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 11 - Os valores recolhidos em fun&#xE7;&#xE3;o das infra&#xE7;&#xF5;es cometidas ser&#xE3;o revertidas para a divulga&#xE7;&#xE3;o e incentivo do projeto.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 10 &#x2013; Ficam revogadas as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 13 de dezembro de 2007.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2007-12-13 00:00:00</criado><alterado>2007-12-13 00:00:00</alterado></item><item><id>684</id><titulo>Lei sobre a participa&#xE7;&#xE3;o de servidores em sindicatos</titulo><numero>1253</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-11-27 00:00:00</aprovada><slug>lei-sobre-a-participa-o-de-servidores-em-sindicatos</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Disp&#xF5;e sobre a participa&#xE7;&#xE3;o dos Servidores do Munic&#xED;pio nos Sindicatos de Categoria Profissional, e d&#xE1;&amp;nbsp; provid&#xEA;ncias correlatas.&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita Municipal sanciona a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - Os Servidores P&#xFA;blicos Municipais que forem eleitos para a Diretoria Executiva dos Sindicatos de sua respectiva categoria profissional nas fun&#xE7;&#xF5;es de Presidente e 1&#xBA; Secret&#xE1;rio, ser&#xE3;o cedidos pela Administra&#xE7;&#xE3;o P&#xFA;blica sem &#xF4;nus para o respectivo sindicato, pelo prazo de dura&#xE7;&#xE3;o do mandato.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA; - A cess&#xE3;o ser&#xE1; autorizada ap&#xF3;s a comunica&#xE7;&#xE3;o da posse do servidor, pelo respectivo sindicato, informando a dura&#xE7;&#xE3;o do mandato, bem como fornecendo o respectivo termo de posse.&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA; - A cess&#xE3;o do servidor far-se-&#xE1; sem perda dos direitos e vantagens.&lt;BR&gt;&#xA7; 3&#xBA; - Ser&#xE1; automaticamente revogada a cess&#xE3;o se, por algum motivo, o servidor deixar de exercer o mandato do &#xD3;rg&#xE3;o representativo da classe.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - Para efeito desta Lei, considerar-se Servidor P&#xFA;blico o Funcion&#xE1;rio ou empregado da Administra&#xE7;&#xE3;o direta ou indireta do Poder Executivo, bem como da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - Esta Lei entrar&#xE1; em vigor na data de sua publica&#xE7;&#xE3;o, revogadas as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 27 de novembro de 2007.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2007-11-27 00:00:00</criado><alterado>2007-11-27 00:00:00</alterado></item><item><id>683</id><titulo>Lei nome de Rua Valdelina Teixeira Oliveira</titulo><numero>1252</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-11-08 00:00:00</aprovada><slug>lei-nome-de-rua-valdelina-teixeira-oliveira</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Disp&#xF5;e sobre nome de Rua do nosso munic&#xED;pio e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita Municipal de Itabaiana sanciona a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - A Rua projetada localizada na coruja, bairro Jos&#xE9; Milton Machado, localizado nas estradas de Edinho da Granja e do Brito Velho&amp;nbsp; passar&#xE1; denominar-se de RUA VALDELINA TEIXEIRA OLIVEIRA.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - Esta Lei entrar&#xE1; em vigor na data de sua publica&#xE7;&#xE3;o&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - Ficam revogadas as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 08 de novembro de 2007.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2007-11-08 00:00:00</criado><alterado>2007-11-08 00:00:00</alterado></item><item><id>682</id><titulo>Lei nome de Rua Manoel Alvelino de Souza</titulo><numero>1251</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-11-08 00:00:00</aprovada><slug>lei-nome-de-rua-manoel-alvelino-de-souza</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Disp&#xF5;e sobre nome de Rua do nosso munic&#xED;pio e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita Municipal de Itabaiana sanciona a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - A atual Rua Manoel Avelino de Souza, que fica paralela a Rua Rodolfo Andrade&amp;nbsp; tendo o seu inicio na Rua Jo&#xE3;o Nunes Rezende. Passar&#xE1; denominar-se de RUA MANOEL AVELINO DE SOUZA.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - Esta Lei entrar&#xE1; em vigor na data de sua publica&#xE7;&#xE3;o&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - Ficam revogadas as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 08 de novembro de 2007.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2007-11-08 00:00:00</criado><alterado>2007-11-08 00:00:00</alterado></item><item><id>681</id><titulo>Lei nome de Rua Jos&#xE9; Braz de Oliveira</titulo><numero>1250</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-11-08 00:00:00</aprovada><slug>lei-nome-de-rua-jos-braz-de-oliveira</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Disp&#xF5;e sobre nome de Rua do nosso munic&#xED;pio e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita Municipal de Itabaiana sanciona a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - A Rua projetada localizada na coruja, bairro Jos&#xE9; Milton Machado, localizado nas estradas da Coruja e do Brito Velho&amp;nbsp; passar&#xE1; denominar-se de RUA JOS&#xC9; BRAZ DE OLIVEIRA.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - Esta Lei entrar&#xE1; em vigor na data de sua publica&#xE7;&#xE3;o&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - Ficam revogadas as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 08 de novembro de 2007.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2007-11-08 00:00:00</criado><alterado>2007-11-08 00:00:00</alterado></item></itens><ano/><busca/></data>
