<?xml version="1.0"?>
<data><categorias><item><id>2</id><nome>Decreto</nome><slug>decreto</slug><criado>2021-09-21 15:19:15</criado><alterado>2026-04-22 13:08:01</alterado></item><item><id>1</id><nome>Lei</nome><slug>lei</slug><criado>2021-09-21 15:19:15</criado><alterado>2026-04-22 13:08:09</alterado></item><item><id>10</id><nome>Portaria</nome><slug>portaria</slug><criado>2024-05-14 12:10:49</criado><alterado>2026-04-22 13:07:36</alterado></item><item><id>7</id><nome>Projeto de Decreto</nome><slug>projeto-de-decreto</slug><criado>2023-03-21 08:45:22</criado><alterado>2024-08-16 11:08:15</alterado></item><item><id>6</id><nome>Projeto de Lei</nome><slug>projeto-de-lei</slug><criado>2023-03-17 14:46:15</criado><alterado>2024-08-16 11:08:58</alterado></item><item><id>5</id><nome>Resolu&#xE7;&#xE3;o</nome><slug>resolucao</slug><criado>2021-09-21 15:19:15</criado><alterado>2026-04-22 13:07:52</alterado></item></categorias><categoria/><paginacao><atual>231</atual><proxima>232</proxima><anterior>230</anterior><total_registros>4097</total_registros><total_paginas>274</total_paginas></paginacao><itens><item><id>650</id><titulo>Lei do Conselho do FUNDEB</titulo><numero>1223</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-03-08 00:00:00</aprovada><slug>lei-do-conselho-do-fundeb</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Disp&#xF5;e sobre a cria&#xE7;&#xE3;o do Conselho Municipal de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manuten&#xE7;&#xE3;o e Desenvolvimento da Educa&#xE7;&#xE3;o B&#xE1;sica e de Valoriza&#xE7;&#xE3;o dos Profissionais da Educa&#xE7;&#xE3;o - FUNDEB.&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita Municipal de Itabaiana sanciona a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Cap&#xED;tulo I&lt;BR&gt;Das Disposi&#xE7;&#xF5;es Preliminares&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - Fica criado o Conselho Municipal de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manuten&#xE7;&#xE3;o e Desenvolvimento da Educa&#xE7;&#xE3;o B&#xE1;sica e de Valoriza&#xE7;&#xE3;o dos Profissionais da Educa&#xE7;&#xE3;o - Conselho do FUNDEB, no &#xE2;mbito do Munic&#xED;pio de Itabaiana.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Cap&#xED;tulo II&lt;BR&gt;Da Composi&#xE7;&#xE3;o&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - O Conselho a que se refere o art. 1&#xBA; &#xE9; constitu&#xED;do por 09 membros titulares, acompanhados de seus respectivos suplentes, conforme representa&#xE7;&#xE3;o e indica&#xE7;&#xE3;o a seguir descriminadas:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I)&amp;nbsp;um representante da Secretaria Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o, indicado pelo Poder Executivo Municipal;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II)&amp;nbsp;um representante dos professores das escolas p&#xFA;blicas municipais;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;III)&amp;nbsp;um representante dos diretores das escolas p&#xFA;blicas municipais;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;IV)&amp;nbsp;um representante dos servidores t&#xE9;cnico-adminstrativos das escolas p&#xFA;blicas municipais;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;V)&amp;nbsp;dois representantes dos pais de alunos das escolas p&#xFA;blicas municipais;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;VI)&amp;nbsp;dois representantes dos estudantes da educa&#xE7;&#xE3;o b&#xE1;sica p&#xFA;blica; e&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;VII)&amp;nbsp;um representante do Conselho Tutelar.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA; - Os membros de que tratam os incisos II, III, IV, V e VI deste artigo ser&#xE3;o indicados pelas respectivas representa&#xE7;&#xF5;es ap&#xF3;s processo eletivo organizado para escolha dos indicados, pelos respectivos pares.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA; - A indica&#xE7;&#xE3;o referida no art. 1&#xBA;, caput, dever&#xE1; ocorrer em ata vinte dias antes do t&#xE9;rmino do mandato dos conselheiros anteriores, para a nomea&#xE7;&#xE3;o dos conselheiros.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 3&#xBA; - Os conselheiros de que trata o caput deste artigo dever&#xE3;o guardar v&#xED;nculo formal com os segmentos que representam, devendo esta condi&#xE7;&#xE3;o constituir-se como pr&#xE9;-requisito &#xE0; participa&#xE7;&#xE3;o no processo eletivo previsto no &#xA7; 1&#xBA;.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 4&#xBA; - Os representantes, titular e suplente, dos diretores das escolas p&#xFA;blicas municipais dever&#xE3;o ser diretores eleitos por seus pares.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 5&#xBA; - S&#xE3;o impedidos de integrar o Conselho do FUNDEB:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; c&#xF4;njuge e parentes consang&#xFC;&#xED;neos ou afins, at&#xE9; terceiro grau, do Prefeito ou Vice-Prefeito, e dos Secret&#xE1;rios Municipais;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; tesoureiro, contador ou funcion&#xE1;rio de empresa de assessoria ou consultoria que prestem servi&#xE7;os relacionados &#xE0; administra&#xE7;&#xE3;o ou controle interno dos recursos do Fundo, bem como c&#xF4;njuges, parentes consang&#xFC;&#xED;neos ou afins, at&#xE9; terceiro grau, desses profissionais;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;III &#x2013; estudantes que n&#xE3;o sejam emancipados; e&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;IV &#x2013; pais de alunos que:&lt;BR&gt;a) exer&#xE7;am cargos ou fun&#xE7;&#xF5;es p&#xFA;blicas de livre nomea&#xE7;&#xE3;o e exonera&#xE7;&#xE3;o no &#xE2;mbito do Poder Executivo Municipal; ou&lt;BR&gt;b) prestem servi&#xE7;os terceirizados ao Poder Executivo Municipal.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - O suplente substituir&#xE1; o titular do Conselho do FUNDEB nos casos de afastamentos tempor&#xE1;rios ou eventuais deste, e assumir&#xE1; sua vaga nas hip&#xF3;teses de afastamento definitivo decorrente de:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; desligamento por motivos particulares;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; rompimento do v&#xED;nculo de que trata o &#xA7; 3&#xBA;, do art. 2&#xBA;; e&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;III &#x2013; situa&#xE7;&#xE3;o de impedimento previsto no &#xA7; 6&#xBA;, incorrida pelo titular no decorrer de seu mandato.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA; - Na hip&#xF3;tese em que o titular e o suplente incorram simultaneamente na situa&#xE7;&#xE3;o de afastamento definitivo descrita no art. 3&#xBA;, o estabelecimento ou segmento respons&#xE1;vel pela indica&#xE7;&#xE3;o dever&#xE1; indicar novo suplente.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA; - Na hip&#xF3;tese em que o titular e o suplente incorram simultaneamente na situa&#xE7;&#xE3;o de afastamento definitivo descrita no art. 3&#xBA;, na institui&#xE7;&#xE3;o ou segmento respons&#xE1;vel pela indica&#xE7;&#xE3;o dever&#xE1; indicar novo titular e novo suplente para o Conselho do FUNDEB.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 4&#xBA; - O mandato dos membros do Conselho ser&#xE1; de 2 (dois) anos, permitida uma &#xFA;nica recondu&#xE7;&#xE3;o para o mandato subseq&#xFC;ente por apenas uma vez.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Cap&#xED;tulo III&lt;BR&gt;Das Compet&#xEA;ncias do Conselho do FUNDEB&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 5&#xBA; - Compete ao Conselho do FUNDEB:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; Acompanhar e controlar a reparti&#xE7;&#xE3;o, transfer&#xEA;ncia e aplica&#xE7;&#xE3;o dos recursos do Fundo;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; Supervisionar a realiza&#xE7;&#xE3;o do Censo Escolar e a elabora&#xE7;&#xE3;o da proposta or&#xE7;ament&#xE1;ria anual do Poder Executivo Municipal, com o objetivo de concorrer para o regular e tempestivo tratamento e encaminhamento dos dados estat&#xED;sticos e financeiros que alicer&#xE7;am a operacionaliza&#xE7;&#xE3;o do FUNDEB;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;III &#x2013; examinar os registros cont&#xE1;beis e demonstrativos gerenciais mensais e atualizados relativos aos recursos repassados ou retidos &#xE0; conta do Fundo;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;IV &#x2013; emitir parecer sobre as presta&#xE7;&#xF5;es de contas dos recursos do Fundo, que dever&#xE3;o ser disponibilizadas mensalmente pelo Poder Executivo Municipal; e&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;V &#x2013; outras atribui&#xE7;&#xF5;es que legisla&#xE7;&#xE3;o espec&#xED;fica eventualmente estabele&#xE7;a;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;VI &#x2013; Solicitar do poder Executivo Municipal a disponibilidade da presta&#xE7;&#xE3;o de contas da aplica&#xE7;&#xE3;o dos recursos do FUNDEB em tempo h&#xE1;bil a analise e manifesta&#xE7;&#xE3;o do conselho no prazo regulamentar;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;VII &#x2013; Emitir parecer sobre as presta&#xE7;&#xF5;es de contas dos recursos do FUNDEB que dever&#xE3;o ser disponibilizadas mensalmente pelo Poder Executivo Municipal;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;VIII &#x2013; Observar a correta aplica&#xE7;&#xE3;o do m&#xED;nimo 60% dos recursos no fundo de remunera&#xE7;&#xE3;o dos profissionais do magist&#xE9;rio, especialmente em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; composi&#xE7;&#xE3;o do grupo de profissionais, cujo pagamento &#xE9; realizado com essa parcela m&#xED;nima legal de recursos;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;IX &#x2013; Exigir o fiel cumprimento do plano de carreira e remunera&#xE7;&#xE3;o do magist&#xE9;rio e da rede de ensino;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;X &#x2013; Zelar pela observ&#xE2;ncia dos crit&#xE9;rios e condi&#xE7;&#xF5;es estabelecidas pelo exerc&#xED;cio da fun&#xE7;&#xE3;o do conselho, especialmente no que tange aos impedimentos para integrar o conselho e para exerc&#xED;cio da presid&#xEA;ncia e vice-presid&#xEA;ncia do colegiado, descritos no 5&#xBA; e 6&#xBA; do artigo 24 da medida provis&#xF3;ria 339/06;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XI &#x2013; Apresentar a C&#xE2;mara Municipal, ao Poder Executivo Municipal e ao Tribunal de Contas Estadual, manifesta&#xE7;&#xE3;o formal acerca de registros cont&#xE1;beis e de demonstrativos gerenciais do fundo, sempre que o conselho julgar conveniente conforme par&#xE1;grafo &#xFA;nico do artigo 25 da emenda provis&#xF3;ria 339/06;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XII - Requisitar junto ao Poder Executivo Municipal, ampla infra-estrutura e as condi&#xE7;&#xF5;es materiais necess&#xE1;rias &#xE0; execu&#xE7;&#xE3;o plena das compet&#xEA;ncias do conselho com base no disposto no par&#xE1;grafo 10 do art.24 da medida provis&#xF3;ria n&#xBA; 339/06.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA;- O parecer que trata o inciso VII deste artigo dever&#xE1; ser aprovado, por maioria simples dos membros do conselho do FUNDEB, e apresentado ao Poder Executivo Municipal para o devido encaminhamento aos &#xF3;rg&#xE3;os de controle externo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA; - Em caso de parecer contr&#xE1;rio a apresenta&#xE7;&#xE3;o da presta&#xE7;&#xE3;o de contas o mesmo dever&#xE1; ser encaminhado ao Poder Legislativo Municipal, Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico e ao Tribunal de Contas.&amp;nbsp;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Cap&#xED;tulo IV&lt;BR&gt;Das Disposi&#xE7;&#xF5;es Finais&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 6&#xBA; - O Conselho do FUNDEB ter&#xE1; um Presidente e um Vice-Presidente, ser&#xE3;o eleitos pelos conselheiros.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xDA;nico &#x2013; Est&#xE1; impedido de ocupar a Presid&#xEA;ncia o conselheiro designado nos termos do art. 2&#xBA;, I desta LEI.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 7&#xBA; - Na hip&#xF3;tese em que o membro que ocupa a fun&#xE7;&#xE3;o de Presidente do Conselho do FUNDEB incorrer na situa&#xE7;&#xE3;o de afastamento definitivo prevista no art. 3&#xBA;, a Presid&#xEA;ncia ser&#xE1; ocupada pelo Vice-Presidente.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art.8&#xBA; - No prazo m&#xE1;ximo de 30 (trinta) dias ap&#xF3;s a instala&#xE7;&#xE3;o do Conselho do FUNDEB, dever&#xE1; ser aprovado o Regimento Interno que viabilize seu funcionamento.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 9&#xBA; - As reuni&#xF5;es ordin&#xE1;rias do Conselho do FUNDEB ser&#xE3;o realizadas mensalmente, com a presen&#xE7;a da maioria de seus membros, e, extraordinariamente, quando convocados pelo Presidente ou mediante solicita&#xE7;&#xE3;o por escrito de pelo menos um ter&#xE7;o dos membros efetivos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xFA;nico &#x2013; As delibera&#xE7;&#xF5;es ser&#xE3;o tomadas pela maioria dos membros presentes, cabendo ao Presidente o voto de qualidade, nos casos em que o julgamento depender de desempate.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 10 &#x2013; O Conselho do FUNDEB atuar&#xE1; com autonomia em suas decis&#xF5;es, sem vincula&#xE7;&#xE3;o ou subordina&#xE7;&#xE3;o institucional ao Poder Executivo Municipal.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 11- A atua&#xE7;&#xE3;o dos membros do Conselho do FUNDEB:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; n&#xE3;o ser&#xE1; renumerada;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; &#xE9; considerada atividade de relevante interesse social;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;III &#x2013; assegura isen&#xE7;&#xE3;o da obrigatoriedade de testemunhar sobre informa&#xE7;&#xF5;es recebidas ou prestadas em raz&#xE3;o do exerc&#xED;cio de suas atividades de conselheiro, e sobre as pessoas que lhes confiarem ou deles receberam informa&#xE7;&#xF5;es; e&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;IV &#x2013; veda, quando os conselheiros forem representantes de professores e diretores ou servidores das escolas p&#xFA;blicas, no curso do mandato:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;a)&amp;nbsp;exonera&#xE7;&#xE3;o de of&#xED;cio ou demiss&#xE3;o do cargo ou emprego sem justa causa, ou transfer&#xEA;ncia involunt&#xE1;ria do estabelecimento de ensino que atuam;&lt;BR&gt;b)&amp;nbsp;atribui&#xE7;&#xE3;o de falta injustificada ao servi&#xE7;o, em fun&#xE7;&#xE3;o das atividades do conselho; e&lt;BR&gt;c)&amp;nbsp;afastamento involunt&#xE1;rio e injustificado da condi&#xE7;&#xE3;o de conselheiro antes do t&#xE9;rmino do mandato para o qual tenha sido designado.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 12 &#x2013; O Conselho do FUNDEB n&#xE3;o contar&#xE1; com estrutura administrativa pr&#xF3;pria, devendo o Munic&#xED;pio garantir infra-estrutura e condi&#xE7;&#xF5;es materiais adequadas &#xE0; execu&#xE7;&#xE3;o plena das compet&#xEA;ncias do Conselho e oferecer ao Minist&#xE9;rio da Educa&#xE7;&#xE3;o os dados cadastrais relativos a sua cria&#xE7;&#xE3;o e composi&#xE7;&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 13 &#x2013; O Conselho do FUNDEB poder&#xE1;, sempre que julgar conveniente:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; apresentar, ao Poder Legislativo local e aos &#xF3;rg&#xE3;os de controle interno e externo manifesta&#xE7;&#xE3;o formal acerca dos registros cont&#xE1;beis e dos demonstrativos gerenciais do Fundo; e&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; por decis&#xE3;o da maioria de seus membros, convocar o Secret&#xE1;rio Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o, ou servidor equivalente, para prestar esclarecimentos acerca de fluxos e a execu&#xE7;&#xE3;o das despesas do Fundo, devendo a autoridade convocada apresentar-se em prazo n&#xE3;o superior a trinta dias.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 14 &#x2013; Durante o prazo previsto no &#xA7; 2&#xBA; do art. 2&#xBA;, os novos membros dever&#xE3;o se reunir com os membros do Conselho do FUNDEB, cujo mandato est&#xE1; se encerrando, para transfer&#xEA;ncia de documentos e informa&#xE7;&#xF5;es de interesse do Conselho.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 15 &#x2013; Esta LEI entra em vigor na data de sua publica&#xE7;&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 16 &#x2013; Revogam-se as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal, em 08 de mar&#xE7;o de 2007.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2007-03-08 00:00:00</criado><alterado>2007-03-08 00:00:00</alterado></item><item><id>649</id><titulo>Lei de Controle de Especialidades Odontol&#xF3;gicas</titulo><numero>1240</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-08-30 00:00:00</aprovada><slug>lei-de-controle-de-especialidades-odontol-gicas</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Disp&#xF5;e sobre denomina&#xE7;&#xE3;o do Centro de Especialidades Odontol&#xF3;gicas - CEO em nosso munic&#xED;pio e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita Municipal de Itabaiana sanciona a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - O Centro de Especialidades Odontol&#xF3;gicas &#x2013; CEO, localizado na Rua Itaporanga, passar&#xE1; a denominar-se de CENTRO DE ESPECIALIDADES ODONTOL&#xD3;GICAS &#x2013; CEO DR. TARC&#xCD;SIO MENEZES SANTOS.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - Esta Lei entrar&#xE1; em vigor na data de sua publica&#xE7;&#xE3;o&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - Ficam revogadas as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 30 de agosto de 2007.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2007-08-30 00:00:00</criado><alterado>2007-08-30 00:00:00</alterado></item><item><id>648</id><titulo>Lei do BNDES</titulo><numero>1254</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-12-13 00:00:00</aprovada><slug>lei-do-bndes</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Autoriza o Poder Executivo Municipal a contratar financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&#xF4;mico e Social &#x2013; BNDES, atrav&#xE9;s do Banco do Brasil, na qualidade de Agente Financeiro, a oferecer garantias e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita sancionar&#xE1; a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - Fica o Poder Executivo autorizado a Municipal a contratar e garantir&amp;nbsp; financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&#xF4;mico e Social &#x2013; BNDES, atrav&#xE9;s do Banco do Brasil, na qualidade de Agente Financeiro, at&#xE9; o valor de R$ 2.400.000,00 (dois milh&#xF5;es e quatrocentos mil reais), observadas as disposi&#xE7;&#xF5;es legais em vigor para contrata&#xE7;&#xE3;o de opera&#xE7;&#xF5;es de cr&#xE9;dito, as normas do BNDES e as condi&#xE7;&#xF5;es espec&#xED;ficas aprovadas pelo BNDES para a opera&#xE7;&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xDA;nico. Os recursos resultantes do financiamento autorizado neste artigo ser&#xE3;o obrigatoriamente aplicados na execu&#xE7;&#xE3;o de projeto integrante do Programa CAMINHO DA ESCOLA, do MEC/FNDE e BNDES.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - Para garantia do principal e encargos da opera&#xE7;&#xE3;o de cr&#xE9;dito, fica o Poder Executivo autorizado a ceder ou vincular em garantia, em car&#xE1;ter irrevog&#xE1;vel e irretrat&#xE1;vel, a modo pro solvendo, as receitas a que se refere o artigo 159, inciso I da Constitui&#xE7;&#xE3;o Federal.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA; - Para a efetiva&#xE7;&#xE3;o da cess&#xE3;o ou vincula&#xE7;&#xE3;o em garantia dos recursos previstos no caput deste artigo fica o Banco do Brasil autorizado a transferir os recursos cedidos ou vinculados &#xE0; conta e ordem do BNDES, nos montantes necess&#xE1;rios &#xE0; amortiza&#xE7;&#xE3;o da d&#xED;vida nos prazos contratualmente estipulados, em caso de cess&#xE3;o, ou ao pagamento dos d&#xE9;bitos vencidos e n&#xE3;o pagos, em caso de vincula&#xE7;&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA; - Fica o Poder Executivo obrigado a promover o empenho das despesas nos montantes necess&#xE1;rios &#xE0; amortiza&#xE7;&#xE3;o da d&#xED;vida nos prazos contratualmente estipulados, para cada um dos exerc&#xED;cios financeiros em que se efetuar as amortiza&#xE7;&#xF5;es de principal, juros e encargos da d&#xED;vida, at&#xE9; o seu pagamento final.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - Os recursos provenientes da opera&#xE7;&#xE3;o de cr&#xE9;dito objeto do financiamento ser&#xE3;o consignados como receita no or&#xE7;amento ou em cr&#xE9;ditos adicionais.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 4&#xBA; - O or&#xE7;amento do munic&#xED;pio de Itabaiana consignar&#xE1;, anualmente, os recursos necess&#xE1;rios ao atendimento das despesas relativas &#xE0; amortiza&#xE7;&#xE3;o do principal, juros e demais encargos decorrentes da opera&#xE7;&#xE3;o de cr&#xE9;dito autorizada por esta Lei.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 5&#xBA; - Esta Lei entrar&#xE1; em vigor na data de sua publica&#xE7;&#xE3;o, revogadas as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 13 de dezembro de 2007.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2007-12-13 00:00:00</criado><alterado>2007-12-13 00:00:00</alterado></item><item><id>647</id><titulo>Lei de Utilidade P&#xFA;blica Associa&#xE7;&#xE3;o Rio das Pedras</titulo><numero>1282</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2008-03-27 00:00:00</aprovada><slug>lei-de-utilidade-p-blica-associa-o-rio-das-pedras</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Reconhece de Utilidade P&#xFA;blica Municipal e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e o Sra. Prefeita sancionar&#xE1; a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; -&amp;nbsp; Fica reconhecida de Utilidade P&#xFA;blica Municipal a Associa&#xE7;&#xE3;o dos Moradores e Produtores Rurais do Povoado Rio das Pedras e Adjac&#xEA;ncias, fundada em 06.08.2005.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - Esta Lei entrar&#xE1; em vigor na data de sua publica&#xE7;&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - Ficam revogadas as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 27 de mar&#xE7;o de 2008.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2008-03-27 00:00:00</criado><alterado>2008-03-27 00:00:00</alterado></item><item><id>646</id><titulo>Leis de Diretrizes 2008</titulo><numero>1233</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-06-28 00:00:00</aprovada><slug>leis-de-diretrizes-2008</slug><descricao>&lt;P&gt;Disp&#xF5;e sobre as diretrizes para a elabora&#xE7;&#xE3;o da Lei Or&#xE7;ament&#xE1;ria de 2008 e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA, ESTADO DE SERGIPE, &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal de ITABAIANA/SE aprovou e eu, PREFEITA MUNICIPAL, sanciono a seguinte Lei:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;DISPOSI&#xC7;&#xD5;ES PRELIMINARES&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; -&amp;nbsp; S&#xE3;o estabelecidas, em cumprimento ao disposto no art. 165, &#xA7;2&#xBA; da Constitui&#xE7;&#xE3;o Federal, e na Lei Complementar Federal n&#xBA; 101, de 04 de maio de 2000, as diretrizes para a elabora&#xE7;&#xE3;o da lei or&#xE7;ament&#xE1;ria do exerc&#xED;cio financeiro de 2008, compreendendo:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; as metas e&amp;nbsp; prioridades da Administra&#xE7;&#xE3;o&amp;nbsp; P&#xFA;blica Municipal;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; orienta&#xE7;&#xF5;es b&#xE1;sicas para elabora&#xE7;&#xE3;o da lei or&#xE7;ament&#xE1;ria anual;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;III &#x2013; disposi&#xE7;&#xF5;es sobre a pol&#xED;tica de pessoal e servi&#xE7;os extraordin&#xE1;rios; &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;IV &#x2013; disposi&#xE7;&#xF5;es sobre a receita e altera&#xE7;&#xF5;es na legisla&#xE7;&#xE3;o tribut&#xE1;ria do Munic&#xED;pio;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;V &#x2013; equil&#xED;brio entre receitas e despesas;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;VI &#x2013; crit&#xE9;rios e formas de limita&#xE7;&#xE3;o de empenho;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;VII &#x2013; normas relativas ao controle de custos;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;VIII- condi&#xE7;&#xF5;es e exig&#xEA;ncias para destina&#xE7;&#xE3;o de recursos ao setor privado;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;IX &#x2013; autoriza&#xE7;&#xE3;o para o Munic&#xED;pio auxiliar o custeio de despesas atribu&#xED;das a outros entes da federa&#xE7;&#xE3;o;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;X &#x2013; par&#xE2;metros para a elabora&#xE7;&#xE3;o da programa&#xE7;&#xE3;o financeira e do cronograma mensal de desembolso;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XI &#x2013; defini&#xE7;&#xE3;o de crit&#xE9;rios para in&#xED;cio de novos projetos;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XII &#x2013; defini&#xE7;&#xE3;o das despesas consideradas irrelevantes;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XIII &#x2013; as disposi&#xE7;&#xF5;es gerais.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;SE&#xC7;&#xC3;O I&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;DAS METAS E PRIORIDADES DA ADMINISTRA&#xC7;&#xC3;O P&#xDA;BLICA MUNICIPAL&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - Em conson&#xE2;ncia com o disposto no art. 165, &#xA7; 2&#xBA; da Constitui&#xE7;&#xE3;o Federal, as metas e as prioridades para o exerc&#xED;cio financeiro de 2008, especificadas de acordo com os programas e a&#xE7;&#xF5;es estabelecidos no Plano Plurianual relativo ao per&#xED;odo de 2006-2009, ter&#xE3;o preced&#xEA;ncia na aloca&#xE7;&#xE3;o de recursos na lei or&#xE7;ament&#xE1;ria de 2008 e na sua execu&#xE7;&#xE3;o, n&#xE3;o se constituindo, todavia, em limite &#xE0; programa&#xE7;&#xE3;o das despesas.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xFA;nico. O projeto de lei or&#xE7;ament&#xE1;ria para 2008 dever&#xE1; ser elaborado em conson&#xE2;ncia com as metas e prioridades estabelecidas na forma do caput deste artigo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - A destina&#xE7;&#xE3;o de recursos do or&#xE7;amento para cada Unidade Or&#xE7;ament&#xE1;ria, dos &#xF3;rg&#xE3;os da Administra&#xE7;&#xE3;o Municipal, dever&#xE1; atender as seguintes prioridades gerais:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; recursos destinados ao atendimento de despesas que constituem obriga&#xE7;&#xE3;o constitucional, quando estas estiverem presentes na respectiva Unidade Or&#xE7;ament&#xE1;ria;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; recursos destinados ao atendimento de despesas compuls&#xF3;rias com pessoal, d&#xED;vida p&#xFA;blica, pagamento de senten&#xE7;as judiciais, indeniza&#xE7;&#xF5;es, reembolsos, devolu&#xE7;&#xF5;es de receitas, dentre outras;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;III &#x2013; recursos para despesas de car&#xE1;ter necess&#xE1;rio ao bom desenvolvimento dos trabalhos, como alugu&#xE9;is, energia el&#xE9;trica, telefone, dentre outras;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;IV &#x2013; recursos para manuten&#xE7;&#xE3;o de servi&#xE7;os p&#xFA;blicos existentes;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;V &#x2013; conclus&#xE3;o de obras;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;VI &#x2013; adequa&#xE7;&#xE3;o de pr&#xE9;dios para uso p&#xFA;blico;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;VII &#x2013; aquisi&#xE7;&#xE3;o de equipamentos;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;VIII &#x2013; despesas com projetos que visem o desenvolvimento econ&#xF4;mico e social do Munic&#xED;pio, especialmente os que tenham potencial de gera&#xE7;&#xE3;o de emprego e renda;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;IX &#x2013; expans&#xE3;o de servi&#xE7;os p&#xFA;blicos;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;X &#x2013; obras novas para uso comum da popula&#xE7;&#xE3;o;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;SE&#xC7;&#xC3;O II&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;DAS ORIENTA&#xC7;&#xD5;ES B&#xC1;SICAS PARA ELABORA&#xC7;&#xC3;O DA LEI&lt;BR&gt;OR&#xC7;AMENT&#xC1;RIA ANUAL&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Subse&#xE7;&#xE3;o I&lt;BR&gt;Das Diretrizes Gerais&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 4&#xBA; - As categorias de programa&#xE7;&#xE3;o de que trata esta Lei ser&#xE3;o identificadas na lei or&#xE7;ament&#xE1;ria por unidades or&#xE7;ament&#xE1;rias, fun&#xE7;&#xF5;es, subfun&#xE7;&#xF5;es, programas, atividades, projetos, opera&#xE7;&#xF5;es especiais, categoria econ&#xF4;mica, grupo de natureza de despesa e modalidade de aplica&#xE7;&#xE3;o, de acordo com as codifica&#xE7;&#xF5;es da Portaria SOF n&#xBA; 42/1999, da Portaria Interministerial STN/SOF n&#xBA; 163/2001 e da Lei do Plano Plurianual relativo ao per&#xED;odo 2006-2009.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; cada programa identificar&#xE1; as a&#xE7;&#xF5;es necess&#xE1;rias para atingir os seus objetivos, sob a forma de atividades e projetos, especificando os respectivos valores;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; cada projeto constar&#xE1;&amp;nbsp; somente de uma unidade or&#xE7;ament&#xE1;ria e de um programa;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;III &#x2013; as atividades com a mesma finalidade de outras j&#xE1; existentes poder&#xE3;o observar o mesmo c&#xF3;digo, independente da unidade or&#xE7;ament&#xE1;ria;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;IV &#x2013; a aloca&#xE7;&#xE3;o dos recursos na lei or&#xE7;ament&#xE1;ria ser&#xE1; efetuada de modo a possibilitar o controle de custos das a&#xE7;&#xF5;es e a avalia&#xE7;&#xE3;o dos resultados dos programas de governo;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;V &#x2013; os recursos legalmente vinculados &#xE0; finalidade espec&#xED;fica dever&#xE3;o ser utilizados exclusivamente para o atendimento do objeto de sua vincula&#xE7;&#xE3;o, ainda que em exerc&#xED;cio diverso daquele em que ocorrer o ingresso;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;VI &#x2013; os or&#xE7;amentos ser&#xE3;o elaborados, para efeito de aloca&#xE7;&#xE3;o de recursos por unidade or&#xE7;ament&#xE1;ria, em conformidade com a estrutura organizacional vigente da Administra&#xE7;&#xE3;o Municipal, podendo, entretanto, considerar eventuais propostas de altera&#xE7;&#xE3;o da estrutura administrativa, desde que o respectivo projeto de lei tratando desta mat&#xE9;ria j&#xE1; se encontre sob aprecia&#xE7;&#xE3;o do Poder Legislativo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 5&#xBA; -&amp;nbsp; Os Or&#xE7;amentos Fiscal e da Seguridade Social, compreender&#xE3;o a programa&#xE7;&#xE3;o dos Poderes do Munic&#xED;pio, seus fundos e &#xF3;rg&#xE3;os da administra&#xE7;&#xE3;o direta e indireta, e discrimina&#xE7;&#xE3;o a despesa por categoria de programa&#xE7;&#xE3;o em seu menor n&#xED;vel, com suas respectivas dota&#xE7;&#xF5;es.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 6&#xBA; - Para fins desta lei e da execu&#xE7;&#xE3;o or&#xE7;ament&#xE1;ria no exerc&#xED;cio de 2008, entende-se por:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; programa &#x2013; o instrumento de organiza&#xE7;&#xE3;o da a&#xE7;&#xE3;o governamental, visando &#xE0; concretiza&#xE7;&#xE3;o dos objetivos pretendidos, sendo mensurado por indicadores estabelecidos no plano plurianual;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; atividade &#x2013; um instrumento de programa&#xE7;&#xE3;o para alcan&#xE7;ar o objetivo de um programa, envolvendo um conjunto de opera&#xE7;&#xF5;es que se realizam de modo cont&#xED;nuo e permanente, das quais resulta um produto necess&#xE1;rio &#xE0; manuten&#xE7;&#xE3;o da a&#xE7;&#xE3;o do governo;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;III &#x2013; projeto &#x2013; um instrumento de programa&#xE7;&#xE3;o para alcan&#xE7;ar&amp;nbsp; o objetivo de um programa, envolvendo um conjunto de opera&#xE7;&#xF5;es, limitadas no tempo, das quais resulta um produto que concorre para a expans&#xE3;o ou aperfei&#xE7;oamento da a&#xE7;&#xE3;o do governo;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;IV &#x2013; opera&#xE7;&#xE3;o especial &#x2013; as despesas que n&#xE3;o contribuem para a manuten&#xE7;&#xE3;o das a&#xE7;&#xF5;es de governo, das quais n&#xE3;o resulta um produto, e n&#xE3;o geram contrapresta&#xE7;&#xE3;o direta sobre a forma de bens e servi&#xE7;os;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;V &#x2013; fun&#xE7;&#xE3;o &#x2013; o maior n&#xED;vel de agrega&#xE7;&#xE3;o das diversas &#xE1;reas da despesa que competem ao setor p&#xFA;blico;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;VI &#x2013; subfun&#xE7;&#xE3;o &#x2013; a partir da fun&#xE7;&#xE3;o, visando a agregar determinado subconjunto de despesa do setor p&#xFA;blico;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 7&#xBA; - O projeto de lei or&#xE7;ament&#xE1;ria que o Poder Executivo encaminhar&#xE1; a C&#xE2;mara Municipal, at&#xE9; o dia 30 de setembro de 2007, ser&#xE1; constitu&#xED;do de:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; texto da lei;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; documentos referenciados nos artigos 2&#xBA; e 22 da Lei Federal n&#xBA; 4.320/1964;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;III &#x2013; quadros or&#xE7;ament&#xE1;rios consolidados;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;IV &#x2013; anexos do or&#xE7;amento fiscal e da seguridade social, discriminando a receita e a despesa na forma definida nesta Lei;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;V &#x2013; demonstrativos e documentos previstos na Lei Complementar Federal n&#xBA; 101/2000;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 8&#xBA; - A estimativa da receita e a fixa&#xE7;&#xE3;o da despesa, constantes do projeto de lei or&#xE7;ament&#xE1;ria de 2008 ser&#xE3;o elaboradas a valores correntes do exerc&#xED;cio de 2007, projetados ao exerc&#xED;cio a que se refere.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xFA;nico &#x2013; O projeto de lei or&#xE7;ament&#xE1;ria atualizar&#xE1; a estimativa da margem de expans&#xE3;o das despesas, considerando os acr&#xE9;scimos de receita resultantes do crescimento da economia e da evolu&#xE7;&#xE3;o de outras vari&#xE1;veis que implicam aumento da base de c&#xE1;lculo, bem com de altera&#xE7;&#xF5;es na legisla&#xE7;&#xE3;o tribut&#xE1;ria, devendo ser garantidas, no m&#xED;nimo, as metas de resultado prim&#xE1;rias e nominais estabelecidas nesta Lei.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 9&#xBA; - O Poder Legislativo encaminhar&#xE1; ao Poder Executivo, at&#xE9; 31 de julho de 2007, suas respectivas propostas or&#xE7;ament&#xE1;rias, para fins de consolida&#xE7;&#xE3;o do projeto de lei or&#xE7;ament&#xE1;ria.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 10 &#x2013; Na programa&#xE7;&#xE3;o da despesa n&#xE3;o poder&#xE3;o ser fixadas despesas sem que estejam definidas as respectivas fontes de recursos, de forma a evitar o comprometimento do equil&#xED;brio or&#xE7;ament&#xE1;rio entre a receita e a despesa.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 11 &#x2013; A lei or&#xE7;ament&#xE1;ria discriminar&#xE1;, no &#xF3;rg&#xE3;o respons&#xE1;vel pelo d&#xE9;bito, as dota&#xE7;&#xF5;es destinadas ao pagamento de precat&#xF3;rios judiciais em cumprimento ao disposto no art. 100 da Constitui&#xE7;&#xE3;o Federal, no art. 78 das Disposi&#xE7;&#xF5;es Constitucionais Transit&#xF3;rias e na Emenda Constitucional n&#xBA; 30, de 13 de setembro de 2000.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xFA;nico &#x2013; Para fins de acompanhamento, controle e centraliza&#xE7;&#xE3;o, os &#xF3;rg&#xE3;os da administra&#xE7;&#xE3;o p&#xFA;blica municipal direta e indireta submeter&#xE3;o os processos referentes ao pagamento de precat&#xF3;rios &#xE0; aprecia&#xE7;&#xE3;o da Procuradoria ou Assessoria Jur&#xED;dica do Munic&#xED;pio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Subse&#xE7;&#xE3;o II&lt;BR&gt;Das Disposi&#xE7;&#xF5;es Relativas &#xE0; D&#xED;vida e ao Endividamento P&#xFA;blico Municipal&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 12 &#x2013; A administra&#xE7;&#xE3;o da d&#xED;vida p&#xFA;blica municipal tem por objetivo principal minimizar custos, reduzir o seu montante e viabilizar fontes alternativas de recursos para o Tesouro Municipal.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA; - Dever&#xE3;o ser garantidos, na lei or&#xE7;ament&#xE1;ria, os recursos necess&#xE1;rios para pagamento da d&#xED;vida.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA; - O Munic&#xED;pio, atrav&#xE9;s de seus &#xF3;rg&#xE3;os, subordinar-se-&#xE1; &#xE0;s&amp;nbsp; normas estabelecidas na Resolu&#xE7;&#xE3;o n&#xBA; 40/2001, do Senado Federal, que disp&#xF5;e sobre os limites globais para o montante da d&#xED;vida p&#xFA;blica consolidada e da d&#xED;vida p&#xFA;blica mobili&#xE1;ria , em atendimento ao disposto no art. 52, incisos VI e IX, da Constitui&#xE7;&#xE3;o Federal.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 13 &#x2013; Na lei or&#xE7;ament&#xE1;ria para o exerc&#xED;cio de 2008, as despesas com amortiza&#xE7;&#xE3;o, juros e demais encargos da d&#xED;vida ser&#xE3;o fixadas com base nas opera&#xE7;&#xF5;es contratadas.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 14 &#x2013; A lei or&#xE7;ament&#xE1;ria poder&#xE1; conter autoriza&#xE7;&#xE3;o para a realiza&#xE7;&#xE3;o de opera&#xE7;&#xF5;es de cr&#xE9;dito por antecipa&#xE7;&#xE3;o de receita or&#xE7;ament&#xE1;ria, desde que observado o disposto no art. 38 da Lei Complementar Federal n&#xBA; 101/2000 e atendidas as exig&#xEA;ncias estabelecidas na Resolu&#xE7;&#xE3;o n&#xBA; 43/2001 do Senado Federal.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Subse&#xE7;&#xE3;o III&lt;BR&gt;Da Defini&#xE7;&#xE3;o de Montante e Forma de Utiliza&#xE7;&#xE3;o da Reserva de Conting&#xEA;ncia&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 15 &#x2013; A lei or&#xE7;ament&#xE1;ria destinar&#xE1; recursos para a Reserva de Conting&#xEA;ncia no montante equivalente a 1% (um por cento) da receita corrente l&#xED;quida prevista na proposta or&#xE7;ament&#xE1;ria de 2008, destinada ao atendimento de passivos contingentes,&amp;nbsp; outros riscos e eventos fiscais imprevistos e abertura de cr&#xE9;ditos adicionais.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;SE&#xC7;&#xC3;O III&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;DA POL&#xCD;TICA DE PESSOAL E DOS SERVI&#xC7;OS&lt;BR&gt;EXTRAORDIN&#xC1;RIOS&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Subse&#xE7;&#xE3;o I&lt;BR&gt;Das Disposi&#xE7;&#xF5;es Sobre Pol&#xED;tica de Pessoal e Encargos Sociais&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 16 &#x2013; Para fins de atendimento ao disposto no art. 169, &#xA7; 1&#xBA;,&amp;nbsp; inciso II, da Constitui&#xE7;&#xE3;o Federal, observado o inciso I do mesmo par&#xE1;grafo, ficam autorizadas as concess&#xF5;es de quaisquer vantagens, aumentos de remunera&#xE7;&#xE3;o, cria&#xE7;&#xE3;o de cargos, empregos e fun&#xE7;&#xF5;es, altera&#xE7;&#xF5;es de estrutura de carreiras, bem como admiss&#xF5;es ou contrata&#xE7;&#xF5;es de pessoal a qualquer t&#xED;tulo, desde que observado o disposto nos artigos 15, 16 e 17 da Lei Complementar Federal n&#xBA; 101/2000.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA; - Al&#xE9;m de observar as normas do caput, no exerc&#xED;cio financeiro de 2008 as despesas com pessoal dos Poderes Executivo e Legislativo dever&#xE3;o atender as disposi&#xE7;&#xF5;es contidas nos artigos&amp;nbsp; 18, 19 e 20 da Lei Complementar Federal n&#xBA; 101/2000.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA; - Se a despesa total com pessoal ultrapassar os limites estabelecidos no art. 19 da Lei Complementar Federal n&#xBA; 101/2000, ser&#xE3;o adotadas as medidas de que trata os &#xA7; &#xA7; 3&#xBA; e 4&#xBA; do art. 169 da Constitui&#xE7;&#xE3;o Federal.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 17 &#x2013; O disposto no &#xA7; 1&#xBA;, do art. 18, da Lei Complementar Federal n&#xBA; 101/2000, aplica-se exclusivamente para fins de c&#xE1;lculo do limite da despesa total de pessoal, independentemente da legalidade ou validade dos contratos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xDA;nico &#x2013; N&#xE3;o se considera como substitui&#xE7;&#xE3;o de servidores e empregados p&#xFA;blicos, para efeito do caput deste artigo, os contratos de terceiriza&#xE7;&#xE3;o relativos &#xE0; execu&#xE7;&#xE3;o indireta de atividades que:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; sejam acess&#xF3;rias, instrumentos ou complementares aos assuntos que constituem &#xE1;rea de compet&#xEA;ncia legal do &#xF3;rg&#xE3;o ou entidade, na forma de regulamento;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; n&#xE3;o sejam inerentes a categorias funcionais abrangidas por plano de cargos do quadro de pessoal do &#xF3;rg&#xE3;o ou entidade, salvo expressa disposi&#xE7;&#xE3;o legal em contr&#xE1;rio, ou sejam relativas a cargo ou categoria extintos, total ou parcialmente; e&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;III &#x2013; n&#xE3;o caracterizam rela&#xE7;&#xE3;o direta de emprego.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Subse&#xE7;&#xE3;o II&lt;BR&gt;Da Previs&#xE3;o para Contrata&#xE7;&#xE3;o Excepcional&amp;nbsp; de Horas Extras&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 18 &#x2013; Se durante o exerc&#xED;cio de 2008 a despesa com pessoal atingir o limite de que trata o par&#xE1;grafo &#xFA;nico do art. 22 da Lei Complementar Federal n&#xBA; 101/2000, a realiza&#xE7;&#xE3;o de servi&#xE7;o extraordin&#xE1;rio somente poder&#xE1; ocorrer quando destinada ao atendimento de relevantes interesses p&#xFA;blicos que ensejem situa&#xE7;&#xF5;es emergenciais de risco ou de preju&#xED;zo para a sociedade.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xFA;nico &#x2013; A autoriza&#xE7;&#xE3;o para a realiza&#xE7;&#xE3;o de servi&#xE7;o extraordin&#xE1;rio para atender as situa&#xE7;&#xF5;es previstas no caput deste artigo, no &#xE2;mbito do Poder Executivo &#xE9; de exclusiva compet&#xEA;ncia do Prefeito Municipal e no &#xE2;mbito do Poder Legislativo &#xE9; de exclusiva compet&#xEA;ncia do Presidente da C&#xE2;mara.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;SE&#xC7;&#xC3;O IV&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;DAS DISPOSI&#xC7;&#xD5;ES SOBRE A RECEITA E ALTERA&#xC7;&#xD5;ES NA LEGISLA&#xC7;&#xC3;O TRIBUT&#xC1;RIA DO MUNIC&#xCD;PIO&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 19 &#x2013; A estimativa da receita que constar&#xE1; do projeto de lei or&#xE7;ament&#xE1;ria para o exerc&#xED;cio de 2008, com vistas &#xE0; expans&#xE3;o da base tribut&#xE1;ria e conseq&#xFC;ente aumento das receitas pr&#xF3;prias, contemplar&#xE1; medidas de aperfei&#xE7;oamento da administra&#xE7;&#xE3;o dos tributos municipais, dentre as quais:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; aperfei&#xE7;oamento do sistema de forma&#xE7;&#xE3;o, tramita&#xE7;&#xE3;o e julgamento dos processos tribut&#xE1;rio-administrativos, visando &#xE0; racionaliza&#xE7;&#xE3;o, simplifica&#xE7;&#xE3;o e agiliza&#xE7;&#xE3;o;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; aperfei&#xE7;oamento dos sistemas de fiscaliza&#xE7;&#xE3;o, cobran&#xE7;a e arrecada&#xE7;&#xE3;o de tributos, objetivando a sua maior exatid&#xE3;o;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;III &#x2013; aperfei&#xE7;oamento dos processos tribut&#xE1;rio-administrativos por meio da revis&#xE3;o e racionaliza&#xE7;&#xE3;o das rotinas e processos, objetivando a moderniza&#xE7;&#xE3;o, a padroniza&#xE7;&#xE3;o de atividades, a melhoria dos controles internos e a efici&#xEA;ncia na presta&#xE7;&#xE3;o de servi&#xE7;os;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;IV &#x2013; aplica&#xE7;&#xE3;o das penalidades fiscais como instrumento inibit&#xF3;rio da pr&#xE1;tica de infra&#xE7;&#xE3;o da legisla&#xE7;&#xE3;o tribut&#xE1;ria.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 20 &#x2013; O projeto de lei que conceda ou amplie incentivo ou benef&#xED;cio de natureza tribut&#xE1;ria somente ser&#xE1; aprovado se atendidas as exig&#xEA;ncias do art. 14 da Lei Complementar Federal n&#xBA; 101/2000.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 21 &#x2013; Na estimativa das receitas do projeto de lei or&#xE7;ament&#xE1;ria poder&#xE3;o ser considerados os efeitos de propostas de altera&#xE7;&#xF5;es na legisla&#xE7;&#xE3;o tribut&#xE1;ria que estejam em tramita&#xE7;&#xE3;o na C&#xE2;mara Municipal.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 22 &#x2013; Os tributos lan&#xE7;ados e n&#xE3;o arrecadados,&amp;nbsp; inscritos em d&#xED;vida ativa, cujos custos para cobran&#xE7;a seja superiores ao cr&#xE9;dito tribut&#xE1;rio, poder&#xE3;o ser cancelados, mediante autoriza&#xE7;&#xE3;o em Lei, n&#xE3;o se constituindo como ren&#xFA;ncia de receita.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;SE&#xC7;&#xC3;O V&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;DO EQUIL&#xCD;BRIO ENTRE RECEITAS E DESPESAS&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 23 &#x2013; A elabora&#xE7;&#xE3;o do projeto, a aprova&#xE7;&#xE3;o e a execu&#xE7;&#xE3;o da lei or&#xE7;ament&#xE1;ria ser&#xE3;o orientadas no sentido de alcan&#xE7;ar o super&#xE1;vit prim&#xE1;rio necess&#xE1;rio para garantir uma trajet&#xF3;ria de solidez financeira da Administra&#xE7;&#xE3;o Municipal, conforme discriminado no Anexo de Metas Fiscais, constante desta Lei.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 24 &#x2013; Os projetos de lei que impliquem em diminui&#xE7;&#xE3;o de receita ou aumento de despesa do Munic&#xED;pio no exerc&#xED;cio de 2008 dever&#xE3;o estar acompanhados de demonstrativos que discriminem o montante estimado da diminui&#xE7;&#xE3;o da receita ou do aumento da despesa, para cada um dos exerc&#xED;cios compreendidos no per&#xED;odo de 2008 a 20010, demonstrando a mem&#xF3;ria de c&#xE1;lculo respectiva.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xFA;nico &#x2013; N&#xE3;o ser&#xE1; aprovado projeto de lei que implique em aumento de despesa sem que estejam acompanhados das medidas definidas nos arts. 16 e 17 da Lei Complementar Federal n&#xBA; 101/2000.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 25 &#x2013; As estrat&#xE9;gicas para busca ou manuten&#xE7;&#xE3;o do equil&#xED;brio entre as receitas e despesas poder&#xE3;o levar em conta as seguintes medidas:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; para eleva&#xE7;&#xE3;o das receitas:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;a)&amp;nbsp;a implementa&#xE7;&#xE3;o das medidas previstas no art. 19 desta Lei;&lt;BR&gt;b)&amp;nbsp;atualiza&#xE7;&#xE3;o e informatiza&#xE7;&#xE3;o do cadastro imobili&#xE1;rio;&lt;BR&gt;c)&amp;nbsp;chamamento geral dos contribuintes inscritos na D&#xED;vida Ativa.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; para redu&#xE7;&#xE3;o das despesas:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;a)&amp;nbsp;implanta&#xE7;&#xE3;o de rigorosa pesquisa de pre&#xE7;os, de forma a baratear toada e qualquer compra e evitar a carteliza&#xE7;&#xE3;o dos fornecedores;&lt;BR&gt;b)&amp;nbsp;contingenciamento de gastos com servi&#xE7;os de terceiros.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;SE&#xC7;&#xC3;O VI&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;DOS CRIT&#xC9;RIOS E FORMAS DE LIMITA&#xC7;&#xC3;O DE EMPENHO&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 26 &#x2013; Na hip&#xF3;tese de ocorr&#xEA;ncia das circunst&#xE2;ncias estabelecidas no caput do artigo 9&#xBA;, e no inciso II, do &#xA7; 1&#xBA;, do artigo 31, da Lei Complementar Federal n&#xBA; 101/2000, o Poder Executivo e o Poder Legislativo proceder&#xE3;o &#xE0; respectiva limita&#xE7;&#xE3;o de empenho e de movimenta&#xE7;&#xE3;o financeira, calculada de forma proporcional &#xE0; participa&#xE7;&#xE3;o dos Poderes no total das dota&#xE7;&#xF5;es iniciais constantes da lei or&#xE7;ament&#xE1;ria de 2008, utilizando para tal fim as cotas or&#xE7;ament&#xE1;rias e financeiras.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA; - Excluem do caput deste artigo &#xE0;s despesas que constituam obriga&#xE7;&#xE3;o constitucional e legal e as despesas destinadas ao pagamento dos servi&#xE7;os da d&#xED;vida.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA; - O Poder Executivo comunicar&#xE1; ao Poder Legislativo o montante que lhe caber&#xE1; tornar indispon&#xED;vel para empenho e movimenta&#xE7;&#xE3;o financeira, conforme propor&#xE7;&#xE3;o estabelecida no caput deste artigo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 3&#xBA; - Os Poderes Executivo e Legislativo, com base na comunica&#xE7;&#xE3;o de que trata o par&#xE1;grafo anterior, emitir&#xE3;o e publicar&#xE3;o ato pr&#xF3;prio estabelecendo os montantes que caber&#xE3;o aos respectivos &#xF3;rg&#xE3;os na limita&#xE7;&#xE3;o do empenho e da movimenta&#xE7;&#xE3;o financeira.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 4&#xBA; - Se verificado, ao final de um bimestre, que a realiza&#xE7;&#xE3;o da receita n&#xE3;o ser&#xE1; suficiente para garantir o equil&#xED;brio&amp;nbsp; das contas p&#xFA;blicas, adotar-se-&#xE3;o as mesmas medidas previstas neste artigo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;SE&#xC7;&#xC3;O VIII&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;DAS NORMAS RELATIVAS AO CONTROLE DE CUSTOS&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 27 &#x2013; O Poder Executivo realizar&#xE1; estudos visando &#xE0; defini&#xE7;&#xE3;o de sistema de controle de custos e a avalia&#xE7;&#xE3;o do resultado dos programas de governo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 28 &#x2013; O controle de custos das a&#xE7;&#xF5;es da Administra&#xE7;&#xE3;o Municipal, enquanto n&#xE3;o for organizado um quadro espec&#xED;fico para atender esta particularidade e desenvolver um m&#xE9;todo mais detalhado, ser&#xE1; efetuado pelos Grupos de Natureza de Despesa, ou seja, Pessoal e Encargos Sociais, Juros e Encargos da D&#xED;vida, Outras Despesas Decorrentes, Investimentos, Invers&#xF5;es Financeiras e Amortiza&#xE7;&#xE3;o da D&#xED;vida, de forma global, visando atender os diversos programas e prioridades do governo municipal, respeitando os&amp;nbsp; limites impostos pela legisla&#xE7;&#xE3;o e as disponibilidades financeiras, utilizando-se, para isto, de dados passados e proje&#xE7;&#xF5;es de acordo co o cen&#xE1;rio e as tend&#xEA;ncias de rumo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 29 &#x2013; O Poder Executivo promover&#xE1; amplo esfor&#xE7;o de redu&#xE7;&#xE3;o de custos, otimiza&#xE7;&#xE3;o de gastos e reordenamento de despesas do setor p&#xFA;blico municipal, sobretudo pelo aumento da produtividade na presta&#xE7;&#xE3;o de servi&#xE7;os p&#xFA;blicos e sociais.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;SE&#xC7;&#xC3;O VIII&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;DAS CONDI&#xC7;&#xD5;ES E EXIG&#xCA;NCIAS PARA DESTINA&#xC7;&#xC3;O DE RECURSOS AP SETOR PRIVADO&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 30 &#x2013; A concess&#xE3;o de subven&#xE7;&#xF5;es sociais, aux&#xED;lios e contribui&#xE7;&#xF5;es a institui&#xE7;&#xF5;es privadas, que prestem servi&#xE7;os nas &#xE1;reas de sa&#xFA;de, assist&#xEA;ncia social e educa&#xE7;&#xE3;o, depender&#xE1; de autoriza&#xE7;&#xE3;o legislativa e ser&#xE1; calculada com base em unidade de servi&#xE7;os prestados ou postos &#xE0; disposi&#xE7;&#xE3;o dos interessados.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA; - As subven&#xE7;&#xF5;es sociais s&#xF3; poder&#xE3;o ser concedidas a institui&#xE7;&#xF5;es privadas de utilidade p&#xFA;blica, sem fins lucrativos e que tenham atendimento direto ao p&#xFA;blico, de forma gratuita.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA; - A concess&#xE3;o de aux&#xED;lios e contribui&#xE7;&#xF5;es de que trata o caput deste artigo, estar&#xE1; subordinada &#xE0;s raz&#xF5;es de interesse p&#xFA;blico e destinar-se-&#xE3;o, exclusivamente, &#xE0;s entidades sem fins lucrativos;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 3&#xBA; - As dota&#xE7;&#xF5;es e valores destinados a subven&#xE7;&#xF5;es sociais de entidades beneficiadas dever&#xE3;o ser discriminados tanto nos cr&#xE9;ditos or&#xE7;ament&#xE1;rios como nos adicionais.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 4&#xBA; - As entidades privadas beneficiadas com recursos de que trata este artigo, submeter-se-&#xE3;o &#xE0; fiscaliza&#xE7;&#xE3;o do poder concedente, com a finalidade de verificar&amp;nbsp; o cumprimento de metas e objetivos para os quais receberam os recursos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 31 &#x2013; A Administra&#xE7;&#xE3;o P&#xFA;blica Municipal poder&#xE1; destinar recursos para diretamente ou indiretamente, cobrir necessidades de pessoas f&#xED;sicas, comprovadamente carentes, por meio de outros aux&#xED;lios financeiros a pessoas f&#xED;sicas ou material de distribui&#xE7;&#xE3;o gratuita, desde que observados os requisitos estabelecidos no art. 26, da Lei Complementar Federal n&#xBA; 101/00.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xFA;nico &#x2013; Para fins do disposto neste artigo, entende-se por:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; aux&#xED;lios financeiros a pessoas f&#xED;sicas: dota&#xE7;&#xF5;es destinadas a atender despesas de concess&#xE3;o de aux&#xED;lio financeiro diretamente a pessoas f&#xED;sicas, sob diferentes modalidades, como ajuda, apoio financeiro ou complementa&#xE7;&#xE3;o na aquisi&#xE7;&#xE3;o de bens; e&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; material de distribui&#xE7;&#xE3;o gratuita: dota&#xE7;&#xF5;es destinadas a atender despesa com a aquisi&#xE7;&#xE3;o de materiais de distribui&#xE7;&#xE3;o gratuita, tais como livros did&#xE1;ticos, g&#xEA;neros aliment&#xED;cios, materiais de constru&#xE7;&#xE3;o e outros materiais ou bens que possam ser distribu&#xED;dos gratuitamente, exceto os destinados a premia&#xE7;&#xF5;es culturais, art&#xED;sticas, cient&#xED;ficas, desportivas e outras.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 32 &#x2013; As transfer&#xEA;ncias de recursos &#xE0;s entidades previstas no art. 30 desta Lei, dever&#xE3;o ser precedidas da aprova&#xE7;&#xE3;o de plano de trabalho e da celebra&#xE7;&#xE3;o de conv&#xEA;nio, devendo ser observadas na elabora&#xE7;&#xE3;o de tais instrumentos as exig&#xEA;ncias do art. 116 da Lei Federal n&#xBA; 8.666/1993.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA; - Compete ao &#xF3;rg&#xE3;o concedente o acompanhamento da realiza&#xE7;&#xE3;o do plano de trabalho executado com recursos transferidos pelo Munic&#xED;pio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA; - &#xC9; vedada a celebra&#xE7;&#xE3;o de conv&#xEA;nio com entidade em situa&#xE7;&#xE3;o irregular com o Munic&#xED;pio, em decorr&#xEA;ncia de transfer&#xEA;ncia feita anteriormente.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 3&#xBA; - Executam-se do cumprimento dos dispositivos legais a que se refere o caput deste artigo &#xE0;s caixas escolares da rede p&#xFA;blica municipal de ensino que receberem recursos diretamente do Governo Federal por meio do PDDE &#x2013; Programa Dinheiro Direto na Escola.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;SE&#xC7;&#xC3;O&amp;nbsp; IX&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;DA AUTORIZA&#xC7;&#xC3;O PARA O MUNIC&#xCD;PIO AUXILIAR NO CUSTEIO DE DESPESAS DE COMPET&#xCA;NCIA&amp;nbsp; DE OUTROS ENTES DA FEDERA&#xC7;&#xC3;O&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 33 &#x2013; &#xC9; vedada a inclus&#xE3;o, na lei or&#xE7;ament&#xE1;ria e em seus cr&#xE9;ditos adicionais, de dota&#xE7;&#xF5;es para que o munic&#xED;pio contribua para o custeio de despesas de compet&#xEA;ncia&amp;nbsp; de outro ente da Federa&#xE7;&#xE3;o, ressalvadas as autorizadas mediante lei espec&#xED;fica e que sejam destinadas ao atendimento das situa&#xE7;&#xF5;es que envolvam claramente o interesse local.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xFA;nico &#x2013; A realiza&#xE7;&#xE3;o da despesa definida no caput deste artigo dever&#xE1; ser precedida da aprova&#xE7;&#xE3;o de plano de trabalho e da celebra&#xE7;&#xE3;o de conv&#xEA;nio, de acordo com o art. 116 da Lei Federal n&#xBA; 8.666/1993.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;SE&#xC7;&#xC3;O X&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;DOS PAR&#xC2;METROS PARA A ELABRA&#xC7;&#xC3;O DA PROGRAMA&#xC7;&#xC3;O FINANCEIRA E DO CRONOGRAMA MENSAL DE DESEMBOLSO&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 34 &#x2013; O Poder Executivo estabelecer&#xE1; por ato pr&#xF3;prio, at&#xE9; 30 (trinta) dias ap&#xF3;s a publica&#xE7;&#xE3;o da lei or&#xE7;ament&#xE1;ria de 2008, as metas bimestrais de arrecada&#xE7;&#xE3;o, a programa&#xE7;&#xE3;o financeira e o cronograma mensal de desembolso, respectivamente, nos termos doas arts. 8&#xBA; e 13 da Lei Complementar Federal n&#xBA; 101/2000.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xFA;nico &#x2013; A programa&#xE7;&#xE3;o financeira e o cronograma mensal de desembolso de que trata o caput deste artigo dever&#xE3;o ser elaborados de forma a garantir o cumprimento da meta de resultado prim&#xE1;rio estabelecida nesta Lei.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;SE&#xC7;&#xC3;O XI&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;DA DEFINI&#xC7;&#xC3;O DE CRIT&#xC9;RIOS PARA IN&#xCD;CIO DE NOVOS PROJETOS&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 35 &#x2013; Al&#xE9;m da observ&#xE2;ncia das metas e prioridades definidas nos desta Lei, a lei or&#xE7;ament&#xE1;ria de 2008 e seus cr&#xE9;ditos adicionais. Observado o disposto no art. 45 da Lei Complementar Federal n&#xBA; 101/2000, somente incluir&#xE3;o projetos novos se:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; estiverem compat&#xED;veis com o Plano Plurianual de 2006-2009 e com as normas desta Lei;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; tiverem sido adequadamente contemplados todos os projetos em andamento;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;III &#x2013; estiverem preservados os recursos necess&#xE1;rios &#xE0; conserva&#xE7;&#xE3;o do patrim&#xF4;nio p&#xFA;blico;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;IV &#x2013; os recursos alocados destinarem-se a contrapartidas de recursos federais, estaduais ou de opera&#xE7;&#xF5;es de cr&#xE9;dito.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xFA;nico &#x2013; Considera-se projeto em andamento para os efeitos desta Lei, aquele cuja execu&#xE7;&#xE3;o iniciar-se at&#xE9; a data de encaminhamento da proposta or&#xE7;ament&#xE1;ria de 2008, cujo cronograma de execu&#xE7;&#xE3;o ultrapasse o t&#xE9;rmino do exerc&#xED;cio de 2007.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;SE&#xC7;&#xC3;O XII&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;DA DEFINI&#xC7;&#xC3;O DAS DESPESAS CONSIDERADAS IRRELEVANTES&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 36 &#x2013; A cria&#xE7;&#xE3;o, expans&#xE3;o ou aperfei&#xE7;oamento de a&#xE7;&#xE3;o governamental que acarrete aumento da despesa depender&#xE3;o da exist&#xEA;ncia de dota&#xE7;&#xE3;o espec&#xED;fica e suficiente, e, com exce&#xE7;&#xE3;o das despesas irrelevantes, ser&#xE3;o precedidas:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; da estimativa do impacto or&#xE7;ament&#xE1;rio-financeiro no exerc&#xED;cio e nos dois anos subseq&#xFC;entes;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; da declara&#xE7;&#xE3;o do ordenador da despesa de que o aumento tem adequa&#xE7;&#xE3;o e &#xE9; compat&#xED;vel com as leis or&#xE7;ament&#xE1;rias.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 37 - Para fins do disposto artigo anterior e no &#xA7; 3&#xBA;, do art. 16, da Lei Complementar Federal n&#xBA; 101/2000, s&#xE3;o consideradas despesas irrelevantes aquelas cujo valor n&#xE3;o ultrapasse a 5% (cinco por cento) da despesa total fixada na lei or&#xE7;ament&#xE1;ria do exerc&#xED;cio de 2008.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Se&#xE7;&#xE3;o XVIII&lt;BR&gt;Das Disposi&#xE7;&#xF5;es Gerais&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 38 &#x2013; O Poder Executivo publicar&#xE1;, 30 (trinta) dias ap&#xF3;s a publica&#xE7;&#xE3;o da lei or&#xE7;ament&#xE1;ria, por Decreto, os Quadros de Detalhamento da Despesa (QDD), por Unidade Or&#xE7;ament&#xE1;ria de cada &#xD3;rg&#xE3;o, Fundo ou Entidade que integram o or&#xE7;amento, explicitando, para cada categoria de programa&#xE7;&#xE3;o, os elementos de despesas e respectivos desdobramentos, conforme detalhamento previsto na Portaria Interministerial STN/SOF n&#xBA; 163/2001.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xFA;nico &#x2013; Os Quadros de Detalhamento de Despesa (QDD) poder&#xE3;o ser alterados, durante a execu&#xE7;&#xE3;o or&#xE7;ament&#xE1;ria do exerc&#xED;cio de 2008, por ato do Executivo, desde que tais modifica&#xE7;&#xF5;es n&#xE3;o resultem em altera&#xE7;&#xF5;es da despesa aprovada na lei or&#xE7;ament&#xE1;ria de 2008, expressa por categoria de programa&#xE7;&#xE3;o, conforme definida no art. 4&#xBA; desta Lei.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 39 &#x2013; O Executivo Municipal enviar&#xE1; a proposta or&#xE7;ament&#xE1;ria &#xE1; C&#xE2;mara Municipal at&#xE9; o dia 30 de setembro de 2007, que a apreciar&#xE1; e a devolver&#xE1; para san&#xE7;&#xE3;o at&#xE9; o encerramento da sess&#xE3;o legislativa anual.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA; - A C&#xE2;mara Municipal n&#xE3;o entrar&#xE1; em recesso enquanto n&#xE3;o cumprir o disposto no caput deste artigo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA; - Se o projeto de Lei Or&#xE7;ament&#xE1;ria anual n&#xE3;o for sancionado at&#xE9; 31 de dezembro de 2007, fica o Executivo Municipal autorizado a executar a proposta or&#xE7;ament&#xE1;ria na forma original encaminhada ao Poder Legislativo, at&#xE9; a san&#xE7;&#xE3;o da respectiva lei or&#xE7;ament&#xE1;ria anual.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 40 &#x2013; Para efeito do disposto no art. 42 da Lei Complementar Federal n&#xBA; 101/2000, na execu&#xE7;&#xE3;o or&#xE7;ament&#xE1;ria do exerc&#xED;cio de 2008, considerar-se-&#xE1; contra&#xED;da a obriga&#xE7;&#xE3;o de despesa no momento em que se efetivar o est&#xE1;gio da liquida&#xE7;&#xE3;o, conforme defini&#xE7;&#xE3;o prevista no art. 63, da Lei Federal n&#xBA;&amp;nbsp; 4.320/64.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xFA;nico &#x2013; Para fins do disposto no caput deste artigo, n&#xE3;o ser&#xE3;o consideradas as despesas decorrentes de obriga&#xE7;&#xF5;es legais ou constitucionais do Poder P&#xFA;blico desde que a obriga&#xE7;&#xE3;o de despesa tenha sido gerada independente da vontade do gestor ou da administra&#xE7;&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 41 &#x2013; Na aprecia&#xE7;&#xE3;o pelo Poder Legislativo do projeto de Lei Or&#xE7;ament&#xE1;ria Anual, as emendas ser&#xE3;o apresentadas na forma das disposi&#xE7;&#xF5;es constitucionais e conforme estabelecido na Lei Org&#xE2;nica do Munic&#xED;pio, ser&#xE3;o acompanhadas de exposi&#xE7;&#xE3;o de motivos que as justifiquem, e,&amp;nbsp; somente poder&#xE3;o ser aprovadas caso:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; sejam compat&#xED;veis com o Plano Plurianual e com a Lei de Diretrizes Or&#xE7;ament&#xE1;rias;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; indiquem os recursos necess&#xE1;rios, admitidos apenas o provenientes de anula&#xE7;&#xE3;o de despesas, exclu&#xED;dos os que incidam sobre;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;a)&amp;nbsp;dota&#xE7;&#xE3;o&amp;nbsp; para pessoal e seus encargos;&lt;BR&gt;b)&amp;nbsp;servi&#xE7;o da d&#xED;vida;&lt;BR&gt;c)&amp;nbsp;dota&#xE7;&#xF5;es destinadas &#xE0; manuten&#xE7;&#xE3;o e desenvolvimento do ensino e a&#xE7;&#xF5;es e servi&#xE7;os de sa&#xFA;de.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;III &#x2013; sejam relacionadas com:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;a)&amp;nbsp;a corre&#xE7;&#xE3;o de erros ou emiss&#xF5;es;&lt;BR&gt;b)&amp;nbsp;os dispositivos do texto do projeto de lei.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA; - As emendas dever&#xE3;o indicar, como parte da justificativa:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; no caso de incidirem sobre despesas com investimentos, a viabilidade econ&#xF4;mica e t&#xE9;cnica do projeto durante a vig&#xEA;ncia da lei or&#xE7;ament&#xE1;ria;&lt;BR&gt;II &#x2013; no caso de incidirem sobre despesas com a&#xE7;&#xF5;es de manuten&#xE7;&#xE3;o, a comprova&#xE7;&#xE3;o de n&#xE3;o inviabiliza&#xE7;&#xE3;o operacional da entidade ou &#xF3;rg&#xE3;o cuja despesa &#xE9; reduzida.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA; - A corre&#xE7;&#xE3;o de erros ou omiss&#xF5;es ser&#xE1; justificada circunstancialmente e n&#xE3;o implicar&#xE1; a indica&#xE7;&#xE3;o de recursos para aumento de despesas previstas no projeto de lei or&#xE7;ament&#xE1;ria.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 42 &#x2013; A cria&#xE7;&#xE3;o de novos projetos ou atividades, al&#xE9;m dos constantes da proposta da lei or&#xE7;ament&#xE1;ria anual, por meio das emendas de que trata o artigo anterior, somente ser&#xE1; admitida mediante a redu&#xE7;&#xE3;o de dota&#xE7;&#xF5;es alocadas a outros projetos ou atividades, observadas as disposi&#xE7;&#xF5;es constitucionais, o estabelecido na Lei Org&#xE2;nica do Munic&#xED;pio e nesta Lei.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 43 &#x2013; Conforme estabelecido no &#xA7; 1&#xBA;, do art. 12, da Lei Complementar Federal n&#xBA; 101/2000, a C&#xE2;mara de Vereadores s&#xF3; poder&#xE1; reestimar a receita prevista na lei or&#xE7;ament&#xE1;ria, se comprovado erro ou omiss&#xE3;o de ordem t&#xE9;cnica ou legal em sua estimativa.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 44 &#x2013; O Poder Executivo poder&#xE1; encaminhar mensagem ao Poder Executivo poder&#xE1; encaminhar mensagem ao Poder Legislativo&amp;nbsp; para propor modifica&#xE7;&#xF5;es no projeto de lei or&#xE7;ament&#xE1;ria anual enquanto n&#xE3;o iniciada a sua vota&#xE7;&#xE3;o, no tocante &#xE0;s partes cuja altera&#xE7;&#xE3;o &#xE9; proposta.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 45 &#x2013; Em atendimento ao disposto no art. 4&#xBA;, &#xA7; &#xA7; 1&#xBA;, 2&#xBA; e 3&#xBA; da Lei Complementar Federal n&#xBA; 101/2000, integram a presente Lei os seguintes anexos:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; Anexo de Metas Fiscais;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; Anexo de Riscos Fiscais.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 46 &#x2013; Quando da elabora&#xE7;&#xE3;o do projeto de lei or&#xE7;ament&#xE1;ria para o exerc&#xED;cio de 2008, as estimativas de receita e a fixa&#xE7;&#xE3;o de despesa poder&#xE3;o ser modificadas em vista dos par&#xE2;metros utilizados na atual proje&#xE7;&#xE3;o sofrerem altera&#xE7;&#xF5;es conjunturais, devendo as metas fiscais serem ajustadas, ficando automaticamente revistas &#xE0;s metas fiscais estabelecidas nesta Lei, em conformidade com os valores previstos e fixados na Lei Or&#xE7;ament&#xE1;ria de 2008.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 46 - Fica o Poder Legislativo autorizado a proceder com a transposi&#xE7;&#xE3;o de dota&#xE7;&#xF5;es dentro dos limites do seu pr&#xF3;prio or&#xE7;amento.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 47 - O Poder Executivo dever&#xE1; incorporar no Or&#xE7;amento Geral do Munic&#xED;pio a proposta or&#xE7;ament&#xE1;ria do Legislativo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 48 -&amp;nbsp; Esta Lei entra em vigor na data de sua publica&#xE7;&#xE3;o, revogando - se as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 28 de junho de 2007.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2007-06-28 00:00:00</criado><alterado>2007-06-28 00:00:00</alterado></item><item><id>645</id><titulo>Lei de Subven&#xE7;&#xE3;o ao Itabaiana Futsal Clube</titulo><numero>1278</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-12-27 00:00:00</aprovada><slug>lei-de-subven-o-ao-itabaiana-futsal-clube</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Concede Subven&#xE7;&#xE3;o ao Itabaiana Futsal Clube.&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita sancionar&#xE1; a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a conceder subven&#xE7;&#xE3;o no valor de R$ 4.000,00 (quatro mil reais) ao Itabaiana Futsal Clube, entidade sem fins lucrativos, no per&#xED;odo de janeiro a dezembro de 2008.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - A Prefeitura Municipal de Itabaiana, Estado de Sergipe, celebrar&#xE1; Termo de Conv&#xEA;nio com a Itabaiana Futsal Clube para definir os crit&#xE9;rios de repasse, utiliza&#xE7;&#xE3;o e presta&#xE7;&#xE3;o de contas dos recursos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - Os recursos correspondentes &#xE0; execu&#xE7;&#xE3;o desta Lei correr&#xE3;o por conta de dota&#xE7;&#xE3;o or&#xE7;ament&#xE1;ria constante no or&#xE7;amento vigente.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 4&#xBA; - Esta Lei entrar&#xE1; em vigor na data de sua publica&#xE7;&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 5&#xBA; - Revogam-se as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 27 de dezembro de 2007.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2007-12-27 00:00:00</criado><alterado>2007-12-27 00:00:00</alterado></item><item><id>644</id><titulo>Lei que Concede Subven&#xE7;&#xE3;o &#xE0; Filarm&#xF4;nica Nossa Senhora da Concei&#xE7;&#xE3;o</titulo><numero>1279</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2008-02-28 00:00:00</aprovada><slug>lei-que-concede-subven-o-filarm-nica-nossa-senhora-da-concei-o</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Concede Subven&#xE7;&#xE3;o &#xE0; Filarm&#xF4;nica Nossa Senhora da Concei&#xE7;&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita sancionar&#xE1; a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a conceder subven&#xE7;&#xE3;o no valor de R$ 8.000,00 (oito mil reais) &#xE0; Filarm&#xF4;nica Nossa Senhora da Concei&#xE7;&#xE3;o, entidade reconhecida de utilidade p&#xFA;blica, no per&#xED;odo de mar&#xE7;o a dezembro de 2008.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - A Prefeitura Municipal de Itabaiana, Estado de Sergipe, celebrar&#xE1; Termo de Conv&#xEA;nio com a Filarm&#xF4;nica Nossa Senhora da Concei&#xE7;&#xE3;o para definir os crit&#xE9;rios de repasse, utiliza&#xE7;&#xE3;o e presta&#xE7;&#xE3;o de contas dos recursos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - Os recursos correspondentes &#xE0; execu&#xE7;&#xE3;o desta Lei correr&#xE3;o por conta de dota&#xE7;&#xE3;o or&#xE7;ament&#xE1;ria constante no or&#xE7;amento vigente.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 4&#xBA; - Esta Lei entrar&#xE1; em vigor na data de sua publica&#xE7;&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 5&#xBA; - Revogam-se as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 27 de fevereiro de 2008.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2008-02-28 00:00:00</criado><alterado>2008-02-28 00:00:00</alterado></item><item><id>643</id><titulo>Lei de Subven&#xE7;&#xE3;o &#xE0; Filarm&#xF4;nica Nossa Senhora da Concei&#xE7;&#xE3;o</titulo><numero>1226</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-04-26 00:00:00</aprovada><slug>lei-de-subven-o-filarm-nica-nossa-senhora-da-concei-o</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Concede Subven&#xE7;&#xE3;o &#xE0; Filarm&#xF4;nica Nossa Senhora da Concei&#xE7;&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita sanciona a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a conceder subven&#xE7;&#xE3;o no valor de R$ 7.000,00 (sete mil reais) &#xE0; Filarm&#xF4;nica Nossa Senhora da Concei&#xE7;&#xE3;o, entidade reconhecida de utilidade p&#xFA;blica, no per&#xED;odo de abril a dezembro de 2007.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - A Prefeitura Municipal de Itabaiana, Estado de Sergipe, celebrar&#xE1; Termo de Conv&#xEA;nio com a Filarm&#xF4;nica Nossa Senhora da Concei&#xE7;&#xE3;o para definir os crit&#xE9;rios de repasse, utiliza&#xE7;&#xE3;o e presta&#xE7;&#xE3;o de contas dos recursos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - Os recursos correspondentes &#xE0; execu&#xE7;&#xE3;o desta Lei correr&#xE3;o por conta de dota&#xE7;&#xE3;o or&#xE7;ament&#xE1;ria constante no or&#xE7;amento vigente.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 4&#xBA; - Esta Lei entrar&#xE1; em vigor na data de sua publica&#xE7;&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 5&#xBA; - Ficam revogadas as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 26 de abril de 2007.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2007-04-26 00:00:00</criado><alterado>2007-04-26 00:00:00</alterado></item><item><id>642</id><titulo>Lei de subven&#xE7;&#xE3;o a Associa&#xE7;&#xE3;o Ol&#xED;mpica de Itabaiana</titulo><numero>1271</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-12-27 00:00:00</aprovada><slug>lei-de-subven-o-a-associa-o-ol-mpica-de-itabaiana</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Concede Subven&#xE7;&#xE3;o &#xE0; Associa&#xE7;&#xE3;o Ol&#xED;mpica de Itabaiana.&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita sancionar&#xE1; a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a conceder subven&#xE7;&#xE3;o no valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais) &#xE0; Associa&#xE7;&#xE3;o Ol&#xED;mpica de Itabaiana, entidade reconhecida de utilidade p&#xFA;blica, no per&#xED;odo de janeiro a dezembro de 2008.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - A Prefeitura Municipal de Itabaiana, Estado de Sergipe, celebrar&#xE1; Termo de Conv&#xEA;nio com a Associa&#xE7;&#xE3;o Ol&#xED;mpica de Itabaiana para definir os crit&#xE9;rios de repasse, utiliza&#xE7;&#xE3;o e presta&#xE7;&#xE3;o de contas dos recursos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - Os recursos correspondentes &#xE0; execu&#xE7;&#xE3;o desta Lei correr&#xE3;o por conta de dota&#xE7;&#xE3;o or&#xE7;ament&#xE1;ria constante no or&#xE7;amento vigente.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 4&#xBA; - Esta Lei entrar&#xE1; em vigor na data de sua publica&#xE7;&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 5&#xBA; - Revogam-se as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 27 de dezembro de 2007.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2007-12-27 00:00:00</criado><alterado>2007-12-27 00:00:00</alterado></item><item><id>641</id><titulo>Lei da reestrutura&#xE7;&#xE3;o do Conselho Municipal  de Educa&#xE7;&#xE3;o</titulo><numero>1264</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-12-13 00:00:00</aprovada><slug>lei-da-reestrutura-o-do-conselho-municipal-de-educa-o</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Disp&#xF5;e sobre a Reestrutura o Conselho Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita Municipal de Itabaiana sanciona a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - Fica reestruturado o Conselho Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o de Itabaiana &#x2013; CMEITABAIANA &#x2013; nos termos desta Lei com a finalidade de estudar, planejar e orientar as atividades relacionadas com Sistema Municipal de Ensino.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA; - Fica caracterizado como Sistema Municipal de ensino o Conselho de Educa&#xE7;&#xE3;o, a Secretaria de Educa&#xE7;&#xE3;o e a Rede de Unidades de Ensino P&#xFA;blico Municipal e as Escolas da Rede Particular que ministram a Educa&#xE7;&#xE3;o Infantil.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA; - O Conselho Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o e &#xF3;rg&#xE3;o normativo, deliberativo, consultivo, fiscalizador e mobilizador do Sistema Municipal de Ensino.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - O Conselho Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o ser&#xE1; composto de 09 (nove) membros nomeados pelo(a) Prefeito(a) de Itabaiana dentre pessoas de not&#xF3;rio saber e experi&#xEA;ncia em mat&#xE9;ria de educa&#xE7;&#xE3;o, observando o seguinte crit&#xE9;rio representativo com fun&#xE7;&#xE3;o de conselheiro:&lt;BR&gt;a)&amp;nbsp;O Secret&#xE1;rio Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o, que ser&#xE1; membro nato;&lt;BR&gt;b)&amp;nbsp;02 (dois) representantes da Secretaria Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o, indicados pelo titular da pasta;&lt;BR&gt;c)&amp;nbsp;01 (um) representante dos professores que exer&#xE7;a fun&#xE7;&#xE3;o no munic&#xED;pio e eleitos por sufr&#xE1;gio direto em Assembl&#xE9;ia Geral designada para tal fim;&lt;BR&gt;d)&amp;nbsp;01 (um) representante dos gestores escolares da Rede de Unidade de Ensino eleito por sufr&#xE1;gio direto em reuni&#xE3;o designada para tal finalidade;&lt;BR&gt;e)&amp;nbsp;01 (um) representante da C&#xE2;mara de Vereadores do munic&#xED;pio eleito pelo plen&#xE1;rio;&lt;BR&gt;f)&amp;nbsp;01 (um) representante dos pais dos alunos matriculados regularmente na rede de Unidades do Ensino e eleito por um sufr&#xE1;gio direto em Assembl&#xE9;ia Geral designada para tal fim;&lt;BR&gt;g)&amp;nbsp;01 (um) representante da sociedade civil organizada sendo convidado pelo atual gestor p&#xFA;blico municipal;&lt;BR&gt;h)&amp;nbsp;01 (um) representante dos alunos matriculados regularmente em uma das escolas da rede p&#xFA;blica municipal, com idade igual ou superior a 16 (dezesseis) anos, contados a partir da data do decreto de nomea&#xE7;&#xE3;o, devendo ser eleito em Assembl&#xE9;ia Geral designada para a finalidade proposta;&lt;BR&gt;&#xA7;1&#xBA; - Cada Conselheiro Titular ter&#xE1; um Suplente, exceto o Secret&#xE1;rio Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o, devendo seguir os mesmos tr&#xE2;mites do caput e das al&#xED;neas deste artigo.&lt;BR&gt;&#xA7;2&#xBA; - Na aus&#xEA;ncia de um Conselheiro Titular, o Conselheiro suplente o substituir&#xE1; nas sess&#xF5;es do Colegiado com direito a voz e voto.&lt;BR&gt;&#xA7;3&#xBA; - O mandato do Conselheiros Suplentes poder&#xE3;o participar das sess&#xF5;es mesmo com a presen&#xE7;a do Conselheiro Titular, por&#xE9;m s&#xF3; ter&#xE1; direito a voz, se o Presidente do Colegiado assim o permitir.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - O mandato do conselheiro ser&#xE1; de 02 (dois) anos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA; - Ser&#xE1; permitida a recondu&#xE7;&#xE3;o por mais per&#xED;odo de igual dura&#xE7;&#xE3;o, desde que respeite os dispositivos desta Lei.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA; - o Conselheiro que, a qualquer tempo, renunciar ao seu mandato, n&#xE3;o poder&#xE1; ser reconduzido ou nomeado para o per&#xED;odo seguinte.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 3&#xBA; - O conselheiro que n&#xE3;o mais representar a fun&#xE7;&#xE3;o da qual foi designado ser&#xE1; desvinculado do Conselho.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 4&#xBA; - As fun&#xE7;&#xF5;es de Conselheiro ser&#xE3;o consideradas de relevante interesse p&#xFA;blico e os servidores p&#xFA;blicos, bem como o representante da sociedade civil organizada, que a exercem ter&#xE3;o abonadas as suas faltas ao servi&#xE7;o durante o per&#xED;odo das reuni&#xF5;es do Conselho.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 5&#xBA; - O Conselho ter&#xE1; um Presidente e um Vice-Presidente&amp;nbsp; escolhidos entre os seus membros, por maioria absoluta, em escrut&#xED;nio secreto, com mandato de 02 (dois) anos, sendo permitido a reelei&#xE7;&#xE3;o por igual per&#xED;odo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA; - O Presidente do Conselho, al&#xE9;m do seu voto, ter&#xE1; voto qualificado&amp;nbsp; nas sess&#xF5;es do Conselho.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA; - Na aus&#xEA;ncia das sess&#xF5;es, o Vice-Presidente assumir&#xE1; a Presid&#xEA;ncia, cabendo ao mesmo as fun&#xE7;&#xF5;es prescritas nesta Lei e no Regimento Interno do Colegiado.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 6&#xBA; - O Conselho reunir-se-&#xE1; em sess&#xE3;o plen&#xE1;ria 01 (uma) vez por m&#xEA;s, para deliberar sobre assuntos gerais e sobre mat&#xE9;rias da sua compet&#xEA;ncia, podendo ser convocadas por qualquer de seus membros sess&#xF5;es extraordin&#xE1;rias sempre que os interesses do ensino exigirem, desde que consiga 2/3 (dois ter&#xE7;os) das assinaturas dos Conselheiros em efetivo exerc&#xED;cio da fun&#xE7;&#xE3;o, atrav&#xE9;s de requerimento a Presid&#xEA;ncia.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA; - Caber&#xE1; ao Presidente do Conselho elaborar um calend&#xE1;rio no inicio do m&#xEA;s de fevereiro com todas as datas das sess&#xF5;es do ano c&#xED;vico, devendo ser aprovada por maioria dos Conselheiros presentes na sess&#xE3;o do Plen&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA; - O m&#xEA;s de janeiro ser&#xE1; considerado per&#xED;odo de recesso, podendo, por convoca&#xE7;&#xE3;o da Presid&#xEA;ncia, existir sess&#xF5;es extraordin&#xE1;rias.&lt;BR&gt;&#xA7; 3&#xBA; - As sess&#xF5;es do Conselho funcionar&#xE3;o com a presen&#xE7;a da maioria dos seus membros.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 7&#xBA; - O Conselho Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o dividir-se-&#xE1; em C&#xE2;maras e Comiss&#xF5;es para realiza&#xE7;&#xE3;o de estudos espec&#xED;ficos e outros atribu&#xED;dos pelo seu Regimento Interno, assim distribu&#xED;das;&lt;BR&gt;I &#x2013; das C&#xE2;maras:&lt;BR&gt;a)&amp;nbsp; C&#xE2;mara de Educa&#xE7;&#xE3;o B&#xE1;sica &#x2013; CEB;&lt;BR&gt;b)&amp;nbsp; C&#xE2;mara de Legisla&#xE7;&#xE3;o e Normas &#x2013; CLN.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; das Comiss&#xF5;es;&lt;BR&gt;a)&amp;nbsp;Comiss&#xF5;es Especiais;&lt;BR&gt;b)&amp;nbsp;Comiss&#xF5;es de Auditagem.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 8&#xBA; - Por delibera&#xE7;&#xE3;o de 2/3 (dois ter&#xE7;os), em sess&#xF5;es plen&#xE1;rias, poder&#xE1; ser delegada compet&#xEA;ncia a qualquer das C&#xE2;maras e Comiss&#xF5;es para deliberar sobre mat&#xE9;ria a respeito da qual tenha o Conselho firmado entendimento pac&#xED;fico.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 9&#xBA; - O Conselheiro ter&#xE1; direito a uma gratifica&#xE7;&#xE3;o de 5% (cinco por cento) do valor do sal&#xE1;rio m&#xED;nimo, a t&#xED;tulo de est&#xED;mulo, por participa&#xE7;&#xE3;o de presen&#xE7;a nas sess&#xF5;es plen&#xE1;rias, de c&#xE2;mara e de comiss&#xF5;es.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA; - A t&#xED;tulo de representa&#xE7;&#xE3;o, o Presidente do Conselho, far&#xE1; jus a uma gratifica&#xE7;&#xE3;o de presen&#xE7;a, &#xE0;s&amp;nbsp; sess&#xF5;es equivalente a 10% (dez por cento) do valor referenciado no par&#xE1;grafo anterior.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA; - Quando no exerc&#xED;cio da Presid&#xEA;ncia, o Vice-Presidente ter&#xE1; direito a referida gratifica&#xE7;&#xE3;o estabelecida no par&#xE1;grafo anterior.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 10 &#x2013; Configura-se&amp;nbsp; como renuncia t&#xE1;cita ao mandato de Conselheiro, a aus&#xEA;ncia&amp;nbsp; de 03 (tr&#xEA;s) sess&#xF5;es plen&#xE1;rias, de C&#xE2;mara ou de Comiss&#xF5;es consecutivas, ordin&#xE1;rias e/ou extraordin&#xE1;rias, sem que tenha havido justificativa aceita ou licen&#xE7;a concedida.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA; - A licen&#xE7;a s&#xF3; ser&#xE1; concedida por aprova&#xE7;&#xE3;o do Presidente do Conselho ou por aprova&#xE7;&#xE3;o da maioria dos Conselheiros nas sess&#xF5;es de plen&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA; - Caracterizado o afastamento do membro, o Presidente imediatamente solicitar&#xE1; a Entidade representativa um novo membro, observando o que disp&#xF5;e sobre o caput e as al&#xED;neas do artigo 2&#xBA; desta Lei.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 11 &#x2013; Compete ao Conselho Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; elaborar e aprovar o seu Regimento Interno devendo ser legitimado por Decreto do Prefeito Municipal.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; apreciar e avaliar periodicamente, quando da sua implanta&#xE7;&#xE3;o o Plano Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o e suas poss&#xED;veis altera&#xE7;&#xF5;es;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;III &#x2013; elaborar as diretrizes para o Sistema Municipal de Ensino, sugerindo normas e medidas para a sua organiza&#xE7;&#xE3;o e seu funcionamento;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;IV &#x2013; indicar, completamente para o Sistema Municipal de Ensino, os componentes curriculares de car&#xE1;ter&amp;nbsp; optativo, fixando a carga hor&#xE1;ria e sua distribui&#xE7;&#xE3;o;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;V &#x2013; promover e divulgar&amp;nbsp; estudos sobre o Sistema Municipal de Ensino;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;VI &#x2013; autorizar e reconhecer o funcionamento das escolas p&#xFA;blicas municipais de Itabaiana que ministrarem a Educa&#xE7;&#xE3;o Infantil e o Ensino Fundamental e suas modalidades de ensino, bem como as escolas da rede particular de ensino que desejarem implantar, exclusivamente, a Educa&#xE7;&#xE3;o Infantil;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;VII &#x2013; certificar os cursos de forma&#xE7;&#xE3;o e aperfei&#xE7;oamento e de atualiza&#xE7;&#xE3;o que visem a melhoria do Sistema Municipal de Ensino;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;VIII &#x2013; fiscalizar as atividades pedag&#xF3;gico-administrativas das Unidades Escolares integrantes do Sistema Municipal de Ensino;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;IX &#x2013; fixar normas para inspe&#xE7;&#xE3;o e supervis&#xE3;o das escolas por este &#xF3;rg&#xE3;o autorizados e reconhecidas;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;X &#x2013; dispor sobre normas para matr&#xED;cula, transfer&#xEA;ncia e adapta&#xE7;&#xE3;o de estudos nos estabelecimentos de ensino por este &#xD3;rg&#xE3;o autorizados e reconhecidos;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XI &#x2013; estabelecer normas para verifica&#xE7;&#xE3;o do rendimento escolar e estudos de recupera&#xE7;&#xE3;o nas unidades escolares p&#xFA;blicas municipais de Itabaiana;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XII &#x2013; enviar esfor&#xE7;os para melhorar a qualidade e elevar os &#xED;ndices de produtividades do ensino, em rela&#xE7;&#xE3;o ao seu custo;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XIII &#x2013; realizar estudos, pesquisas e inqu&#xE9;rito sobre a situa&#xE7;&#xE3;o do ensino no Munic&#xED;pio de Itabaiana;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XIV&amp;nbsp; - emitir Resolu&#xE7;&#xF5;es, Pareceres e Indica&#xE7;&#xF5;es sobre assuntos de natureza pedag&#xF3;gica e educativa;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XV &#x2013; promover Sindic&#xE2;ncia, por meio de Comiss&#xF5;es de Auditagem, em qualquer dos estabelecimentos por este &#xD3;rg&#xE3;o autorizado e reconhecido sempre que julgar necess&#xE1;rio;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XVI &#x2013; manter interc&#xE2;mbio com os Conselhos Nacional e Estadual de Educa&#xE7;&#xE3;o e os demais Conselhos Municipais;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XVII &#x2013; participar de congressos, f&#xF3;runs, simp&#xF3;sios, jornadas e similares de interesse pol&#xED;tico-educacional sempre quando for convocado ou convidado;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XVIII &#x2013; pronunciar-se sobre a cria&#xE7;&#xE3;o ou encerramento de Unidades Escolares, bem como&amp;nbsp; n&#xED;veis e modalidades&amp;nbsp; de ensino nas referidas escolas;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XIX &#x2013; apreciar os regimentos Escolares e poss&#xED;veis Emendas das Unidades de Ensino integrantes do Sistema Municipal de Ensino;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XX &#x2013; aprovar as matrizes curriculares dos estabelecimentos&amp;nbsp; sobre a jurisdi&#xE7;&#xE3;o;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XXI &#x2013; questionar ao Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico ou a C&#xE2;mara de Vereadores sobre assuntos de sua compet&#xEA;ncia, bem como ao Conselho Tutelar;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XXII &#x2013; manter o Sistema Municipal de Ensino atualizado conforme a dinamicidade da legisla&#xE7;&#xE3;o educacional e similar:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XXIII &#x2013; baixar normas para a organiza&#xE7;&#xE3;o de cursos e exames de supl&#xEA;ncia, como tamb&#xE9;m cursos profissionalizantes, quando couber;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XXIV &#x2013; autorizar o funcionamento de Programas, Projetos e Planos de natureza pedag&#xF3;gica, quando for solicitado; &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XXV &#x2013; velar pelo cumprimento da legisla&#xE7;&#xE3;o educacional vigente, nas esferas Federal, Estadual &#x2013; quando for o caso &#x2013; e Municipal;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XXVI - dar autenticidade e efic&#xE1;cia a produ&#xE7;&#xE3;o pedag&#xF3;gica dos segmentos que est&#xE3;o inseridas no Sistema Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XXVII &#x2013; expedir normas disciplinares nas escolas jurisdicionadas ao Sistema Municipal de Ensino;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XXVIII &#x2013; estabelecer&amp;nbsp; crit&#xE9;rios que disponham sobre ingresso de alunos menores de 6 (seis)&amp;nbsp; ano de idade no Ensino fundamental com dura&#xE7;&#xE3;o m&#xED;nima de 9 (nove) ano;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XXIX &#x2013; publicar, atrav&#xE9;s dos meios legais, anualmente, relat&#xF3;rios de suas atividades;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;XXX &#x2013; elaborar, anualmente, a proposta or&#xE7;ament&#xE1;ria para manuten&#xE7;&#xE3;o das atividades a cargo do Conselho.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xDA;nico &#x2013; Outras compet&#xEA;ncias ser&#xE3;o (pr&#xE9;) estabelecidas no Regimento Interno do Colegiado.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 12 &#x2013; As delibera&#xE7;&#xF5;es do Conselho Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o, de conte&#xFA;do normativo e de car&#xE1;ter or&#xE7;ament&#xE1;rio dependem de homologa&#xE7;&#xE3;o do Secret&#xE1;rio Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o, ressalvas as pertinentes &#xE0; sua economia interna.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA; - O Secret&#xE1;rio Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o dever&#xE1; homologar ou vetar as delibera&#xE7;&#xF5;es no todo ou em parte, no prazo de 08 (oito) dias &#xFA;teis, contados da data em que derem entrada em seu gabinete.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA; - Decorrido o prazo a que se refere o &#xA7; 1&#xBA; deste artigo, sem comunica&#xE7;&#xE3;o do Secret&#xE1;rio Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o ao Conselho, considerar-se-&#xE3;o homologadas as delibera&#xE7;&#xF5;es.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 3&#xBA; - O Secret&#xE1;rio Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o ao vetar qualquer delibera&#xE7;&#xE3;o, comunicar&#xE1; ao Presidente do Conselho, dentro do prazo referido no &#xA7; 1&#xBA; deste artigo, os motivos do veto, podendo o Conselho rejeit&#xE1;-lo por maioria dos seus membros, no prazo de 16 (dezesseis) dias &#xFA;teis contados do recebimento da comunica&#xE7;&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 4&#xBA; - Esgotado o prazo, o sil&#xEA;ncio do Conselho importar&#xE1; em acolhimento do veto.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 13 &#x2013; Para efeito do disposto no artigo anterior, n&#xE3;o ser&#xE3;o computados os dias compreendidos nos per&#xED;odos regimentais de recesso do Conselho.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 14 &#x2013; O Secret&#xE1;rio Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o dever&#xE1; submeter ao Conselho projetos de delibera&#xE7;&#xE3;o sobre qualquer mat&#xE9;ria da compet&#xEA;ncia desse &#xD3;rg&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 15 &#x2013; O Conselho Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o ter&#xE1; a seguinte estrutura administrativa:&lt;BR&gt;I &#x2013; Presid&#xEA;ncia;&lt;BR&gt;II &#x2013; Secretaria Geral;&lt;BR&gt;III &#x2013; Assessoria T&#xE9;cnica e de Legisla&#xE7;&#xE3;o&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xDA;nico &#x2013; Para atender ao disposto nos incisos II e III deste artigo, A Prefeitura Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o, atrav&#xE9;s do seu gestor p&#xFA;blico, nomear&#xE1; servidores lotados na pr&#xF3;pria Prefeitura, podendo ser do quadro efetivo ou possui cargo em Comiss&#xE3;o, conforme a necessidade.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 16 -&amp;nbsp; O Conselho Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o passa a constituir-se Unidade Or&#xE7;ament&#xE1;ria da Secretaria Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 17 &#x2013; Dentro de no m&#xE1;ximo 45 (quarenta e cinco) dias &#xFA;teis ap&#xF3;s a sua instala&#xE7;&#xE3;o, o Conselho Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o dever&#xE1; elaborar e aprovar o seu Regimento Interno devendo ser sancionado pelo(a) Prefeito(a) Municipal de Itabaiana.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 18 &#x2013; Para atender as despesas decorrentes da aplica&#xE7;&#xE3;o desta Lei, o Poder Executivo fica autorizado a abrir Adicional Especial no valor de R$ 45.000,00 (quarenta e cinco mil reais).&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 19 &#x2013; Os casos omissos ser&#xE3;o regulamentados pelo Regimento Interno do Conselho Municipal de Educa&#xE7;&#xE3;o e/ou aprovados pelos Conselheiros em Sess&#xE3;o Plen&#xE1;ria, atrav&#xE9;s de proposituras.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 20 - Esta Lei entrar&#xE1; em vigor na data de sua publica&#xE7;&#xE3;o&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 21 - Ficam revogadas as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio, em especial a Lei Municipal n&#xBA; 910, de 15 de dezembro de 1999.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 13 de dezembro de 2007.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2007-12-13 00:00:00</criado><alterado>2007-12-13 00:00:00</alterado></item><item><id>640</id><titulo>Lei da adequa&#xE7;&#xE3;o da lei or&#xE7;ament&#xE1;ria de 2007</titulo><numero>1224</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-03-27 00:00:00</aprovada><slug>lei-da-adequa-o-da-lei-or-ament-ria-de-2007</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Disp&#xF5;e sobre a adequa&#xE7;&#xE3;o da Lei Or&#xE7;ament&#xE1;ria do exerc&#xED;cio de 2007 em decorr&#xEA;ncia da institui&#xE7;&#xE3;o do FUNDEB, por meio da Emenda Constitucional n&#xBA; 53/2006, regulamentada pela Medida Provis&#xF3;ria n&#xBA; 339, de 28 de dezembro de 2006, e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;A PREFEITA MUNICIPAL DE ITABAIANA, ESTADO DE SERGIPE, no uso das suas atribui&#xE7;&#xF5;es legais e, considerando o que disp&#xF5;e a Emenda Constitucional n&#xBA; 53, de 19 dezembro de 2006, que possibilitou a cria&#xE7;&#xE3;o do Fundo de Manuten&#xE7;&#xE3;o e Desenvolvimento da Educa&#xE7;&#xE3;o B&#xE1;sica e de Valoriza&#xE7;&#xE3;o dos Profissionais da Educa&#xE7;&#xE3;o &#x2013; FUNDEB, com vig&#xEA;ncia a partir de 1&#xBA; de janeiro de 2007; considerando o que disp&#xF5;e a Medida Provis&#xF3;ria n&#xBA; 339, de 28 de dezembro de 2006, que regulamenta o Fundo de Manuten&#xE7;&#xE3;o e Desenvolvimento da Educa&#xE7;&#xE3;o B&#xE1;sica e de Valoriza&#xE7;&#xE3;o dos Profissionais da Educa&#xE7;&#xE3;o &#x2013; FUNDEB, e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias; considerando os termos da Portaria n&#xBA; 48, de 31 de janeiro de 2007, da Secretaria do Tesouro Nacional, do Minist&#xE9;rio da Fazenda, que disp&#xF5;e sobre os procedimentos cont&#xE1;beis&amp;nbsp; para registro dos recursos destinados ao Fundo de Manuten&#xE7;&#xE3;o e Desenvolvimento da Educa&#xE7;&#xE3;o B&#xE1;sica e de Valoriza&#xE7;&#xE3;o dos Profissionais da Educa&#xE7;&#xE3;o &#x2013; FUNDEB, bem como aqueles oriundos desse Fundo; considerando, finalmente, que na Lei Or&#xE7;ament&#xE1;ria Anual municipal para o exerc&#xED;cio de 2007, as receitas e despesas foram estimadas e fixadas, respectivamente, levando-se em considera&#xE7;&#xE3;o o FUNDEF, extinto em 31 de dezembro de 2006. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita Municipal de Itabaiana sanciona a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - No Quadro Resumo Geral da Receita (Anexo 2 da Lei Federal n&#xBA; 4320/64) da vigente lei or&#xE7;ament&#xE1;ria anual do exerc&#xED;cio de 2007 &#x2013; a classifica&#xE7;&#xE3;o da receita passa a ser assim identificada:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;17.24.01.00 &#x2013; Transfer&#xEA;ncia de Fundo de Manuten&#xE7;&#xE3;o e Desenvolvimento da Educa&#xE7;&#xE3;o B&#xE1;sica e de Valoriza&#xE7;&#xE3;o dos Profissionais da Educa&#xE7;&#xE3;o &#x2013; FUNDEB:&lt;BR&gt;9721.01.02 &#x2013; Dedu&#xE7;&#xE3;o de Receita do FPM &#x2013; FUNDEB e Redutor Financeiro:&lt;BR&gt;9721.36.00 &#x2013; Dedu&#xE7;&#xE3;o da Receita para a forma&#xE7;&#xE3;o do FUNDEB &#x2013; ICMS &#x2013; Lei Complementar n&#xBA; 87/96:&lt;BR&gt;9722.01.01 &#x2013; Dedu&#xE7;&#xE3;o da Receita para a forma&#xE7;&#xE3;o do FUNDEB &#x2013; ICMS:&lt;BR&gt;9722.01.04 - da Receita para a forma&#xE7;&#xE3;o do FUNDEB &#x2013; IPI Exporta&#xE7;&#xE3;o:&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - Na execu&#xE7;&#xE3;o or&#xE7;ament&#xE1;ria, os novos valores retidos automaticamente das transfer&#xEA;ncias intergovernamentais para a forma&#xE7;&#xE3;o do FUNDEB, ser&#xE3;o assim identificados: &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;9721.01.05 &#x2013; Dedu&#xE7;&#xE3;o da Receita para a forma&#xE7;&#xE3;o do FUNDEB &#x2013; ITR:&lt;BR&gt;9721.01.02 - Dedu&#xE7;&#xE3;o da Receita para a forma&#xE7;&#xE3;o do FUNDEB &#x2013; IPVA.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - Na lei or&#xE7;ament&#xE1;ria de 2007 ficam modificados o Anexo 2 &#x2013; Natureza da Despesa, o Anexo 6 &#x2013; Programa de Trabalho e o QDD &#x2013; Quadro de Detalhamento de Despesa, todos estes relacionados &#xE0; Unidade Or&#xE7;ament&#xE1;ria onde foram fixadas as despesas do FUNDEF, al&#xE9;m do Anexo 7 &#x2013; Demonstrativo da Despesa por Fun&#xE7;&#xF5;es, Subfun&#xE7;&#xF5;es e Programas por Projetos e Atividades.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 1&#xBA; - A altera&#xE7;&#xE3;o de que trata o caput deste artigo, consiste unicamente na modifica&#xE7;&#xE3;o, em todos os anexos citados, do termo &#x201C;FUNDEF&#x201D; para &#x201C;FUNDEB&#x201D;.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&#xA7; 2&#xBA; - As despesas relativas ao FUNDEB ser&#xE3;o realizadas nas atividades e projetos originalmente previstos na lei or&#xE7;ament&#xE1;ria de 2007 para o FUNDEB, apenas com as modifica&#xE7;&#xF5;es previstas no par&#xE1;grafo anterior, n&#xE3;o devendo ser efetuada, neste exerc&#xED;cio, qualquer altera&#xE7;&#xE3;o na classifica&#xE7;&#xE3;o funcional de que trata a Portaria n&#xBA; 42, de 14 de abril de 1999, do Minist&#xE9;rio do Or&#xE7;amento e Gest&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 4&#xBA; - Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a abrir cr&#xE9;dito adicional suplementar no valor de R$ 3.000.000,00 (tr&#xEA;s milh&#xF5;es de reais), destinado a cobrir despesa adicional decorrente da implanta&#xE7;&#xE3;o do FUNDEB.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xDA;nico &#x2013; o valor mencionado no caput deste artigo refere-se exclusivamente a recursos oriundos do Minist&#xE9;rio da Educa&#xE7;&#xE3;o para serem utilizados na Educa&#xE7;&#xE3;o B&#xE1;sica (creches, pr&#xE9;-escola e ensino fundamental).&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 5&#xBA; - Esta LEI entra em vigor na data de sua publica&#xE7;&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 6&#xBA; - Revogam-se as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 27 de mar&#xE7;o de 2007.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2007-03-27 00:00:00</criado><alterado>2007-03-27 00:00:00</alterado></item><item><id>639</id><titulo>Lei abertura de cr&#xE9;ditos adicionais suplementares</titulo><numero>1216</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2006-12-19 00:00:00</aprovada><slug>lei-abertura-de-cr-ditos-adicionais-suplementares</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;&#x201C;Autorizo ao Poder Executivo a abrir Cr&#xE9;ditos Adicionais Suplementares&#x201D;.&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita sancionar&#xE1; a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - Fica o Poder Executivo autorizado a abrir Cr&#xE9;ditos Adicionais Suplementares de mais 20% (vinte por cento) da despesa fixada no vigente Or&#xE7;amento, observadas as disposi&#xE7;&#xF5;es contidas no art. 43 da Lei Federal n&#xBA; 4.320 de 17 de mar&#xE7;o de 1.964.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - Esta Lei entra em vigor na data de sua publica&#xE7;&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - Revogam-se as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 19 de dezembro de 2006.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2006-12-19 00:00:00</criado><alterado>2006-12-19 00:00:00</alterado></item><item><id>638</id><titulo>Lei abertura de cr&#xE9;dito adicional especial</titulo><numero>1204</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2006-09-26 00:00:00</aprovada><slug>lei-abertura-de-cr-dito-adicional-especial</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Autoriza ao Poder Executivo a abrir Cr&#xE9;dito Adicional Especial no valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais) para os fins que especifica.&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;A PREFEITA MUNICIPAL DE ITABAIANA ESTADO DE SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita sanciona a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a abrir o Cr&#xE9;dito Adicional Especial no valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais), destinado a cobrir despesas n&#xE3;o previstas no vigente Or&#xE7;amento, obedecendo a seguinte classifica&#xE7;&#xE3;o:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;15.451.0013.1.022 &#x2013; Abertura, recupera&#xE7;&#xE3;o e/ou pavimenta&#xE7;&#xE3;o de ruas e/ou avenidas.&lt;BR&gt;4490.61.00 &#x2013; Aquisi&#xE7;&#xE3;o de im&#xF3;veis&lt;BR&gt;Fonte de Recursos: 000 e 025&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - Os recursos necess&#xE1;rios &#xE0; cobertura do Cr&#xE9;dito a que se refere a presente Lei, bem como a classifica&#xE7;&#xE3;o or&#xE7;ament&#xE1;ria da despesa, ser&#xE3;o indicados e discriminados em Decreto do Poder Executivo, observado o disposto contido no art. 43 da Lei Federal n&#xBA; 4.320 de 17 de mar&#xE7;o de 1964.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - Esta Lei entra em vigor na data da sua publica&#xE7;&#xE3;o.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 4&#xBA; - Revogam-se as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 26 de setembro de 2006.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2006-09-26 00:00:00</criado><alterado>2006-09-26 00:00:00</alterado></item><item><id>637</id><titulo>Lei abertura de cr&#xE9;dito adicional</titulo><numero>1234</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-08-14 00:00:00</aprovada><slug>lei-abertura-de-cr-dito-adicional</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;Autoriza o Poder Executivo a abrir Cr&#xE9;ditos Adicionais Suplementares.&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA ESTADO DE SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita sanciona a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a abrir&amp;nbsp; Cr&#xE9;ditos Adicionais Suplementares de 20% (vinte por cento) da despesa fixada no vigente or&#xE7;amento, observadas as disposi&#xE7;&#xF5;es contidas no art. 43 da Lei Federal n&#xBA; 4.320 de 17 de mar&#xE7;o de 1964.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - Esta Lei entra em vigor na data da sua publica&#xE7;&#xE3;o com efeitos retroativos a 01 de julho de 2007.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - Revogam-se as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 14 de agosto de 2007.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2007-08-14 00:00:00</criado><alterado>2007-08-14 00:00:00</alterado></item><item><id>636</id><titulo>Lei que autoriza dar nomes de pessoas vivas a logradouros</titulo><numero>1222</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2007-03-08 00:00:00</aprovada><slug>lei-que-autoriza-dar-nomes-de-pessoas-vivas-a-logradouros</slug><descricao>&lt;P&gt;&lt;FONT color=#404040&gt;&lt;EM&gt;Altera a Lei n&#xBA; 1.182 de 03.11.2005 e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias. &lt;BR&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt;Fica permitido denominar nome de bairros, conjuntos habitacionais, logradouros e bens p&#xFA;blicos com nomes de pessoas vivas no munic&#xED;pio de Itabaiana e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O PRESIDENTE DA C&#xC2;MARA MUNICIPAL DE ITABAIANA &#x2013; SERGIPE.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fa&#xE7;o saber que a C&#xE2;mara Municipal aprovou e a Sra. Prefeita Municipal de Itabaiana sanciona a seguinte LEI:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 1&#xBA; - Fica permitido denominar bairros, conjuntos habitacionais, logradouros e bens p&#xFA;blicos com nomes de pessoas vivas, que representar&#xE3;o ou representa a nossa comunidade atrav&#xE9;s de mandato.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Par&#xE1;grafo &#xDA;nico &#x2013; para efeito desta Lei entende-se por logradouros p&#xFA;blicos: ruas, avenidas, estradas, pra&#xE7;as, largos, praias, parques, jardins, alamedas, rodovias, pontes, viadutos, travessas, campos, ladeiras, becos e p&#xE1;tios.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 2&#xBA; - Na escolha de nomes para logradouros, bairros, conjuntos habitacionais e bens p&#xFA;blicos do munic&#xED;pio ser&#xE3;o observadas as seguintes normas:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I &#x2013; Nome de brasileiros ou brasileiras que se destaquem ou tenham se distinguido:&lt;BR&gt;a) Em virtude de relevantes servi&#xE7;os prestados ao Munic&#xED;pio, Estado ou Pa&#xED;s.&lt;BR&gt;b) Por sua cultura e proje&#xE7;&#xE3;o em qualquer ramo do saber.&lt;BR&gt;c) Pela pr&#xE1;tica de atos her&#xF3;icos e edificantes.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II &#x2013; Nomes de f&#xE1;cil pronuncia tirados da hist&#xF3;ria, geografia, flora, fauna e folclore do Brasil.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 3&#xBA; - Fica obrigado &#xE0; apresenta&#xE7;&#xE3;o do hist&#xF3;rico em anexo ao projeto da pessoa a ser homenageada com o seu nome em bairros, conjuntos habitacionais, logradouros e bens p&#xFA;blicos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Art. 4&#xBA; - Esta Lei entrar&#xE1; em vigor na data de sua publica&#xE7;&#xE3;o, ficando revogadas as disposi&#xE7;&#xF5;es em contr&#xE1;rio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Gabinete da Presid&#xEA;ncia da C&#xE2;mara Municipal de Itabaiana, em 08 de mar&#xE7;o de 2007.&lt;/P&gt;</descricao><criado>2007-03-08 00:00:00</criado><alterado>2007-03-08 00:00:00</alterado></item></itens><ano/><busca/></data>
